Idosa reza diariamente para boneco de Elrond de “Senhor dos Anéis” pensando ser santo

A maquiadora Gabriela Brandão descobriu que a bisavó paterna de sua filha, Dona Nely, de 82 anos, estava rezando diariamente para uma imagem que, na verdade, não era um santo: o objeto se tratava de um boneco Elrond, personagem fictício criado pelo professor e filólogo britânico J. R. R. Tolkien para a saga “Senhor dos Anéis”.

“A bisavó da minha filha reza para esse Santo Antônio todos os dias. Olhando mais de perto…”, escreveu ela nas imagens.

Em conversa com a Glamour, Gabriela conta que sabia que Dona Nely tinha um Santo Antônio ao lado da cama dela, para o qual reza todas as noites, mas nunca tinha visto ele de perto.

“Outro dia, não sei o porquê, o tal Santo Antonio estava na mesa da cozinha, aí o peguei na mão e falei ‘gente, Santo Antônio não era careca?’. Todo mundo ficou na duvida. Fiquei encucada que aquilo era um elfo. Virei ele de ponta-cabeça e vi que tinha escrito ‘NPL INC’, pesquisei no Google e apareceu botei no google e apareceu ‘Lord of The Rings’. Todo mundo caiu na gargalhada”, descreve.

A jovem ainda colocou uma imagem de um boneco semelhando vendido no Ebay no Facebook e o post já tem milhares de compartilhamentos na rede social, além de quase 2 mil curtidas. “Nunca imaginei que ia parar em sites de notícia. Achei que ia bombar entre os meus amigos porque a história é muito engraçada, mas nunca imaginamos que ia acontecer isso tudo”, se diverte.

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Comentários

  1. Isso me lembra a história do Santo Ascensão.

    "O mundo está tomado pelo  pecado e precisa de grandes ofertas de oração e de experiências espirituais pessoais. Me lembro como um certo monge muito velho, no Monastério Esphigmenou, tão simplório que acreditava que a palavra Ascensão era o nome de um Santo. Ele orava em seu cordão de oração e dizia :

    " Ó santo Ascensão, ora a Deus por nós!".

    Certa vez, um dos monges do sanatório do mosteiro ficou doente, e o simplório monge foi cuidar dele. 

    Como ele não tinha nada para de comida para  oferecer ao doente, ele  desceu rapidamente para o andar de baixo, abriu uma janela  que dava de frente para o mar,  ergueu suas mãos e pediu : "Meu querido Santo Analypsia (Ascensão em grego), de um peixinho para o meu irmão! "

    E eis que ocorreu um milagre: de imediato um grande peixe saltou do mar, em linha reta para suas mãos!

    Todos que viram este milagre ficaram petrificados pelo espanto.

    O simplório monge olhou sorridente para os irmãos que estavam desconcertados, como se estivesse dizendo: "Existe alguma coisa estranha nisso que vocês viram? "

    Você e eu somos bem versados sobre a  Ascensão, sabemos que é o nome de uma Festa e não o nome de um Santo, nós sabemos quando é a data da festa e o que ela significa, mas com todo o nosso conhecimento, nós nunca obtemos mesmo um mínimo peixinho!

    Essas são as "esquisitices" da vida espiritual, e tais "esquisitices" são  incompreensíveis para aquela  lógica da inteligência que não leva Deus dentro de si, mas sim e apenas o seu próprio ego, justamente porque essa intelectualidade possui apenas o  infrutífero conhecimento do mundo, porque é uma inteligência doente, sofre de uma mundana doença espiritual e não dado a isso, não possui o Espírito Santo.