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Bayard, Pierra. Como falar dos livros que não lemos?

Tópico em 'Literatura Estrangeira' iniciado por Anica, 11 Jan 2008.

  1. Anica

    Anica Usuário

    Como Falar dos Livros que Não Lemos, Pierre Bayard

    Li sobre esse livro uns tempos atrás e fiquei bastante curiosa, cheguei até a comentar sobre ele lá no meu bró -> http://www.anica.com.br/2007/05/14/fingidor-e-o-poeta-nao-o-leitor/

    O problema básico é que ainda não tinha traduzido aqui no Brasil e eu não falo nadica de francês, então tive que esperar até que saísse uma tradução por aqui. E saiu :D Por coincidência (hehe), o livro chegará bem no dia do meu aniversário (18/1) :cheer:

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    .
     
  2. Pveti

    Pveti Usuário

    RE: Como Falar dos Livros que Não Lemos, Pierre Bayard

    Olá Anica, tudo bem???
    Interessante esse livro mesmo, ainda mais num fórum com um monte de gente que leu pacas e outros que lê pouco
    Nesse artigo que você comentou foi perfeito pra mim que não li (ainda, espero) Crime e Castigo, não li Oscar Wilde e não sei o que é distopia
    Seria cômico se não fosse trágico
    Mas estou aí...
    Se não li bastante livros(ainda, espero ler bastante) pelo menos faço mais amigos, tenho mais opiniões, mais conflito delas, etc
    Abraço e OBrigado
     
  3. LatinoAmericano

    LatinoAmericano Aqui jaz Alcarecco

    RE: Como Falar dos Livros que Não Lemos, Pierre Bayard

    Esse livro parece ser bastante interessante.

    Me ajudaria muito, porque eu também ainda não li muito livros clássicos e "importantes"

    Mas fiquei com uma dúvida: Como falar do livro Como falar dos livros que ainda não lemos? :lol:
     
  4. Pips

    Pips Old School.

    RE: Como Falar dos Livros que Não Lemos, Pierre Bayard

    Me divirto com essas coisas.

    Acho que amanhã vou dar uma passada na livraria.
     
  5. Artanis Léralondë

    Artanis Léralondë Ano de vestibular dA

    RE: Como Falar dos Livros que Não Lemos, Pierre Bayard

    hahahaha...
    vale dar uma olhada mesmo..jogo de cintura nunca é demais :mrpurple:

    Sobre a tua postagem, ficou bacana :traça:
    Tu tem razão, leitura virou moda, compram livros e deixam na estante pegando pó ou para "enfeitar a casa"...ou lêem o resumo do livro X e ficam discursando se achando "o máximo"...:|
    O ruim que às vezes até professores fazem isto :wall:
    Eu nunca li Crime e Castigo :gira:
     
  6. Parece sacanagem, mas esse livro parece-me importante, sobretudo para o pessoal do acadêmico...

    Eu li três capítulos (lê-lo na integra não seria uma herisia - risos-), mas no fundo é: a) uma crítica a aura de leitor total, que faz da literatura uma peça de mármore admirada e relegada ao pó (afinal, a impressão é sempre a de que devemos ler - e gostar - de tudo); b) uma reflexão meio irônica, porque a defesa contra a leitura total e sempre literária - são personagens/ escritores como Musil, Borges e Valery que defendem essas leituras dissimuladas...

    Sei que esse livro vai passar apenas como piada ou como elegia a ignorância, mas pode ser que ele seja mais interessante que isso... Além disso, foi escrito por um professor renomado de Saborne, o que torna tudo mais interessante (ele sempre dá o exemplo do Ulysses do Joyce, que ele nunca leu, mas que nunca deixa de citar em aula)...
     
  7. Luciano R. M.

    Luciano R. M. vira-latas

    Engraçado. Eu vi o livro na Saraiva, e a primeira coisa que me veio na cabeça foi pras pessoas o usarem com Joyce e Proust.
     
  8. Realmente... mas a gente sabe que dá para enganar né?
    Mas seria massa se tivesse continuação, tipo: "Como fazer uma monografia utilizando grandes teóricos de terras desconhecidas?" ou "O desconhecido Basco: ignorancia mundial por falta de imaginação?"

    hauhauhauhauhauhauahhauahahahuauahahauahahuauh

    é cara... o que a gente não sabe a gente inventa
     

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