Nova tradução de “O Hobbit” CONCLUÍDA!

É com prazer que comunico à comunidade Valinor que, dez minutos atrás, concluí a tradução do último capítulo de “O Hobbit” para a HarperCollins Brasil. Leiam mais em julho, quando sair a nova edição do livro no Brasil. Estou tão feliz que prometo gravar a versão em português das duas canções dos Anãos que apareceram nos filmes de Peter Jackson — no dia em que o livro sair, para não termos spoilers, é claro. Que venha a série The History of Middle-earth (não, ainda não sei quando, mas virá)!

13 comentários em “Nova tradução de “O Hobbit” CONCLUÍDA!”

  1. Reinaldo, parabéns e obrigado pelo serviço prestado aos fan de Tolkien.

    As edições da HarperCollins Brasil estão maravilhosas, que continue assim.

    Sobre as traduções que muitos não gostam, agora devem ir até o final para manter a coerência.
    Aparentemente pode prejudicar um pouco comercialmente a editora, mas por favor né, deixar de ler só por causa de alguns termos pouquíssimo diferentes é como deixar de saborear uma comida deliciosa porque o arroz está tocando no feijão.

    Mas tudo bem, não são obrigados a ler e tem todo o direito de não gostar, mas aposto que assistiu O Hobbit do Peter Jackson e só depois disse que era ruim.

    Reinaldo, vai sair também uma edição d’Os Filhos de Húrin?
    Seria uma maravilha ter os três grandes contos com essas edições lindas.

    Grande abraço.

  2. Obrigado, Reinaldo! É uma alegria ver esse movimento de “renascimento” da obra de Tolkien no Brasil. Estou me divertindo inclusive aguardando para reler O Silmarillion, O Hobbit e O Senhor dos Aneis.

    Da minha parte, nao vejo problema algum em algumas decisões tomadas nestas novas traduções. Existe um estranhamento inicial que passa conforme vamos adentrando na leitura. Achei “gobelim” ótimo!

    O tradutor não precisa se expor ao leigo. É um trabalho especializado, exige estudo, dedicação. Você não precisa dar explicações para cada um que não conseguiu lidar com o estranhamento com as palavras modificadas em relação à antiga tradução. Siga com seu trabalho. Daqui algum tempo ninguém se lembrará mais dos “haters” e estarão falando de “orques” por aí.

    Gostaria que algum tradutor com o profissionalismo e coragem de vocês pudesse corrigir, por exemplo, “O Banquete” de Platão para “Simpósio”, para adequar ao sentido original. Mas não, a preocupação acaba pendendo para o “costume”, que óbvio, continua sendo “costume” na medida em que ninguém se ocupa de modificá-lo.

    Agradeço!

    1. tudo depende de quanto você aprofunda na obra….a princípio parece nada esta questão de orque e gobelim….porém…,

      quando se aprofunda mais, percebe-se o valor que Tolkien dava para as palavras e quanto ele as valorizava…

      ele detestou traduções em que se inventavam palavras e é exatamente isso que acontece com orque e gobelim…na verdade até já existia em português gobelin e é um ponto de crochê kkk (https://www.youtube.com/watch?v=X72M1M-aU_8)

      veja no site tolkienbrasil.com um estudo sobre esta nova tradução e perceba quanto podemos crescer nessa discussão…

      por fim, pense sobre haters….hoje todos que se opõe a qualquer questão são chamados de haters….não é possível se discutir sobre nada sem ser taxado de hater….a palavra significa ódio e por mais civilizada que seja a discussão uns insistem em taxar as opiniões contrárias assim…

      abraço

  3. Fabuloso! Meus parabéns pelo trabalho e muito obrigado por nos dar uma nova versão em português desta obra. Espero que as muitas críticas que apareceram não oa desestimulem ao excelente trabalho. Oposição sempre existirá. Só não é criticado quem nada realiza. Adiante que quero muito ver a versão em portugues do HoME!

  4. reinaldo…reveja a questão dos “orque” e “gobelim”…é um equivoco a tradução se baseando principalmente na fonética das palavras…

    nao crie causa de separação entre os fãns de Tolkien no Brasil…foram centenas de acertos nessas traduções mas repense essa questão…

      1. Se até hoje o tradutor não entendeu a crítica ao emprego de anãos em lugar de anões, creio que não seja apenas déficit cognitivo mas superávit de soberba, como a falta de educação explicita.

        1. A crítica ao termo “anãos” é a menos profícua a meu ver, visto que o termo no plural está correto e, inclusive, já existia antes na língua portuguesa, n sendo nem sequer um aportuguesamento como ocorreu com outras palavras traduzidas que não são próprias da língua.

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