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E a saga dos hobbits indonésios continua!

Mais uma sobre os "hobbits" da ilha indonésia de Flores, a (suposta) nova espécie de hominídeo conhecida como Homo floresiensis. Um novo estudo da estrutura cerebral das criaturas sugere que eles são mesmo uma espécie diferente de humano primitivo, e não simples Homo sapiens com uma deficiência física.
 

Como a gente noticiou aqui na Valinor há alguns dias, existe uma briga desgraçada entre os descobridores do Homo floresiensis, que teria vivido até 13 mil anos atrás, e outros antropólogos que acham que eles não passam de humanos modernos com microcefalia (doença que faz encolher o tamanho do cérebro).

Num estudo publicado ontem, a pesquisadora americana Dean Falk comparou tomografias computadorizadas do crânio "hobbit" com o de várias pessoas que sofriam de microcefalia. E concluiu (a exemplo de outro estudo menos completo realizado por ela antes) que há diferenças claras entre um humano doente e as criaturas, o que confirmaria seu status de espécie.

Mas não esperem que a polêmica acabe. Um dos arquiinimigos da pesquisa, Robert Martin, do Museu Field de Chicago, diz não acreditar nos resultados. Resumo da ópera: precisamos de mais crânios de "hobbits" para bater esse martelo.


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