Meriadoc Brandebuque

Biografia

Meriadoc Brandebuque foi um inteligente hobbit cuja preocupação por seu primo Frodo Bolseiro o levou a planejar a “conspiração” que assegurou que Frodo começasse sua jornada com seus amigos a seu lado. Merry tornou-se um Cavaleiro de Rohan e desempenhou um importante papel na Guerra do Anel. Através de sua coragem e lealdade ele ajudou a derrotar um dos servos mais terríveis do Senhor do Escuro.

Merry não foi o único filho e herdeiro do Senhor das Terras dos Buques, Saradoc Brandebuque, que era conhecido por Espalha-Ouro. Os Brandebuques eram uma rica e respeitada família que vivia na Terra dos Buques ao lado do rio Brandevin, apesar de algumas pessoas no Condado os considerarem  particularmente esquisitos. Através de sua mãe, Esmeralda Tûk, Merry era primo em 1º grau de Pippin Tûk, que foi seu melhor amigo e companheiro na aventura.

Um ano antes de Bilbo deixar o Condado, Merry descobriu a respeito do anel mágico do velho hobbit. Ele viu Bilbo usá-lo um dia para escapar dos Sacola-Bolseiros, e mais tarde Merry conseguiu dar uma rápida olhada nas memórias de Bilbo sobre suas aventuras. Merry guardou o segredo para si por dezessete anos até a primavera de 3018, quando Frodo tornou-se impaciente e aparentemente preocupado após uma visita de Gandalf. Merry decidiu que ele tinha que fazer algo para ajudar seu amigo, então ele uniu forças com Pippin e Sam Gamgi para descobrir a verdade.

Quando eles descobriram que Frodo desejava deixar o Condado em uma jornada de grande perigo, Merry determinou-se a ir com ele.

Pode confiar em nós para ficarmos junto com você nos bons e maus momentos – até o mais amargo fim. E pode confiar também que guardaremos qualquer um de seus segredos – melhor ainda do que você os guarda para si. Mas não pode confiar que deixaremos que enfrente problemas sozinho, e que vá embora sem dizer uma palavra. Somos seus amigos, Frodo.
A Sociedade do Anel: “Conspiração Desmascarada”, p. 111

Merry era muito organizado e eficiente. Ele já havia ajudado Frodo a sair de Bolsão, E em Cricôncavo Merry possuía pôneis e suprimentos prontos para a jornada. Ele liderou o grupo através de uma passagem para a Floresta Velha, onde ele havia estado em ocasião anterior. Mas sua familiaridade com a floresta não pode evitar que ele sucumbisse ao feitiço do vale do Voltavime. Ele adormeceu e acordou encontrando-se preso na fenda do tronco de um salgueiro, enquanto Pippin estava preso dentro da árvore. Eles foram resgatados do Velho Salgueiro-Homem por Tom Bombadil.

Tom veio socorrer os Hobbits uma segunda vez nas Colinas dos Túmulos. Os hobbits ficaram desorientados na névoa e foram atraídos para dentro de um túmulo por uma Criatura Tumular. Quando Merry acordou do feitiço, ele possuía uma memória de um homem que lutou contra o Rei-bruxo de Angmar muito tempo atrás. Dos túmulos, Merry adquiriu a espada do Oeste que mais tarde teria um papel crucial na queda do Rei-bruxo.

Em Bri, Merry decidiu não ir ao quarto comum do Pônei Saltitante com os outros hobbits, resolvendo dar uma caminhada pelos arredores ao invés disso. Ele viu um Cavaleiro Negro e tentou segui-lo mas foi sujeitado ao Hálito Negro. A hospedaria foi atacada durante a noite e os pôneis de Merry foram libertados. Cevado Carrapicho, o dono da hospedaria, comprou Bill, o pônei em compensação à perda de Merry. Eles deixaram Bri na companhia de Passolargo, o Guardião.

Em Valfenda, enquanto Frodo se recuperava de seu ferimento provocado pelo Rei-Bruxo, Merry aproveitou a oportunidade para estudar mapas e aprender sobre os lugares onde a jornada de Frodo poderia conduzi-lo. Quando os companheiros de Frodo foram escolhidos, Merry estava determinado a ser um deles. Embora Elrond quisesse enviar Merry e Pippin de volta para o Condado para alertar seu povo, a sabedoria de Gandalf prevaleceu e os quatro amigos Hobbits, junto com outros cinco companheiros, partiram de Valfenda em 25 de Dezembro.

Nos Portões de Moria, enquanto Gandalf tentava encontrar as palavras mágicas para abrir a porta, uma observação de Merry sobre as escritas nas portas concedeu a Gandalf a dica que ele precisava.

- No fim, eu estava errado – disse Gandalf. – E Gimli também. Merry, quem diria, estava na pista certa. A palavra secreta estava inscrita no arco o tempo todo! A tradução correta era: Diga “Amigo” e entre. Eu só tinha de pronunciar a palavra élfica correspondente a amigo e as portas se abririam. Simples demais para um erudito mestre nas tradições nestes dias suspeitos.
A Sociedade do Anel: “Uma jornada no escuro,” p. 327

Na jornada descendo o Anduin, o conhecimento de Merry sobre barcos mostrou-se útil. Quando a Sociedade alcançou o Amon Hen, eles tentaram designar seu próximo curso de ação. Aragorn sugeriu que Merry e Pippin acompanhassem Boromir até Minas Tirith. Merry recusou-se a deixar Frodo, mas temia por seu amigo se ele continuasse para Mordor.

- Isso não vai dar certo de modo algum! – gritou Merry. – Não podemos deixar Frodo! Pippin e eu sempre quisemos acompanhá-lo aonde quer que fosse, e ainda queremos. Mas não percebíamos o que isso significava. Tudo parecia diferente lá longe, no Condado ou em Valfenda. Seria crueldade permitir que Frodo fosse para Mordor. Por que não podemos detê-lo?
A Sociedade do Anel: “O rompimento da sociedade,” p. 429

Merry e Pippin entenderam que Frodo estava ausente e saíram para procurá-lo, mas eles correram diretamente à um bando de Orcs e Uruk-hai. Merry deu uma boa parte de si e cortou vários de seus braços e mãos, mas ele foi ferido na cabeça e, junto com Pippin, foi carregado para Isengard.

A marcha forçada foi longa e dura. Ugluk deu a Merry uma dose de um remédio Orc e colocou um curativo em seu ferimento que o curou mas o deixou com uma cicatriz marrom em sua testa para o resto de sua vida. Os Rohirrim atacaram os Uruks, e Grishnakh, um Orc de Mordor, tentou tomar os hobbits para si. Pippin percebeu que Grishnakh sabia sobre o Anel e fingiu que ele e Merry poderiam ajuda-lo na esperança de planejar um meio de fugir. Merry rapidamente entendeu a tática de Pippin. Grishnakh carregou-os para fora da batalha, mas foi morto por um Cavaleiro de Rohan, e os hobbits ficaram livres para esconder-se em segurança na Floresta de Fangorn. Os estudos de Merry sobre os mapas de Valfenda provou-se útil e ele pôde calcular onde eles estavam.

Em Fangorn, os Hobbits conheceram Barbárvore, um Ent que protegia e cuidava das árvores da floresta. Quando os hobbits contaram à Barbárvore sua história, ele foi incitado a tomar uma atitude contra Saruman, que estava destruindo as árvores de Fangorn. Ele convocou um Entebate para decidir um curso de ação. Um Ent chamado Tronquesperto ficou em companhia de Merry e Pippin enquanto o Entebate se realizou. Por fim, os Ents decidiram ir à guerra, e Merry e Pippin foram com eles, marchando para Isengard.

Após os Ents tomarem o controle de Isengard, Barbárvore deixou Merry e Pippin para vigiar os portões. Quando o Rei Théoden chegou, Merry o recebeu. O Rei Théoden conhecia os hobbits apenas como uma lenda das pessoas de Rohan, e ele ficou surpreso em conhecer dois em pessoa. Ele ficou mais surpreso ainda pelo cachimbo que Merry estava fumando, e Merry ficou feliz em contar ao Rei a história da erva de fumo, mas outros assuntos mais importantes eram mais urgentes. Théoden e Gandalf saíram para encontrar Barbárvore enquanto os hobbits forneceram aos Três Caçadores, que os procuraram arduamente por muitas milhas, com comida e erva de fumo que eles encontraram nos depósitos de Isengard.

Merry e Pippin foram separados nessa noite depois que Pippin olhou no Palantír e foi confrontado por Sauron. Gandalf levou Pippin para Minas Tirith, enquanto Merry permaneceu com os Rohirrim. Ele estava incerto sobre o que seria dele.

- Não me deixem para trás! – disse Merry. – Ainda não fui de muita utilidade, mas não quero ser deixado de lado, como bagagem a ser apanhada quando tudo terminar. Não acho que os Cavaleiros queiram se incomodar comigo agora. Embora o rei, é claro, tenha dito que eu deveria sentar ao seu lado quando chegássemos à sua casa, para lhe contar tudo sobre o Condado.
- Sim – Disse Aragorn -, e sua estrada segue com ele, eu acho, Merry.

O Retorno de Rei: “A passagem da companhia cinzenta”, p. 33

Aragorn tinha seu próprio caminho a seguir, e com ele foram Legolas e Gimli. O rei Théoden pediu à Merry para ser seu escudeiro, e Merry colocou sua espada no colo do rei e jurou-lhe lealdade.

O senhor será como um pai para mim – disse Merry.” (RdR, p. 38)

A Merry foi dado um pônei de nome Stybba e ele cavalgou com o Rei para o Templo da Colina, onde as forças de Rohan se concentravam. Então Théoden recebeu e Flecha Vermelha de Gondor pedindo a ajuda dos Rohirrim. Então Théoden conduziu seus Cavaleiros para a guerra e ordenou que Merry ficasse para trás com sua sobrinha Eowyn. Merry ficou consternado, mas então um misterioso cavaleiro chamado Dernhelm ofereceu à Merry uma carona em seu cavalo.

Eles cavalgaram para a batalha nos Campos de Pellenor do lado de fora de Minas Tirith. Ali Théoden caiu quando seu cavalo Snawmana foi atingido por uma lança e esmagou o Rei sob ele. Então o Rei-Bruxo de Angmar, Senhor dos Espectros do Anel, desceu ao campo de batalha montado em sua besta alada. Merry viu que apenas Dernhelm permanecia ao lado do caído Rei de Rohan. Merry ficou apavorado, mas lembrou do juramento que prestara ao Rei e permaneceu onde estava. O Rei Bruxo zombou de Dernhelm, dizendo “Nenhum homem mortal pode me impedir!” (RdR, p. 107). Para surpresa de Merry, Dernhelm revelou-se como Eowyn, a sobrinha do Rei.

Seu coração encheu-se de pena, misturada a uma grande surpresa, e de repente a coragem de sua raça, de inflamação lenta, despertou. Cerrou a mão. Ela não deveria morrer, tão bela, tão desesperada! Pelo menos não morreria sozinha, sem ajuda.
O Retorno do Rei: “A batalha dos Campos do Pellenor”, p. 107

Éowyn matou a besta alada, e o Rei Bruxo golpeou seu escudo com sua maça e então levantou se braço para desferir um ataque mortal. Nesse momento, Merry, despercebido, cravou sua espada do Oeste, que fora forjada para a guerra contra Angmar a muito tempo, no tendão do joelho do Rei bruxo. O Rei bruxo cambaleou para frente, e Eowyn empurrou sua espada entre a coroa e o manto do Nazgûl. Sua espada se estilhaçou e ela caiu, mas o Rei Bruxo fora derrotado. Merry foi ao lado de Théoden e ficou com ele quando ele morreu.

Éowyn e Théoden foram levados do campo de batalha para Minas Tirith, mas Merry permaneceu despercebido. Ele sentiu-se confuso e seu braço que segurara a e espada estava frio e dormente. Ele vagou pelas ruas da cidade até ser encontrado por Pippin.

- Você vai me sepultar? – disse Merry.
- Claro que não! – disse Pippin, tentando parecer alegre, embora tivesse o coração angustiado pelo medo e pela pena. – Não, você vai para as Casas de Cura.

O Retorno do Rei: “As Casas de Cura” p. 126

Merry e Éowyn foram curados por Aragorn, que usou athelas para restaurá-los. Para alívio de seus amigos, Merry imediatamente pediu por comida e um cachimbo. Mas a lembrança de fumar lembrou-lhe de Théoden e ele mudaria sua idéia se Aragorn não dissese para ele fumar um cachimbo em memória do Rei. Então merry e Pippin refletiram sobre o quão longe eles haviam chegado.

Puxa! Nós, os Tûks e Brandebuques, não conseguimos viver muito tempo nos lugares altos.
- Não mesmo – disse Merry. – Eu não consigo, pelo menos ainda não.Mas no mínimo, Pippin, agora podemos vê-los e honra-los. Acho que primeiro é melhor amara aquilo que temos condições de amar: deve-se começar em algum lugar e criar raízes, e o solo do Condado é profundo. Mas ainda há coisas mais profundas e mais altas, e nenhum feitor conseguiria cuidar de seu jardim no que ele chama de paz se não fosse por elas, que ele as conheça ou não.

O Retorno do Rei: “As Casas de Cura.” p. 138

Merry tornou-se um Cavaleiro de Rohan pelo Rei Éomer. Na procissão do funeral do rei Théoden, Merry carregou as armas do Rei e cavalgou na carruagem levando seu esquife dourado.

Quando os Hobbits retornaram ao Condado e o encontraram tomado pelos rufiões, Merry usou a Corneta da terra dos Buques dada a ele por Éowyn para recompensar os hobbits. Ele organizou os Hobbits na Batalha de Beirágua e matou um dos líderes dos rufiões que parecia ser meio Orc. Os nomes de Merry e Pippin estão no topo da Lista em honra àqueles que lutaram na batalha.

Para seus companheiros hobbits, Merry e Pippin eram heróis. Eles pareciam príncipes enquanto cavalgavam pelo Condado em seus uniformes, e a bebida dos Ents que eles tomaram em Fangorn os fez ficarem mais altos que 1,33 m – o recorde de altura Hobbit antes possuído por Bandobras “Urratouro” Tûk.

Merry e Pippin viajaram para os Portos Cinzentos se despedir de seu companheiro e amigo Frodo em 3021. Merry viveu com Pippin em Cricôncavo por algum tempo. Na ano 11 da Quarta Era, Merry tornou-se Senhor das Terras dos Buques e ficou conhecido como Meriadoc o Magnífico, devido à sua participação significativa na Guerra do Anel e na derrota de Saruman para libertar o Condado.

Dois anos mais tarde, Merry foi nomeado Conselheiro do Reino do Norte por Aragorn, o Rei Elessar. Ele casou-se com Estella Bolger, a irmã de seu amigo Fredegar e, como conseqüência da morte de seu pai, tornou-se Senhor da Terra dos Buques. Diz-se que maravilhosos presentes lhe foram enviados na ocasião pelo Rei Éomer, de Rohan, e pela Senhora Éowyn, de Ithilien.

Não se sabe exatamente quantos filhos teve o Mestre Meriadoc, mas há a certeza de que pelo menos um descentende ele gerou (já que é dito que ele e Pippin deixaram seus bens para seus filhos ao partirem rumo à Edoras), apesar de seu nome não ser conhecido.

Na Sede do Brandevin, Merry estabeleceu uma biblioteca de livros sobre Eriador e Rohan. Ele escreveu diversos livros e tratados, incluindo o Registro dos Anos, Palavras e Nomes antigos em Rohan, e o mais notável, Registro das Ervas do Condado. Ele visitou Valfenda em certa ocasiões e usou a informação que coletou lá para contribuir para o Conto dos Anos.

Poucos anos depois, o Rei Elessar o nomeia Conselheiro do Reino do Norte e, posteriormente, lhe faz uma visita. Com certeza isso colaborou para inquietar o coração do pequeno Hobbit, mas este só partiu para rever os velhos companheiros 32 anos mais tarde, em 1484 (de acordo com o calendário do Condado), quando já tinha 102 anos de idade e recebeu um chamado do Rei Éomer, que desejava vê-lo uma última vez. Ele deixou o cargo de Senhor das Terras dos Buques para seu filho e viajou com Pippin para Rohan. Merry estava com Éomer, antes do rei morrer no outono de 63.

Merry e Pippin então foram para Gondor no ano 64 e viveram lá o resto de seus dias de vida. Quando morreram ele foram levados para descansar em Rath Dinen entre os grandes de Gondor. Quando o rei Elessar morreu, em 120, é dito que os túmulos de Pippin e Merry foram colocados ao seu lado.

Datas Importantes

2982 – Nasce Merry

3000 – Merry fica sabendo sobre o anel de Bilbo.

3001 23 de Setembro – Merry ajuda Frodo a tomar conta das posses deixadas por Bilbo.

3018 Primavera – Merry recorre a ajuda de Sam e Pippin para descobrir porquê Frodo está encrencado.
Verão – Merry ajuda Frodo a comprar uma casa em Cricôncavo.

3 de Setembro: Merry vai para Cricôncavo para preparar a chegada de Frodo.
25 de Setembro: Merry encontra os três Hobbits na Balsa do Brandevin. Naquela tarde Merry conta a Frodo o que ele sabe sobre o Anel e lhe diz que deseja acompanha-lo.
26 de Setembro: Merry conduz os Hobbits para a Floresta Velha, onde eles são aprisionados pelo Velho Salgueiro-Homem e são salvos por Tom Bombadil.
28 de Setembro – Os Hobbits são capturados por uma Criatura Tumular.
29 de Setembro – Os Hobbits são resgatados por Tom Bombadil. Merry toma posse de uma Espada do Oeste no túmulo. Em Bri, Merry vai dar uma volta e ve um Cavaleiro Negro. Ele o segue mas é vencido pelo Hálito Negro.
30 de Setembro – Os pôneis de Merry se perdem. Os Hobbits deixam Bri com Passolargo e Bill, o pônei.
25 de Outubro: Merry sabe que Frodo foi aceito na Demanda do Anel e resolve ir com ele.
28 de Dezembro – Merry é escolhido como um membro da Sociedade do Anel.
25 de Dezembro – A Sociedade parte de Valfenda.

3019
13 de Janeiro – Merry ajuda a abrir o Portão de Moria.
26 de Fevereiro – A Sociedade do Anel se desfaz. Merry tenta defender Pippin e ele mesmo dos Uruk-hai mas eles são capturados.
28 de Fevereiro – Os Cavaleiros de Rohan atacam os Uruk-hai que capturaram Merry e Pippin.
29 de Fevereiro – Merry e Pippin escapam para Fangorn e conhecem Barbávore.
30 de Fevereiro – Começa o Entebate. Os Hobbits conhecem Tronquesperto e passam a noite na casa dele.
1 de Março – Entebate continua. Os Hobbits continuam na casa de Tronquesperto.
2 de Março – o Entebate acaba. Os Ents marcham para Isengard. Os Hobbits vão nos ombros de Barbávore.
3 de Março – A destruição de Isengard continua. Os Hobbits encontram Gandalf, o Branco em Fangorn.
5 de Março – os Hobbits se encontram com Aragonr, Legolas, Gimli. Merry conhece o Rei Théoden e conta a ele sobre a erva-de-fumo.
6 de Março – Merry jura lealdade ao Rei Théoden e vai com ele para o Templo da Colina.
9 de Março – Merry chega ao templo da Colina com o rei Théoden.
10 de Março – Théoden marcha para a guerra e diz que Merry não pode ir com ele. Merry o segue em segredo, marchando com Dernhelm.
15 de Março – Batalha dos Campos de Pelennor. Merry e Éowyn derrotam o Bruxo-rei e são levados para as Casas de Cura, em Gondor.
25 de Março – destruição do Anel e queda de Sauron.
14 de Agosto – Merry se despede do Rei Éomer de de Éowyn e recebe a Corneta da terra dos Cavaleiros.
30 de Outubro – Os Hobbits retornam para o Condado e encontram o local dominados pelos Rufiões.
2 de Novembro – Merry faz soar a Corneta da Terra dos Buques para sublevar os hobbits.
3 de Novembro – Merry e Pippin comandam a Batalha do Beirágua, na qual expulsam os Rufiões do Condado.