Por Michael Kuchwara, Associated Press
E a produção tem alguns alguns apoios financeiros incomuns, incluindo o governo da provÃncia de Ontario, que contribuiu com US$ 2,5 milhões para o orçamento do espetáculo. E se "O Senhor dos Anéis" for um sucesso aqui, Wet End de Londres e a Brodway farão reverência.
A colaboração deles mudou radicalmente o "SdA" teatral, e com a mudança vieram os custos da escalação. "Ficou claro que iria se tornar muito grande. Você não pode fazer ‘O Senhor dos Anéis’ com dois bastões de caminhada e um par de cadeiras" brincou McKenna.
No começo, o molecote Warchus, mais conhecido em Nova Iorque pela sua direção em peças de obras de Yasmina Reza, tais como "Art" e "The Unexpected Man", e a ressureição de "True West" de Sam Shepard, tinha algumas dúvidas: visões de musicais com tema bucólico dançavam em sua cabeça.
"Mas percebi que era uma oportunidade de juntar um monte de coisas que eu me interessava – circo, espetáculo, interpretações pessoais intensas. ‘O Senhor dos Anéis’ possui uma grande estória, com enormes dimensões emocionais".
Em um ensaio do coro, a música soou vagamente como de uma ópera, quando mais de duas dúzias de cantores elevaram suas vozes no que foi quase uma prece fervorosa em forma de canção.
"Tentativas de criar um musical convencional de ‘O Senhor dos Anéis’ só podem ser feitas com a vulgarização do romance" diz Warchus. Ainda assim, ele não está muito certo em como descrever o que ele, seu elenco e sua equipe de produção colocaram no palco. Talvez seja uma peça teatral com músicas, parecido com a versão da Companhia Real de Shakespeare de "As Aventuras de Nicholas Nickleby" de Charles Dickens, um sucesso em Londres e na Brodway no começo dos anos 80.
"Ao mesmo tempo em que não é um musical, há quase uma trilha sonora contÃnua. É muito raro não termos música na peça, mas ela é usada com intervalos maiores que o normal. Há muito que ressaltar, por exemplo" diz o diretor.
O coreógrafo Peter Darling, que criou as coreografias para o hit atual londrino "Billy Elliott" entrou no grupo depois que Warchus implorou para ele ouvir as gravações de Varttina.
"Várias danças são baseadas em idéias musicais folclóricas" ele diz. Darling não trabalhou de perto com os compositores, apesar dele saber que certas sequências precisassem ser dançáveis. "Para outras (sequências), eu só escutei a música que era composta e lia certas passagens nos livros. E então pensava sobre como o movimento seria."
duzidas em Londres, em antecipação à estréia do espetáculo que seria feita ali primeiro. Mas quando o teatro que Wallace queria não estava disponÃvel, ele pôs os olhos em Toronto, quando um de seus produtores implorou que assim o fizesse, o proprietário do teatro de Toronto, David Mirvish.















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