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Autor da Semana Thomas Mann

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Spartaco, 14 Dez 2013.

  1. Spartaco

    Spartaco James West

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    Thomas Mann
    (6 de Junho de 1875 - 12 de agosto de 1955)

    Thomas Mann escreveu romances, ensaios e contos. Psicólogo penetrante e estilista consumado, a sua extensa obra abrange desde contos até escritos políticos, passando por novelas e ensaios.

    Ele foi um herdeiro tardio da tradição idealista e romântica alemã e um dos principais autores modernos. Era um clássico em tempos de revolução e conseguia refletir de forma original e particular o espírito de seu tempo. Sua obra apresenta descrições minuciosas e um realismo psicológico e preciso, com análise exata de cada particularidade.

    A obra de Mann é uma expressão estética do esforço de contrapor seus dois valores essenciais: de um lado a sociedade, o senso comum, o valor da vida; do outro a alienação, o individualismo, o escapismo romântico, o jogo estético, que culminam na doença e na morte.


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    VIDA E OBRA


    Paul Thomas Mann nasceu em Lübeck, em 1875, numa família burguesa opulenta, domiciliada naquela cidade do Schleswig-Holstein. Era filho do comerciante Johann Heinrich Mann e da brasileira Júlia da Silva Bruhns; sendo irmão mais novo do notável escritor Heinrich Mann e pai do historiador Golo Mann.

    Os desejos de liberdade plena cedo o levaram a manifestar-se em favor do regime republicano e da democracia, dando provas claras desse seu liberalismo no romance Os Buddenbrooks, uma análise psico-realista da burguesia decadente, que publicou em 1901, quando tinha apenas vinte e cinco anos, e que lhe conferiu considerável notoriedade no mundo da literatura. Neste romance aflora já claramente o jogo das antíteses, traço característico das suas análises psicológicas e psicossociais, como burguês e artista, vida e espírito, doença e gênio, coletivo e individual, que vieram a tornar-se evidentes nos romances Tristão (1903), Tônio Kröger (1903) e Morte em Veneza (1912).

    Tendo sofrido influência da filosofia de Nietzsche (1844-1900) e de Schopenhauer (1788-1860), Thomas Mann revela-se, de modo especial, como romancista de caracteres doentios e decadentes, e passa a ser considerado como mestre do romance psicológico e da novela psicológica.


    No romance Montanha Mágica (1924) faz uma análise exaustiva do tempo que precedeu a 1.a Grande Guerra, numa Europa doente.

    No romance Doutor Fausto (1947) volta-se para o tema da discórdia entre o espírito e a vida e leva a ação a desembocar na catástrofe do herói, em paralelo com a calamidade que pouco antes se abatera sobre o povo alemão.

    Nas Confissões do Impostor Félix Krull (1954) Thomas Mann expõe a sua velha dúvida relativamente à arte e revela a existência de traços comuns à arte e à intrujice.

    Thomas Mann viveu em Munique, com pequenas interrupções de 1893 a 1933; saiu da Alemanha para a Suíça após a subida ao poder de Adolf Hitler (1889-1945) e transferiu-se da Suíça para os Estados Unidos da América em 1938, passando, em 1944, a ter nacionalidade americana.


    Recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1929 e o Prémio Goethe em 1949.

    Morreu em Kilchberg (Zurique) em 1955, aos oitenta anos.


    Thomas Mann é autor de uma obra literária vasta e rica, da qual fazem parte, além das já citadas, as seguintes obras:
    O Pequeno Senhor Friedemann (1898); Florença (1906); Alteza Real (1909); Senhor e Cão (1919); Mário e o Feiticeiro (1930); José e seus Irmãos (1933-1943) Da Próxima Vitória da Democracia (1938); Carlota em Weimar (1939); Esta Guerra (1940); A Alemanha e os Alemães (1947); O Eleito (1951); A Simplória (1953), entre outras.

    Fonte:
    Wikipedia
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    • Ótimo Ótimo x 4
  2. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Um texto crítico sobre Thomas Mann que gosto bastante é este:

    Lembrando que o Alfredo Monte é um grande admirador de Thomas Mann, possuindo uma gama de textos muito bons sobre o autor:
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    Só li o Morte em Veneza e o Tonio Kroeger, contudo. Mas tenho o Doutor Fausto e o Montanha Mágica engatados aqui... Conheço-os pelas paródias nabokovianas (especialmente o A Verdadeira Vida de Sebastian Knight).

    Sobre o Doutor Fausto, aliás, sempre li que o livro segue uma estrutura dodecafônica, remetendo à construção musical. Sabem explicar como seria isso? Isto é, o que é esse "dodecafônico"? (É mais uma pergunta de âmbito musical hehe.)
     
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  3. Spartaco

    Spartaco James West

    A Companhia das Letras está relançando as obras de Thomas Mann; este ano já saíram Doutor Fausto, A morte em Veneza e Tonio Kroger. Alguém tem informação de quais os títulos que serão publicados em 2016?
     
  4. G.

    G. Ai, que preguiça!

    No topico de lançamentos 2016 aparece uma lista dos previstos da cia. Entre eles estão Os Buddenbrooks e A montanha mágica.
     
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