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Rosa Amanda Strausz

Tópico em 'Autores Nacionais' iniciado por Katrina, 14 Jul 2010.

  1. Katrina

    Katrina Usuário

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    Rosa Amanda Strausz nasceu no Rio de Janeiro, em 18 de junho de 1959. Formou-se em Jornalismo pela Escola de Comunicação Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Após trabalhar em diversos órgãos da imprensa, dedicou-se exclusivamente aos serviços de texto em suas diversas feições: redação empresarial, roteiros, webwriting e projetos editoriais.

    Pouca gente entendeu quando, logo após lançar seu primeiro livro – Mínimo Múltiplo Comum (1991), premiado com o Jabuti, na categoria Contos, em 1991 -, Rosa Amanda Strausz decidiu dedicar-se à literatura infantil. Resultado da maternidade, e também da descoberta de um novo olhar sobre o mundo, a produção literária para crianças e jovens cobriu um período de cerca de quinze anos, nos quais lançou quatorze títulos.

    Nesse período, dirigiu sua escrita para temas não habitualmente tratados no universo infantil: as novas configurações familiares, as difíceis relações sociais entre classes e a violência urbana. Uma de suas obras, Uólace e João Victor foi adaptada para a TV dentro da série Cidade dos Homens, dirigida por Fernando Meirelles, mesmo diretor de Cidade de Deus.

    Publicado na França pela Metallié/du Seuil, Uólace e João Victor fala da cisão social, percebida desde a infância, a partir de pequenos detalhes do cotidiano. O livro mostra um dia na vida de Uólace – um menino de rua – e de João Victor, um típico filho da classe média. É a própria Rosa Amanda Strausz quem define os personagens Uólace e João Victor: “Os dois são semelhantes, simplesmente porque são gente. Mas essa é uma semelhança que, em geral, assusta as pessoas”, diz a autora. E será que essa aversão à semelhança é uma das raízes da segregação? “Com certeza. Quando não conseguimos nos reconhecer no outro, tendemos a segregá-lo”, conclui Rosa. Da segregação para a gestação, Rosa Amanda também é autora de Deus Me Livre! (Companhia das Letrinhas), livro que mostra às crianças como nascem os bebês, sem aquelas explicações chatíssimas, com cara de aula e rastro de bocejo. Ilustrado por Myrna Maracajá, Deus Me Livre! narra as inquietudes de Júnior e Deusinha diante de muitas dúvidas sobre sexo e gravidez.

    Ler um livro da Rosa é comprovar ainda mais que é possível escrever para crianças e jovens sem menosprezá-los, sem maquiar palavras em nome de moralismos, sem overdose de diminutivos, sem overdose de adjetivos, sem medo de tocar em temas considerados delicados. Um desses temas é o divórcio. Assim, em Mamãe Trouxe um Lobo para Casa e A Coleção de Bruxas do meu Pai (Salamandra), Rosa Amanda Strausz fala com muito bom humor e inteligência rara sobre a separação e as suas consequências. Em Mamãe Trouxe um Lobo para Casa, por exemplo, o namorado de uma moça é visto pelos filhos dela como um lobo assustador e espaçoso. E em A Coleção de Bruxas do meu Pai, as namoradas de um homem, também na ótica dos seus filhos, são bruxas descartáveis e fazem parte de uma absurda coleção de horrores e equívocos. Acima de tudo, os dois livros são leituras perfeitas para quem busca um primeiro contato com o que de melhor existe publicado na moderna produção infantil e juvenil nacional.

    Em 2005, Rosa Amanda retoma a produção literária para adultos com Teresa, a santa apaixonada, um ensaio biográfico sobre Teresa D’Ávila, a santa Teresa de Jesus. Fugindo da interpretação hagiográfica tradicional, traça o perfil humano de uma mulher extraordinária que, antes de ser canonizada, viveu intensamente as contradições de sua época e conseguiu fazer-se ouvir num ambiente predominantemente masculino.

    Obras:

    Fonte:
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    Só li um livro dela e não fazia ideia de que sua bibliografia fosse tão extensa.

    Sete Ossos e Uma Maldição

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    Eu não achei o livro Apavorante, mas os contos são bem divertidos. Excelente para indicar para os primos/irmãos mais novos.
     
  2. Clara

    Clara Antifa Usuário Premium

    Me interessei.
    Vou procurar esse "Sete Ossos e Uma maldição". :sim:
     

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