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Hábitos de leitor

Gerbur Forja-Quente

Defensor do Povo de Durin
Eu gosto muito de rabiscar os livros com lápis. Marcar frases que me chamam atenção em primeiro lugar sublinhando, em segundo lugar com colchetes. Faço anotações ao lado dos parágrafos que mais gosto. Se não tem muito espaço Marco apenas um ponto de exclamação para indicar que o parágrafo vale a pena ser relido.

Faço todas essas marcações porque gosto muito de reler os livros (Senhor dos Anéis reli inteiro 4 vezes, fora as picadelas). Não costumo emprestar porque dificilmente devolvem. Quando empresto, o faço porque gosto muito da pessoa que eu emprestei, e dentro da minha cabeça eu sei que eu dei o livro, para não me ofender quando o livro não ser devolvido.

Não gosto dos começos, geralmente são muito ruins, lentos, explicando tudo, tira a emoção da leitura. Por isso costumo começar o livro pelo terceiro capítulo e depois quando encerro o livro volto para ler os dois primeiros capítulos. Dois autores que não preciso fazer isso é Dan Brawn e George Martin. Esses caras sabem como começar um livro, já começam na ação, não explicam nada, você acaba o primeiro capítulo ou prefácio já completamente imerso na história. São sensacionais.

O melhor horário para ler é de madrugada, quando todos estão dormindo ou então bem de manhã, antes de acordarem. Mas gosto muito de ler em viagens também, sempre que viajo levo 1 ou 2 livros. Adoro ler na praia , com a brisa do mar no rosto, os pés na areia e tomando uma gelada!

Se eu fosse porteiro seria o cara mais sábio do mundo pois ficaria o dia inteiro lendo (penso que seria demitido rsrsrs)

Alguns livros li tantas vezes que parecem livros de bruxo, Silmarilliion é um deles. Eu folheio o livro e ele vai direto na página que quero ler (certamente porque foi a página aberta e riscada mais vezes). É curioso, parece que o livro sabe a página que quero ler. Muito bacana.
 
Última edição:

Finarfin

Usuário
Estou tendo muita dificuldade de ler de noite.
Não é falta de vontade ou disposição, pelo contrário. Acho que é a idade batendo mesmo.
Minha vista tem ficado muito cansada com o uso de iluminação artificial.
 

Melian

Período composto por insubordinação.
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É aquela história: cada um faz o que bem entender com os seus livros. Mas, quando eu empresto um livro, espero que a pessoa não se encaixe no estereótipo do leitor número 2. Eu coloco qualquer coisa para marcar a página do livro em que parei (o que eu encontrar, primeiro; já coloquei pente, óculos, outro livro [CÊS NUNCA MARCARAM A PÁGINA QUE ESTAVAM LENDO COM OUTRO LIVRO? AMADORES.], e por aí vai) mas dobrar o trem já é vandalismo.
 

Mavericco

I am fire and air.
Marcar um livro com outro livro é um clássico kkkkkk

Teve uma época em que na firma dos meus pais tinha uma máquina de plastificação. Seeempre sobra umas rebarbinhas de uma plastificação qualquer de um documento, então eu tenho meio que um império delas pra marcar os livros.

Mas nem marco. Vou de cabeça.
 

Ana Lovejoy

Administrador
Ver anexo 89088

É aquela história: cada um faz o que bem entender com os seus livros. Mas, quando eu empresto um livro, espero que a pessoa não se encaixe no estereótipo do leitor número 2. Eu coloco qualquer coisa para marcar a página do livro em que parei (o que eu encontrar, primeiro; já coloquei pente, óculos, outro livro [CÊS NUNCA MARCARAM A PÁGINA QUE ESTAVAM LENDO COM OUTRO LIVRO? AMADORES.], e por aí vai) mas dobrar o trem já é vandalismo.

1610573467093.png

eu dobro página ou uso papel aleatório que estiver por perto quando o livro é meu. quando não é eu uso um papel aleatório que estiver por perto. e por isso volta e meia quando vou devolver livro eu dou uma conferida antes para ver se eu não larguei nada dentro do livro da pessoa que possa ser comprometedor :dente:
 

Jacques Austerlitz

(Rodrigo)
Usuário Premium
olha, pra dizer que não to mentindo. tava lendo spoiler alert hj cedo e olha aqui:

Ver anexo 88213

e é até engraçado porque tinha rolado um momento super triste com a mãe da protagonista um tico antes e eu pensei "vish, só porque falei vai falhar a regra dos 70%" e aí do nada ela tá mandando o cara ficar pelado pq bem, 70%, depois a gente volta para a trama :rofl:
Acho que é receita de bolo de ficcionistas americanos. Tô lendo Sagrado, romance policial do Dennis Lehane, e, na página 256, os protagonistas decidem fazer sexo. O livro tem 360 páginas... fiz a conta, e a cena de sexo cai nos 71%. :banana:
 
Última edição:
Enfrento a -- talvez frívola, mas com certeza banal -- tensão entre sublinhar/comentar e manter totalmente íntegros os livros que leio. Faz algum tempo que encontrei uma maneira, ao menos tratando-se das brochuras, de neutralizar esta questão: reservo, respectivamente, o verso da orelha traseira e dianteira para minhas anotações, assim, a orelha do livro possui função de biombo -- além de tal imagem permitir analogia física, transmite a noção de preservação (neste caso específico, a do livro) em detrimento da de pudor, como a camisinha, a qual só se veste quando não existe mais nada para se esconder, embora muito para proteger.
Este expediente apresenta a dupla virtude de
1. Tornar possível embutir no livro um discreto e pessoal mapa cartográfico de leitura
2. Conservar imaculada a aparência do livro, verdadeiramente exemplar.
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Há também vantagens de ordem esotérica. Ocultos comentários granjearão mais sucesso ao ser -- oh! -- descobertos acidentalmente por futuros leitores. Comparando esta forma sutil e asséptica de demarcar território com outras menos decorosas, damo-nos conta de como são vulgares o plebeu garrancho encoxando o nobre argumento ou o traço trêmulo borrando o verso cristalino.
Mario Quintana dizia que os tipógrafos deveriam oferecer generosas margens vazias aos livros de poesia, pois, desta forma, as crianças poderiam desenhar à vontade. Nada me causaria maior desgosto: ler um soneto enigmático acompanhado de um desenho sinistro, destes que somente alguém de muito pouca idade consegue fazer, me traria pesadelos mórbidos permanentes.
 

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