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Haran

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5/3/21. Fonte: PoderData,[1] Paraná Pesquisas.[2]


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Briga acirrada pra decidir quem vai enfrentar o Messias no segundo turno. O centro tinha que ter uma candidatura só, evitando os erros da esquerda e do próprio centro em 18. A melhor estratégia, parece-me, seria Doria apoiar o Moro, mas aí é como a situação do Ciro Gomes, difícil deixarem o ego de lado... Vamos ver...

E pelo visto João Amoêdo vai perder pro voto útil novamente - difícil votar no cara, sabendo que há voto mais útil, que pode determinar quem chegará ao segundo turno.... É outro que faria bem se nem entrasse na disputa, apoiando Moro ou outro.
 
Última edição:

Haran

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:zzz: Primeiro turno ué, alguém duvida que, se a eleição fosse hoje, ele não estaria na frente? A questão é ver quem vai chegar no segundo turno e enfrentá-lo....
 

Fúria da cidade

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Ainda que seja uma mera e leve sondagem há pouco mais de um ano e meio das eleições, tá triste de ver as possíveis opções.
 

Béla van Tesma

I’m hoping to do some good in the world!
Piada pronta (de mau gosto rs):


O presidente da República, Jair Bolsonaro, vai filiar-se ao Partido da Mulher Brasileira (PMB). Ainda sem representantes no Congresso, a legenda tem atualmente três deputados estaduais – Diogo Senior, no Amapá; Neto Loureiro, em Roraima; e Maria Bethrose Fontenele Araújo, no Ceará.

Depois de assumir o controle da sigla, como presidente ou presidente de honra, Bolsonaro mudará o nome do partido, que abrigará aliados hoje filiados a outras legendas, e tratará de prepará-lo para a campanha pela reeleição em 2022. Com isso, o presidente conseguirá evitar o desgaste que sofreu quando ingressou no PSL, que lhe garantiu a disputa da sucessão ao Planalto em 2018.

O presidente se desfiliou da sigla em novembro de 2019, quando a convenção nacional reconduziu Luciano Bivar (PE) ao comando do partido. O futuro chefe do atual PMB já decidiu que, depois de repaginado, o partido lançará o maior número possível de candidatos no próximo ano.

Com a decisão de se filiar ao PMB, Bolsonaro encerra o projeto de criação do Aliança pelo Brasil – um partido de direita que nasceria para abrigar dissidentes do próprio PSL e de outras siglas.
 

Zirak-tarâg

Moleculista
Preciso reconhecer que é uma baita ideia. Ao invés de ter todo o trabalho de criar um partido novo, pegou um irrelevante e vai fazer tudo que quiser com a legenda. Perfeito pra ele, que não atura a menor discordância.
 

Béla van Tesma

I’m hoping to do some good in the world!
Eis mais uma boa razão para que haja cláusulas de barreira: eliminar partidecos de aluguel, como esse.
 

Haran

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Pesquisa exclusiva CNN mostra Bolsonaro em 1º, dez pontos à frente de Lula​

Levantamento em parceria com o Instituto Real Time Big Data aponta Bolsonaro com 31% dos votos, contra 21% de Lula

Da CNN | 10 de março de 2021 às 09:44 | Atualizado 10 de março de 2021 às 10:20 | Link original

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aparece na liderança das intenções de voto em pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data sobre as eleições presidenciais de 2022.
O levantamento indica Bolsonaro com 31% dos votos, dez pontos percentuais a mais que o segundo colocado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big DataFoto: CNN Brasil

Este é o primeiro levantamento após a decisão do ministro Edson Fachin de anular as condenações de Lula na operação Lava Jato, o que o torna elegível para as próximas eleições.

Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big DataFoto: CNN Brasil

A pesquisa traz como possível cenário para a eleição presidencial uma disputa entre oito candidatos. Atrás de Bolsonaro e Lula, há um empate técnico no terceiro lugar entre quatro candidatos: Sergio Moro (10%), Ciro Gomes (9%), Luciano Huck (7%) e João Doria (4%).

Os possíveis candidatos João Amoêdo e Marina Silva também empatariam tecnicamente, segundo a pesquisa. Amoedo registou 2% das intenções de voto e Marina Silva somou 1%.

Votos brancos e nulos somam 12%, enquanto 3% disseram que ainda não sabem como irão votar ou não responderam.

Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big DataFoto: CNN Brasil

Segundo turno​

Considerando o cenário de um segundo turno entre os candidatos que lideram a pesquisa, Bolsonaro e Lula, a pesquisa estimulada registrou 43% das intenções de votos para o atual presidente, e 39% para o ex-presidente Lula.

Levando em conta a margem de erro de três pontos percentuais, eles estão tecnicamente empatados no segundo turno.

Ainda considerando um possível segundo turno em 2022, a pesquisa aponta que votos brancos e nulos somam 15%. Já 3% dos entrevistados não sabem ou não responderam essa etapa da pesquisa.

Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big DataFoto: CNN Brasil

No cenário de segundo turno entre Bolsonaro e Ciro Gomes, o presidente atinge 43%, enquanto o pedetista soma 36%. Brancos e nulos somam 16%. Não sabem ou não responderam 5%.
Já no cenário contra Sergio Moro, Bolsonaro atinge 41% ante 38% do ex-juiz. Branco e nulos somam 17%. Não sabem e não opinaram 4%.

Quando a disputa é contra Luciano Huck, Bolsonaro registra 46% das intenções e voto, enquanto o apresentador soma 31%. Brancos e nulos somam 16%. Já 7% dos entrevistados não sabem ou não responderam essa etapa da pesquisa.

Decisão de Fachin​

A pesquisa foi conduzida entre os dias 8 e 9 de março, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin anular, em decisão monocrática, as condenações de Lula definidas pela 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba.

Os entrevistados foram questionados se concordam com a decisão do ministro em anular as condenações do ex-presidente Lula. Os resultados mostram que 36% do público concorda com a decisão de Fachin, enquanto 54% não concordam. 10% não sabem ou não responderam.

Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big DataFoto: CNN Brasil

Condução da pesquisa​

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas de todo o Brasil, sendo que a margem de erro é de três pontos (para mais ou para menos) e o nível de confiança é de 95%. Isto significa que se a mesma pesquisa fosse feita 100 vezes, o resultado seria o mesmo, dentro da margem de erro, em 95 oportunidades.
A metodologia adotada foi a quantitativa, realizada via abordagem telefônica, com entrevistadores humanos. A divisão regional da pesquisa foi realizada por setores:

Setor 1 - Sul (15%)
Setor 2 – Sudeste (42%)
Setor 3 – Nordeste (28%)
Setor 4 – Norte / Centro-Oeste (15%)

A pesquisa não é registrada no Tribunal Superior Eleitoral, pois a lei só permite registro em período eleitoral.

Números bem próximos do cenário 4 da Paraná Pesquisas (cenário com Lula). Cenário desanimador, mas há esperança, basta a centro-direita se unir e vir em peso. João Doria presidente e Moro vice (ou vice-versa), Mandetta na saúde, João Amoêdo na turma, e por aí vai.
 
Última edição:

Omykron

far above
Doria vai fechar chapa clássica PSDB + DEM, pedindo bença pro MDB e Dory surfando nessa maluquice e capaz de sapecar uma vitória direto no primeiro turno.

vai ficar pra posteridade isso
 

Fúria da cidade

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Cenário desanimador, mas há esperança, basta a centro-direita se unir e vir em peso. João Doria presidente e Moro vice (ou vice-versa), Mandetta na saúde, João Amoêdo na turma, e por aí vai.

Desanimador o Brasil inteiro ter a possibilidade de viver um segundo turno de "terra arrasada podendo ficar ainda mais" que o RJ viveu na última eleição municipal.

E esperar união da centro-direita beira é uma missão hercúlea e ainda assim seria necessário puxar alguns apoios de centro-esquerda pra ter um nome realmente robusto e assim o país não ficar polarizado em apenas dois projetos de governo populistas fracassados.
 

Béla van Tesma

I’m hoping to do some good in the world!

Os candidatos que disputam os votos do chamado centro democrático também podem ganhar com a desistência do ex-juiz Sergio Moro da corrida eleitoral. A começar pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que subiu o tom contra o presidente Jair Bolsonaro por causa da pandemia. O grande trunfo do tucano é a vacina do Butantan, produzida em parceria com os chineses, a CoronaVac. Nesta semana, quanta ironia, a mãe de Bolsonaro tomou a segunda dose do imunizante. Nesta quarta (10/3), o próprio Bolsonaro citou a vacinação da mãe, em entrevista coletiva, na qual deu meio cavalo de pau no negacionismo em relação à pandemia.

Doria está muito contingenciado em São Paulo, pois enfrenta o epicentro da pandemia da covid-19 no Brasil. Ele pode polarizar na crise sanitária com Bolsonaro, mas tem dificuldades de relacionamento político com seu próprio partido e, enquanto a pandemia não acabar, não tem como sair do estado. A candidatura do ex-presidente Lula é uma forte ameaça, porque seu adversário eleitoral conhecido é Fernando Haddad. O governador tucano também reagiu à anulação das condenações do petista, batendo forte na polarização política e defendendo a unificação do centro em torno de uma candidatura. A sua, é claro.

Restam Luciano Huck e Henrique Mandetta (DEM). O apresentador precisa decidir o que vai fazer da vida, porque está em vias de fechar um novo contrato com a TV Globo para substituir o apresentador Fausto Silva nas tardes de domingo e precisaria da audácia de um príncipe de Maquiavel para se lançar na política. Huck tem ambição, mas não tem um projeto nacional articulado organicamente, apoio de setores expressivos do empresariado, nem demonstra interesse em construir um partido político que possa ser uma alternativa de poder. O cavalo selado não vai passar desta vez. Como uma candidatura presidencial não se improvisa, o tempo para que se decida está se reduzindo rapidamente.

Mandetta deixou o governo Bolsonaro com grande prestígio popular, por causa de sua atuação como ministro da Saúde, mas não tem pleno respaldo de seu partido, o DEM, para entrar na corrida presidencial. Precisa andar muito pelo país, o que a pandemia dificulta, e consolidar apoios internos para não ficar sem legenda em 2022. A outra opção é deixar a sigla e procurar abrigo em outra em busca de um postulante competitivo. Sua candidatura depende muito mais da Fortuna do que da virtù, ou seja, de Moro e Huck desistam, Doria fique encurralado em São Paulo e o DEM desembarque da canoa governista.
 

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