1. Caro Visitante, por que não gastar alguns segundos e criar uma Conta no Fórum Valinor? Desta forma, além de não ver este aviso novamente, poderá participar de nossa comunidade, inserir suas opiniões e sugestões, fazendo parte deste que é um maiores Fóruns de Discussão do Brasil! Aproveite e cadastre-se já!

Dismiss Notice
Visitante, junte-se ao Grupo de Discussão da Valinor no Telegram! Basta clicar AQUI. No WhatsApp é AQUI. Estes grupos tem como objetivo principal discutir, conversar e tirar dúvidas sobre as obras de J. R. R. Tolkien (sejam os livros ou obras derivadas como os filmes)

Disputa de Autores - 3º Embate

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Clara, 24 Jan 2013.

?

Qual dos autores defendidos neste terceiro embate é o melhor?

Enquete fechada 29 Jan 2013.
  1. Albert Camus (Defendido por Kainof)

    18 voto(s)
    75,0%
  2. W. Shakespeare (Defendido por Ana Lovejoy)

    6 voto(s)
    25,0%
  1. Clara

    Clara Que bosta... Usuário Premium

    E vamos para o terceiro embate da
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    .

    Começamos relembrando algumas regras:

    E chamando a atenção para modificações na regra número quatro:


    O terceiro duelo será entre Albert Camus (defendido por Kainof) e W. Shakespeare (defendido por Ana Lovejoy).


    Kainof e Ana, já podem apresentar suas defesas.
     
    Última edição: 26 Jan 2013
    • Mandar Coração Mandar Coração x 1
  2. Kainof

    Kainof Sr. Raposo

    Senhoras, senhores, votantes, ilustres membros do júri, Meritíssimo, antes de tudo, peço que não tomem por base puramente a fama, a aclamação da crítica ou o talento dos aqui julgados, mas também a pessoa que eles foram, a importância de suas obras e suas vidas, no que ambos serviram e servem de exemplo para as gerações que passaram, a que está e as que virão. Assim, e somente assim, essa contenda será mais limpa e mais justa. Faço votos que considerem com sabedoria e que votem com consciência.

    Sendo assim, quero primeiramente apresentar meu cliente, o Sr. Albert Camus, nascido na Argélia em 1913, escritor, filósofo, jornalista, dramaturgo, esportista, ativista político, sensação da intelectualidade francesa nos anos 40 e bambambam do pós-guerra. Além do charme e de falar francês. Baita cara esse Camus!

    Formado em filosofia, escreveu diversos ensaios filosóficos profundamente influentes na cultura ocidental. Autor ainda de romances peculiares e únicos, peças marcantes e artigos contundentes a favor da liberdade e da dignidade humana.
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    recebeu o Prêmio Nobel em 1957.

    Não, não estou falando do Cavaleiro de Ouro de Aquário, esse Camus se pronuncia assim: Albérr Cami:
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    . Aff, odeio gente ignorrrante que não sabe francês.

    Apesar de não ter golpes na velocidade da luz, Albert Camus e eu jamais nos acorvadaremos ante a pujança (reconhecida por nós) de nosso ilustre adversário. Oh, não, não senhor. Isso seria manchar a honra do sofrido órfão da Grande Guerra, seria macular a memória da vontade de ferro e coragem que possuía. Camus venceu a miséria, superou colegas melhor preparados pela vida, encarou a censura nazista e peitou Sartre. Não será um mero dandizinho ancestral que colocará medo neste filho ardoroso do sol.

    Está pronto? Um recadinho então do Albert para o William:

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)



    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)

    Rogo para que aguardem pelos próximos dias antes de lançarem o destino da memória destes homens no fundo da ânfora dos votos. Mais está por vir.
     
    Última edição: 25 Jan 2013
    • Gostei! Gostei! x 12
    • LOL LOL x 12
    • Ótimo Ótimo x 4
    • Mandar Coração Mandar Coração x 1
  3. Lindoriel

    Lindoriel Saurita Catita

    Nossaaaaa que dificil!!! 8-O

    Ambos os autores são fera!!

    Dessa vez acho q o circo pegará fogo! :mrgreen:
     
    • Gostei! Gostei! x 1
  4. Calib

    Calib Visitante

    Há! Camus ganhou Nobel.
    Onde está seu Deus agora, Shake?

    :lol:
     
    • LOL LOL x 7
  5. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    MERETÍSSIMO, EU PROTESTO!! Estão fazendo ameaças ao meu cliente na frente de todos!

    Aviso desde já que meu cliente não se deixará intimidar! Peço atenção dos jurados para os subterfúgios utilizados pelo concorrente para desviar a atenção do principal: WILL É O CARA.

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    DEAL WITH IT

    E por que ele é o cara? Veja bem, o simples fato de eu não ter que apresentá-lo (ou mesmo sua obra) já fala por si só: TODOS AMA O WILL.

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    e ao contrário do que dizem as más línguas, não é só porque ele era tchotchó

    O maior mérito de Shakespeare é o simples fato de ter trazido a grande arte para o povo, e não apenas para a elite. Sua obra é acessível porque fala sobre o ser humano e, o que é o melhor, sem perder o senso de humor. Algo muito comentado sobre sua criação é de como mesmo nas grandes tragédias ele ainda assim dava conta de incluir passagens engraçadas, o que não deixa de ser uma boa representação da vida: não passamos só por tragédias, nossa vida é cheia de tons variados mesmo quando tudo parece só escuro. Tomemos como exemplo um dos seus trabalhos mais conhecidos, Hamlet.

    "SER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO?" quantos de vocês aqui já não repetiram essa frase? Quantos, aliás, mesmo odiando literatura ou sequer tendo contato com a obra d'O Bardo ainda assim em algum momento já falaram a famosa frase ou mesmo já brincaram com a famosa cena do crânio de Yorick nas mãos de Hamlet? A peça escrita entre 1599 e 1601 abrange uma gama variadíssima de temas e também sentimentos. Vingança, amor, traição, loucura - está tudo lá, como se Shakespeare tivesse criado uma maquete de nossa realidade. E é tão, tão importante para a Literatura que ecoa em obras até nos dias de hoje. Diga-se de passagem, que autor escreveu algo que até seus personagens secundários acabaram ganhando livros feitos por outro autores, como
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    de John Updike e Rosencrantz & Guildenstern estão mortos de Tom Stoppard. Veja bem: Updike e Stoppard. Não são escritores de fanfic de Crepúsculo, mas grandes nomes da literatura mundial.

    Finalizo a primeira apresentação na qual falo da relevância da obra do meu cliente para a literatura, indicando que
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    que mostram ecos de sua criação até mesmo nas obras do rival. Obrigada pela atenção, fiquem agora com um gatinho fofo encenando Hamlet. Porque até os gatos gostam de Shakespeare (entendeu, Clara? *wink wink* ).

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
     

    Arquivos Anexados:

    Última edição: 25 Jan 2013
    • Gostei! Gostei! x 13
    • LOL LOL x 9
    • Ótimo Ótimo x 3
    • Mandar Coração Mandar Coração x 3
  6. Bel

    Bel Moderador Usuário Premium

    Anexem as imagens, pls ><
     
  7. Spartaco

    Spartaco James West

  8. Kainof

    Kainof Sr. Raposo

    Albert Camus escreveu muito em sua carreira como jornalista e arauto da liberdade. Foi prolífico também em obras publicadas. Iniciando desde jovem suas publicações (23 anos), planejava dividir a sua obra em três assuntos principais que abrangeriam toda a sua vida como autor. São elas: a do absurdo, a da revolta e a do amor. Focou as duas primeiras durante toda sua trajetória alcançada a suor, enfretamentos e lutas. Desenvolveu sua teoria de consequencialidade de absurdo e revolta, aprimorando-a sempre. Teve um fim trágico antes de completar seus desejos literários. Além disso, também abordou esses temas em meios diferentes, como romances, ensaios e peças teatrais.

    Principais obras:

    L'Envers et l'Endroit (O Avesso e o Direito), 1937
    L'Étranger (O estrangeiro), 1942
    Le Mythe de Sisyphe (O mito de Sísifo), 1942
    Caligula (Calígula), 1944
    Le Malentendu (O malentendido), 1944
    La peste (A peste), 1947
    Lettres à un ami allemand (Cartas a um amigo alemão), 1948
    L'État de siège (Estado de sítio), 1948
    L’homme révolté (O homem revoltado), 1951
    La chute (A queda), 1956
    L'Exil et le Royaume (O exílio e o reino), 1957
    Le Premier Homme (O primeiro homem), romance inacabado


    Eu mesmo já escrevi uma biografia do Camus aqui:
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    Mas não me custa nada recontar para vocês, realçando a beleza crua dos fatos para que votem com maior amparo de causa.

    Lucien Camus e Catherine Sintés, ele francês da Alsácia e ela de origem espanhola, os dois pobres e vivendo em condições precárias desde suas origens procuram a distante Argélia, na época uma colônia francesa na África para tentar a vida lá. Nasce Albert em 7 de novembro de 1913. Um ano depois eclode a Grande Guerra na Europa e Lucien é convocado. Morre na famosa batalha do Marne, a mais sangrenta do início da guerra. Albert demoraria mais do que a maioria das crianças para falar “papai”. Estava órfão.

    Viveu então com um irmão mais velho, a mãe e o tio, todos vivendo em condições precárias, com trabalhos miseráveis. O tio era construtor de toneis e a mãe costurava e lavava para fora. O irmão seguiria a profissão do tio, mas não Albert. Albert estava predestinado, era diferente e foi escolhido pelo acaso ou pelo destino. Com certeza escolhido pelo seu professor, que lhe indicou para um bolsa de estudos, onde Albert se destacaria cada vez mais pela sua energia e genialidade.

    Sob a miséria de Argel, sob a inclemência do sol, Camus jamais fez queixa alguma. O sol era seu protetor e sua inspiração. A pobreza era vencida pela força dos homens, capazes de muito além de meros seres abjetos. Através da solidariedade humana de quem está no desamparo, o indivíduo reconhece o seu igual. A pobreza, o teatro e o futebol dariam a Camus o sentimento de pertencimento humano que o levaria mais tarde a ser um defensor tão veemente da liberdade e da vida acima de tudo. Vejam que exemplo de ser humano, vindo da pobreza, jamais lançou uma imprecação sequer contra sua condição social original, mas ao contrário, sempre saudou o céu e o sol da Argélia. E superou as adversidades econômicas através do talento intelectual. Que ser humano esse Camus!


    Continua no próximo post:
    Em França, como Camus despertou a admiração dos homens e o desejo das mulheres, como enfrentou a ocupação nazista, como criticou o regime comunista e como teve a cabeça cagada por antigos amigos e companheiros por isso. Tudo documentado com fotos.
     
    • Gostei! Gostei! x 8
    • Ótimo Ótimo x 5
  9. Clara

    Clara Que bosta... Usuário Premium

    Vai ter "ibagens"? :pipoca:

    Deusdocéu (em que ele não acreditava) mas esse Camiú era um tipão, hein? :grinlove:
     
    • LOL LOL x 2
  10. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    Continuando minha defesa, acho que cabe falar um pouco mais da obra de Shakespeare. O legal é que tem coisa de Shakespeare que você provavelmente conhece mas nem sabia que era Shakespeare! Um exemplo? Lembram da novela
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    ? Baseada na peça
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    , mesmo caso do filme teen
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    . Lembram do belíssimo
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    ? Baseado em
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    . É tanta coisa que na wikipedia tem uma categoria "
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    " que é dividida em várias subcategorias. Se você tem qualquer interesse pela cultura de língua inglesa, não dá para fugir de Shakespeare. E até por aparecer em adaptações voltadas para públicos tão variados que insisto na questão de como parte da genialidade de Shakespeare foi ter trazido para a pessoa comum uma obra sem igual. E não sou só eu que digo isso. Para testemunhar, chamo o crítico literário Harold Bloom.

    (Harold Bloom chega mancandinho)

    Anica - Senhor Bloom, boa tarde. Gostaria que o senhor testemunhasse para os jurados aqui presentes por que Shakespeare é o maior autor de todos os tempos.
    Harold Bloom - Porque Shakespeare não é apenas a figura central do cânone ocidental - ao lado de Cervantes e de Dante Alighieri. Ele criou a noção que temos do que é humano. Sua obra torna acessível a qualquer um a sabedoria que só um filósofo pode possuir, mas que o cidadão comum não pode alcançar por meios convencionais. É uma filosofia imediata, que se dá nos dramas, na mistura de tragédia e comédia, nas passagens em que Hamlet toca no problema da metafísica e Lear conclui que o mundo é irrecuperável. Hamlet é o personagem mais sábio de toda a literatura. Shakespeare escreve tudo da forma mais natural. E não basta uma vida para abarcar tudo o que o bardo ensina. Ele é o supremo artífice da sabedoria. Sempre descubro uma nova lição em poemas e aforismos embutidos em seu teatro. Só Shakespeare salva.¹
    Anica - Obrigada, senhor Bloom.

    As adaptações parecem pouca coisa? E que tal esta lista de títulos de filmes, livros, músicas, hqs e até jogos de video game que na realidade são citações de Shakespeare?

    Drama

    Antony and Cleopatra
    Salad Days, musical by Julian Slade
    As You Like It
    All the World's a Grave: A New Play by William Shakespeare by John Reed (novelist)
    Hamlet:
    Perchance to Dream musical by Ivor Novello (III.i)
    The Mousetrap by Agatha Christie (III.ii)
    Rosencrantz & Guildenstern Are Dead by Tom Stoppard (V.ii)
    Cue for Passion by Elmer Rice (II.ii)
    Much Ado About Nothing
    Sigh No More, musical revue by Noël Coward and others (II.iii)
    Othello
    Journey's End by R. C. Sherriff (V.ii) (also occurs in Twelfth Night (II.iii))
    Passing Strange, musical by Stew (I.iii)
    The Sonnets
    Fortune and Men's Eyes (two different plays) (XXIX)
    The Tempest
    The Isle Is Full of Noises by Derek Walcott (III.ii)
    Twelfth Night
    Present Laughter by Noël Coward (II.iii)
    Improbable Fiction by Alan Ayckbourn (II.iii)


    Film

    As You Like It:
    Under the Greenwood Tree, 1918 film (II.v)
    Under the Greenwood Tree, 1929 film
    All the World's a Stooge, 1941 short by The Three Stooges (play on “All the world’s a stage...”, II.vii)
    Hamlet
    Murder Most Foul, 1964 film with Agatha Christie's Miss Marple (I.v)
    Leave Her to Heaven, 1945 20th Century Fox adaptation of Williams novel with Gene Tierney (I.v)
    North by Northwest, 1959 film by Alfred Hitchcock (II.ii)
    To Be or Not to Be, 1942 film (remade in 1983 by Mel Brooks). (III.i)
    Outrageous Fortune, 1987 film written by Leslie Dixon (III.i)
    What Dreams May Come, 1998 adaptation of Matheson novel (III.i)
    The Undiscovered Country, 1991 Star Trek film (III.i)
    Alas! Poor Yorick!, 1913 film starring Fatty Arbuckle (V.i)
    Rosencrantz & Guildenstern Are Dead, 1990 adaptation of Stoppard play (V.ii)
    The Rest Is Silence, 1959 film (V.ii)
    The Rest Is Silence, 2007 film
    Henry IV, Part 2
    Chimes at Midnight, 1965 film by Orson Welles (III.ii)
    Julius Caesar
    Cry 'Havoc', 1943 MGM film with Margaret Sullavan (III.i)
    The Dogs of War, 1980 film (III.iii)
    The Evil That Men Do (film) (III.ii)
    The Serpent's Egg (film)++ (II.i)
    The Ides of March (film)
    King John
    Twice-Told Tales, 1963 film (III.iv)
    Macbeth
    Mortal Thoughts, 1991 film (I.v)
    Something Wicked This Way Comes, 1983 film (IV.i)
    The Sound and the Fury, 1959 film (V.v)
    The Merchant of Venice
    The Quality of Mercy (Hasenjagd – Vor lauter Feigheit gibt es kein Erbarmen), 1994 Austrian film
    The Quality of Mercy 2002 film, starring Mary-Louise Parker
    A Midsummer Night's Dream
    Ill Met by Moonlight, 1957 film by Michael Powell and Emeric Pressburger (II.i)
    Richard II
    The Demi-Paradise, 1943 film with Laurence Olivier (II.i)
    Richard III
    The Winter of Our Discontent, 1983 TV movie of Steinbeck novel. (I.i)
    Where Eagles Dare, 1967 film (I.iii)
    The Sonnets
    Fortune and Men's Eyes, 1971 adaptation of John Herbert's play (XXIX)
    The Tempest
    Full Fathom Five, 1990 film (I.ii)
    Rich and Strange, 1931 film by Alfred Hitchcock (I.ii)
    The Winter's Tale:
    Fresh Horses, 1988 film by David Anspaugh

    Music

    Anthony and Cleopatra
    Salad Days, album by Adrian Belew
    Salad Days, EP by Minor Threat
    As You Like It
    As You Like It, album by Friedrich Gulda
    All the World's a Stage, album by Rush (II.vii)
    Hamlet
    Infinite Jest, album by We Are The Fury (V.i)
    Henry V
    Band of Brothers, 2009 album by Only Men Aloud! (IV.iii)
    Band of Brothers, 2012 album by Hellyeah (IV.iii)
    Julius Caesar
    The Dogs of War, song by Pink Floyd (III.i)
    Dogs of War, album by Saxon (III.i)
    Macbeth
    The Moon is Down, album by Further Seems Forever (II.i)
    Something Wicked This Way Comes, album by Iced Earth (IV.i)
    Something Wicked This Way Comes, album by The Herbaliser
    Something Bitchin' This Way Comes, album by Lock Up
    Something Green and Leafy This Way Comes, album by SNFU
    Something Wicked, album by Nuclear Assault
    The Merchant of Venice
    The Quality of Mercy, album by Steve Harley & Cockney Rebel.
    "The Quality of Mercy is not Strnen" album by The Mekons.
    "Quality of Mercy", song by Michelle Shocked.
    Much Ado About Nothing
    Sigh No More, album by Dog Age (II.iii)
    Sigh No More, album by Gamma Ray
    Sigh No More, album by Mumford and Sons
    Othello
    The Beast with Two Backs, album by Inkubus Sukkubus (I.i)
    Pomp and Circumstance Marches by Edward Elgar++ (III.iii)
    Richard III
    Now Is The Winter Of Our Discothèque, album by Princess Superstar (parody of "Now is the winter of our discontent...", I.i)
    Where Eagles Dare, song by Iron Maiden (I.iii)
    Romeo and Juliet
    A Rose by Any Other Name, 1975 album by Ronnie Milsap (II.ii)
    The Sonnets
    ...Nothing Like the Sun, album by Sting (CXXX)
    The Tempest
    Full Fathom Five, album by Clutch (I.ii)
    Sea Change, album by Beck (I.ii)


    Novels, short stories and nonfiction

    A Midsummer Night's Dream
    A Midsummer Night's Gene by Andrew Harman (title)
    Ill Met by Moonlight by W. Stanley Moss (II.i)
    Antony and Cleopatra
    Her Infinite Variety by Louis Auchincloss (II.ii)
    Beds in the East by Anthony Burgess (II.vi)
    Gaudy Night by Dorothy Sayers (III.xiii)
    As You Like It
    Under the Greenwood Tree by Thomas Hardy (II.v)
    And All the Stars a Stage by James Blish (from "All the world's a stage", II.vii)
    The Lie Direct by Sara Woods (V.iv)
    Coriolanus
    The Exile Kiss by George Alec Effinger (from "O! a kiss / Long as my exile", V:iii)
    Hamlet
    Too, Too Solid Flesh by Nick O'Donohoe (I.ii)
    This Above All by Eric Knight (I.iii)
    Something Rotten by Jasper Fforde (I.iv)
    The Glimpses of the Moon by Edith Wharton; Edmund Crispin (I.iv)
    There are More Things by Jorge Luis Borges (I.v)
    More Things in Heaven by John Brunner (I.v)
    And Be a Villain by Rex Stout (I.v)
    The Celestial Bed by Irving Wallace (I.v)
    Time Out of Joint by Philip K. Dick (I.v)
    Murder Most Foul used by several different mystery writers (I.v)
    Leave Her to Heaven by Ben Ames Williams (I.v)
    How Like an Angel by Margaret Millar (II.ii)
    Her Privates We by Frederic Manning (II.ii); also published as The Middle Parts of Fortune: Somme and Ancre, 1916, referring to the same section of II.ii: 'On fortune's cap we are not the very button ...Then you live about her waist, or in the middle of her favours?' [1]
    "2BR02B" by Kurt Vonnegut (III.i)
    What Dreams May Come by Richard Matheson (III.i)
    Mortal Coils by Aldous Huxley and Immortal Coil by Jeffrey Lang (III.i)
    Perchance to Dream by Robert B. Parker, Howard Weinstein (Star Trek: The Next Generation novel) and Perforce to Dream by John Wyndham [2] (III.i)
    With a bare bodkin by Cyril Hare (III.i)
    All My Sins Remembered by Joe Haldeman (III.i)
    Single Spies by Alan Bennett (IV.v)
    Infinite Jest by David Foster Wallace (V.i)
    Put on by Cunning by Ruth Rendell (V.ii)
    Henry IV, part 1
    Tarry and Be Hanged by Sara Woods (I.ii)
    Time Must Have a Stop by Aldous Huxley (V.iv)
    Henry V
    So Vile a Sin by Ben Aaronovitch & Kate Orman (II.iv)
    Band of Brothers by Stephen Ambrose (IV.iii)
    Julius Caesar
    The Fault in Our Stars by John Green (from "The fault, dear Brutus is not in our stars", I.ii)
    This Little Measure by Sara Woods (III.i)
    The Dogs of War by Frederick Forsyth (III.i)
    The Evil that Men Do by Nancy Holder++ (III.ii)
    There is a Tide by Agatha Christie (also known as Taken at the Flood) (IV.iii)
    King John
    Twice-Told Tales by Nathaniel Hawthorne (III.iv)
    England Have My Bones by T.H. White (from "Heaven take my soul, and England keep my bones", IV.iii)
    King Lear
    "Childe Roland to the Dark Tower Came" by Robert Browning (III.iv)
    The Lake of Darkness by Ruth Rendell (III.v)
    Every Inch a King by Harry Turtledove (IV.vi)
    Speak What We Feel (Not What We Ought To Say) by Frederick Buechner (V.iii)
    Macbeth
    Wyrd Sisters by Terry Pratchett (I.iii, etc.)
    The Seeds of Time by John Wyndham (I.iii)
    Fatal Vision by Joe McGinniss (II.i)
    The Moon is Down by John Steinbeck (II.i)
    Wash This Blood Clean from My Hand by Fred Vargas (II:ii)
    A Heart So White by Javier Marías (II.ii)
    Light Thickens by Ngaio Marsh (III.ii)
    Let It Come Down by Paul Bowles (III.iii)
    Fire, Burn! by John Dickson Carr (IV.i)
    Fire Burn and Cauldron Bubble by H. P. Mallory (IV.i)
    A Charm of Powerful Trouble by Joanne Horniman (IV.i)
    By the Pricking of My Thumbs by Agatha Christie (IV.i)
    Something Wicked this Way Comes by Ray Bradbury (IV.i)
    Tomorrow and Tomorrow by Charles Sheffield (V.v)
    "Tomorrow and Tomorrow and Tomorrow" by Kurt Vonnegut (V.v)
    All My Yesterdays by Cecil Lewis++ (from "all our yesterdays", V.v)
    Brief Candles by Aldous Huxley (from "Out, out, brief candle!", V.v)
    The Sound and the Fury by William Faulkner (from "it is a tale / Told by an idiot, full of sound and fury, / Signifying nothing.", V.v)
    Taste of Fears by Margaret Millar (V.v)
    The Way to Dusty Death by Alistair MacLean (V.v)
    The Merchant of Venice
    The Quality of Mercy autobiography of Mercedes McCambridge, and others (IV.i)
    "A Pound of Flesh" by Thane Rosenbaum (chapter from Rosenbaum's book The Myth of Moral Justice)
    Othello
    Passing Strange by Catherine Aird (I.iii)
    Nothing if Not Critical by Robert Hughes (II.i)
    Mortal Engines by Philip Reeve (III.iii)
    Mortal Engines by Stanisław Lem (III.iii)
    Pomp and Circumstance by Noël Coward++ (III.iii)
    Richer Than All His Tribe by Nicholas Monsarrat (V.ii)
    Richard II
    Bid Time Return by Richard Matheson (III.ii)
    This Blessed Plot by Hugo Young
    Richard III
    The Winter of Our Discontent by John Steinbeck (I.i)
    Tomorrow in the Battle Think on Me'' by Javier Marías (V:iii)
    Romeo and Juliet
    What's in a Name? by Isaac Asimov (II.ii)
    Inconstant Moon by Larry Niven (II.ii)
    The Sonnets
    The Darling Buds of May by H.E. Bates++ (XVIII)
    Chronicles of Wasted Time by Malcolm Muggeridge (CVI)
    The Pebbled Shore by Elizabeth Longford (LX)
    Summer's Lease by John Mortimer (XVIII)
    Remembrance of Things Past by Marcel Proust (only in English translation) (XXX)
    Where Late the Sweet Birds Sang by Kate Wilhelm (LXXIII)
    Absent in the Spring by Agatha Christie (XCVIII)
    Nothing Like the Sun by Anthony Burgess (CXXX)
    The Tempest
    Sea Change by Richard Armstrong (I.ii)
    Sea Change by Robert B. Parker
    Sea Change by James Powlik
    Something Rich and Strange by Patricia A. McKillip (I.ii)
    Brave New World by Aldous Huxley (V.i)
    Brave New Girl by Louisa Luna (from "O brave new world,/ That has such people in't", V.i)
    This Rough Magic by Mary Stewart (V.i)
    Timon of Athens
    Pale Fire by Vladimir Nabokov (IV.iii)
    Twelfth Night
    Cakes and Ale by William Somerset Maugham (II.iii)
    Sad Cypress by Agatha Christie (II.iii)
    To Play the Fool by Laurie R. King (III.i)


    Poetry

    Hamlet
    "Very Like A Whale" by Ogden Nash (III.ii)
    Julius Caesar
    "The Hollow Men" by T. S. Eliot (IV.ii)
    King Lear
    "Childe Roland to the Dark Tower Came" by Robert Browning (III.iv)
    Macbeth
    "Out, Out–" by Robert Frost (V.i)
    The Tempest
    "Full Fathom Five" by Sylvia Plath (I.ii)
    "Pearls That Were" by J. H. Prynne (I.ii)


    Television

    Antony and Cleopatra
    Sam Peckinpah's "Salad Days", episode of Monty Python's Flying Circus
    As You Like It
    "All the World's a Stage", Ugly Betty episode (II.vii)
    Hamlet
    Less Than Kind, 2008 television series (I.ii)
    "Thine Own Self", 1994 Star Trek: The Next Generation episode (I.iii)
    To the Manor Born, 1979–81 television series (a play on "to the manner born", I.iv)
    "Remember Me", 1990 Star Trek: The Next Generation episode (I.v)[citation needed]
    "The Conscience of the King", 1966 Star Trek episode (II.ii)
    "The Paragon of Animals", 1998 Babylon 5 episode (II.ii)
    "Perchance to Dream", 1959 The Twilight Zone episode (III.i)
    "Perchance to Dean", 2009 The Venture Bros. episode
    Slings & Arrows, 2003 Showcase Original Series. (III.i)
    Outrageous Fortune, 2005–10 television series (III.i)
    "Mortal Coil", 1997 Star Trek: Voyager episode (III.i)
    Henry V
    "Once More Unto the Breach", Star Trek: Deep Space Nine episode (III.i)
    Band of Brothers, miniseries based on book (IV.iii)
    Henry VI, Part 2
    The Main Chance, 1969–75 television series (I.i)
    Julius Caesar
    "Not to Praise Him", The Bill
    "The Dogs of War", Star Trek: Deep Space Nine episode (III.i)
    "The Dogs of War", The West Wing Season 5 episode (III.i)
    King Lear
    "How Sharper Than a Serpent's Tooth", Star Trek animated episode (I.iv)
    Macbeth
    "Dagger of the Mind", Star Trek episode (II.i)
    "All Our Yesterdays", Star Trek episode ++ (V.v)
    All Our Yesterdays, UK Television historical news programme of the 1960s - 1970s (V.v)
    "The Birnam Wood", The West Wing Episode Season 6 (IV.i etc.)
    "Something Wicked This Way Comes", Ugly Betty episode
    "Something Wall-Mart This Way Comes", South Park episode
    "Something Wicca This Way Comes", Charmed episode
    "Something Wicked", Supernatural episode
    The Merchant of Venice
    "The Quality of Mercy", Babylon 5 episode (IV.i)
    "Quality of Mercy", The Outer Limits (I.xiv)
    A Quality of Mercy, The Twilight Zone episode (III.xv)
    "The Quality of Mercy", Early Edition episode
    A Midsummer Night's Dream
    "Ill Met by Moonlight", 1996 episode of Gargoyles (II.i)
    Othello
    Futurama: The Beast with a Billion Backs (from "The Beast with Two Backs", II.i)
    A Beast With Two Backs, 1968 television play by Dennis Potter
    "Journey's End" (Star Trek: The Next Generation) (V.ii)
    "Journey's End", 2008 Doctor Who episode
    Richard II
    The Hollow Crown, 2012 television adaptation of the Henriad (III.ii)
    Richard III
    My Kingdom for a Horse, 1988 BBC TV series starring Sean Bean (V.iv)
    Romeo and Juliet
    "By Any Other Name" (Star Trek episode) (II.ii)
    What's in a Name? (Hercules: The Legendary Journeys) (II.ii)
    The Sonnets
    The Darling Buds of May, UK TV comedy based on HE Bates’ novel.++ (XVIII)
    A Waste of Shame, 2005 drama (CXXIX)
    The Tempest
    "Sea Change" (Transformers episode) (I.ii)

    Other

    Antony and Cleopatra
    Salad Days (manga)
    Hamlet
    The Mortal Coil, an Adventures in Odyssey two-part radio episode (III.i)
    The King of Shreds and Patches (Interactive Fiction by Jimmy Maher inspired by H.P. Lovecraft) (III.iv)
    Henry V
    Household Words (magazine) (IV.iii)
    Julius Caesar
    Dogs of War (comic book series) (III.i)
    Dogs of War: Battle on Primus IV (computer game) (III.i)
    The Tempest
    Full Fathom Five (painting by Jackson Pollock) (I.ii)
    Come Unto These Yellow Sands (painting by Richard Dadd) (I.ii)

    E se insisto no ponto da adaptação (e das citações) é que todas elas são provas do alcance do trabalho de Shakespeare. Não só disso, mas de como suas peças sobreviveram ao tempo e ajudaram a criar muito do imaginário popular atual. Não seríamos o que somos se Shakespeare não tivesse existido. Encerro o post chamando mais uma vez o sr. Bloom, para falar um pouco mais sobre Shakespeare (desculpa, pessoal, só em inglês :| ):

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    E não esqueçam: WILL É O CARA.


    ______
    ¹ Ok, ele não disse isso para mim. Ele falou em entrevista
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    .
     
    Última edição por um moderador: 5 Out 2013
    • Ótimo Ótimo x 9
    • Gostei! Gostei! x 6
    • Mandar Coração Mandar Coração x 1
  11. Excluído046

    Excluído046 Banned

    Anica foi buscar o Bloom e eu quase chorei aqui, gente. Sempre relevei as caduquices dele por causa dos estudos dele sobre Shaks :grinlove:

    A Anica já fez uma senhora listinha, ali em cima, e eu só queria lembrar de uma coisa: aí o senhor Gaiman me faz o que a gente acreditava ser impossível, uniu Shakespeare e Sandman, duas das grandes maravilhas do mundo. Ou cês num se lembram do arco "Terra dos sonhos" que tem uma linda interpretação para Sonho de uma noite de verão?

    Anica, aproveitando o gancho de que Shakespeare é onipresente na literatura, fale um pouquinho para nós sobre a relação que se pode estabelecer entre Dom Casmuro, de Machado de Assis e Otelo.
     
    • Gostei! Gostei! x 2
  12. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Esse combate vai ser épico. Espero que usem todos os seus argumentos nele :)

    E aproveitando que minha Saitotódaqui pediu para a Anica falar um pouco mais sobre Machado e Otelo, vou também jogar bosta no ventilador e pedir pro Kainof falar um pouco sobre a relação entre Graciliano Ramos e Albert Camus (:hanhan:).

    E no final, sabendo que dois prosadores nacionais de peso travaram relações com os referidos autores, peço também que me digam qual dos dois autores defendidos possui mais relevância no cenário geopoliticamente instável geopolítico enchendolinguiçaolêolêolá do Brasil no século XXI.
     
    • Gostei! Gostei! x 6
    • LOL LOL x 3
  13. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    :yep:

    Tanto o romance de Machado quanto a peça de Shakespeare tem como motor o ciúmes. Otelo e Desdêmona, Bentinho e Capitu. O amor obsessivo e desconfiado das personagens masculinas acabam punindo as personagens femininas. A fonte de inspiração é tão clara que o próprio Machado não se dá ao trabalho de esconder. Tá lá, Capítulo CXXXV: o nome? Otelo.


    Essa não é a única menção à personagem, que também aparece em:

     
    • Gostei! Gostei! x 7
    • Mandar Coração Mandar Coração x 1
  14. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

    Camusiano que sou agora estou em um estado delicado para decidir qual dos dois é o melhor nessa disputa. Por um lado, Shakespeare/de Vere foi um gênio do neologismo e conseguiu inserir em suas obras temas atemporais com o contexto de sua época - isso não é pra qualquer um. Contudo, Camus foi um dos autores que "salvaram" a Humanidade no século XX com sua abordagem do Absurdo que fazia paralelo com a logoterapia de Frankl... Ah, tá difícil isso, hein? :(
     
  15. Liv

    Liv Visitante

    Que tópico, meus amigos! Que tópico!
     
  16. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

    Sim, e também sobre como ele inspirou "Lua Nova" e "Amanhecer". :rofl:
     
    • LOL LOL x 3
  17. Excluído046

    Excluído046 Banned

    Cê já leu o "A Angústia da influência", do Harold Bloom? Segundo o Bloom, uma das formas de manifestação da influência é a de querer seguir na contramão do defendido/exposto na fonte da qual o autor bebeu. Pense nisso. Além disso, temos um outro bom exemplo de que conhecer os cânones não faz com que possamos criar novos cânones, e esse exemplo é o senhor Hitler, que ouvia música clássica, apreciava poesia, mas não conseguiu compreender a fonte máxima de inspiração para todas as artes: o ser humano.
     
    • Gostei! Gostei! x 2
  18. Lindoriel

    Lindoriel Saurita Catita

    Mas como assim??? Y________Y

    Com certeza a ideia dos vampiros vegetarianos não veio dele, né?? 8-O
     
    • LOL LOL x 1
  19. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

    Unhum. Bem sei disso. Agora, o curioso é que ela levou o Harold Bloom a sério: em entrevista, ela disse que acha o casal principal da sua série de romances melhor que Romeu e Julieta ou Darcy e Elizabeth Bennet. :blah:

    Não, isso ela tirou dos X-Men - igual ao Eduardo Spohr com os anjos dele. :lol:
     
    • LOL LOL x 1
  20. Lindoriel

    Lindoriel Saurita Catita

    Eu achei a parte dos vampiros vegetarianos a mais bizarra! TT
     

Compartilhar