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Ana Maria Machado

Tópico em 'Autores Nacionais' iniciado por Katrina, 12 Jul 2010.

  1. Katrina

    Katrina Usuário

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    Na vida da escritora Ana Maria Machado, os números são sempre generosos. São 40 anos de carreira, mais de 100 livros publicados no Brasil e em mais de 18 países somando mais de dezoito milhões de exemplares vendidos. Os prêmios conquistados ao longo da carreira de escritora também são muitos, tantos que ela já perdeu a conta. Tudo impressiona na vida dessa carioca nascida em Santa Tereza, em pleno dia 24 de dezembro.

    Vivendo atualmente no Rio de Janeiro, Ana começou a carreira como pintora. Estudou no Museu de Arte Moderna e fez exposições individuais e coletivas, enquanto fazia faculdade de Letras na Universidade Federal (depois de desistir do curso de Geografia). O objetivo era ser pintora mesmo, mas depois de doze anos às voltas com tintas e telas, resolveu que era hora de parar. Optou por privilegiar as palavras, apesar de continuar pintando até hoje.

    Afastada profissionalmente da pintura, Ana passou a trabalhar como professora em colégios e faculdades, escreveu artigos para revistas e traduziu textos.

    Em 76, as histórias antes publicadas em revistas passaram a sair em livros. E Ana ganhou o prêmio João de Barro por ter escrito o livro "História Meio ao Contrário", em 1977. O sucesso foi imenso, gerando muitos livros e prêmios em seguida. Dois anos depois, ela abriu a Livraria Malasartes com a ideia de ser um espaço para as crianças poderem ler e encontrar bons livros.

    O jornalismo foi abandonado no ano de 1980, para que a partir de então Ana pudesse se dedicar ao que mais gosta: escrever seus livros, tantos os voltados para adultos como os infantis. E assim foi feito, e com tamanho sucesso que em 1993 ela se tornou hors-concours dos prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Finalmente, a coroação. Em 2000, Ana ganhou o prêmio Hans Christian Andersen, considerado o prêmio Nobel da literatura infantil mundial. E em 2001, a Academia Brasileira de Letras lhe deu o maior prêmio literário nacional, o Machado de Assis, pelo conjunto da obra.

    Em 2003, Ana Maria foi eleita para ocupar a cadeira número 1 da Academia Brasileira de Letras, substituindo o Dr. Evandro Lins e Silva. Pela primeira vez, um autor com uma obra significativa para o público infantil havia sido escolhido para a Academia. A posse aconteceu no dia 29 de agosto de 2003, quando Ana foi recebida pelo acadêmico Tarcísio Padilha e fez uma linda e afetuosa homenagem ao seu antecessor.

    Fonte:
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    Sua bibliografia é extensa,
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    , e duvido muito que alguém aqui já não tenha lido um livro da Ana durante sua vida escolar ou pelo menos uma de suas adaptações dos grandes clássicos da literatura mundial. Eu não li nenhum de seus livros direcionados ao público adulto, mas os infantis, ah, alguns foram meus companheiros.

    Adoro o livro Hoje tem espetáculo: No país dos prequetés

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    Li, reli e ainda tente convencer meus amigos a encenarem comigo. Nós bem que tentamos.
     
  2. Clara

    Clara Antifa Usuário Premium

    Por quê? Não conseguiram encenar a peça?
     
  3. Katrina

    Katrina Usuário

    A título de brincadeira funcionou, nos garantiu boas risadas.... mas ninguém era bom para decorar as falas na época... encenávamos lendo o livro. XD
     
  4. mandah

    mandah Usuário

    Dela eu só li um livro, A audácia dessa mulher, o achei muito bom. Conta a história da Bia, que está ajudando na produção de uma minissérie que se passa no século XXI. Ela encontra um caderno de receitas de uma mulher e que tem anotações sobre a vida dela perdida em meio às páginas. O livro é uma espécie de releitura de Dom Casmurro. É bem interessante.
    Foi um dos primeiros romances que eu li com gosto, acho que ele me despertou pra outros tipos de literatura além da policial.

    Ah, e eu sempre tive vontade de ler Bisa Bia, Bisa Bel, por causa de um trecho que eu li em um livro da escola, mas acabei não lendo. =(
     
  5. Fluo

    Fluo Banned

    Li esse livro Bisa Bia, Bisa Bel quando era bem menina, lembro que emprestei na biblioteca da escola.

    Não me recordo muito bem do livro, mas na época me fez sentir muita falta de vovó.
     

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