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Evento As 5 Melhores (41ª Semana) - Caetano Veloso

Tópico em 'Música' iniciado por Eriadan, 26 Set 2012.

  1. Eriadan

    Eriadan Bears. Beets. Battlestar Galactica. Usuário Premium

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    Uma homenagem ao septuagenário do ano, um dos principais nomes da MPB nacional, Caetano Veloso. São mais de 40 discos na carreira, e um repertório que varia diversos estilos, mas sempre com a marcante qualidade poética.

    Segue o meu TOP5:

    5. Alegria, Alegria
    Um dos hinos contra a ditadura, marcou época, e definitivamente marcou sua carreira.

    Vídeo do Festival MPB de 1967, onde a música concorreu.

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    Caminhando contra o vento
    Sem lenço e sem documento
    No sol de quase dezembro
    Eu vou...


    O sol se reparte em crimes
    Espaçonaves, guerrilhas
    Em cardinales bonitas
    Eu vou...


    Em caras de presidentes
    Em grandes beijos de amor
    Em dentes, pernas, bandeiras
    Bomba e Brigitte Bardot...


    O sol nas bancas de revista
    Me enche de alegria e preguiça
    Quem lê tanta notícia
    Eu vou...


    Por entre fotos e nomes
    Os olhos cheios de cores
    O peito cheio de amores vãos
    Eu vou
    Por que não, por que não...


    Ela pensa em casamento
    E eu nunca mais fui à escola
    Sem lenço e sem documento,
    Eu vou...
    Eu tomo uma coca-cola
    Ela pensa em casamento
    E uma canção me consola
    Eu vou...


    Por entre fotos e nomes
    Sem livros e sem fuzil
    Sem fome, sem telefone
    No coração do Brasil...
    Ela nem sabe até pensei
    Em cantar na televisão
    O sol é tão bonito
    Eu vou...

    Sem lenço, sem documento
    Nada no bolso ou nas mãos
    Eu quero seguir vivendo, amor
    Eu vou...
    Por que não, por que não...
    Por que não, por que não...
    Por que não, por que não...
    Por que não, por que não...

    4. Vaca Profana
    Letra culta e impactante. É uma crítica à moralidade religiosa.

    É uma das várias musicas de Caetano que caem como uma luva na voz de Gal. Preferi postar o vídeo com a interpretação dela.

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    Respeito muito minhas lágrimas
    Mas ainda mais minha risada
    Inscrevo, assim, minhas palavras
    Na voz de uma mulher sagrada
    Vaca profana, põe teus cornos
    Pra fora e acima da manada
    Vaca profana, põe teus cornos
    Pra fora e acima da man...

    Ê, ê, ê, ê, ê,
    Dona das divinas tetas
    Derrama o leite bom na minha cara
    E o leite mau na cara dos caretas


    Segue a "movida Madrileña"
    Também te mata Barcelona
    Napoli, Pino, Pi, Paus, Punks
    Picassos movem-se por Londres
    Bahia, onipresentemente
    Rio e belíssimo horizonte
    Bahia, onipresentemente
    Rio e belíssimo horiz...

    Ê, ê, ê, ê, ê,
    Vaca de divinas tetas
    La leche buena toda en mi garganta
    La mala leche para los "puretas"

    Quero que pinte um amor Bethânia
    Stevie Wonder, andaluz
    Como o que tive em Tel Aviv
    Perto do mar, longe da cruz
    Mas em composição cubista
    Meu mundo Thelonius Monk`s blues
    Mas em composição cubista
    Meu mundo Thelonius Monk`s...

    Ê, ê, ê, ê, ê,
    Vaca das divinas tetas
    Teu bom só para o oco, minha falta
    E o resto inunde as almas dos caretas

    Sou tímido e espalhafatoso
    Torre traçada por Gaudi
    São Paulo é como o mundo todo
    No mundo, um grande amor perdi
    Caretas de Paris e New York
    Sem mágoas, estamos aí
    Caretas de Paris e New York
    Sem mágoas estamos a...

    Ê, ê, ê, ê, ê,
    Dona das divinas tetas
    Quero teu leite todo em minha alma
    Nada de leite mau para os caretas

    Mas eu também sei ser careta
    De perto, ninguém é normal
    Às vezes, segue em linha reta
    A vida, que é "meu bem, meu mal"
    No mais, as "ramblas" do planeta
    "Orchta de chufa, si us plau"
    No mais, as "ramblas" do planeta
    "Orchta de chufa, si us...

    Ê, ê, ê, ê, ê,
    Deusa de assombrosas tetas
    Gotas de leite bom na minha cara
    Chuva do mesmo bom sobre os caretas...


    3. Meia Lua Inteira
    Uma das poucas que eu gosto mais pela melodia do que pela letra, mas uma das minhas preferidas.

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    2. Podres Poderes
    Um professor de História rabiscou um trecho dessa música em minha prova e eu nunca esqueci. Um protesto contra os poderes, fantástica.

    Clipe estranho, mas foi o único que achei sem anúncio.

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    Enquanto os homens exercem
    Seus podres poderes
    Motos e fuscas avançam
    Os sinais vermelhos
    E perdem os verdes
    Somos uns boçais...

    Queria querer gritar
    Setecentas mil vezes
    Como são lindos
    Como são lindos os burgueses
    E os japoneses
    Mas tudo é muito mais...

    Será que nunca faremos
    Senão confirmar
    A incompetência
    Da América católica
    Que sempre precisará
    De ridículos tiranos
    Será, será, que será?
    Que será, que será?
    Será que esta
    Minha estúpida retórica
    Terá que soar
    Terá que se ouvir
    Por mais zil anos...

    Enquanto os homens exercem
    Seus podres poderes
    Índios e padres e bichas
    Negros e mulheres
    E adolescentes
    Fazem o carnaval...

    Queria querer cantar
    Afinado com eles
    Silenciar em respeito
    Ao seu transe num êxtase
    Ser indecente
    Mas tudo é muito mau...

    Ou então cada paisano
    E cada capataz
    Com sua burrice fará
    Jorrar sangue demais
    Nos pantanais, nas cidades
    Caatingas e nos gerais
    Será que apenas
    Os hermetismos pascoais
    E os tons, os mil tons
    Seus sons e seus dons geniais
    Nos salvam, nos salvarão
    Dessas trevas e nada mais...

    Enquanto os homens exercem
    Seus podres poderes
    Morrer e matar de fome
    De raiva e de sede
    São tantas vezes
    Gestos naturais...

    Eu quero aproximar
    O meu cantar vagabundo
    Daqueles que velam
    Pela alegria do mundo
    Indo e mais fundo
    Tins e bens e tais...

    1. O Quereres
    A genialidade do jogo antitético, por si, dá a beleza da música. Ela é do tipo que dá gosto ouvir várias vezes só para apreciar a letra. Belíssima!

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    Onde queres revólver, sou coqueiro
    E onde queres dinheiro, sou paixão
    Onde queres descanso, sou desejo
    E onde sou só desejo, queres não
    E onde não queres nada, nada falta
    E onde voas bem alto, eu sou o chão
    E onde pisas o chão, minha alma salta
    E ganha liberdade na amplidão


    Onde queres família, sou maluco
    E onde queres romântico, burguês
    Onde queres Leblon, sou Pernambuco
    E onde queres eunuco, garanhão
    Onde queres o sim e o não, talvez
    E onde vês, eu não vislumbro razão
    Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
    E onde queres cowboy, eu sou chinês


    Ah! Bruta flor do querer
    Ah! Bruta flor, bruta flor


    Onde queres o ato, eu sou o espírito
    E onde queres ternura, eu sou tesão
    Onde queres o livre, decassílabo
    E onde buscas o anjo, sou mulher
    Onde queres prazer, sou o que dói
    E onde queres tortura, mansidão
    Onde queres um lar, revolução
    E onde queres bandido, sou herói


    Eu queria querer-te amar o amor
    Construir-nos dulcíssima prisão
    Encontrar a mais justa adequação
    Tudo métrica e rima e nunca dor
    Mas a vida é real e é de viés
    E vê só que cilada o amor me armou
    Eu te quero (e não queres) como sou
    Não te quero (e não queres) como és


    Ah! Bruta flor do querer
    Ah! Bruta flor, bruta flor


    Onde queres comício, flipper-vídeo
    E onde queres romance, rock?n roll
    Onde queres a lua, eu sou o sol
    E onde a pura natura, o inseticídio
    Onde queres mistério, eu sou a luz
    E onde queres um canto, o mundo inteiro
    Onde queres quaresma, fevereiro
    E onde queres coqueiro, eu sou obus


    O quereres e o estares sempre a fim
    Do que em mim é em mim tão desigual
    Faz-me querer-te bem, querer-te mal
    Bem a ti, mal ao quereres assim
    Infinitivamente pessoal
    E eu querendo querer-te sem ter fim
    E, querendo-te, aprender o total
    Do querer que há, e do que não há em mim
     

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  2. Tali

    Tali Usuário

    1. Podres Poderes
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    2. Alegria Alegria
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    3. Trem Das Cores
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    4. O Quereres
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    5. Sozinho
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  3. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Agora aos poucos eu vou colocar em dia a minha lista dos eleitos e em tempo segue a minha do grande Caetano.

    1º Alegria, Alegria - Musica de uma importância histórica eu diria que épica e que dispensa apresentações.

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    2° Tropicália - Letra e melodia que por amostragem representa o movimento tropicalismo que o Caetano ajudou a difundir bem.

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    3° Haiti - Adoro bastante essa letra que chegou a fazer um sucesso nos anos 90 na MTV Brasil num clipe que ele canta ao lado do Gil.

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    4° Terra - Por influência de ser a música da abertura do programa Planeta Terra da TV Cultura se tornou uma das minhas preferidas.

    [YOUTUBE]eRWkg_h9vNo [/YOUTUBE]

    5° Meia Lua Inteira - Uma faixa que sempre algum artista de tempos em tempos regrava ela na íntegra ou parcialmente por causa do seu refrão, fora a melodia que é bem agradável.

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  4. Quickbeam

    Quickbeam Rock & Roll

    Com exceção de "Haiti", gosto muito de todas as músicas citadas, o que mostra a dificuldade que tive em escolher apenas 5 canções dentro da gigantesca discografia de Caetano.


    [TABLE="class: tborder"]
    [TR]
    [TD]1[/TD]
    [TD]Cajuína (Cinema Transcendental, 1979)
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    Existirmos a que será que se destina
    Pois quando tu me deste a rosa pequenina
    Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
    Do menino infeliz não se nos ilumina
    Tampouco turva-se a lágrima nordestina
    Apenas a matéria vida era tão fina
    E éramos olharmo-nos intacta retina
    A cajuína cristalina em Teresina
    Acho que foi numa regravação da Gal Costa (em Mina d'Água do Meu Canto) que eu fui realmente me apaixonar por essa música. Agora, o significado original da letra, só fui conhecer bem depois, quando li este texto do Caetano:
    Numa excursão pelo Brasil com o show Muito, creio, no final dos anos 70, recebi, no hotel em Teresina, a visita de Dr. Eli, o pai de Torquato. Eu já o conhecia pois ele tinha vindo ao Rio umas duas vezes. Mas era a primeira vez que eu o via depois do suicídio de Torquato. Torquato estava, de certa forma, afastado das pessoas todas. Mas eu não o via desde minha chegada de Londres: Dedé e eu morávamos na Bahia e ele, no Rio (com temporadas em Teresina, onde descansava das internações a que se submeteu por instabilidade mental agravada, ao que se diz, pelo álcool). Eu não o vira em Londres: ele estivera na Europa mas voltara ao Brasil justo antes de minha chegada a Londres. Assim, estávamos de fato bastante afastados, embora sem ressentimentos ou hostilidades. Eu queria muito bem a ele. Discordava da atitude agressiva que ele adotou contra o Cinema Novo na coluna que escrevia, mas nunca cheguei sequer a dizer-lhe isso.

    No dia em que ele se matou, eu estava recebendo Chico Buarque em Salvador para fazermos aquele show que virou disco famoso. Torquato tinha se aproximado muito de Chico, logo antes do tropicalismo: entre 1966 e 1967. A ponto de estar mais frequentemente com Chico do que comigo. Chico eu eu recebemos a notícia quando íamos sair para o Teatro Castro Alves. Ficamos abalados e falamos sobre isso. E sobre Torquato ter estado longe e mal. Mas eu não chorei. Senti uma dureza de ânimo dentro de mim. Me senti um tanto amargo e triste mas pouco sentimental.

    Quando, anos depois, encontrei Dr. Eli, que sempre foi uma pessoa adorável, parecidíssimo com Torquato, e a quem Torquato amava com grande ternura, essa dureza amarga se desfez. E eu chorei durantes horas, sem parar. Dr. Eli me consolava, carinhosamente. Levou-me à sua casa. D. Salomé, a mãe de Torquato, estava hospitalizada. Então ficamos só ele e eu na casa. Ele não dizia quase nada. Tirou uma rosa-menina do jardim e me deu. Me mostrou as muitas fotografias de Torquato distribuídas pelas paredes da casa. Serviu cajuína para nós dois. E bebemos lentamente. Durante todo o tempo eu chorava. Diferentemente do dia da morte de Torquato, eu não estava triste nem amargo. Era um sentimento terno e bom, amoroso, dirigido a Dr. Eli e a Torquato, à vida. Mas era intenso demais e eu chorei. No dia seguinte, já na próxima cidade da excursão, escrevi Cajuína.

    Fonte:
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    Nem preciso dizer que isso fez minha admiração por "Cajuína" aumentar ainda mais, não?

    Quanto ao vídeo, escolhi essa versão de Noites Do Norte Ao Vivo porque a considero muito boa, tanto o arranjo quanto os solos de Caetano e Morelenbaum.
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    [/TR]
    [TR]
    [TD]2[/TD]
    [TD]Eclipse oculto (Uns, 1983)
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    Sim, é apenas um rockinho básico, mas sempre foi uma de minhas favoritas do Caetano (tanto que comprei Uns por causa dela e de "Você É Linda"). Simplesmente adoro a letra, que conheço de cor.
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    [/TR]
    [TR]
    [TD]3[/TD]
    [TD]The Empty Boat (Caetano Veloso, 1969)
    Do antológico Álbum Branco de Caetano, escolhi essa desoladora canção que fala sobre o isolamento no mar, a solidão e o vazio existencial.
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    [/TR]
    [TR]
    [TD]4[/TD]
    [TD]Este Amor (Estrangeiro, 1989)
    Estrangeiro foi o primeiro vinil que comprei do Caetano, movido pelo sucesso de "Meia Lua Inteira". Embora não seja um dos melhores discos do artista, afeiçoei-me a várias das faixas desse álbum, em especial por "Este Amor", uma grande balada que permanece (injustamente, talvez) pouco conhecida.
    [/TD]
    [/TR]
    [TR]
    [TD]5[/TD]
    [TD]Desde que o Samba É Samba [com Gilberto Gil] (Tropicália 2, 1993)
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    "Haiti" nunca me desceu bem, principalmente por causa da letra (mesmo em termos de letra rapeada, prefiro "Língua"). Tropicália 2 está longe de merecer o nome que carrega, mas gosto de algumas de suas faixas, como "Cinema Novo", "Cada Macaco no Seu Galho" e, principalmente, "Desde que o Samba É Samba", uma bela canção que celebra o poder da música.

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    Gosto muito de Caetano como intérprete também, por isso fiz um outro top 5, com músicas de outros compositores cantadas por Caetano:
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      [Jorge Ben] (Noites do Norte, 2000)
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      [Peninha] (Prenda Minha, 1999)
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      [Mestrinho/Didi] (Uns, 1983)
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      [Erasmo Carlos/Roberto Carlos] (Caetano, 1987)
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      [Paulo Sérgio Valle/Marcos Valle] (Songbook Marcos Valle, 1998)
     
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