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Os Homens que Não Amavam as Mulheres (Stieg Larsson)

  • Criador do tópico Criador do tópico Anica
  • Data de Criação Data de Criação
Vou comprar hoje.
Adorei as criticas do livro.
Aproveitar a promocao do site da saraiva, está 19,50! :D
 
Terminei hoje de ler esse primeiro volume da trilogia e posso dizer que adorei. Realmente o livro começa devagar, mas não a ponto de deixarmos de lado, e aos poucos vai ficando melhor e melhor e melhor e quando percebemos não conseguimos parar de ler. Li o livro em 3 dias, coisa normal pois sou megaaa curiosa, e estou louca pra comprar o proximo (mas sem grana no momento).

Ameiii e acho que vale a pena ler.

Espero que o próximo seja tão bom quando.

Fiquei apaixonada pelos personagens principais.
 
terminei de ler ontem..
e achei muito legal...como comentaram as primeiras paginas são devagar, mas depois prende que é uma beleza....
nunca tinha lido um escritor sueco e achei muito bom...
comecei o segundo volume...
vamos ver se é tão bom qto o primeiro...
 
Eu adorei esse livro. Mesmo o início sendo meio arrastadinho eu gostei. Mikael e Lisbeth são personagens interessantes e carismáticos. A narrativa me prendeu de tal forma que não sosseguei enquanto não terminei o livro.
 
Eu devorei o livro! No início ele é meio chatinho, mas depois é impossível largar!!!
Não considero que seja algo novo no mundo literário e talz, mas que é um livro ótimo para distração, isso é....
 
Não tinha ido muito com a cara do livro antes (preconceito com best-sellers e tal), mas depois de ler umas resenhas sobre o filme, que acabou de sair nos EUA fiquei bem curioso. E o povo aqui anda falando bem. Acho que vou dar uma pausa na minha fila de leituras pra ver esse aí.
 
filme baum

esse eu já vi.

 
Última edição por um moderador:
[size=large][/size]Kra..eu já li este livro e A.M.E.I.
No começo a leitura é meio chata..mas qndo vc entra na historia realmente naum dá pra parar de ler.
Eu ja tenho os outros 2... "A menina que brincava com fogo" e " A rainha do castelo de ar"...ainda naum li pq tenho algumas prioridades...mas assim que tiver um tempinho.....vou ler .
Bom é isso galera...este livro eu recomendo....é mto bm!!
bj
fui
 
Acho o começo muito bom. Ruim é o final e aquela grandiloquência toda, que faz parecer que o autor se perdeu em meio às suas pretensões. A história é a história da família Vanger, não do Mikael, não da Lisbeth, não do Wennerström, nem da Millennium. Pena o autor não ter se dado conta disso (mas ainda assim o livro é muito bom).

Estou lendo o segundo livro, mas a leitura está travada por falta de tempo e de motivação. A menina que brincava com fogo parece que bebe da mesma pretensão do final do primeiro. E eu detesto autores que não sabem segurar os seus personagens. Ah, e a leitura desse segundo é mais arrastada. E a tradução deixa a desejar.
 
[align=justify]Rodrigo, não concordo contigo. Embora a família Vanger tenha um papel preponderante no primeiro livro, ainda assim ela é auxiliar, o ponto de vista do narrador é quase sempre o do Mikael ou da Lisbeth.

Acho o livro fantástico, um romance policial contemporâneo, que costura os elementos atuais em uma trama muito amarrada e gostosa, é daqueles que te prendem mesmo. A Lisbeth é uma personagem muito maneira, toda a insociabilidade dela, aliada a genialidade e tudo o mais. É difícil escolher se você gosta mais dela ou do Mikael, com aquele jeitão repórter altruísta sem ser inocente, que usa de uma malandragem para conduzir as suas investigações.

Acho ótimo também ele fracionar as narrativas, uma seguindo o Mikael e outra a Lisbeth, e ainda alternando com outros prismas narrativos de outros personagens secundários, como o Henrik Vanger, o Dirch Frode ou o Martin Vanger. Outra coisa é no fim, quando ele coloca a conversa de Mikael e Erika Berger por e-mail, achei aquilo sensacional, muito bom.

A história junta especulação financeira, jornalismo, hackers, intrigas corporativos, industriais corruptos, lavagem de dinheiro, assassinatos brutais e um mistério muito bem construído. Um romance policial de mão cheia na minha opinião.[/align]
 
Sim, o ponto de vista é dos dois, mas a história é a história dos Vanger; ou deveria ser, ao menos; ou para mim era, que seja!; o Mikael e a Lisbeth eram os suportes da história (aliás, belíssima trama, meio "Festa de Família"), mesmo com todo o carisma dos dois, e, sim, mesmo que os dois sejam os protagonistas.

O que eu achei no final foi que o Larsson deu uma de mãe superprotetora com seus personagens naquele epílogo (?! - 80 páginas, wtf?) jamesbondiano. Eu teria preferido algo mais contido (aliás, o livro poderia ser um clássico absoluto dos romances policiais se fosse mais bem trabalhado em alguns pontos). Enfim, dá até pra entender que ele tenha preferido escrever um romance de personagens, mas eu acho que isso diminuiu um pouco o valor da obra. Claro que eu torci pelo comeback no Wennerstrom, mas precisava dar tudo TÃO certo? A Lisbeth até
arruma uma fortuna pra si.


Mas eu adorei o livro. Foi provavelmente a leitura mais divertida que eu fiz esse ano.
 
[align=justify]A questão dos personagens tem um peso grande no romance sim, como tu bem apontaste Rodrigo, mas temos que concordar, isso está longe de ser um ponto negativo do livro, não é? Há, sim, uma profusão de personagens, afinal, nos deparamos com a árvore genealógica dos Vanger já nas primeiras páginas, eu cheguei a ficar com medo de que isso fosse truncar a história, mas não, Larsson se mostrou exímio em lidar com todo esse pessoal, aprofundando a vida de cada um conforme fosse relevante para a história.
(isso se repete também no volume II, com a equipe de investigadores, que é fantástica)

Acho, sinceramente, que os personagens são um ponto forte do livro, um trunfo do Larsson, a trama às vezes é meio arrastada, mas os personagens compensam esse ritmo mais lento. Quando o Larsson fazia aquelas incursões no prisma de outros personagens eu ficava pensando "Quando é que a Lisbeth vai aparecer de novo?". Para mim ela é a melhor personagem do livro, ganhando por pouco do Mikael Blomkvist.[/align]
 
Sim, por "romance de personagens" eu quis dizer que o foco dele era os personagens (os protagonistas); como, por exemplo, Harry Potter é um romance de personagem (no caso, o Harry). É questão do foco que ele dá à narrativa. Enfim, é um termo reducionista pra fins de sistematização, como "romance de formação", e afins.
 
Eu gostei do livro, na verdade foi o único que realmente achei bom da trilogia. Mas neste livro o cara já mostra as cagadas que vão piorar nos outros livros, como a trama arrastada (que aqui não chega a ser tanto como nos outros).

Quanto a ser focado no protagonistas, eu achei na verdade isso um mérito, pois ambos são muito bem desenvolvidos (especialmente a Lisbeth).

Pra falar a verdade, o que não gostei foi a enrolação do caso Wennerström, pois foi a trama mais tosqueira do livro.

E aquela pira da Lisbeth ficar ultra rica foi muito sem noção mesmo, vsf...
 
O que ele acertou em manter e aprofundar nos próximos livros foi a Lisbeth. É incrível como as coisas vão orbitando em volta dela, seja no passado seja no presente.
 
No meu caso, há uma história engraçada por trás desse livro!

Essa semana uma colega minha me emprestou e confesso que estou louca pra sentar e ler em uma tarde (como ela disse que aconteceria). Minha colega conhece muito bem meus gostos literários e garantiu que eu ia gostar!

Vamos ver se ela acerta :)
Desejem-me boa leitura! Prometo passar aqui no tópico depois.
 

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