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Os Espiões (Luis Fernando Verissimo)

Gigio

Usuário
(Não consegui achar o resto da resenha da Kika, uma pena...)

kika_FIL disse:
Considerado pelo autor seu primeiro romance – o primeiro escrito por vontade própria, ao menos - “Os Espiões” é praticamente um metalivro. Escrito em primeira pessoa, por um personagem funcionário de uma editora, a história é construída em torno de um manuscrito escrito em letras trêmulas, cujo título é Ariadne. Com uma florzinha no lugar do pingo no i.

O editor, um bêbado inveterado, que sofre da síndrome da segunda-feira, logo se vê intrigado por um texto em prosa, sem vírgulas e com uns poucos erros de grafia, que mais parece uma carta de suicídio e, além de indicar o livro para seu chefe, resolve descobrir quem é a autora do livro, e sua história. Apaixonado por John Le Carré, o protagonista leva a história de Ariadne para a mesa de bar, onde se inicia uma verdadeira missão de salvamento. A Operação Teseu. E isso é o máximo que posso falar sobre a história sem estragar as várias surpresas que o LFV deixou no texto.

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Clara V. disse:
Me pareceu um livro bacana de se ler no Clube da Leitura. :sim:
kika_FIL disse:
Acho que daria boas discussões mesmo... ^^
Tauil disse:
Seria legal, mas o único acesso ao livro ainda seria comprar o original que deve estar entre 30 reais mais ou menos.
Gigio disse:
Como tinha visto o nome circulando aqui pelo fórum (valeu, kika), resolvi dar uma olhada lá na livraria. Não consegui mais parar. Li direto. O fato é que o Luis Fernando Veríssimo escreve muito bem. Sempre muito fluido, leve e bem-humorado. O início principalmente é excepcional. Desde a primeira frase: "Formei-me em letras e na bebida busco esquecer."


A princípio tinha achado o final um pouco decepcionante para uma história de espionagem. Mas pensando bem, como disse a kika, este é praticamente um metalivro. Não é tanto um livro do gênero espionagem quanto uma releitura dos seus elementos. Assim, a solução do mistério é mais simples do que o protoganista, e nós leitores, somos levados a fantasiar.

Humm... Às vezes podia ser uma leitura dupla do Clube. Este e um Le Carré ao mesmo tempo, tipo "O Espião que Veio do Frio". Acho que teria um bom efeito...
kika_FIL disse:
Que bom que levei uma pessoa ao menos a ler o livro... ^^ Vale muito a pena mesmo.. e é bem isso que vc disse ali no spoiler...
sahusa disse:
mano eu li uma parte do livro na net e egostei muito, não sou muito de ler, encontrei esse topico por acaso, porém vou ler esse ai, estou acabando de ler um livro aqui e quando terminar mudo para o seu.
 

Cuca Pipoca

Usuário
Li praticamente "numa sentada" ;0) Delicioso, irônico, final surpreendente, metalinguagem geral. Mas alguém percebeu que tem um personagem que "evapora" no meio da trama? Ou será que eu é que perdi o rastro?
 

kika_FIL

Usuário
eu não vi ninguém evaporar... e Gigio, thankz!! o resto da resenha está num arquivo e logo voltará ao blog... daí eu posto aqui
 

Meia Palavra

Usuário
Considerado pelo autor seu primeiro romance – o primeiro escrito por vontade própria, ao menos – “Os Espiões” é praticamente um metalivro. Escrito em primeira pessoa, por um personagem funcionário de uma editora, a história é construída em torno de um manuscrito escrito em letras trêmulas, cujo título é Ariadne. Com uma florzinha no lugar do pingo no i.

O editor, um bêbado inveterado, que sofre da síndrome da segunda-feira, logo se vê intrigado por um texto em prosa, sem vírgulas e com uns poucos erros de grafia, que mais parece uma carta de suicídio e, além de indicar o livro para seu chefe, resolve descobrir quem é a autora do livro, e sua história. Apaixonado por John Le Carré, o protagonista leva a história de Ariadne para a mesa de bar, onde se inicia uma verdadeira missão de salvamento. A Operação Teseu. E isso é o máximo que posso falar sobre a história sem estragar as várias surpresas que o LFV deixou no texto.

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Mi Müller

Usuário
Se dona Kika está indicando, nós vamos lendo... que é garantia de leitura da boa....

Mais uma para esta lista que já tem vida própria... XD
 
Este livro eu li em apenas um dia. É um ótimo livro para o fim de semana. Não se encontra na minha estante dos livros favoritos, mas recomendo. É uma leitura divertida, e com um final surpreendente.
 

JLM

mata o branquelo detta walker
eu tb achei o final fraco em relação à expectativa crescente criada no decorrer da história. continuo achando o gula o melhor romance do lfv, em 2º lugar o jardim do diabo, e em 3º, disputando pau a pau, os espiões e a décima segunda noite.
 

G.

Ai, que preguiça!
confesso que fiquei um pouco decepcionado com o final... mas mesmo asim foi um bom livro de se ler!!
gostei bastante do clima crescente quanto ao suposto mistério... acho que o que mais gostei no livro foi o romance da Ariadne, e realmente pensei que a história fosse verdadeira¬¬...
Fiquei com uma raiva com a desilusão que o Luis F. Veríssimo me deu com aquele final, pois fui criando expectativas e , como a personagem principal, um afeto com Ariadne e depois aquele final, poxa!!
 
C

Calib

Visitante
Livro para ler numa tarde. Curto, rápido, divertido.

E esquecer uns dias depois. :rofl:
 

G.

Ai, que preguiça!
é Kika, eu entendi mais ou menos o que ele(o autor) quis fazer(eu acho hehe), só não gostei muito...
 
C

Calib

Visitante
Passeando eu pelo "The Guardian" online à cata de notícias sobre o Brasil, para um trabalho da faculdade, e eis que me deparo com uma resenha deste livro, que foi traduzido para o inglês e tal...

Resolvi compartilhar
(só porque a capinha é bonita)

Margaret Jull Costa's translation of Brazilian satirist Luís Fernando Veríssimo's comic meta-thriller The Spies (MacLehose Press, £12) is a thing of beauty. Our narrator is a cynical, dissolute publisher roused from his routine of boozing while debating minor points of grammar by the arrival of a mysterious, incomplete manuscript from one Ariadne, who says she will kill herself when she has finished it. Like her mythical namesake, Ariadne is holding the end of a thread. Our narrator is plainly Theseus – but who or what is the Minotaur? And does the narrator intend to save Ariadne or merely edit her? The combination of absurdist glee and succinct prose recalls Dan Rhodes, while the literary jokes and references fall just the right side of Jasper Fforde. In other words, they are actually funny.


Fonte: http://www.guardian.co.uk/books/2012/dec/21/john-oconnell-crime-novel-roundup-review?INTCMP=SRCH

brinks.
Compartilhei só para mostrar como às vezes a gente nem sabe que os nossos autores estão sendo lidos e elogiados lá fora.
 
Última edição por um moderador:

Fúria da cidade

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Usuário Premium
O final não era o que esperava, mas isso não tira o fato de ser um livro bem divertido, ótimo e gostoso pra ler depois de um dia bem atribulado.
 

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