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O Tópico dos Dinossauros e Outros Animais Extintos

Tópico em 'Ciência & Tecnologia' iniciado por Clara, 7 Jul 2015.

  1. Clara

    Clara Antifa Usuário Premium

    Fofura mesmo, olhas essas patinhas da frente, que amor. =]
    Que bacana! Quando voltar, poste algumas fotos aqui! :yep:
     
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  2. Fëanor

    Fëanor Fnord Usuário Premium

    Pode deixar!
     
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  3. Clara

    Clara Antifa Usuário Premium

  4. Clara

    Clara Antifa Usuário Premium

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    "Esse tubarão pertence à única espécie sobrevivente de uma família de tubarões em que todos os outros foram extintos", disse à BBC Margarida Castro, professora e pesquisadora do Centro de Ciências Marinhas da Universidade de Algarve.

    "Alguns acreditam que essa espécie remonta ao período Jurássico tardio. Pode ser um pouco mais recente, mas, de qualquer jeito, estamos falando de dezenas de milhões de anos. Por isso, é muito antigo em termos evolutivos. Está na Terra certamente antes do homem", acrescenta.

    Castro faz parte do projeto MINOUW, uma iniciativa para minimizar o desperdício de animais que são descartados nos navios de pesca europeus, o que explica a presença de pesquisadores em um barco de pesca comercial."



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  5. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Pesquisadores brasileiros acabam de acrescentar mais um personagem ao escasso elenco de espécies que figuram nos primeiros capítulos da história evolutiva dos dinossauros. E de relevância mundial. Batizado de Bagualosaurus agudoensis, ou "lagarto bagual de Agudo", ele viveu há 230 milhões de anos, onde hoje fica o Rio Grande do Sul. Tinha mais de 2,5 metros de comprimento e, a julgar pelos dentes, se alimentava de folhas.
    Jorge Blanco/Divulgação

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    Fóssil foi descoberto em 2007 em um barranco à beira de um açude, em uma propriedade rural de Agudo (a 240 km de Porto Alegre)

    "Ele é parecido com o que se espera de outros dinossauros primitivos, mas com algumas inovações anatômicas na estrutura do crânio, especialmente nos dentes, que sugerem que tinha uma dieta quase 100% herbívora", explica o paleontólogo Flávio Pretto, da Universidade Federal de Santa Maria, que descreveu o fóssil para sua tese de doutorado. "É um dos dinos mais antigos do mundo."

    Descoberto em 2007, em um barranco à beira de um açude, em uma propriedade rural de Agudo (a 240 km de Porto Alegre), o fóssil ficou mais de cinco anos guardado em um armário do Laboratório de Paleovertebrados da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sob a tutela do professor Cesar Schultz. "Estava só esperando alguém para estudá-lo, e acabou caindo na minha mão", comemora Pretto. É comum fósseis passarem anos guardados em coleções até serem estudados de fato por algum especialista - não apenas no Brasil, mas no mundo todo. É o que se costuma chamar, carinhosamente, de "paleontologia de gaveta".

    A descoberta tem relevância mundial, pois há muito poucos fósseis de dinossauros desse período, no início do Triássico, que foi quando os dinossauros começaram a se multiplicar e se diversificar pelo planeta. Os únicos lugares no mundo onde foram encontrados são justamente no interior do Rio Grande do Sul e no noroeste da Argentina.

    "O que sugere que esses bichos surgiram provavelmente em algum lugar próximo daqui", afirma Pretto. "Todo mundo que quiser estudar a origem dos dinossauros tem de vir para cá, olhar os nossos fósseis."

    "Todo o resto é mais novo, ou mais fragmentado", diz o paleontólogo Max Langer, da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, que também assina a descrição do fóssil, ao lado de Pretto e Schultz.



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    O Bagualosaurus é a sétima espécie de dinossauro do Triássico descoberta no Rio Grande do Sul

    O Bagualosaurus é a sétima espécie de dinossauro do Triássico descoberta no Rio Grande do Sul. Ele pertence à linhagem dos saurópodes, aqueles répteis gigantescos, de cabeça pequena (a dele tinha apenas 13 centímetros) e pescoço comprido, que mais tarde produziria espécies com mais de 50 metros de comprimento. Comparado a esses animais "titânicos" do Jurássico e do Cretáceo, ele era pequeno, mas se tratava de um bicho grande para a época. Outros dinos que conviveram com ele mal chegavam a 1,5 metro de comprimento.
    Os pesquisadores acreditam, até, que ele já tinha tamanho suficiente para competir por alimento com os herbívoros dominantes daquela época, que eram os rincossauros e os cinodontes (precursores dos mamíferos). Foi só depois que esses outros grupos desapareceram, por volta de 220 milhões de anos atrás, que os dinossauros se tornaram, de fato, a fauna dominante do planeta.
    Dieta

    O fato de o Bagualosaurus já ter uma dentição bem adaptada ao consumo de vegetação é especialmente importante para a história evolutiva dos dinossauros. Pretto explica que todos os saurópodes têm duas características em comum: o gigantismo e o herbivorismo. "Mas não sabemos exatamente o que veio primeiro", afirma.
    O Bagualosaurus sugere que a dieta de folhas surgiu primeiro, e pode ter sido a fonte de energia para o gigantismo. O estudo está publicado no Zoological Journal of the Linnean Society.


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    As fascinantes novas espécies de dinossauros descobertas recentemente

    Úmero de um Soriatitan golmayensis, nova espécie de dinossauro da família Brachiosauridaea descoberta por paleontólogos espanhóis Imagem: Fundação Conjunto Paleontológico de Teruel-Dinópolis
     
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  6. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    Gostei do nome desse dinossauro brasileiro. Devia ter um comportamento bastante peculiar (tanto em relação aos seus compatriotas quanto aos dinossauros estrangeiros). Fico imaginando se entre os dinos veganos havia pressão pra comer carne.
     
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  7. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    • Primeiros cães vieram para as Américas apenas por volta de 10 mil anos atrás, segundo achados arqueológicos

    A relação de amizade e dependência entre cães e homens remonta a pré-história, em que a aproximação de um animal que buscava restos de comida era interessante, pois podia significar proteção.

    Portanto, é natural que, com a chegada dos primeiros seres humanos à América, provavelmente há pelo menos 16 mil anos, os cães também viessem para o continente.

    Mas registros paleontológicos mostram que os primeiros cães a pisar em solo americano vieram apenas por volta de 10 mil anos atrás.
    Com base em informações genéticas de 71 restos de ossadas de cães da América do Norte e da Sibéria, uma equipe internacional de cientistas, liderados por pesquisadores da Universidade de Oxford, Universidade de Cambridge, Universidade Queen Mary de Londres e Universidade de Durham, concluiu que o cão "nativo" - ou pelo menos o cão que existia nas Américas antes do contato com o europeu, que veio após a "descoberta" do continente no final do século 15 - tinha um genoma completamente diferente dos lobos norte-americanos ou mesmo de outras linhagens de canídeos.
    A pesquisa, publicada pela revista Science desta quinta-feira, mostra ainda que o DNA desse ancestral praticamente desapareceu, quando comparado com espécies contemporâneas.

    Acredita-se que os europeus tenham trazido suas raças de cães e, ao menosprezar o cão local, acabaram por fazer com que a reprodução fosse evitada ou até mesmo combatida.

    Sim, o cão americano original era um herói, de uma linhagem que provavelmente cruzou o Estreito de Bering ao fim da era glacial e espalhou-se por toda a América, do Norte ao Sul. Mas, para o europeu colonizador, foi tido com um reles vira-lata sem valor - e tal juízo decretou sua extinção.
    Uma outra hipótese é que tais cães ancestrais tenham sucumbido a pestes trazidas a solo americano pelo europeu - e seus cachorros. Assim como muitos índios morreram por doenças desconhecidas de seu sistema imunológico, fenômeno parecido pode ter ocorrido no mundo animal.

    "Fato é que estudos de DNA sugerem que a população de cães americanos anterior à chegada dos europeus foi ampla e rapidamente substituída", afirma a pesquisadora Máire Ní Leathlobhair, do departamento de Medicina Veterinária da Universidade de Cambridge.
    "Dados obtidos por análise genética mostram que os cães contemporâneos são de um grupo filogenético diferente dos cães anteriores ao contato com os europeus."

    Ní Leathlobhair e sua equipe compararam os genomas dos 71 cães ancestrais com o material genético de 45 raças diferentes de cães contemporâneos.

    Illinois State Archaeological Survey
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    Os cães ancestrais americanos podem ter sido extintos por pestes trazidas por europeus com seus cachorros

    Genética


    Os pesquisadores concluíram que esse cão pioneiro das Américas era de um filo único originário do Ártico. Tal animal acompanhou diversas migrações humanas pela Ásia, sobretudo na Sibéria, até conseguir chegar ao continente americano.

    A primeira vez que paleontólogos encontraram vestígios desses cães ancestrais foi ainda nos anos 1930. Desde então, se acredita que as primeiras levas migratórias desse animal tenham ocorrido há cerca de 10 mil anos.
    A novidade do estudo publicado nesta semana, portanto, é o fato de que as ossadas foram analisadas geneticamente. E esse material foi comparado com os dos cães contemporâneos.

    Aí, além da surpresa de que praticamente nada deles restou nos cachorros atuais, veio ainda outra descoberta: um câncer conhecido há centenas de anos e que ainda hoje afeta populações caninas em todo o mundo pode ser o elo perdido a conectar os animais de hoje com esses cachorros ancestrais.

    Trata-se do tumor venéreo canino transmissível. É uma neoplasia exclusiva dos cães, o mais comum tumor genital entre esses animais - ocorre mais frequentemente em zonas de clima temperado, mas está presente em todos os continentes.
    "Este câncer, contagioso, se manifesta com tumores genitais. E se espalha entre os cães por transferência de células cancerígenas vivas, geralmente durante a cópula", explica a veterinária Ní Leathlobhair.

    Essa doença foi documentada por veterinários há centenas de anos, mas, de acordo com o estudo publicado hoje, pode ter surgido, na realidade, há muito mais tempo.

    Mais precisamente há 8,2 mil anos. O levantamento genético concluiu que a doença não surgiu em solo americano. Veio de uma matriz comum, ou seja, o ancestral asiático siberiano que deu origem ao cão nativo americano.

    Mas a julgar pelas análises efetuadas nas ossadas, originou-se justamente no lado que "ficou" na Ásia e, de lá, se espalhou por todo o mundo, inclusive para a Europa.

    Quando chegaram à América, os cães europeus traziam uma doença que os cães americanos já tinham - pois ambos a "receberam" de um antepassado comum.

    Legado


    Contudo, mesmo que o cão americano ancestral tenha sido extinto, algo dele sobrou? Não há um consenso entre os cientistas, mas muitos acreditam que certos tons de pelo dos lobos norte-americanos sejam resultado do cruzamento, em tempos remotos, com esses canídeos.

    "Além disso, alguns estudos anteriores sugeriam que algumas populações modernas de cães americanos possuem uma carga genética de cães ancestrais", relata Ní Leathlobhair.

    "Para testar essa hipótese, resolvemos realizar exames em mais de 5 mil cães modernos - incluindo exemplares de aldeias americanas. Encontramos de 7 a 20% de ancestralidade desses animais pré-colombianos."
     
  8. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    • Ilya Bobrovskiy/Universidade Nacional da Austrália
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      Fóssil de Dickinsonia encontrado na região do mar Branco, na Rússia

    Uma criatura de formato oval, com 558 milhões de anos de idade, 1,4 metro de comprimento e aparência similar à de uma água viva segmentada é, segundo uma nova
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    , o
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    mais antigo do mundo já identificado.

    Cientistas descobriram na
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    fósseis do animal, chamado de Dickinsonia, que estavam tão bem preservados que ainda continham moléculas de colesterol.

    A descoberta está sendo considerada o fim de um mistério científico. Até então, estudiosos não tinham conseguido confirmar se o Dickinsonia era de fato um animal - alguns o identificavam como fungos ou protozoários, por exemplo. Foram as moléculas de gordura encontradas no fóssil que deram a resposta.

    "A gordura é uma espécie de carimbo da vida animal", disseram os responsáveis pela descoberta, que foi publicada na revista Science.
    O Dickinsonia pertencia a um enigmático grupo de seres do período Ediacarano conhecidos como biota ediacarana. Eles são considerados os primeiros organismos multicelulares complexos a aparecerem na Terra.

    Mas, até então, eram considerados extremamente difíceis de classificar. Identificar a posição desses organismos na escala de tempo geológico se transformou em um dos maiores mistérios da paleontologia.

    Diferentes equipes de cientistas classificam esses organismos como liquens, fungos, protozoários e até mesmo como um estágio intermediário entre plantas e animais.

    A nova análise divulgada nesta semana classifica o espécime encontrado no noroeste da Rússia dentro do reino animal por causa da gordura encontrada nos fósseis.

    "As moléculas de gordura que encontramos provam que os animais eram grandes e abundantes há 558 milhões de anos, milhões de anos antes do que se pensava", disse Jochen Brocks, um dos autores do estudo e professor associado da Universidade Nacional Australiana (ANU).

    O 'Santo Graal' da paleontologia


    "Os cientistas lutam há mais de 75 anos para descobrir o que eram o Dickinsonia e outros fósseis bizarros", explicou ele, acrescentando: "A gordura que encontramos confirma agora que o Dickinsonia é o mais antigo fóssil animal conhecido, resolvendo um mistério de décadas que tem sido o Santo Graal da paleontologia".

    Esses organismos apareceram há cerca de 600 milhões de anos e floresceram por dezenas de milhões de anos, antes do evento chamado de explosão cambriana, quando grande parte das espécies do período Ediacarano desapareceu.

    A enorme diversificação da vida na Terra ocorreu há cerca de 541 milhões de anos, quando a maioria dos principais grupos de animais pode ser identificada por meio de registro fóssil.

    Os organismos pluricelulares "deixam para trás" moléculas estáveis chamadas esteranos, que podem ser preservadas em sedimentos - ou seja, nos fósseis - por milhões de anos. A estrutura molecular e a abundância desses componentes podem ser específicas para determinados tipos de organismos, facilitando sua identificação.

    Ilya Bobrovskiy, da ANU, extraiu e analisou moléculas de dentro do fóssil do Dickinsonia. Ele descobriu elevados níveis de colesterol nelas, acima de 93%. A título de comparação, os sedimentos ao redor do animal apresentavam taxas de 11% desse tipo de gordura.
    Além disso, o fóssil não apresentava tipos de moléculas estáveis que às vezes são deixadas para trás pelos fungos.

    "O problema que tivemos que superar foi encontrar fósseis de Dickinsonia que retivessem alguma matéria orgânica", disse Bobrovskiy.

    "A maioria das rochas que contêm esses fósseis, como as da Ediacara Hills, na Austrália, sofreram muito calor, muita pressão, e foram desgastadas com o tempo - essas são as rochas que os paleontólogos estudaram por muitas décadas, o que explica por que eles estavam presos na questão da verdadeira identidade de Dickinsonia".

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  9. Clara

    Clara Antifa Usuário Premium

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