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Evento Maior Jogador da História do FLAMENGO - Indicações

Tópico em 'Esportes' iniciado por Olórin of Lórien, 11 Nov 2011.

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    Assim como em outras áreas do Fórum, nossa área de Esportes também ganha um combate. Aliás, um combate não, vários!

    Este combate ira eleger O Maior Jogador da História do Flamengo, e o vencedor daqui irá, junto com os vencedores dos demais 11 times participantes para o combate que irá eleger O Maior Jogador da História dos 12 Grandes Clubes Brasileiros.

    Como este evento deve ser mais curto, terão regras mais restritas. Cada usuário só poderá indicar um jogador, assim mais usuários terão a chance de indicar. Ao todo serão apenas oito jogadores por clube (este número pode ser revisto se quiserem). Caso daqui a uma semana não se complete este número, quem já indicou estará liberado para indicar mais jogadores.

    Todas as indicações deverão conter: Nome, Apelido (se houver), Data de Nascimento (e Falecimento se for o caso), Época no Clube, um breve resumo sobre os feitos dele (opcional, mas enriquece a indicação) e pelo menos uma foto (fotos a mais e vídeos são opcionais).


     

    Arquivos Anexados:

    Última edição: 17 Fev 2012
    • Gostei! Gostei! x 1
  2. Knolex

    Knolex Well-Known Member In Memoriam

    Goleiro Bruno. Porque é o jogador que melhor representou em sua trajetória a torcida flamenguista.
     
    • LOL LOL x 2
  3. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Por geração:
    Leonidas da Silva, Evaristo de Macedo, Rondinelli, Zico, Junior, Romário e Petkovic
    Com dor no coração pelo Leandro, Adilio e Andrade, mas já peguei 2 da mesma geração.
    Se pegasse apenas os que nasceram na Gávea, entrariam, juntamente com Gerson e outros.


    Como sei que a maioria dos citados acima vão ser indicados, a não ser que trollem o evento, eu preferi colocar outro. Que era o grande idolo do Flamengo até o galinho aparecer.


    Nome: Thomaz Soares da Silva
    Apelido: Zizinho

    Nascimento: 14/09/1921
    Falecimento: 08/02/2002
    Época no Flamengo: 1939 à 1950
    Seleção: 1942 à 1953

    Carreira:
    Simplesmente era (e ainda deve ser) o ídolo do Pelé. Ponto final.

    Foi o grande nome do Flamengo antes do aparecimento da geração dos anos 80. Foi importantíssimo para firmar o Flamengo entre os grandes clubes nacionais e infelizmente foi muito prejudicado na seleção pela ausencia de copas nos anos 40, quando vivia seu auge. Ficou por 11 anos no clube e foi vendido ao Bangu pouco tempo antes da copa de 50.
    Teve uma chance em 50 na seleção e foi um dos jogadores que saíram marcados, já que era a grande estrela da compania. Apesar de ter sido considerado o melhor jogador daquela copa, não teve chances na copa seguinte.
    Ziraldo ainda hoje responde que seu grande ídolo no Flamengo é o Zizinho, e muitos dos mais antigos ainda mantem essa posição. Zico indiscutivelmente foi o jogador que levou o Flamengo aos patamares mais altos, contudo estudiosos ainda preferem dizer que tecnicamente Zizinho era mais completo e o grande jogador que o Flamengo já formou e teve em seu elenco.


    Foto histórica: Zizinho e Leonidas que conviveram por poucos anos no Flamengo.
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    Foto do primeiro tricampeonato carioca do Flamengo:
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    Feitos no Flamengo (fonte: wikipedia)

    Títulos
    Flamengo:
    Torneio do Inicio: 1946
    Campeonato Carioca:1939, 1942, 1943; 1944
    Torneio Relâmpago do Rio deJaneiro:1943
    Troféu Cezar Aboud:1948
    Troféu Embaixada Brasileira na Guatemala:1949
    Troféu EL Comite Nacional Olimpico da Guatemala:1949
    Taça Cidade de Ilhéus:1950

    Seleção Brasileira:
    Copa Rocca:1945
    Copa America:1949
    Campeonato Sul-Americano (1949)

    Premios
    Melhor jogador da Copa do Mundo: 1950
    Craque do time das estrelas da Copa do Mundo (World cup all-star team player) - (1950).
    Artilheiro do Campeonato Carioca: 19 gols: (1952).
    Quarto Maior jogador Brasileiro do Século XX Pela IFFHS: 1999
    Décimo Maior jogador Sulamericano do Século XX Pela IFFHS: 1999
     
    Última edição: 12 Nov 2011
    • Gostei! Gostei! x 2
  4. BeorZenni

    BeorZenni Usuário

    Zico, bom alguem ia ter que falar dele né

    Nome: Arthur Antunes Coimbra
    Apelido: Zico

    Nascimento
    : Rio de Janeiro, 3 de março de 1953
    Ainda vivo
    Época no Flamengo: décadas de 70 e 80
    Seleção: Copas Argentina 1978, Espanha 1982 e México 1986

    Carreira:
    Treinador, ex-futebolista e ex-dirigente brasileiro, que atuava como meia. Atua como comentarista esportivo na TV Esporte Interativo. Atualmente, treina a seleção iraquiana.

    Notabilizou-se como o carismático líder da vitoriosa trajetória do Flamengo nas décadas de 1970 e 1980, com ápice nas conquistas da Taça Libertadores da América e da Copa Intercontinental pela equipe carioca, além de quatro títulos no Campeonato Brasileiro e de suas participações pela Seleção Brasileira nas Copas Argentina 1978, Espanha 1982 e México 1986.

    É considerado por muitos especialistas, profissionais do esporte e, em especial, pelos torcedores do Flamengo, o maior jogador da história do clube, e o maior futebolista brasileiro desde Pelé. Não são poucos também os que o consideram como o melhor jogador de futebol dos anos 1980, sendo chamado frequentemente no exterior de "Pelé Branco". É o maior artilheiro da história do estádio do Maracanã, com 333 gols em 435 partidas. Marcou 135 gols em campeonatos brasileiros.

    Foi eleito como o terceiro maior futebolista brasileiro do século XX, o sétimo maior da América do Sul e o décimo quarto entre todos do Mundo, segundo a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS). É um dos quatro brasileiros a figurar no Hall da fama da FIFA (os outros são Pelé, Garrincha e Didi). Foi eleito pela própria Federação Internacional de Futebol (FIFA), o oitavo maior jogador do século, o nono maior jogador do século XX pela revista France Football, o nono Brasileiro do Século no esporte, segundo pesquisa realizada pela revista IstoÉ, e o décimo maior jogador de todos os tempos pela revista inglesa World Soccer.

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    Flamengo

    Copa Intercontinental.svg Copa Européia/Sul-Americana - Mundial Interclubes: 1981
    CONMEBOL - Liberators Cup.svg Copa Libertadores da América: 1981
    CBF - Brazilian Championship.svg Campeonato Brasileiro: 1980, 1982, 1983, 1987
    Rio de Janeiro Campeonato Carioca: 1972, 1974, 1978, 1979, 1979 (especial), 1981, 1986
    Rio de Janeiro Taça Guanabara: 1972, 1973, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1988,1989
    Rio de Janeiro Taça Rio de Janeiro: 1985, 1986
    Rio de Janeiro Taça Euzébio de Andrade: 1987
    Goiás Torneio Quadrangular Internacional de Goiás: 1975
    São Paulo Torneio Quadrangular de Jundiaí: 1975
    Mato Grosso Torneio Quadrangular de Mato Grosso: 1976
    Brasil Taça Geraldo Cleofas Dias Alves: 1976
    Espanha Troféu Ramón de Carranza: 1979, 1980
    Espanha Torneio das Astúrias: 1980
    Espanha Torneio de Algarve: 1980
    Espanha Troféu Cidade de Santander: 1980
    Itália Torneio de Nápoles: 1981
    Brasil Paraguai Taça Confraternização Brasil-Paraguai: 1982
    Brasil Argentina Troféu Brasil-Argentina: 1982
    Japão Copa Kirin: 1988
    Espanha Troféu Colombino: 1988
    Alemanha Torneio de Hamburgo: 1989

    Udinese

    Itália Quadrangular da Cidade de Udine: 1983

    Kashima Antlers

    Japão Copa Muroran: 1992
    Japão Copa Suntory (1ª fase): 1993
    Japão Meiers Cup: 1993
    Japão Pepsi Cup: 1993

    Seleção Brasileira

    Torneio Pré-Olímpico: 1971
    Torneio do Penalty : 1974
    Estados Unidos Torneio Bicentenário dos Estados Unidos: 1976
    Brasil Argentina Copa Roca: 1976
    Brasil Uruguai Copa Rio Branco: 1976
    Brasil Paraguai Taça Oswaldo Cruz: 1976
    Argentina Taça do Atlântico: 1976
    Colômbia Mundialito de Cáli: 1977
    Inglaterra Taça da Inglaterra: 1981
    França Taça da França: 1981
    Troféu Sport Billy: Equipe Fair play da Copa do Mundo 1982 e Equipe Fair play da Copa do Mundo 1986

    Seleção Brasileira de Masters

    Brasil Copa do craque (Copa Zico): 1990
    Estados Unidos Copa Pelé: 1991

    Seleção Brasileira de Futebol de Areia

    Copa do Mundo de Futebol de Areia: 1995 e 1996
    Copa América de Futebol de Areia: 1995 e 1996
    Japão Torneio internacional de Futebol de Areia

    Campanhas de destaque

    3ª Colocação Copa do Mundo: 1978
    3ª Colocação Copa América: 1979

    Como Técnico

    Seleção Japonesa

    Japão Copa da Ásia: 2004
    Japão Copa Kirin: 2004

    Fenerbahçe

    Turquia Campeonato Turco de Futebol: 2007
    Turquia Supercopa da Turquia: 2007
    Turquia Antalya Cup: 2007

    Bunyodkor

    Uzbequistão Copa do Uzbequistão: 2008
    Uzbequistão Campeonato Uzbeque de Futebol: 2008

    CSKA Moscou

    Rússia Supercopa da Rússia: 2009
    Rússia Copa da Rússia: 2009

    FIFA 100: 2004
    All-Star Team da Copa do Mundo da FIFA: 1982
    Seleção de Futebol do Século XX
    Hall da Fama FIFA: 2000
    Melhor Jogador do Mundo eleito pela Revista Placar (BRA), Guerin Sportivo (ITA), El Mundo (VEN), Don Balón (ESP): 1981
    Melhor Jogador do Mundo eleito pela World Soccer (ING): 1983
    Bola de Prata da Revista Placar: 1974, 1975, 1977, 1982, 1987
    Bola de Prata da Revista Placar (artilheiro): 1980, 1982
    Bola de Ouro da Revista Placar: 1974, 1982
    Melhor Jogador Sulamericano do ano eleito pelo jornal El Mundo: 1977, 1981, 1982
    Melhor Jogador Sulamericano do ano eleito pelo jornal El Gráfico: 1982
    Melhor Jogador da Copa Libertadores da América: 1981
    Melhor Jogador da final da Copa Européia/Sul-Americana: 1981
    Melhor Jogador do Futebol Brasileiro dos Últimos 30 anos - Rede Globo / Esporte Espetacular (BRA): 2003
    Melhor Jogador Brasileiro dos últimos 35 anos - Revista Placar: 2005
    Melhor Jogador do Torneio Cidade de Santander: 1980
    Prêmio Chevron "Melhor Jogador do Campeonato Italiano" Temporada 83/84: 1984
    FIFA XI - Melhor Jogador do jogo Argentina Vs Resto do Mundo - 1 gol: 1979
    FIFA XI - Europa Vs Resto do Mundo - 1 gol: 1982
    Hall da Fama do Futebol Internacional - International Football Hall of Fame (IFHOF): 1997
    CNN Sports - 100 Maiores das Copas: 2002
    Golden Foot Award (Lenda do Futebol): 2006
    9º Maior Artilheiro da história do futebol Mundial: 2010
    Décimo quarto Maior jogador do Século XX pela IFFHS: 1999
    Sétimo Maior jogador Sulamericano do Século XX Pela IFFHS: 1999
    Terceiro Maior jogador Brasileiro do século XX pela IFFHS: 1999
    Nono Maior jogador do século XX pela revista - France football: 1999
    Oitavo Maior Jogador do Século XX pelo Grande Júri FIFA: 2000
    Décimo Maior jogador de todos os tempos pela revista inglesa - World Soccer: 2010
    3º Melhor Jogador do Mundo pela World Soccer: 1984
    Guerin d´Oro - goleador por média de gols da série A - Campeonato Italiano : 1983
    4º Melhor Jogador do Mundo pela World Soccer: 1982
    2º Melhor Jogador Sulamericano do ano eleito pelo jornal - El Mundo (VEN): 1976
    2º Melhor Jogador Sulamericano do ano eleito pelo jornal - El Mundo (VEN): 1980
    Chuteira de Bronze da Copa do Mundo de 1982: 1982
    100 Craques do Século da World Soccer: 1999
    100 Craques do Século da Revista Placar: 1999


    Maior artilheiro de todos os tempos do Estádio Mário Filho (Maracanã) - 333 gols
    Maior goleador do Maracanã num único campeonato, 30 gols - 1975
    Zico foi quem mais marcou num único jogo no Maracanã, 6 gols, na goleada de 7 a 1 do Flamengo contra o Goytacaz - 1979
    Maior artilheiro meio campista do mundo de todos os tempos, gols oficiais 522, gols no total 826
    Maior artilheiro da Seleção Brasileira em eliminatórias de Copas do Mundo com 11 gols
    Maior vencedor de todos os tempos do prêmio Bola de Prata / Bola de Ouro da Revista Placar, com 2 bolas de ouro e 7 de prata
    Maior vencedor do prêmio Futebolista Sulamericano do Ano oficial com 3 Bolas de ouro e 2 de prata - El Mundo (VEN)
    Maior artilheiro da história do Flamengo - 568 gols
    Recorde de gols pelo Flamengo em uma só temporada, 56 gols - 1976
    Marcou 81 gols em 70 partidas com a camisa do Flamengo - 1979
    Recorde de gols em partidas seguidas no Campeonato Japonês, 11 gols em 10 jogos seguidos - 1992
    Artilheiro da temporada no Brasil, 63 gols - 1976
    Artilheiro da temporada no Brasil, 48 gols - 1977
    Artilheiro da temporada no Brasil, 89 gols - 1979
    Artilheiro da temporada no Brasil, 53 gols - 1980
    Artilheiro da temporada no Brasil, 59 gols - 1982

    Copa Libertadores da América: 1981 - (11 gols)
    Campeonato Brasileiro: 1980 - (21 gols)
    Campeonato Brasileiro: 1982 - (20 gols)
    Campeonato Japonês: 1992 - (21 gols)
    Campeonato Carioca: 1975 - (30 gols)
    Campeonato Carioca: 1977 - (27 gols)
    Campeonato Carioca: 1978 - (19 gols)
    Campeonato Carioca: 1979 - (26 gols)
    Campeonato Carioca Especial: 1979 - (34 gols)
    Campeonato Carioca: 1982 - (21 gols)
    Taça Guanabara: 1975 - (10 gols)
    Taça Guanabara: 1982 - (12 gols)
    Troféu Ramón de Carranza: 1979 - (3 gols)
    Troféu Ramón de Carranza: 1980 - (2 gols)
    Torneio de Nápoles: 1981 - (4 gols)
    Troféu Cidade de Santander: 1980 - (3 gols)
    Copa Rio Branco: 1976 - (2 gols)
    Mundialito de Cáli: 1977 - (4 gols)
    Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 1978: 1977 - (05 gols)
    Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 1982: 1981 - (05 gols)
    Chuteira de Bronze da Copa do Mundo FIFA de 1982: 1982 - (4 gols)
    Brasil Artilheiro da temporada no Brasil - 63 gols - 1976
    Brasil Artilheiro da temporada no Brasil - 48 gols - 1977
    Brasil Artilheiro da temporada no Brasil - 89 gols - 1979
    Brasil Artilheiro da temporada no Brasil - 53 gols - 1980
    Brasil Artilheiro da temporada no Brasil - 59 gols - 1982
    Estados Unidos Copa Pelé - 1991
    Brasil Copa do mundo de futebol de areia - 12 gols - 1995
     
    • Gostei! Gostei! x 2
  5. Deriel

    Deriel Administrador

    Última edição: 14 Nov 2011
  6. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Perfeita essa foto. Ele já está devidamente uniformizado

    Só não podia usar essa camisa contra o Galo mineiro apenas por força da profissão.
     
  7. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Nome completo Leovegildo Lins da Gama Júnior
    Data de nasc. 29 de Junho de 1954 (57 anos)
    Local de nasc. João Pessoa (PB), Brasil
    Altura 1,72 m
    Apelido Maestro, Capacete
    Posição Lateral, Volante

    Carreira

    Fez fama atuando pelo Flamengo, onde jogou 865 partidas, sendo o jogador que mais vezes vestiu a camisa rubro-negra. Em sua primeira passagem, ele ficou no clube até 1985, quando foi vendido para o Torino, da Itália. Nos anos em que jogou no Torino, clube italiano, Júnior impressionou o país com o seu grande futebol. Prova disso é a homenagem que recebeu no centenário do clube. Depois, ainda teve uma rápida passagem pelo Pescara, do mesmo país.

    Em 1989, aos 33 anos e a pedido de seu filho, que nunca o vira jogar pelo Flamengo, Júnior voltou para comandar a equipe rubro-negra nas conquistas da Copa do Brasil de 90, o Campeonato Estadual de 91 e o Brasileirão de 92.

    Em 1992, atuando como meia, liderou o Flamengo ao pentacampeonato brasileiro, no Brasileirão daquele ano. Tal fato é considerado um feito, tendo em vista a idade avançada do então meia, com 36 anos. Neste último foi um autêntico maestro, pois de seus pés surgiriam as jogadas que surpreenderiam os rivais na reta final daquele campeonato. Fez, inclusive, um dos gols do 1o jogo da final. O "Vovô-Garoto", como ficou conhecido na segunda fase em que esteve no time rubro-negro, viveu muitos dias de glória no clube, fazendo 74 gols ao todo com a camisa rubro-negra.

    Encerrou a carreira de jogador em 1993 e no mesmo ano assumiu a função de treinador do time substituindo Evaristo de Macedo e ficou no clube até 1994. Retornou ao clube em 1997 no lugar de Joel Santana. Foi ainda técnico do Corinthians em 2003, mas após 3 rodadas, entregou o cargo. Em 2004 assumiu a função de gerente de futebol do Flamengo ficando na função até o final daquele ano.

    Sem muito sucesso como técnico/manager de futebol, em 2007 retornou como comentarista do canal SporTV e PFC. A partir de 2009, com a saída de Sérgio Noronha, foi transferido para a equipe de esportes da Rede Globo, sendo o comentarista titular dos jogos de times do Rio de Janeiro.

    Pela Seleção Brasileira, Júnior jogou 88 partidas entre os anos de 1979 e 1992, registrando oito gols. Fez parte de um dos maiores times que o futebol já produziu: a Seleção Brasileira de 1982. Participou das Copas do Mundo de 1982 e de 1986.

    Títulos

    Mundial de Clubes: 1981
    Copa Libertadores da América: 1981
    Campeonato Brasileiro: 1980, 1982, 1983,1992
    Copa do Brasil: 1990
    Campeonato Carioca: 1974, 1978, 1979, 1979 (especial), 1981, 1991
    Taça Guanabara: 1978, 1979, 1980, 1981, 1982
    Taça Rio: 1991
    Troféu Ramón de Carranza: 1979, 1980
    Torneio de Goiás: 1975
    Torneio de Jundiaí: 1975
    Torneio de Mato Grosso: 1976
    Taça Geraldo Cleofas Dias Alves: 1976
    Torneio das Astúrias: 1980
    Torneio de Algarve: 1980
    Troféu Cidade de Santander: 1980
    Torneio de Nápoles: 1981
    Taça Confraternização Brasil-Paraguai: 1982
    Troféu Brasil-Argentina: 1982
     
    • Gostei! Gostei! x 2
  8. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Que bom ler o Furia dizendo que o Junior conduziu o PENTAcampeonato.
    :g:
     
    • Gostei! Gostei! x 1
  9. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Com a empáfia da disputa das taça das bolinhas e a cassação da oficilização de fato no final ficou penta mesmo.
     
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    Dejan Petkovic


    Nascimento: 10/09/1972
    Outro Apelido: Pet, O Gringo
    Jogou no Flamengo em: 2000-02 e 2009-11

    Histórico: (era pra postar só sobre o Mengo, mas achei tão interessante que estou postando a maior parte, principalmente sobre o início)

    Petkovic nasceu na Iugoslávia, na região que atualmente forma a Sérvia, e foi naquele país, que aos dezesseis anos, deu ínicio á carreira de jogador de futebol. Seu primeiro clube foi o Radnički Niš, time da cidade de Niš, a terceira mais importante do país depois de Belgrado e Novi Sad.

    Em 1992, Pet se transferiu para o Estrela Vermelha, um dos mais populares clubes daquele país, e que houvera recentemente vivido o seu apogeu, ao conquistar nada menos do que o Campeonato Iugoslavo, a Liga dos Campeões da UEFA e o Mundial Interclubes. Assim, como não pudera ser diferente, o ainda jovem jogador que atuava com atacante, galgou os primeiros grandes passos como jogador profissional faturou mais dois campeonatos Iugoslavos, duas Copas da Iugoslávia, o apelido de Rambo e muita moral dentro e fora do país.

    Em dezembro de 1995 veio a grande chance de Pet, é que o jogador se desligou do Estrela Vermelha e foi a caminho do Real Madrid, da Espanha, um dos mais badalados clubes de todos os tempos. Inicialmente, disputaria a temporada 1995 / 1996 pelo clube merengue, entretanto, o excesso de craques naquele clube, fez com que Petkovic fosse emprestado ao Sevilla, time pelo qual, acabaria vivendo um dos mais delicados momentos da carreira, ao fraturar gravemente o pé esquerdo.

    Voltou ao Real Madrid ainda em 1996, passou rapidamente pelo Racing Santander e retornou mais uma vez ao Santiago Barnabéu, mas, encostado no clube espanhol, acabou aceitando uma proposta para atuar no Brasil, mais especificamente pelo Vitória, que, apesar das especulações negativas, acabou apostando no potencial do estrangeiro.

    Poucos eram aqueles que apostavam no deslanche de Petkovic no Vitória. Acostumado com um futebol completamente diferente daquele praticado no Brasil, o jogador que ainda era atacante, também vivia a responsabilidade de ter que substituir um dos maiores ídolos da torcida do time baiano, que por sinal, também marcou história no Flamengo, o tetracampeão Bebeto.

    Mas não demorou muito tempo para que Petkovic mostrasse todo seu potencial. Já na sua estréia contra o União São João fez um gol de falta e deu um passe para o gol do ex-botafoguense Túlio Maravilha no empate em 2×2, assim, pouco depois, Pet já era um dos queridos da torcida do Leão, com uma novidade: é que após a chegada do ex treinador do Fla, Celso Roth, Pet passou a jogar com meia-ofensivo, e se adaptou perfeitamente.

    O reflexo de tanto sucesso na Bahia, veio em 1998, quando o jogador passou a ser constantemente convocado para a sua seleção natal a Iugoslávia. Ídolo absoluto no Vitória, Pet marcou diversos gols e arrebatou de vez a torcida do time baiano, conquistando títulos e provando que nem só de boas partidas vivem os ídolos.

    Em meados de 1999, porém, Petkovic deixaria partido o coração dos torcedores baianos, já que suas partidas memoráveis não houveram passado despercebidas, e, o Venezia da Itália mirava no jogador a busca de um craque para a temporada européia de 1999 / 2000, de forma que, nem mesmo as diversas campanhas promovidas pela diretoria do clube baiano foram capazes de manter o jogador no Vitória.

    A volta a Europa, todavia, não foi proveitosa como se imaginara. Pet não se readaptou ao técnico e monótono futebol do velho continente, e ao fim da temporada, decidiu retornar á terras tupiniquins, mas desta vez, para defender um clube que aprendera a assistir e admirar, já nos tempos de Vitória. Tratava-se do Flamengo.

    Quando chegou ao Fla, comprado por uma importância aproximada de U$ 6,5 milhões, graças a parceria do clube com a ISL, Pet recebeu honras de estrela, até mesmo pelo seu histórico recente no Brasil, e obviamente, pelo seu potencial. Pet dava mostras claras de que não demoraria a assumir o posto de querido da maior torcida do Brasil, e as evidência se concretizaram, é claro, graças ao poder de fogo e boas atuações do jogador, a prova disso, é que, Pet marcou dois gols nas suas duas primeiras partidas vestindo o Manto Sagrado, além disso, o Flamengo só foi perder uma partida com o iugoslavo em campo depois de dez jogos, entretanto, aquela derrota foi dolorosa, e acabou mexendo com a estrutura do Mengão. Naquela ocasião, o Flamengo foi goleado pelo Vasco da Gama na decisão da Taça Guanabara de 2000, com show do recém-egresso do clube, Romário. Foi durante aquela partida que Petkovic conheceu exatamente a proporção da rivalidade entre Flamengo e Vasco, e, se não pensou ali em um revide, mais tarde pareceria que sim.

    Apesar da derrota para o rival, e não tendo estado em campo nas partidas finais do Campeonato Carioca 2000, Pet formaria o elenco que triunfou contra o clube de São Januário e se sagrou bicampeão estadual, ao repetir o campeonato do ano anterior, ainda sim, pode-se dizer que Petkovic não estava satisfeito.

    Certamente 2001 foi o ano de Pet no Flamengo, e a marca mais evidente foi eternizada em apenas um gol, contra aquele mesmo Vasco, que um ano antes houvera goleado o Fla, na decisão da Taça Guanabara.

    Finalista do Campeonato Carioca, e candidato ao quarto tricampeonato carioca da sua história, o Flamengo partiu para o último jogo do certame em desvantagem. Derrotado por 2 a 1 na primeira partida, o Flamengo precisava ganhar por dois gols de diferença para se sagrar tri estadual diante do Vasco, que houvera perdido para o Fla nos dois anos anteriores, e formara um grande time. E o time de São Januário esteve bem perto do título, ao terminar a primeira etapa da decisão com a partida empatada.

    Na segunda etapa, porém, os desafetos Petkovic e Edílson brilharam e jogaram com bastante sincronia, deixando o Flamengo a um gol do campeonato até os 43 minutos do segundo time, quando Pet partiu para cobrar uma falta sofrida na entrada da área e paralisou o Maracanã por alguns minutos, que se findaram ao balançar da rede defendida pelo goleiro vascaíno Helton.

    Não bastasse aquele título, Pet ainda deu ao Fla, também com outro memorável gol de falta contra o São Paulo, a Copa dos Campeões, título de ordem nacional, e que creditou o clube a participar da Taça Libertadores no ano de 2002. Foi ainda naquela ocasião que apareceram os primeiros rumores da naturalização de Petkovic, já que àquela altura, o país desejava vê-lo vestindo a camisa da Seleção Brasileira, porém isto acabou nunca acontecendo.

    Em 2002, ano díficil para o futebol do Flamengo, Pet partiu e dividiu a torcida do Flamengo. É que o meia deixou a Gávea e foi justamente para São Januário, a fim de defender o mesmo Vasco da Gama, que um ano antes tombara aos pés do gringo. A polêmica transferência, como não poderia deixar de ser, causou tremores, e parte da torcida rubro-negra demorou a digerir a mudança de Pet.

    Depois de cair nas graças também dos vascaínos com o Carioca de 2003, Pet iniciou a sua vasta peregrinação: Shanghai Shenhua (China), Vasco de novo, Al-Ittihad, Fluminense (onde fez o milésimo gol do Flu em Brasileiros), Goiás, Santos, Atlético-MG... e finalmente volta ao Flamengo.

    O resto da história, uma das maiores reviravoltas de um time da história do futebol brasileiro, culminando na conquista do Brasileirão de 2009, onde Pet foi fundamental, ainda está fresco em nossas memórias.

    No entanto, vários problemas físicos e resultados ruins durante o ano de 2010, além da chegada de Vanderlei Luxemburgo em 2011 buscando renovação no elenco, motivaram o processo de despedida do futebol, que se consumou na terceira rodada do Brasileirão deste ano, numa festa que também está fresca na nossa memória, assim como o talento e garra deste craque.


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  11. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Isso aí.
    Listinha:
    Leonidas da Silva, Zizinho, Evaristo de Macedo, Rondinelli, Zico, Junior, Romário e Petkovic



    Nome: Leônidas da Silva
    Apelido: Diamante Negro
    Nascimento: 06/09/1913
    Falecimento: 24/01/2004

    Época no clube: 1936 à 1941
    Época na seleção: 1934 à 1946

    Carreira:
    Chegou ao Flamengo em 1936 já como um grande jogador e o principal nome da seleção brasileira que havia sido eliminada da Copa em 1934 no primeiro jogo, mas com gol anotado por Leônidas.
    Foi o primeiro grande ídolo do Flamengo onde atuou durante seu auge dos 23 aos 28 anos. Famoso por ser o inventor da jogada bicicleta, no Flamengo a realizou em apenas uma oportunidade contra o Independiente da Argentina, que ajudou a mundializar sua fama e sua invenção. No Flamengo também foi um dos primeiros negros a atuar pelo clube, e o primeiro grande ídolo negro da nação, o que ajudou a chamar a atenção ao preconceito existente contra os negros.
    Pela seleção brasileira teve uma carreira brilhante com impressionante média de gols de mais de 1 gol por partida. Em 1938 levou o Brasil a sua melhor participação, ficando em 3º lugar e anotando 2 dos 4 gols da disputa pela 3ª posição. Esses 2 gols se somaram aos outros 6 feitos durante o campeonato, o que o conferiu o prêmio de artilheiro da competição e um lugar no time de craques da competição ao lado de apenas mais outro brasileiro, Domingos da Guia com quem havia jogado pouco tempo em 1936 no Flamengo. Na eliminação contra a Itália ele não pode jogar devido a uma contusão e muita polêmica foi gerada em torno quanto ao treinador ter menosprezado a seleção italiana e forjado a contusão, ou a de propina paga pelo então ditador Mussolini para que Leonidas não atuasse. O fato é que a semifinal poderia ter sido muito diferente caso Leonidas tivesse atuado.
    Também é mais um dos jogadores que foram prejudicados pela ausência de copas nos anos 40, quando atuava pelo São Paulo mas ainda estava em um nível para brilhar em pelo menos mais uma competição mundial.


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    Títulos: (wikipedia)
    Flamengo
    Campeonato Carioca: 1939
    Taça João Vianna Seilir de 1936

    Seleção Brasileira
    Copa Rio Branco: (1932)
    Copa Roca: (1945)




    Feitos: (wikipedia)
    Flamengo: 142 gols em 179 jogos
    Seleção Brasileira: 37 gols em 37 jogos
    Artilheiro da copa do mundo de 1938 - 8 gols
    Craque da seleção da copa do mundo de 1938
     
  12. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Nome: Antônio José Rondinelli Tobias
    Apelido: Deus da Raça
    Nascimento: 26/06/1955

    Época no clube: 1974 à 1981
    Época na seleção: 1979 à 1980

    Carreira:
    Chegou ao Flamengo aos 16 anos e ali permaneceu por 10 anos atuando em mais de 400 jogos.
    Fez parte do início da formação que viria a ser o maior Flamengo de todos os tempos, atuando com o Galinho em início de carreira.
    Não era conhecido por técnica apurada ou habilidade fora de série, não foi convocado muitas vezes para a seleção (apeas 5 convocações), mas possuia um vigor ímpar e depois de um início brigando pela posição de titular, essa característica raçuda lhe conferiu a titularidade absoluta e o apelido incontestável de "Deus da Raça". Zico uma vez chegou a dizer que foi o único jogador que ele viu que dividiu uma bola com a própria cabeça nos pés de um adversário. E não era qualquer adversário, era a patada atômica de Rivelino.
    Seu auge foi no final da década de 70 e seu momento mágico foi a final do carioca de 78 contra o Vasco quando arrancou da defesa até a área vascaína para a cabecear um escanteio batido por Zico. Um cabeceio que mais parecia um chute. Esse gol foi aos 41 minutos do segundo tempo e definiu o título a favor do Flamengo. Muitos apontam esse título como o ponto de partida da arrancada Flamenguista à hegemonia nacional no início da década de 80. Em 80, aliás, Rondinelli ainda estava no clube e contribuiu para a primeira conquista em território nacional da equipe rubro-negra.
    Infelizmente Rondinelli não permaneceu para o ano mágico de 1981 quando se transferiu para o Corinthians, outro clube que sempre prezou por essa característica de raça. Contudo não permaneceu no futebol por muito mais tempo, se aposentando em 1983 com apenas 28 anos.



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    Títulos:
    Flamengo
    Campeonato Carioca: 1974, 1978, 1979, 1979 (Especial)
    Taça Guanabara: 1978, 1979, 1980
    Troféu Ramón de Carranza: 1979, 1980
    Campeonato Brasileiro: 1980

    Feitos:
    Bola de Prata - Revista Placar - (1978)
     
  13. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Já que ninguém continua.


    Nome: Luís Carlos Nunes da Silva
    Apelido: Violino, Carlinhos

    Época no clube: 1958 à 1969; 1983 à 2000
    Época na seleção: 1964

    Carreira:
    O grande carlinhos, eterno na Gávea.
    Como jogador, a exemplo de alguns de sua época, jogou quase que apenas com 2 camisas: Flamengo e seleção. Na seleção, é verdade, não vestiu muitas vezes por ter sido uma época de ouro do futebol brasileiro com concorrências dificeis. Foi convocado no período entre copas de 62 e 66 quando a seleção se renovava da geração bicampeã.
    Vestiu o manto sagrado por mais de 500 jogos. Mas viveu no Flamengo um período de baixa do clube conquistando apenas 2 estaduais, apesar de ter levado o primeiro titulo oficial não-estadual para o clube, o Rio-SP de 61. Seu apelido, violino, se deveu a forma com que jogava futebol. Sempre com classe e de passes refinados. Apesar de não ter tido carreira na seleção, é considerado um dos grandes meio-campistas que o Flamengo possuiu. Foi preterido em 62 pelo jogador palmeirense Zequinha e não alcançou a copa de 66.
    Sua educação e classe lhe renderam o prêmio Belfort Duarte, dado a jogadores que nunca foram expulsos de campo em toda a carreira.

    Contudo, Luís Carlos ficaria mais conhecido e teria sua maior relevância após se aposentar e virar figura cativa na Gávea. Sendo que todos passaram a chamá-lo simplesmente de Carlinhos. Por MUITOS anos serviu como um coringa no clube, o técnico interino tampão para todas as crises que ocorriam no clube, e não eram poucas. Contudo, se trata do interino mais vitorioso do futebol brasileiro. Assumiu pela primeira vez o comando técnico do time em 83 quando contribuiu por 5 jogos na campanha do tricampeonato do Flamengo. Venceu, dessa vez comandando na final, os brasileirões de 87 e 92. E sua última grande contribuição foi ter participado do tricampeonato carioca de 99-2001. Em 2000 teve a sua ultima passagem efetiva pelo clube e por motivos de saúde não mais assumiu a equipe. Contudo, continua figura carimbada na Gávea onde já recebeu homenagens e um busto pela sua lealdade com o clube.

    Um evento curioso ocorreu em 1970 quando naquela época os idolos que estavam se aposentando presenteavam algum jovem promissor com as suas chuteiras. O jovem das categorias de base escolhido por Carlinhos não era ninguém mais ninguém menos do que o Zico. Mostrando que de fato a visão de futebol dele e sua percepção de jovens craques era privilegiada, e que o faria ser tão importante no comando de um time em 87 que estava renovado da geração do inicio dos anos 80.


    Carlinhos e Nilton Santos
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    Carlinhos e o busto na Gávea
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    Títulos:
    Flamengo (jogador)
    Torneio Início do Campeonato Carioca: 1959
    Torneio Rio-São Paulo: 1961
    Campeonato Carioca: 1963, e 1965

    Flamengo (treinador)
    Taça Guanabara: 1988, e 1999
    Campeonato Carioca: 1991, 1999, e 2000
    Campeonato Brasileiro: 1987 e 1992
    Copa Mercosul: 1999


    Feitos:
    - Primeiro técnico negro a conquistar o brasileirão como técnico
    - Premio Belfort Duarte
     
    Última edição: 2 Dez 2011
  14. Primeiro clube a fechar.


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    Evaristo de Macedo Filho


    Nascimento: 22/06/1933
    Jogou no Flamengo em: 1953-57 e 1964-66
    Treinou o Flamengo em: 1993, 1998-99 e 2002-03

    Segundo o 'Velho Lobo' Zagallo, que jogou ao lado de Evaristo no Flamengo, "Evaristo era o tipo do jogador que tinha vaga em qualquer time que escolhesse". E, revelado pela Madureira, o jogador escolheu defender apenas o Flamengo no Brasil. Ficou cinco anos na Gávea, de 1952 a 1957, o que bastou para se tornar um dos grandes ídolos da história do Mais Querido do Brasil.

    Além de conquistar a torcida feminina por sua beleza, Evaristo se destacava dentro de campo pela sua velocidade, visão de jogo, inteligência na criação de jogadas, e grande capacidade técnica. Com 19 anos, foi convocado para a Seleção Brasileira que disputou as Olimpíadas de Helsinque, em 1952, quando ainda atuava pelo juvenil do Madureira. No ano seguinte, começou sua trajetória vitoriosa no Fla.

    Em seu primeiro campeonato, conquistou seu primeiro título: o Campeonato Carioca de 1953. Foram apenas quatro jogos e um gol, do jovem atacante, de 20 anos. Mas, em 1954, o atacante firmou-se entre os titulares e ganhou o posto de ídolo. Mais maduro e com uma participação mais efetiva, o atacante terminou a competição como vice-artilheiro, com 13 gols, e foi um dos destaques da conquista do bicampeonato. No ano seguinte, já nas graças da Nação, repetiu a dose, marcando mais 13 gols, e sendo fundamental para a conquista do segundo tricampeonato estadual do Flamengo.

    Tanto sucesso fez com que Evaristo fosse logo chamado para a Seleção Brasileira, onde estabeleceu recorde que segue até hoje: marcou cinco gols em uma única partida, contra a Colômbia, em vitória brasilieira pelo placar de 9x0. Foi também vice-campeão sul-americano, e um dos destaques na campanha do Brasil rumo à Copa de 58. Copa que ele acabou não disputando, por ter se transferido para a Europa.

    No Velho Continente, Evaristo conseguiu outra façanha. Foi ídolo tanto no Barcelona como no Real Madrid. Ficou cinco anos na equipe basca e dois na madrilenha, conquistando cinco Campeonatos Espanhóis (dois pelo Barça e três pelo Real) e três Copas da Uefa (todas pelo Barcelona). Depois de brigar com o astro do Real, Di Stéfano, o atacante voltou para o Brasil em 65, quando vestiu a camisa do Flamengo mais uma vez antes de se aposentar e começar uma vasta carreira como treinador.
     

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  15. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    E morreu um dos 8 maiores ídolos da história do Mengão, segundo eu.
    Triste.
     

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