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Mãe denuncia racismo contra filha de 4 anos; aluna é xingada de "preta horrorosa"

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 24 Jul 2012.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    [h=2]De acordo com ela, menina foi ofendida por avó de garoto que se revoltou com o fato de o neto ter dançado quadrilha com uma criança negra. Polícia vai investigar o caso[/h]

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    Fátima diz que filha está se sentindo inferior por ser negra e que vai procurar atendimento psicológico para a menina​

    Foi assim, segundo o que já foi apurado pela polícia, que a avó de um aluno de uma escola infantil particular em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, se referiu a uma menina de 4 anos, em um caso de crime de racismo que revoltou funcionários do Centro de Educação Infantil Emília e levou a mãe da criança a denunciar a mulher à polícia. A diretora da escola foi acusada de não ter feito nada para impedir as ofensas racistas e ainda ter tentado abafar o caso.

    O episódio ocorreu dia 10, mas somente ontem, apoiada pela organização não governamental SOS Racismo, a mãe da menina, a atendente de marketing Fátima Viana Souza, revelou detalhes do caso. Ela só ficou sabendo das agressões à filha porque a professora Cristina Pereira Aragão, de 34 anos, que testemunhou tudo, inconformada com a situação e com a falta de ação da diretora da escola, pediu demissão e procurou a família da menina para denunciar o que ocorreu. Outra professora confirmou aos pais da criança a denúncia feita por Cristina.

    Fátima lembrou que a festa junina foi no sábado, dia 7, e que toda a sua família foi para prestigiar a menina. Na terça-feira, dia 10, a avó do garoto, de acordo com o que consta no boletim de ocorrência policial ao qual o Estado de Minas teve acesso, invadiu a escola aos gritos querendo saber por que deixaram uma “negra horrorosa” dançar com o neto dela.
    disse a mãe, chorando.
    disse Fátima.

    A mãe disse ainda que não foi informada do ocorrido. No dia, seu marido buscou a filha na escola e tudo parecia normal. Ela lembrou que naquela terça-feira a menina chegou perturbada da escola, não jantou e não conseguiu dormir.
    disse Fátima. No dia seguinte, a menina vomitou na sala de aula e a diretora alegou para os pais que ela havia comido muitos salgados num piquenique da escola. A professora, que já havia pedido demissão, procurou os pais e contou o que havia acontecido.

    lamentou Fátima, que vai tirar a menina da escola e quer que a agressora seja punida.
    disse. Fátima informou que vai providenciar atendimento psicológico para a filha.
    concluiu.

    Indignação e demissão

    A professora Cristina contou ter ficado indignada com a falta de atitude dos responsáveis pela escola e pediu demissão.
    disse Cristina. Ela acrescentou que tentou evitar que a menina escutasse as ofensas, mas a mulher apontou o dedo em seu rosto e a mandou ficar calada, afirmando que a professora recebia salário para dar aula para o neto dela.

    O delegado da 3ª Delegacia de Polícia de Contagem, Antônio Fradico de Araújo, instaurou inquérito e vai intimar a avó do garoto, identificada apenas como Mariinha, e os demais envolvidos na ocorrência para prestar depoimento. A Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial de Contagem acionou os órgãos de defesa dos direitos humanos e também o Ministério Público Estadual, pedindo providências.

    Agravantes

    O advogado do SOS Racismo e professor de direito da PUC Minas, José Antônio Carlos Pimenta, esclarece que a pena para o crime de racismo pode chegar a nove anos de prisão. Mas, no caso da menina ofendida em Contagem, a Justiça pode considerar injúria racial, que tem pena de no máximo três anos.
    disse o advogado. A responsável pela escola também pode responder civilmente, pois ela tinha o dever legal de proteger a menina, analisou o advogado. A diretora, do Centro de Educação Infantil Emília, Joana Reis Belvino, foi procurada pelo EM, mas se recusou a comentar o caso. A polícia não forneceu informações que permitissem identificar e localizar a mulher denunciada por racismo.

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  2. Não sei nem o que dizer, de tão horrorizado que estou.
     
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  3. Éomer

    Éomer Well-Known Member

    Olha, se fosse com minha filha eu descobria onde essa velha vagabunda mora e ela ia sofrer. Mesmo que depois eu tivesse que responder por agressão a idosos e o escambau.

    E o que revolta é que nessas situações é normal a diretoria da escola tentar abafar o caso, principalmente em se tratando de escolas particulares.
     
    Última edição: 25 Jul 2012
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  4. abylos

    abylos Usuário Usuário Premium

    Só pensam na grabna, èomer, a educação fica em segundo plano e o respeito... nei sei dizer onde fica >_____<
     
  5. Mercúcio

    Mercúcio Well-Known Member

    Ainda bem que existem professores conscienciosos. Parabéns a essa professora que se demitiu em protesto contra a cretinice (sei lá se essa palavra existe) da diretora. :clap:
     
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  6. Elessar Hyarmen

    Elessar Hyarmen Senhor de Bri

    Esse caso aconteceu semana passada aqui em Minas e tá repercutindo bem.

    Essa avó que xingou a menina não vou nem dizer onde ela enfia esse xingamento.
     
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  7. Pim

    Pim God, I love how sexy I am!

    Essa vovó não tá com nada, tá mais atrasada que o Lula no colégio. Mal sabe ela que no final todo mundo é assim:

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  8. Tar-Mairon

    Tar-Mairon DARK LORD AND LOVING DAD

    .

    E o sangue de todos é vermelho, que o diga uma amiga metida a preconceituosa, de uma tia minha, que foi salva pela doação de sangue de um homem negro.

    .
     
    Última edição: 24 Jul 2012
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  9. Fernanda

    Fernanda Andarilho de Eriador e

    A professora é uma educadora de verdade e um ser humano digno, já a diretora é uma mercenária insensível. Porque ver uma criança de QUATRO anos passar por isso e não fazer nada é ser muito insensível.

    Quanto a agressora é uma racista que tem de responder em juízo e arcar com os custos de terapia da criança. Não é porque é idosa que tem de atenuar. Cadeia na velha.
     
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  10. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Espero que não abrande mesmo a pena. Esse negócio de abrandar penas porcausa de idade, escolaridade, etc, são absurdos.
    Não sei a idade dessa avó, talvez nem seja tão senhora já que o neto tem apenas 4 ou 5 anos.

    Só sei que até o momento nessa situação apenas as pessoas que fizeram correto ou que foram vítimas é que estão sofrendo. Uma psicologicamente (além dos familiares) e a outra que está desempregada.
    Tem que ser severo com essa avó e com a diretora pra suprir.
     
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  11. Éomer

    Éomer Well-Known Member

    Analisando eu acho que tem de ser um pouco mais severo até com a diretora. Até para dar uma assustada e repensarem um pouco essa política do abafa.

    Quanto à velha eu continuo achando que ele merece uma tunda bem aplicada. Porra, era uma criança de 04 anos.
     
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