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Israelenses e palestinos se unem para exploração do mar Morto

Morfindel Werwulf Rúnarmo

Geofísico entende de terremoto
A lama e o sedimento do mar Morto podem estar escondendo objetos com 500 mil anos de idade e de grande valor arqueológico e geológico --alguns dos quais forneceriam novas abordagens sobre a mudança climática contemporânea.

O projeto de investigação, conduzido pelos cientistas israelenses Zvi Ben-Avraham e Mordechai Stein, recebeu aprovação para ser levado adiante somente neste ano.

Apresentado uma década atrás, o projeto foi adiado vários vezes devido ao conflito político entre Israel e a Palestina, que agora formam parceria com outros quatro países --incluindo a Jordânia-- para tornar o estudo científico viável.



Exploração do mar Morto envolve seis países; lama e sedimentos serão analisados por universidade alemã​

A maior parte dos sedimentos do mar Morto permanece intacta. Isso ocorre porque o rio Jordão é o único a despejar suas águas e nenhum outro desemboca no local. Essas características permitem aos cientistas analisar e determinar a época e o tipo de clima predominante em certos períodos da história.

As camadas também podem mostrar possíveis ocorrências de terremotos descritos em textos bíblicos e elucidar os fluxos migratórios humanos.

Com custo estimado em US$ 2,5 milhões, o projeto deve se estender por 40 dias. Os trabalhadores vão participar das escavações, revezando-se em escalas de 12 horas contínuas.

Posteriormente, camadas do solo serão retiradas e enviadas para a Universidade de Bremen, na Alemanha, para serem refrigeradas e preparadas para estudos posteriores.

Fonte
 

Valinor 2020

Total arrecadado
R$1.495,00
Meta
R$4.800,00
Termina em:
Topo