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Senado aprova novas regras para mercado de TV por assinatura

Tópico em 'TV' iniciado por Maria Pretinha, 17 Ago 2011.

  1. Maria Pretinha

    Maria Pretinha Usuário

    Então, depois de um comentário do Knolex no tópico do 3%, pensie em criar este tópico aqui.

    E aí, a lei é completamente absurda? Ou pode mesmo estimular a produção e a veiculação de conteúdo nacional, eventualmente, conteúdo de qualidade, como a própria 3 por cento?
     
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  2. Thailendil

    Thailendil Usuário

    concordo que a lei possa estimular a produção e a veiculação de conteúdo nacional e na minha opinião a grande maioria do povo seja "imbecil"

    mas eu quero ter o direito de escolher o que vou assistir

    mas a parte de abrir espaço para as produções independentes é bem legal

    essa lei pode acabar sendo ótima ou péssima
     
  3. Maria Pretinha

    Maria Pretinha Usuário

    Mas você continuará tendo o direito de escolher, não? E desprezar produções nacionais em prol de reprises de programas estrangeiros (mais barato e mais seguro) não diminui suas possibilidades de escolha?

    Esse argumento é muito raso e muito viciado.

    Uma coisa é certa. Basta observar a grade de qualquer canal de TV paga hoje em dia, as repetições são absurdas, desde o History Chanel, passando pela FOX, até chegar aos canais de desenhos. E não é só repetição durante a semana, é repetição no mesmo dia. O que passa de manhã, passa a tarde e passa de madrugada.

    Talvez nada seria substituído, só seria acrescentado. Existem milhões de alternativas de custo, desde programas mais caros até programas que o custo é extremamente baixo.
     
  4. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Só quem aparentemente não gosta dessa liberdade de escolha é a Band que o tempo todo reclama, eu acho bom aumentar a concorrência, não? Só quem não quer é quem já se estabeleceu no mercado e eles (Band) ficam falando que é ruim para o povo, o quê? Ter mais opções? A menos que eu seja burro demais para ter entendido errado me parece que é bem-vindo.
     
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  5. Vëon

    Vëon Do you know what time it is?

    O problema é a qualidade das produções nacional, as vezes é melhor ter Mythbusters duas vezes ao dia do que aturar um Zorra Total. Mas como vai ter uma cota pra produção independente mais a liberdade dos canais a cabo, talvez surja algo de bom nisso. Ou não, sou pessimista com relação ao Brasil.
     
  6. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Raramente fico em cima do muro, mas nesse caso ainda não sei avaliar se isso será mais negativo do que positivo. Só o tempo dirá.
     
  7. Excluído045

    Excluído045 Banned

    Acho uma lei complicada: por um lado, interfere com a liberdade do cidadão (se bem que, como a MP postou, isso nem é argumento) e, por outro, valoriza a produção nacional. E sejamos menos pessimistas: o que garante a qualidade não é a competitividade? Então, se abrirão as portas para os programas nacionais, e de forma pulverizada, acho que é possível a qualidade dar uma guinada.
     
  8. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Eu procuro não ser pessimista baseado em nosso cinema nacional que durante um bom tempo esteve em baixa mas recentemente deu uma reerguida com produções de sucesso que alcançaram ótimas bilheterias.

    Sei que se tratando de TV existem diferenças, mas não custa acreditar.
     
  9. Maria Pretinha

    Maria Pretinha Usuário

    Lembrando que produção de conteúdo não é apenas dramaturgia.

    Exemplo de produção de baixo orçamento que pode surgir: programa sobre séries com comentaristas brasileiros. Acompanho vários blogs sobre séries e me divirto horrores com alguns podcasts. Assistiria tranquilamente a algum programa do gênero.

    E, reforçando, não interfere na escolha. Você pode sempre mudar de canal, assistir em outro horário, etc, etc, etc. Nenhuma produção nacional deve passar em horário nobre mesmo. Ou alta madrugada ou meio da tarde.

    E com investimento / espaço a produção nacional melhora sim. Não dá pra partir do pressuposto de que vai ser ruim, não precisa garantir espaço. A garantia do espaço é que vai fomentar a produção e, grdativamente, aumentar a qualidade também.
     
  10. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    E podemos tomar como uma referência positiva a TV Cultura que na época do auge quando recebia mais verba do governo realizou boas produções como as séries: "Mundo da Lua", "Castelo Ra Tim Bum" e o educativo "O professor" que foi a série que revelou o até então desconhecido ator Caio Blat.

    Quando existe boa vontade podemos ter sim boas produções artísticas ou educativas de qualidade.
     
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  11. Maria Pretinha

    Maria Pretinha Usuário

    E não precisa nem ser educativo. Por exemplo, vários canais abertos ou fechados já fazem versões de programas de fora, na maioria realities.

    Alguns canais, como GNT e Multishow (Globosat) tem intensa produção nacional, mesmo usando MUITOS programas de fora.
     
  12. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Acho que apenas meia hora de programação nacional em horário nobre é pouco, podia ter mais, e independentes.
     
  13. Haran Alkarin

    Haran Alkarin Usuário

    Uma dúvida, a televisão a cabo também é uma concessão pública, ou apenas a TV aberta?
     
  14. Thor

    Thor ἀλήθεια

    Acredito que só TV aberta... Mas não posso afirmar com certeza. TV Fechada só precisa ter autorização pra instalar cabo na rua e etc. O negócio é que TV aberta e rádio usam frequências que são do governo. Por isso tem que haver a concessão.
     
  15. Haran Alkarin

    Haran Alkarin Usuário

    A minha intuição é exatamente essa... Mas procurando no google termos os "concessão" e "tv a cabo", acha-se vários artigos que dão a entender que há sim uma espécie de concessão (por exemplo, esse
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    ), fala-se de "cassação de concessão" e etc. Mas nenhum site é confiável o bastante para matar a questão, além do que pode tratar-se de uma concessão em um sentido mais amplo, diferente da concessão pública da TV aberta.
     
    Última edição: 22 Ago 2013

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