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Lobisomens

Morgoth originalmente produziu Lobisomens alterando magicamente a forma de seus servos para que ficassem como lobos enormes e mágicos. Ele criou outros colocando alguns de seus espíritos servos nos corpos de grandes Wargs.

Estas criaturas podiam alterar sua forma de forma que pudessem permenecer eretos e usar sua mãos com garras, mas não podiam se transformar em Homens. Enquanto Lobisomens possuíam a inteligência dos Segundos a Nascer - e pudessem falar, usar ferramentas, e lançar feitiços - eles permaneciam lupinos em sua natureza.



Indivíduos

Caran-Carach, Guardião de Dol Guldur
Caran-Carach (S. "Presa Vermelha") era um descendente de Draugluin. Ele auxiliava na guarda à fortaleza de Dol Guldur, o lar do Necromanta (Sauron nos meados da Terceira Era). Alimentado com os restos dos prisioneiros de Sauron, esta horrível besta aprendeu a gostar de carne fresca viva. Mas tarde foi deixado livre para caçar importantes Elfos da Floresta e Homens da Floresta no sul de Mirkwood.



Carcharoth, O mais poderoso Lobo de Arda
Carcharoth (S. "Ventre Rubro") foi alimentado por Morgoth para matar Huan, o Nobre Cão de Caça de Valinor. Morgoth tomou uma das crias de Draugluin e alimentou-a com sua própria mão de vítimas vivas, até que Cacharoth tivesse ficado tão grande que não mais cabia nas cavernas dos grandes Lobisomens, e ficava aos pés de seu Mestre. Mas Lúthien foi capaz de enfrentá-lo. Mais tarde, contudo, quando Beren e Lúthien fugiam com a Silmaril, Cacharoth cortou fora a mão de Beren que segurava a Grande Jóia e engoliu. Poderoso era Carcharoth, mas seu interiori não podia suportar o calor emanado pela Silmaril. Louco com a dor, ele correu enlouquecido por Doriath, até que foi finalmente morto por Huan na Caçada do Lobo. Mas o Grande Huan também foi morto devido aos ferimentos mortais impostos a ele por Carcharoth. Após o Grande Lobo ter sido morto, a Silmaril foi retirada de suas entranhas por aqueles que o caçaram.


Draugluin, O Maior dos Lobisomens
Este servo de Morgoth era o senhor dos Lobisomens de Angband. Ele guardava a forteleza de Sauron na Primeira Era e foi morto por Huan, o Cão de Caça, quando este nobre animal acompanhou Lúthien para a fortaleza a fim de resgatar beren da Ilha dos Lobisomens. Draugluin fugiu quando percebeu que seu fim estava perto e morreu ao pés de seu Mestre Negro, Sauron, avisando-o que o Grande Cão de Caça estava ali.
 

Ilmarinen

Usuário
Eu SEMPRE achei que a estirpe dos lobisomens de Morgoth, eventualmente, gerou os DOIS tipos dos dois filmes obras primas do vídeo aí




Mensagem minha sobre o tema:

Morgoth fala...

Eu também acho que livre-arbítrio e fëa parecem estar relacionados. Mas o caso das Águias (e dos Ents também), me deixa encucado. Não é dito em algum lugar que Manwë e Yavanna trouxeram espíritos de fora dos "círculos do mundo" (seja lá o que isso quer dizer.. Arda ou Eä, dependendo da época da evolução do Silmarillion) e estes espíritos tornaram-se os Pastores das Árvores, que zelariam pelas criações de Yavanna, e as Águias de Manwë?... será que eles não tinham livre arbítrio? E seria possível ter livre arbítreo sem fëa? hummmm

As Águias sempre me parecerem os olhos de Manwë na Terra-média; algo similar a Glaurung, que parecia ser os olhos de Melkor na superfície...

Embora Tolkien tenha se embaralhado com isso depois quando foi falar das águias e explicar, sem conseguir direito, como é que Landroval e Gwaihir podiam ser animais "falantes" e , portanto, dotados de raciocínio, mas não ter alma, a melhor interpretação, a meu ver, é a que ele tinha desenvolvido antes: de que os Ents e as primeiras águias gigantes ( assim como os Lobisomens) são espíritos maiar que possuíram material orgânico pré-existente, corpos de animais e plantas sem alma, ao invés de criar um fána que virava hröa com o passar do tempo que era a rota mais longa pra encarnação definitiva. O mesmo valendo pros "boldogs" os espíritos maiar órquicos.

But true 'rational' creatures, 'speaking peoples', are all of human/'humanoid' form. Only the Valar and Maiar are intelligences that can assume forms of Arda at will. Huan and Sorontar could be Maiar-emissaries of Manwe. But unfortunately in The Lord of the Rings Gwaihir and Landroval are said to be descendants of Sorontar.

Nesse trecho Tolkien dá a entender que não gostava da idéia de maiar procriando à vontade. E logo em seguida em cai em contradição com o que falou... Coitado. Como Jallan comentou muito bem ele jogava com tantas idéias que contradizia o que havia acabado de dizer no parágrafo anterior:

http://forums.theonering.com/viewtopic.php?p=1255222#1255222

Voltando à explicação mais plausível dos Hnau , seres falantes, sem alma, devido à natureza alterada desse corpo, o hröa convencional nascido da carne de Arda mas habitado por um espírito ainu, animal ou vegetal, o ser "híbrido" assim criado podia passar adiante o intelecto e dom da fala para seus descendentes, os "rebents" dos ents, os Wargs e Lobos gigantes e águias falantes como Gwaihir e Landroval que eram da estirpe de Thorondor, sem que, necessariamente, esses seres fossem dotados de "alma" ou fëa no sentido literal do termo.

Inclusive vale lembrar: Tolkien também disse que Aulë tinha começado a instruir os Anões "golens" sem alma na língua que ele tinha criado ANTES deles terem recebido alma de Eru Ilúvatar o que quer dizer que, seja lá o que for que ele canalizava pros construtos, ( Tolkien disse que cada um deles seria uma projeção da Alma de Aulë), cada um deles era relativamente independente e não era só uma cópia do original.

Dá-se a entender que os Valar podem criar "simulacros" de alma senciente, capazes de ter que aprender ao invés de nascer com conhecimento codificado pronto, SEM o apoio de Eru Ilúvatar. O que remete diretamente, por exemplo, à "produção independente de Oromë" através do pensamento de Yavanna na concepção do HoME V.

Pode-se, então, presumir que existia no Anel do Poder uma pseudo-alma, capaz de raciocínio rudimentar, derivada do espírito original de Sauron que nasceu e se desenvolveu no Anel, fortalecendo-se com a subcriatividade canalizada pro objeto. O que bate também com a noção da "pedra fiel" dos druédain, onde o golem tomava as próprias decisões independentemente do seu criador tal como quando ele usou seus pés pra apagar o fogo.

Talvez tenha sido de um processo assim que a centelha vital do espírito de Glaurung nasceu sendo conectada diretamente à Matriz que era Melkor e pode ter sido assim também que Ungoliant nasceu. Assim como Oromë, numa versão primitiva, seria, aparentemente, o "Animus", parte macho da mente de Yavanna nascida por cissiparidade, Ungoliant seria a Anima de Melkor habitando uma forma "golem" moldada com a matéria-prima ( protomatéria/caos) do Vazio, da Noite Primordial.
 
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