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Tópico em 'Idiomas Tolkienianos' iniciado por Medeathan, 6 Jun 2004.

  1. Medeathan

    Medeathan Usuário

    Tenho visto nos tópicos que exitem muitas divergências sobre como é a pronuncia de certas palavras das linguas de Tolkien e mesmo de alguns significados. Acredito que isso se deve ao fato de pouca coisa ter sido escrita por Tolkien nas linguas élficas (e outras) e as alterações feitas por ele durante o tempo de criação. Talvez minha pergunta pareça boba , :?
    mas existe algum tipo de trabalho no sentido de padronizar aquilo que já se tem? Definir o que é o mais usual nessas linguas para facilitar o estudo? Todas as anotações de Tolkien sobre as linguas já estão disponíveis ou a familia dele ainda guarda muita coisa? São dúvidas que tem me aparecido desde que comecei a ler sobre quenia e sindarin.
     
  2. Beriadar

    Beriadar And I will see it all before

    Gostaria d complementar a pergunta do nosso amigo ... gostaria tb d saber se há alguma fonte na internet onde se "desenvolva" a linguagem ... ampliando-a, deixando-a mais completo, pq pelo q sei, há muito pouko sobre o quenya, por exemplo. Ñ dá p se ter em muitas ocasiões um diálogo muito claro, pelo menos eu acho.

    Enfim, keria saber se existe algum lugar onde eu possa encontrar novas palavras (mesmo q ñ reconhecidas), novas regras gramaticais etc ... Keria tb saber se isso pode ser feito ou se isso feriria os direitos autorais ...
     
  3. Tilion

    Tilion Administrador

    Essa é uma das questões mais polêmicas a respeito das línguas tolkienianas.

    Existem basicamente dois grupos de lingüistas tolkienianos: os mais "conservadores", que dedicam-se ao estudo do material deixado por Tolkien e rejeitam qualquer tentativa de "completar" os idiomas, estudando as línguas por elas mesmas (grupo esse encabeçado por Carl F. Hostetter e sua Equipe Editorial, que edita o material lingüístico de Tolkien ainda inédito nos jornais
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    e
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    ); e o grupo dos mais "liberais", pessoas que, além de se dedicarem ao estudo das línguas por elas mesmas (formação, evolução, etc), buscam também tornar as línguas - principalmente o quenya e o sindarin - "utilizáveis", no mínimo utilizáveis para a criação de textos mais consistentes. Esse último grupo pratica constantemente a reconstrução de palavras, que é o processo pelo qual se parte de uma raiz básica ou forma primitiva de élfico para criar uma palavra nova nos idiomas mais tardios: essas reconstruções quando usadas são chamadas de "neo-quenya" e "neo-sindarin", talvez o fato que os "puristas" mais odeiam nos "reconstrutores". Esse último grupo também é encabeçado por Helge K. Fauskanger.

    Eu particularmente me coloco nos dois grupos, pois me interesso tanto pelo estudo das línguas em si como pela criação de novos vocábulos e textos. Creio que é possível conciliar as duas vertentes, mas nem todos pensam assim (um deles é Hostetter).

    Porém, uma das "falhas" dessas reconstruções em relação ao quenya e o sindarin é o fato de que tais pessoas tomam como base para esse processo uma comparação direta com o inglês, o que de fato torna muito questionável a validade de tais criações, uma vez que nem o quenya nem o sindarin têm o inglês como "inspiração" no que diz respeito à morfologia e sintaxe - seria mais lógico tentar criar esses paralelos com o finlandês e com o galês, que foram os idiomas que de fato inspiram o quenya e o sindarin, respectivamente.

    Sugiro as seguintes leituras para que vocês tirem suas próprias conclusões sobre esse assunto:

    - a Introdução do
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    - as edições do jornal
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    - várias mensagens sobre o tema nas listas de discussões
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    e
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    Quanto a material para "reconstrução", dois sites ótimos são o
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