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[L] [Gandalf - the white] [ No ônibus]

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Gandalf - the white, 11 Out 2003.

  1. [Gandalf - the white] [ No ônibus]

    ae de novo eu na aula de matematica e me surgiu essa ideia, sei la foi mo rapido q eu escrevi, e nem deu tempo de rever naum, ja to postando aki jah!

    Um calor infernal fazia com que todos suassem feito porcos. O ponto de ônibus estava cheio de pessoas saindo das escolas e trabalhos para o horário de almoço. Meu ônibus chegou, e em meio a toda aquela gente eu entrei meio que empurrando alguns. O motorista nem boa tarde desejou a ninguem, e continuou a olhar, com seus óculos escuros, todos entrando. Seu rosto era magro, e além disso deixava-se perceber um nariz fino e grande, que tinha como base um bigode ralo, já com seus fios brancos.

    O ônibus arrancou. Todos sentaram-se e apenas um rapaz ficou de pé, mas bem lá na frente, perto do trocador. Sentei lá atrás e comecei a observar os passageiros. Primeiro o trocador, que era gordo que não cabia mais em sua cadeira, negro e que deixava apenas seu sorriso grande e branco a mostra para que todos notassem a sua simplicidade. Duas garotas sentadas na frente também me chamaram a atenção, pois eram extremamente belas. Uma loira e outra morena, cada qual com sua beleza,ordenada por um par de olhos azuis e outro de olhos verdes.

    Passei os olhos para o outro banco (onde o rapaz estava de pé), e lá encontrava-se uma senhora que olhava vagamente pela janela, e também uma garota de mais ou menos 17 anos, com o uniforme da escola, que esquecia das gotas de suor que escorriam-lhe ao rosto, pelo fato de que sua atenção estava toda voltada para o loiro de olhos azuis e cabelo liso, que se encontrava em pé ao seu lado, sem dar o mínimo de atenção a ela. Logo atrás, havia um casa que aparentava seus 35 anos, e que trocavam algumas palavras desanimadas, sempre deixando o silêncio voltar.

    O sinal tocou. O casal levantou-se, e desceram ali mesmo. "Merda, que calor dos infernos, eu to suando feito tampa de chaleira" pensei comigo mesmo. Tinha também um garoto meio estranho, com o cabelo rosa, roupa toda rasgada e escutando música em seu CD-PLAYER. Não havia mais ninguém, a não ser o viado que estava no banco a minha frente conversando com uma amiga pelo celular.

    Trinnn!!! P O R R A de sinal enjoado. A garota, vislumbrada com o cara ao seu lado, levantou-se e de tanto olhar, quando o ônibus parou no ponto ela caiu de joelhos, deixando os cadernos caírem. Pensei em ir ajudar, mas mudei de idéia quando vi que o rapaz já tinha se encarregado do assunto. Juntaram tudo e coincidentemente desceram no mesmo ponto. Eu não estava muito preocupado, pois só saio do ônibus no ponto final do meu bairro, e por isso continuava tentando me ocupar.

    Aquele boiola já tava me enchendo o saco, ele não parava de falar das novidades com sua amiga no celular. Eu já tava com vontade de mandar ele tomar no C U e meter um murro na cara dele; mas outra coisa me chamou a atenção. As duas garotas lá da frente estavam abraçadas e pareciam ser bastante íntimas. Será que eram lésbicas? Puts. Se fossem era um desperdício do caralho, porque elas eram gatas demais. Enquanto eu ocupava as minhas massas cinzentas, o garoto estranho, levantou bruscamente e arrancou um 22 prateado, e começou a gritar que o mundo estava perdido e que todos tinham que morrer. Todos se assustaram; a começar pelas lésbicas (eu já tinha tirado minhas conclusões a respeito), que não paravam de gritar histericamente, o que puxou o boiola a fazer o mesmo largando o celular. o Trocador começou a suar, e o sorriso desapareceu de sua cara. Eu fiquei paralisado de medo, e então a velhinha que olhava para a janela ainda, soltou um grito apontando para a rua. Com isso o motorista freiou, e o garoto estranho caiu, soltando a arma que parou aos meus pés.

    Abaixei e peguei a arma, que estava descarregada. Entãoi, não sei se de nervoso ou pela situação, comecei a rir, e a velhinha danou a gritar com uma voz puta de estidente.

    - Meu cachorrinho! Pare o ônibus que eu achei meu cachorrinho!

    O boiola desmaiou, as lésbicas não paravam de chorar, o trocador, suava que nem um leitão assado, o motorista ainda com seus óculos escuros estava assustado, o garoto caído no chão, chorava feito bebê, eu rindo meio que assustado ainda com toda aquela confusão, e a velhinha desceu do ônibus correndo para pegar seu cachorrinho vira-lata.


    ai isso foi so uma ideia mei doida q veio na minha cabeça na hr da aula.....nada demais...!! AH.kero deixar claro q naum tenho nada contra as lesbicas, nem com os boilas, e nem com garotos estranhos que pintam o kbelo...hehhe.....so doido pra pintar o meu! hehehe
    comedia....so zuera mermo!
     
  2. Ruby Moon £

    Ruby Moon £ Usuário

    Só um comentário: ou escreve formal ou escreve coloquial. Se você mistura os dois dá uma impressão de que você não sabe usar nenhuma das duas linguagens... :wink:
     
  3. Thrain...

    Thrain... Usuário

    Curti mto sua idéia, as veses nos pegamos observando as pessoas a nosaa volta, só achei que haviam peculiaridades demais em um onibos só ao mesmo tempo. Ms fico legal sim.
     
  4. hehehe.....valeu moçada......
    eh eu comecei escrevenu mais serio, mas depois resolvi escrachar um poko, agora eu vi q fico meio estranho...

    ah e eu sei q tinha muita doidera prum onibus so, mas tem vez ou q eu olho nu buzao tem tanta gente esquisita.....hehehe!
     

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