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Autor da Semana George Raymond Richard Martin

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Turgon, 9 Abr 2012.

  1. Turgon

    Turgon 孫 悟空

    George Raymond Richard Martin

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    No ano de 1948, em Bayonne, New Jersey, nasceu George Raymond Richard Martin, a mãe chamava-se Margaret Brady e o pai Raymond Collins Martin, ambos operários. Quando criança, Martin escrevia histórias permeadas de fantasia e vendia para crianças do próprio bairro. Desenvolveu um profundo interesse por histórias em quadrinho da Marvel e chegou a escrever algumas fanfics. Mais tarde, tal insteresse se revelou como fonte de inspiração para que ele se tornasse escritor. Vendeu sua primeira história para a revista Galaxy, aos 21 anos. Concluiu a graduação de bacharelado em jornalismo em 1970, com menção honrosa, aos 22 anos e completou o Mestrado- também na Universidade de Northwestern, com 23 anos.

    Após a formação acadêmica, George passou a lecionar na área de jornalismo e a realizar outros trabalhos, usando o tempo livre para escrever. O início de carreira foi marcado principalmente pelos contos de ficção científica e apesar de ter enfrentado um número considerável de histórias rejeitadas, não desanimou e teve um de seus contos, “With Morning Comes Mistfall”( originalmente publicado na revista Analog Science Fiction and Fact) ,indicado para os prêmios Hugo e Nebula Awards.

    Depois de 1979, Martin passou a dedicar-se em tempo integral para a escrita. Mudou-se para Hollywood, tornou-se roteirista e produtor, também teve alguns trabalhos como editor de livros.

    Seu gênero preferido, sem dúvidas, é a fantasia, o terror e a ficção científica. No entanto, ao longo de sua carreira, ele flertou com o estilo literário futurista e também teve obras de cunho político.

    A partir de 1990, George começa a trabalhar na obra que o consagrará como um dos melhores autores de fantasia do planeta e o fará conhecido e amado por toda a parte. Os volumes já publicados de “As crônicas de gelo e fogo” figuram na posição de mais vendidos nas listas mais aclamadas. A série recebeu inúmeros elogios e críticas mais positivas tanto por críticos quanto por outros autores.

    Em 15 de fevereiro de 2011, George R. R. Martin casa-se, após 30 anos de namoro,com Paris em uma cerimônia particular, no Novo México, com a temática celta.

    Atualmente ele vive em Santa fé, no Novo México e faz parte da Associação Americana de Escritores de Ficção Científica e Fantasia, cujos membros antigos e atuais incluem Isaac Asimov, AnneMcCaffrey, Ray Bradbury, e Andre Norton.



    • O casamento de George R. R. Martin

    Depois de um relacionamento de 30 anos George e Paris se casaram em uma cerimônia particular no último dia 15.

    Segundo ele:
    "O coração é vermelho Lannister, mas a noiva usava cores Tyrell. Diferentemente da maioria dos casamentos Westerosi, ninguém morreu e apenas lágrimas de alegria foram derramadas."

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    • Curiosidades:

    Entre os hobbys de Martin estão colecionar miniaturas medievais, livros de literatura fantástica, de terror e ficção científica. Ele também coleciona HQ’s, incluindo as primeiras edições do Quarteto fantástico e do Homem aranha.

    Para se proteger contra vírus e hackers, Martin prefere utilizar um computador pra acessar a internet e outro diferente para escrever. Ele também já revelou que escreve em um WordStar 4.0 usando um sistema DOS.

    “A internet é uma ferramenta maravilhosa e eu a uso cada vez mais, mas eu ainda faço boa parte da minha pesquisa a moda antiga: com livros. [...] Eu tento aprender o máximo possível sobre o assunto em questão( o mundo medieval, no caso de “As crônicas de gelo e fogo”), lendo tudo que esteja ao meu alcance”.
    -Martin explica como realiza as pesquisas para suas histórias



    • Um pouco sobre suas obras


    O primeiro livro escrito por Martin foi publicado em 1977. O título é Dying of the light( A morte da luz), uma história de ficção científica sem tradução para o português. A história tem como ambiente um planeta, Worlorn, que lentamente torna-se inabitável ao passo que se afasta do sol. Já aqui podemos observar características que estarão presentes nos próximos livros de Martin, como a melancolia, personagens complexas e infelizes.

    “Que nunca se diga que Martin não partilha do gosto de Shakespeare pela tragédia sem sentido”. T. M. Wagner, crítico.

    Após 14 anos, em 1981, o segundo romance de Martin, Windhaven, é publicado em parceria com Lisa Turtle, também sem tradução. A trama se desenvolve em um planeta água, Windhaven, onde vive um grupo de aristocratas que terá suas tradições desafiadas pela protagonista Maris.

    Logo depois, em 1982, foi publicado Fevre Dream(Sonho Febril), considerado umas das histórias de vampiros mais originais desde o Drácula de Bram Stoke. É uma história sobre vampiros, ambientada no Mississipi em 1857, no contexto da proibição do tráfico de escravos africanos. Foi lançado em Portugal em 2010.

    O próximo foi The Armageddon Rag, de 1983. A trama gira em torno de uma banda de rock( chamada Nazgûl- nome igual ao das criaturas demoníacas de “O senhor dos anéis”) e de um assassinato, envolvendo muito suspense. Martin declarou que esse provavelmente foi seu mais ambicioso e experimentel romance, mas um desastre para as vendas que quase destruiu sua carreira.

    Ainda em 1996, ele dá início a publicação da saga “As crônicas de gelo e fogo”. Na ordem de publicação, todos pela editora Bantam Books:

    • A Game of Thrones, 1996
    • A Clash of Kings, 1999
    • A Storm of Swords, 2000
    • A Feast for Crows, 2005
    • A Dance with Dragons, 2011

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    Nesse intervalo, ele publicou Shadow Twin, em 2005 e Hunter’s Run, em 2008, ambos em parceria com Gardner Dozois e Daniel Abraham. George Martin também foi autor de livros infantis( The ice dragon), além de possuir inúmeros trabalhos como editor e roteirista.

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    ”A coisa mais importante para um(a) aspirante a escritor(a), na minha opinião, é ler! E não apenas sobre aquilo que você está tentando escrever, seja lá o que for. Você precisa ler tudo. Ficção, não-ficção, revistas, jornais, história, biografia, horror, clássicos, aventura, [...]. E sim, você também aprende dos livros ruins- o que não fazer. E escrever. Escrever todos os dias, mesmo que apenas uma página ou duas. Quanto mais escrever, melhor se tornará.[...]”
    -George R. R. Martin e seu conselho para escritores(as) iniciantes-



    • Relação com os Fãs

    Martin procura sempre comparecer em Eventos de ficção científica e convenções de quadrinhos para se conectar com seus fãs.

    O fan clube oficial de Martin é "Brotherhood Without Banners”. Ele escreve regularmente no fórum westeros.org, que é centrado principalmente na sua série de fantasia Fogo e Gelo.



    • Entrevistas:

    • Entrevista na EW

    Na entrevista encontramos comentários sobre a escrita dos livros, o final da série, a comparação dele à Tolkien e também sobre as mudanças feitas na adaptação dos livros para a série da HBO. Pelo tamanho, achamos melhor dividi-la em duas partes.

    Cuidado que pode conter spoiler sobre os quatro primeiros livros da série.


    Após seis anos de ansiosa espera por George Martin, A dance with dragons chega com brilhantes críticas. A EW reuniu-se com o autor em seu escritório de Santa Fé para uma conversa profunda sobre a sua fantasticamente popular série “A song of ice and fire”. A seguir, ele examina o porquê de o livro 5 ter demorado tanto, dá sua impressão sobre a série da HBO e sobre a morte de personagens queridos, entre outros tópicos. [...]

    ENTERTAINMENT WEEKLY: Você disse antes que o primeiro livro, Game of Thrones, foi em parte uma reação ao tipo de narrativa que você não podia fazer como um escritor de TV nos anos 80. Qual foi o verdadeiro momento que inspirou Thrones?
    Martin: Eu só queria fazê-lo grande. Por tanto tempo eu ouvi: “É grande demais, caro demais, perde os personagens e os cenários.” Voltando à prosa, eu poderia fazê-lo tão grande quanto quisesse, tão grande quanto a minha imaginação. Ele realmente veio do nada. Em um sentido amplo, eu sabia que queria escrever uma fantasia épica desde que, ainda criança, passei a amar [J.R.R.] Tolkien. Mas, eu não tinha idéias específicas para isso. No verão de 1991, eu estava em Hollywood, mas não tinha nenhum contrato na TV. De repente, eu obtive o primeiro capítulo, no qual encontram os filhotes de lobos gigantes- estava lá. E eu apenas soube que tinha que escrevê-lo.

    Pode até ser uma questão boba, mas: Quando você pensou o mundo que criou, em que as estações duram anos, onde ele ficava? É em outro planeta?
    O que Tolkien escreveu foi “O mundo secundário”. Não é outro planeta. É a Terra. Mas não a nossa Terra. Se você quisesse fazer algo semelhante a ficção científica, poderia chamá-lo de Mundo alternativo, mas isso soa ficção científica demais. Tolkien realmente foi precursor com a Terra Média. Ele colocou algumas coisas vagas sobre vínculos com nosso passado, mas isso não teve continuidade. Constantemente, as pessoas me escrevem com teorias de ficção cientifica sobre as estações do ano- “ É um sistema de estrelas duplas com um anão negro e isso explicaria”- Isso é fantasia, cara, é mágico.

    Você acha que é divertido escrever?
    Eu acho. Sim. No âmbito em que tudo é divertido em escrever. Sou um daqueles escritores que dizem: “Eu gostaria de ter escrito”. Há dias em que eu realmente aprecio escrever e outros em que odeio. Posso enxergar tudo em minha cabeça e as palavras não vêm. Tento pô-las na página e elas parecem duras e tolas e isso é estúpido. Escrever é um trabalho difícil.

    Em seu blog você diz jogar muitas coisas fora.
    Eu jogo. Talvez mais do que deveria, especialmente com esses livros, à medida que nos aprofundamos. Não sei se é porque estou ficando velho, ou se a série está ficando mais complicada. Acho que estou sendo influenciado por minhas próprias críticas positivas. Tantas pessoas tem me dito que é a maior fantasia desde Tolkien ou até melhor. Isto desperta em mim um desejo de não estragá-la.

    Existe algo de que você se arrepende nas séries?
    A maior coisa com o que estou disputando é a cronologia. Quando surgi com personagens jovens, a minha intenção era de que elas crescessem durante as séries. Pensei que teria um capítulo. E que o próximo seria um mês mais tarde. E então o próximo seria dois meses depois. E no final do livro, um ano teria passado. Mas não faz sentido que uma personagem leve dois meses para responder a algo que aconteceu. Então você termina o livro e muito pouco tempo passou. Após o terceiro livro eu imaginei que pularia cinco anos a frente, então as crianças estariam mais velhas. Isso era parte do atraso. Tentei escrevê-lo com uma diferença, mas não funcionou, então eu acabei descartando tudo isso.

    Você sabe como termina?
    Eu sei o final no sentido geral. Não conheço cada pequena mudança e volta que me levará ao fim, e não sei o final de cada personagem secundária. Mas o final e as personagens principais, sim. E [os produtores de Game of thrones] David Benioff e Dan Weiss sabem parte disso também, no caso de os fãs estarem muito preocupados em eu ser atropelado por um caminhão.
    Há um ponto nas series em que você sente como se estivesse lendo um monte de histórias separadas.


    Com o final de “Dance”, você sente como se os fios estivessem começando a se juntar. Isso está correto?
    Esta certamente é e sempre foi a intenção. Tolkien foi meu grande modelo pra muito disto. No entanto, eu difiro dele em aspectos importantes, eu não perco pra ninguém em meu respeito por ele. Se você olhar para O Senhor dos Anéis, verá que começa com um firme foco e que todas as personagens estão juntas. E então, lá pelo final do primeiro livro, a sociedade se divide em diferentes aventuras. Eu fiz o mesmo. Todas as personagens estão em Winterfell no começo, exceto Dany, e depois elas se dividem em grupos, os quais, finalmente, também se dividem. A intenção era espalhá-los e então voltar e deixá-los juntos. Encontrar o ponto em que essa volta começa tem sido um dos problemas com o qual mais tenho lutado.

    Se você tivesse escrito “Senhor dos Anéis”, Gandalf teria continuado morto após as minas de Moria.
    Sim, ele teria. Eu tenho muito crédito por matar minhas personagens, mas Tolkien realmente fez isso primeiro em alguns aspectos que me inspiraram. E então Tolkien fez isso de novo no fim do segundo livro, quando ele, aparentemente, mata Frodo, apesar de ter sido uma simulação.

    Há uma linha no livro 5 em que uma personagem diz: “Os deuses são bons.” Jamie pensa: “ Continue acreditando nisto.” Você fala muito sobre religião nas histórias, mas qual o seu ponto de vista?
    Acredito que eu seja um Católico lapso. Você me consideraria um ateísta ou agnóstico. Eu acho a religião espiritualmente fascinante. Eu gostaria de acreditar que esse não é o final e que há algo a mais, mas não posso convencer a parte racional de mim que isso faz algum sentido. É o que Tolkien deixou de lado- não há sacerdócio, nem templos, nem alguém adorando algo em “Anéis”.

    Existem poucos atos de bondade em seus romances. Se alguém está por conta própria, ou enfraquecido, pode perfeitamente esperar que todos tentem tirar vantagens ou tratá-lo terrivelmente.. Obviamente, Aslan não salvará o dia, mas seus livros são céticos em relação a natureza humana?
    Acho que os livros são realistas. Sempre gostei de personagens cinzas. E quanto aos deuses, nunca me satisfiz com as respostas que são dadas. Se realmente há um deus amoroso e benevolente, por que o mundo está cheio de estrupo e tortura? Por que sentimos sempre dor? Fui ensinado de que a dor é para sabermos quando nosso corpo está se destruindo. Bem, por que não poderíamos ter uma luz? Como uma luz de painel? Se a Chevrolet poderia fazer isso, por que não deus? Por que a agonia é uma boa maneira para lidar com as coisas?

    Quando os fãs reclamam sobre um personagem morto, o que você diz para eles?
    Em alguns casos, eu compreendo. É difícil matar personagens, elas são as minhas crianças. Obviamente algumas foram marcadas para morrer no começo, como Ned. Há uma quantidade enorme de livros lá fora para fãs que querem uma leitura confortante, que querem apreciar uma história excitante com nada para deixá-los tristes ou perturbá-los. É engraçado ir para um filme de Indiana Jones e vê-lo matar 40 Nazis, mas há espaço para a Lista de Schindler também. O heroismo de Schindler ressoa mais para mim do que o de Indy- um é divertido, mas o outro é profundo e diz algo sobre a natureza humana. Não sei estou conseguindo, mas é pelo que eu estou lutando. Acho que a fantasia pós Tolkien tornou-se Idiana Jonies. Estão copiando muito da literatura de Tolkien sem capturar o espírito dele. Seus livros não são todos felizes e divertidos.

    Você sente como se devesse algo a seus fãs? No fim do dia, há uma responsabilidade?
    Penso que dever é a palavra errada. Tento dar a eles uma boa história. E eu gosto de meus fãs- a grande maioria é ótima. Eu provavelmente tenho mais interAção com fãs do que qualquer autor que conheço. Geralmente, sou bem agradável com eles. E se eu quisesse me afastar, acho que seria meu direito. Com certeza acredito que é meu direito tirar domingos para ver futebol da NFL, ir a convenções e trabalhar em outros projetos- é o que os trolls mais pesados desaprovam. Você se encontrou com Ty[assistente dele]. Ele acha que o problema é de gerações. Que as pessoas chateadas[pelo livro 5 ter demorado seis anos] são mais jovens, é o que ele chama de A geração do Direito. Elas querem gratificação instantânea- algo com que estão acostumados por causa da internet. Eu sou da geração Baby boomer( crianças nascidas na explosão demográfica após a 2ª Guerra.), e tínhamos que esperar, cara. Se eu ouvia falar sobre um livro, ele poderia nunca vir para a inconstante prateleira da farmácia. Se quisesse ver um filme, teríamos de esperar que ele fosse para a Tv algum dia. Esta é a teoria de Ty, não a minha. Mas talvez seja verdade.

    Você tinha a intenção de que o livro 5 fosse mais longe, estou certo?
    Sempre é difícil saber onde vai parar cada livro. Você está andando sobre uma linha tênue. Como Senhor dos anéis, você está escrevendo uma história. Ao mesmo tempo, eu quero que cada livro represente uma fase da jornada. Eu tentei finalizar cada personagem com uma situação limite ou com algum tipo de resolução. E eu tento fazer dos dilemas a menor parte- Não quero oito situações limite. [Dance] tem mais dilemas do que eu gostaria.

    Então com o próximo livro, você chegou a conclusão de que não precisa mais ter as personagens em livros separados?
    Esta é, certamente, a minha esperança, sim. Daqui a três anos, quando eu estiver sentado em 1800 páginas de manuscritos, sem final à vista, quem diabos sabe?

    Qual episódio de Game of Thrones você escreverá na próxima temporada?
    A batalha de Blackwater, que Deus me ajude. David e Dan devem me odiar.
    Este é o que você mais tem consciência das decisões orçamentais.
    É bem difícil porque não temos orçamento para a batalha no livro. Apenas não temos.
    Bem, tem que ser suficiente para mostrar os navios e o que acontece com eles, certo?
    Espero que sim. Veremos. Eu estou ecrevendo-o. Cortando certas coisas. Veremos quando eu tiver terminado, se podemos fazer isto. Quando você olhar Roma da HBO...

    Amei Roma.
    Eu também, mas o que dizer das batalhas?

    Nós vemos Cesar sair da tenda e ir para a guerra, então ele volta e cai desacordado.
    Cesar deixa a tenda. Pompeu deixa a tenda. Então vemos o estandarte de Pompeu na lama. E Cesar volta para a tenda. No próximo episódio, Pompeu descreve a batalha para Pullo e Vorenus desenhando na areia com uma vara para explicar o que aconteceu. Para a batalha de Actium, eles abrem com Marco Antônio boiando num pedaço de madeira- e Roma tinha um orçamento maior do que o nosso. Tenho tentado dizer isto aos fãs. Em algum nível eles estão esperando pela Batalha dos Campos de Pelennor[de O Retorno do Rei de Peter Jackson].

    Fãs não fazem tanta distinção entre os meios agora.
    Não. E a televisão estabeleceu isso como sendo cada vez melhor. Nos anos 60 ou 70, você diria se era uma série de TV ou um filme em três quadros apenas pelo jeito que foi sequenciado e divulgado. Mas hoje em dia não dá.

    Há muitos debates a cerca de Game of Thrones ser feminista ou anti-feminista. Você ficou surpreso com essas reações?
    Na verdade não. Penso que é bom as pessoas debaterem essas questões. Obviamente, não acho que eu seja misógino ou racista como alguns críticos dizem. Eles estão simplificando demais a leitura. Com certeza, eu sou um homem branco de 62 anos e nenhum de nós escapa inteiramente dos valores inoculados enquanto jovens, mesmo se os rejeitássemos- como eu deixando o Catolicismo. Eu não me apego em um paradigma feminista. Mas estou muito satisfeito- apesar daquela crítica idiota do New York Times- de fato eu tenho inúmeras fãs mulheres que amam minhas personagens femininas e eu tentei fornecer uma variedade de personalidades do sexo feminino. Com todas as minhas personagens, eu tento mostrar que somos todos humanos.

    Tem uma enorme quantidade de cenas de sexo explícito na série e alguns fãs os livros foram pegos de surpresa.
    Um dos motivos pelos quais quis trabalhar com a HBO foi que eu queria manter o sexo. Tivemos alguns problemas porque Dany tem apenas 13 anos nos livros, e é baseado em história medieval. Eles não tinham esta concepção de adolescência e anos de juventude. Você era criança ou adulto. E o início da maturidade sexual significava que você era um adulto. Então eu refleti isso nos livros. Mas então quando se vai filmar, tem pessoas que ficam loucas sobre a pornografia infantil e há leis efetivas a cerca de como você não pode descrever uma criança de 13 anos tendo sexo, mesmo se tiver uma jovem de 18 anos atuando- é ilegal no Reindo Unido. Então, acabamos com uma de 22 anos retratando uma de 18, ao invés de uma de 18 atuando como uma de 13. Se tívessemos decidido deixar o sexo de lado, poderíamos ter mantido as idades originais. E uma vez que se muda a idade de uma personagem, tem que mudar a de todos, e mudar a data da guerra[que destronou o Rei louco]. O fato de termos feito tantas mudanças indica o quanto o sexo é importante para nós.

    A reação dos espectadores com a morte de Ned foi maior do que você esperava?
    Foi. Foi fascinante a ver a intensidade da reação. Você tem que lembrar que escrevi esta cena em 1994 e ela saiu em 1996. E as pessoas ficaram extremamente chocadas em 2011 com algo que tem sido marca registrada dos livros. Por um lado foi bom, você não gostaria de matar um grande personagem e ninguém se importar. Você deve se lamentar quando uma personagem morre. Eu diria que sua coluna após a morte de Ned e uma semana depois sobre a audiência do episódio, foram notícias que eu fiquei feliz em ver. Porque haviam pessoas dizendo que não veriam mais a série.


    A grande questão é se acontecerá algo com a audiência entre as temporadas. Mas eu suspeito que, se algo ocorrer, será para voltar ainda maior.
    Bem, Natalie Dormer[como Margaery Tyrell] é uma ótima escolha para começar. Ela foi a melhor parte de The Tudors a melhor Ana Bolena que já vi.

    Há alguma mudança na série de TV que você gostou particularmente?
    Eu adorei algumas das cenas novas que eles adicionaram. Como romancista, eu tenho certas ferramentas como o monólogo interior e o dispositivo do narrador não confiável. Eu posso ter flashbacks e sonhos, os quais são um belo obstáculo numa série de TV. Então eles tem que inserir novas cenas. Amei a interação entre Mindinho e Varys, o que nunca ocorreu nos livros já que nenhum deles tem POV. Adorei a cena de Drogo arrancando a língua de Mago, o que foi completamente inédito. Mas isso terá consequências se formos até o final. Eu falei com Dan e Dave sobre o efeito borboleta- o clássico conto de Ray Bradbury é familiar para você?

    A Sound of Thunder. Um dos meus favoritos.
    Piso numa borboleta na Era Pleistocena e isso muda tudo no ano 2000. [ATENÇÃO! SPOILER LEVE DO LIRVO 6] Então, Mago não está morto nos livros. E, na verdade, ele será uma personagem recorrente no Winds of Winter. Ele é particularmente um irmão de sangue desagradável para um dos outros Khals que se separaram após a morte de Drogo. Este será um desafio que a série encontrará quando avançarmos. Haverá divergências, eles estão tentando ser fiéis e Dan e David estão fazendo um trabalho maravilhoso. Mas os livros são organizados tão intricadamente que você pisa em uma borboleta na primeira temporada e na quarta você terá de lidar com isso. Há também outra personagem, [o cantor] Marillion, que também tem sua língua cortada na primeira temporada, o que não acontece nos livros. Joffrey toma esta decisão [no livro], mas é com um bardo qualquer. Marillion[tem mais a fazer]. Deveríamos chamar isso de Efeito língua ao invés de Efeito borboleta.

    Teve algo do livro de que você sentiu falta?
    Eu gostaria que o torneio tivesse sido bem maior. Originalmente, tinham no primeiro rascunho do roteiro um desfile de cavaleiros e uma dúzia de justas que tiveram que cortar devido ao orçamento. E eu teria gostado se a multidão tivesse sido muito maior. Isso é como o Super Bowl nos livros e atrai pessoas de todos os sete reinos.

    Sansa não mais conta a Cersei sobre os planos do pai em fugir- tudo bem para você esta mudança?
    Isto não me incomodou.

    Os espectadores podem nunca perdoá-la.
    Muitos leitores não a perdoaram. Uma outra coisa deixada de lado foi Catelyn dizendo para Jon Snow, “Deveria ter sido você” [após o acidente com Bran].

    Para mim, vendo ela na série, o jeito que ela agiu em direção a ele, o visual adicionou muita frieza mesmo sem essa passagem.
    Sim, apenas a expressão dela, o que você não pode fazer nos livros. Acabou dando no mesmo.

    Há alguma perfomance na série que fez você pensar diferente sobre alguma personagem?
    As perfomances estão sendo ótimas, mas elas estão sendo ótimos em capturar as personagens como eu as vejo. A única exceção é Natalia Tena com Osha. Porque ela é muito diferente do que é no livro, mas eu acho ela mais interessante. Quando eu trazer Osha de volta em Winds of Winter, eu terei Natalia em minha mente e talvez darei coisas mais interessantes para a personagem fazer.

    Uma grande preocupação tem sido se a série pode ultrapassar você nos livros. Por um momento, ela pareceu prematura. Agora que a primeira temporada está feita, vale a pena perguntar.
    Há duas questões aqui. A primeira é: quanto tempo eu levarei para escrever o próximo livro. Winds of Winter passará sem problemas ou será tudo de novo, como Feast e Dance? Eu certamente espero que ele não seja o mais atrasado. A outra problemática é: o que a HBO fará se tivermos uma terceira temporada e além? A Tormenta de Espadas é um livro gigantesco. Eu esperava que eles nos dessem 12 episódios para A Fúria dos Reis. Então eu não sei como eles conseguirão inserir tudo. Mas não há chances de obter Tormenta em 10 ou até mesmo em 12 episódios. Minha esperança é de dividí-lo em duas temporadas. Não existe lei alguma dizendo que cada temporada deve cobrir um livro. O único problema de me alcançarem é que se fizermos tudo de Tormenta, Festim e Dança terão que ser recombinados. Então, haveria o perigo de eles me alcançarem. Eu acho que terei Winds antes deles, poderão me alcançar antes do livro 7, A Dream of Spring.

    Há algo que você gostaria de acrescentar?
    Eu gostaria de ver mais fantasia na TV. Tem havido resistência quanto a isso, as forças que muitas vezes não acreditam que pode fazer sucesso. A maioria é aventura e ação para crianças. Eu apreciava Xena A princesa guerreira, mas fantasia pode ser muito mais que isto. Eu adoraria ver alguém fazer Nine Princes in Amber de Roger Zelazny. Que fantástica série da HBO seria.

    Eu não leio muita fantasia, mas as Crônicas de Amber é a única que eu acompanharia também. Esta tem tido seu desenvolvimento chutado para sempre; Syfy tinha direitos para isso por um tempo. Então, quão firme você está de que Ice and Fire terá sete livros?
    Eu estou.
    [..]

    Final só na versão impressa da revista.


    • Entrevista no Google

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    • Bibliografia

    Romances


    • Dying of the Light (1977) — Hugo Award nominee, 1978 British Fantasy Award nominee, 1979[23]
    • Windhaven (1981, with Lisa Tuttle) — Locus SF Award nominee, 1982
    • Fevre Dream (1982) — Locus SF[24] and World Fantasy Award nominee, 1983
    • The Armageddon Rag (1983) — Locus SF[24] and World Fantasy Award nominee, 1984
    • Hunter's Run (2007, expanded version of the novella "Shadow Twin", with Gardner Dozois and Daniel Abraham)
    • Tuf Voyaging (2013)
    • A Song of Ice and Fire series:
      • A Game of Thrones (1996) — Locus Fantasy Award winner,[24] Nebula and World Fantasy Award nominee, 1997
      • A Clash of Kings (1998) — Locus Fantasy Award winner,[24] Nebula Award nominee, 1999
      • A Storm of Swords (2000) — Locus Fantasy Award winner,[24] Hugo[22] and Nebula Awards nominee, 2001
        • Part 1 Steel and Snow (UK edition only; US edition published as a single volume)
        • Part 2 Blood and Gold (UK edition only; US edition published as a single volume)
      • A Feast for Crows (2005) — Hugo,[22] Locus Fantasy,[24] and British Fantasy Awards nominee, 2006
      • A Dance with Dragons (2011)
        • Part 1 Dreams and Dust (UK Edition)
        • Part 2 After the Feast (UK Edition)
      • The Winds of Winter (forthcoming)
      • A Dream of Spring (forthcoming)


    Novelas


    • "A Song for Lya", originally in Analog, June 1974.
    • "Night of the Vampyres," originally in 'Amazing, 1975,[30] re-published in The Best Military Science Fiction of the 20th Century
    • "The Skin Trade" (1989) from the three-author collection Dark Visions; optioned for film by Mike the Pike Productions[31]
    • "Tales of Dunk and Egg" series — set in the world of A Song of Ice and Fire
      • "The Hedge Knight" (1998)
      • "The Sworn Sword" (2003)
      • "The Mystery Knight" (2010)
    • "Shadow Twin" (2004) with Gardner Dozois and Daniel Abraham
    • Shadow Twin (2005) published in hardcover as an illustrated, signed, and numbered limited-edition from Subterranean Press


    Selected novelettes


    • Sandkings, Hugo, Nebula awards winner.
    • Meathouse Man, first published in 1976, in Orbit 18.


    Livro Infantil


    • The Ice Dragon



    Coletâneas


    • A Song for Lya (1976)
    • Songs of Stars and Shadows (1977)
    • Sandkings (1981)
    • Songs the Dead Men Sing (1983)
    • Nightflyers (1985)
    • Tuf Voyaging (1987, collection of linked stories)
    • Portraits of His Children (1987)
    • Quartet (2001)
    • GRRM: A RRetrospective (2003); reprinted in 2006 and 2007 in two volumes as Dreamsongs



    Televisão


    • The Twilight Zone
      • The Last Defender of Camelot (1986) — writer (teleplay)
      • The Once and Future King (1986) — writer (teleplay), story editor
      • A Saucer of Loneliness (1986) — story editor
      • Lost and Found (1986) — writer (teleplay), from a published short story by Phyllis Eisenstein
      • The World Next Door (1986) — story editor
      • The Toys of Caliban (1986) — writer (teleplay), from an unpublished short story by Terry Matz
      • The Road Less Travelled (1986) — writer (story and teleplay), story editor
    • Beauty and the Beast
      • Terrible Saviour (1987) — writer
      • Masques (1987) — writer
      • Shades of Grey (1988) — writer
      • Promises of Someday (1988) — writer
      • Fever (1988) — writer
      • Ozymandias (1988) — writer
      • Dead of Winter (1988) — writer
      • Brothers (1989) — writer
      • When the Blue Bird Sings' (1989) — writer (teleplay)
      • A Kingdom by the Sea (1989) — writer
      • What Rough Beast (1989) — writer (story)
      • Ceremony of Innocence (1989) — writer
      • Snow (1989) — writer
      • Beggar's Comet (1990) — writer
      • Invictus (1990) — writer
    • Doorways (1993, unreleased pilot) — writer, producer, creator; (IDW Publishing issued the pilot's storyline as a graphic novel miniseries in 2010)[32]
    • Game of Thrones
      • Pilot — writer (story, teleplay), producer, co-creator
      • The Pointy End - writer (story, teleplay, 1st Season)
      • Blackwater - writer (story, teleplay, 2nd Season)


    Editor


    • New Voices in Science Fiction (1977: new stories by the John W. Campbell Award winners)
    • New Voices in Science Fiction 2 (1979: more new stories by the John W. Campbell Award winners)
    • New Voices in Science Fiction 3 (1980: more new stories by the John W. Campbell Award winners)
    • New Voices in Science Fiction 4 (1981: more new stories by the John W. Campbell Award winners)
    • The Science Fiction Weight Loss Book (1983) edited with Isaac Asimov and Martin H. Greenberg ("Stories by the great science fiction writers on fat, thin, and everything in
    • between")
    • The John W. Campbell Awards, Volume 5 (1984)
    • Night Visions 3 (1986)


    Wild Cards Series Editor


    • Wild Cards (1987; contents expanded in 2010 edition with three new stories/authors)
    • Wild Cards II: Aces High (1987)
    • Wild Cards III: Jokers Wild (1987)
    • Wild Cards IV: Aces Abroad (1988)
    • Wild Cards V: Down & Dirty (1988)
    • Wild Cards VI: Ace in the Hole (1990)
    • Wild Cards VII: Dead Man's Hand (1990)
    • Wild Cards VIII: One-Eyed Jacks (1991)
    • Wild Cards IX: Jokertown Shuffle (1991)
    • Wild Cards X: Double Solitaire (1992)
    • Wild Cards XI: Dealer's Choice (1992)
    • Wild Cards XII: Turn of the Cards (1993)
    • Wild Cards: Card Sharks (1993; Book I of a New Cycle trilogy)
    • Wild Cards: Marked Cards (1994; Book II of a New Cycle trilogy)
    • Wild Cards: Black Trump (1995; Book III of a New Cycle trilogy)
    • Wild Cards: Deuces Down (2002)
    • Wild Cards: Death Draws Five (2006; solo novel by John J. Miller)
    • Wild Cards: Inside Straight (2008; Book I of the Committee triad)
    • Wild Cards: Busted Flush (2008; Book II of the Committee triad)
    • Wild Cards: Suicide Kings (2009; Book III of the Committee triad)
    • Wild Cards: Fort Freak (2011)
    • Wild Cards: Lowball (forthcoming 2012; sequel to Fort Freak)


    Cross-genre anthologies edited


    • Songs of the Dying Earth (2009; a tribute anthology to Jack Vance´s seminal Dying Earth series, first published by Subterranean Press)
    • Warriors (2010; a massive, cross-genre anthology featuring stories about war and warriors; winner of the 2011 Locus Poll Award for Best Anthology)
    • Songs of Love and Death (2010; a cross-genre anthology featuring stories of romance in fantasy and science fiction settings, originally entitled Star Crossed Lovers)
    • Down These Strange Streets (2011; a cross-genre anthology that blends classic detective stories with fantasy and science fiction)
    • Dangerous Women (forthcoming; a cross-genre anthology focusing on women warriors and strong female characters, originally titled Femmes Fatales)


    Premiações


    • "A Song for Lya" 1975 Hugo Award for Best Novella
    • "Sandkings" 1980 Hugo Award for Best Novelette and Nebula Award for Best Novelette (the only one among Martin's stories to achieve that double)
    • "The Way of Cross and Dragon" 1980 Hugo Award for Best Short Story
    • "Portraits of His Children" 1986 Nebula Award for Best Novelette
    • "The Pear-Shaped Man" 1988 Bram Stoker Award for Long Fiction
    • "The Skin Trade" 1989 World Fantasy Award for Best Novella
    • "Blood of the Dragon" 1997 Hugo Award for Best Novella
    • "A Game of Thrones" 2003 Premio Ignotus for Best Foreign Novel
    • "A Clash of Kings" 2004 Premio Ignotus for Best Foreign Novel
    • A Feast for Crows 2006 Quill Award and British Fantasy Award (nominated)
    • "A Storm of Swords" 2006 Premio Ignotus for Best Foreign Novel
    • Warriors (co-edited with Gardner Dozois) 2011 Locus Poll Award for Best Anthology
    • Declared by Time Magazine "One of the Most Influential People of 2011"



    Fontes:
    Gameofthronesbr
    wikipédia
    martin oficial
     

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    Última edição por um moderador: 6 Out 2013
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  2. Excluído046

    Excluído046 Banned

    Marvel: SUPERIOR.
     
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  3. Arringa Hrívë

    Arringa Hrívë um papo e um bom chimarrão... Usuário Premium

    Legal as medidas de segurança dele, a ideia de ler algo não terminado que tenha por acaso "vazado" na internet é totalmente descartada, então.

    Meu coração que o diga. Tamanho o amor por tragédia e levar tudo a morrer. ¬ ¬
    Nunca perdoei ele por matar o Ned e nunca vou perdoar por outros mais...


    :lol::lol::lol:
    É nesses momentos que tenho a certeza de que aquela frase "Sempre tem alguém pior", é verdadeira!

    Pensando por este ângulo... Martin tem uma grande carga nas costas. ^^

    A primeira coisa que pensei quando li a crítica sobre o livro na comparação "inocente" de que seria o Tolkien Americano o autor chamado Martin, meu sentido de "fajuta e possível decepção”, surgiu imediatamente. Comprei o livro para ver o que oferecia de bom.
    Really!
    Naquele momento fui a pessoa mais preconceituosa possível, mas depois que li as primeiras 5 páginas resolvi que esqueceria SdA e leria GOT sem críticas ou relações. Está foi a coisa mais inteligente que pensei em fazer depois que comecei a ler. Até terminar não fiquei pensando muito, só queria ver se os Stark viveriam, já que Martin ama matar essa família. =/

    A confissão do assassino! kkkkkkkkkk
    Confesso que o fato de Martin manter essa inconstância torna tudo um grande suspense.

    A inconstância e boa dose de consciência. Já não há espaço para livros como Indiana Jones em todos os seus momentos.

    Lindo, parece a questão de livros e filmes chegarem ao Brasil alguns anos atrás. rsrsrs
    Óbvio que hoje em dia é muito mais rápido, mas lembro de quando pequena, que quando queria um livro ou filme em lançamento tinha de esperar meses até chegar na livraria/cinema/etc.

    Ótimo esse comentário dele! Kkkkkkkkkk

    Martin ganhou mais um pouco do meu respeito. o/

    Sem comentários, mas é uma questão de se pensar.

    Provavelmente foi meu primeiro momento conflitante no livro precedido de muitos outros. =/


    Também quero a volta de fantasia na TV! :yep:

    Parabéns Tugz, o post ficou excelente! Tiro meu chapéu e daria até um dos meus chocolates se tivesse como dividir... Mas como não tem. Deixa que eu como por nós dois em comemoração e tu fica imaginando o gosto! :mrgreen:
     
    Última edição: 9 Abr 2012
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  4. Turgon

    Turgon 孫 悟空

    Todos adoram me trollar, como diria a Melian. :rofl:

    Mas eu ganhei um monte de chocolate também! :pula:
     
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  5. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Está certo se todos quer dizer Melian.
     
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  6. Excluído045

    Excluído045 Banned

    Só vi esse tópico agora. FAIL pra mim!

    Excelente post, Turgz, e... o que comentar?

    Tão épico quanto Tolkien e tão realista quanto Cornwell, não pra resumir a grandiosidade, beleza, tamanho, importância, visceralidade, animalidade de GoT. Tentei fazê-lo nos tópicos dos livros. Aqui nem vou tentar.

    Minha única crítica a Martin ainda é uma falta de apuro nas descrições de cenas de sexo (acho ele desnecessariamente cru) e precisa ter umas aulas de história militar e bélica com o Cornwell pra saber descrever uma abtalha, em vez de apenas mencioná-las por alto.
     

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