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Exploração de Minério de Ferro em MG: Aportes de US$ 25 bi até 2014

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Elessar Hyarmen, 25 Jan 2011.

  1. Elessar Hyarmen

    Elessar Hyarmen Senhor de Bri

    As grandes forjarias de Minas que estão felizes com essa notícia, e olha que nem citaram a Anglo American ou a Ferrous Resourses...rsrs



    A produção de minério de ferro em Minas Gerais deverá alcançar 432 milhões de toneladas/ano até 2014, conforme projeções do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Atualmente, o Estado produz cerca de 260 milhões de toneladas. Caso alcance a marca prevista a alta será de 66% no período. O incremento será viabilizado por aportes da ordem de US$ 25 bilhões por parte do segmento nos próximos quatro anos.

    Minas Gerais deverá responder em 2014 por 60% da produção de minério de ferro no país, que deverá passar dos atuais 370 milhões de toneladas para 720 milhões de toneladas/ano no intervalo, conforme informações do instituto.

    Os investimentos em ampliação na produção da commodity são impulsionados pelo atual cenário verificado pelas mineradoras. O crescimento significativo de economias emergentes, principalmente a China, elevou a demanda por minério no mercado internacional.

    Por outro lado, a oferta do minério não acompanhou o ritmo de incremento do consumo verificado após a retomada da produção siderúrgica chinesa no pós-crise. Esse cenário permitiu que as mineradoras abandonassem o modelo de contratos anuais e adotassem os reajustes trimestrais do insumo.

    Somente no ano passado, o preço da commodity apresentou elevação de cerca de 130%. Já no primeiro trimestre de 2011, as mineradoras repassaram um aumento de aproximadamente 9% e a tendência, conforme especialistas, é de continuidade de alta nos valores negociados ao longo do ano.

    Balança - A balança comercial mineira vem sendo beneficiada pela movimentação do mercado, os embarques do insumo, que é o principal item da pauta de exportações do Estado, movimentaram US$ 12,991 bilhões, o que representa incremento de 101,1% na comparação com 2009, quando somaram US$ 6,458 bilhões.

    Já o volume embarcado cresceu 10,1% na mesma base de comparação. Em 2010, as vendas externas alcançaram 158,708 milhões de toneladas, contra 144,059 milhões de toneladas no ano anterior, conforme informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

    Com a escalada dos preços e da demanda, diversos projetos em Minas Gerais estão em andamento, o que deverá suprir parte do mercado internacional. Entre os investimentos está o da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Congonhas (Campos das Vertentes).

    Projetos - Conforme já informado pelo diretor de mineração da companhia, Jayme Nicolato, a empresa pretende alcançar a produção de 130 milhões de toneladas de minério de ferro até 2017, com investimentos da ordem de US$ 7 bilhões. A produção da CSN é realizada na mina Casa de Pedra e na Nacional Minérios S/A (Namisa), ambas no mesmo município.

    A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A (Usiminas) e o grupo japonês Sumitomo Corporation também realizarão investimentos significativos por meio da joint venture Usiminas Mineração. Estão previstos aportes de US$ 4,1 bilhões até 2015. Com isso, a produção do insumo deverá alcançar 29 milhões de toneladas por ano.

    As quatro minas da siderúrgica - Somisa, Global/Camargos, J. Mendes e Pau de Vinho - estão na região de Serra Azul, no Quadrilátero Ferrífero. A companhia também fechou acordo com a MMX Mineração e Metálicos S/A, do grupo EBX, para a exploração da mina Pau de Vinho.

    Por sua vez, a MMX investirá US$ 3,5 bilhões em Minas. O aporte será feito na expansão da produção do complexo de Serra Azul, que passará das atuais 8,7 milhões de toneladas para 24 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.

    Já a Vale S/A possui plano de aportes de R$ 9,5 bilhões em Minas Gerais que promoverão um acréscimo de 46 milhões de toneladas por ano na produção de minério de ferro da companhia no Estado. Entre os empreendimentos está o Projeto Apolo que receberá inversões de R$ 4 bilhões deverá produzir 24 milhões de toneladas/ano até 2014.

    Fonte: Diário do Comércio
     

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