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E o vento levou....

Tópico em 'Literatura Estrangeira' iniciado por Iracema, 24 Dez 2007.

  1. Iracema

    Iracema Usuário

    Gostaria de saber se alguém já leu esse livro.
    Eu já li e estou relendo,a personagem Scarlett O'Hara é realmente marcante!:yep:
     
  2. Wamba

    Wamba Usuário

    Olá querida,

    quanto ao livro, ainda não tive o prazer de ler, mas já o tenho em minha biblioteca.

    Em breve estarei lendo-o, mas gostaria de saber a tua opinião a respeito..

    Att,

    Wamba.
     
  3. Iraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa;

    =D

    Um diaa ainda vou lê-lo^^

    Bjoo
     
  4. Jango

    Jango Branca! Branca! Branca!

    Já o livro e posso dizer que é muito melhor que o filme que por si já é uma maravilha. A história tem de tudo um pouco. Romance, guerra, humor e reviravoltas. Vale a pena ler. E vai ser tão rápido que quando acabar vocês ficarão com um gostinho de quero mais.
     
  5. Elfo de Valfenda

    Elfo de Valfenda Happy to see you

    Vou incluir este livro na minha lista de livros a ler ^^
     
  6. Kuhin

    Kuhin Usuário

    2:mrgreen: Nao sabia que tinha o livro :joy:
     
  7. ya

    ya Usuário

    Não acredito nesse tópico! Li e amoooo!
    Pensei que o tamanho desencorajasse as pessoas..! huahsias!
    Adoro Rhett, gosto de Scarlet e detesto Ashley... :P

    Aliás, alguém já leu aquela continuação?
     
  8. Esse livro é lindo mesmo. Só tem que tomar cuidado, ao ler, pra não se perder um pouco nos acontecimentos (tem coisa que passa batido se não prestar atenção) =p

    Alguém já leu Scarlett, que é a continuação?
     
  9. Glaunir

    Glaunir Usuário

    Nossa, eu também não sabia que existia o livro. O.O. Realmente conseguiu surpreende-me. Quanto ao filme, já o assisti muitas e muitas vezes. A primeira vez que o vi, tinha uns cinco anos.
    De qualquer forma, foi uma das poucas histórias que a indústria cinematográfica norte-americana não estragou ou tirou o brilho.
    Boa leitura!
     
  10. Babth

    Babth Usuário

    Nô, eu amei esse livro, o filme é q eu gostaria de ver!!!
    Scarlett e Rhett são simplesmente o tipo de protagonistas meio q diferentes, não são bonzinhos e bobinhos. Não gostei muito do final, apesar de tudo q a Scarlett fez para o Rhett, eu acho q eles tinham q ter ficado juntos, mas ao mesmo tempo achei massa a parte q fala q iria recuperar o amor dele de novo, típico dela.... ^^

    Nussa, não sabia q tinha um livro chamado Scarlett, continuação do outro, vou ver se acho para baixar!!! ^^

    :D

    Adorei o tópico
     
  11. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Olivia de Havilland, que completa 100 anos nesta sexta-feira, continua a ser para muitos a meiga Melanie de "... E o Vento Levou", clássico americano que transcorre durante a Guerra de Secessão e que se tornou um dos maiores ícones do cinema.

    Quase 80 anos depois, a vencedora de dois Oscars de Melhor Atriz - por "Só resta uma lágrima" (Mitchell Leisen, 1946) e "Tarde demais" (William Wyle, 1949) - continua a ser associada ao filme de Victor Fleming, ao lado de Clark Gable e Vivien Leigh.

    Vencedor de dez prêmios da Academia, incluindo de Melhor Filme e Melhor Diretor (1939), este lendário filme, um dos maiores sucessos comerciais da história do cinema, lhe rendeu uma indicação de Melhor Atriz Coadjuvante.

    Última atriz viva desta adaptação para o cinema do romance de Margaret Mitchell, Havilland vive em Paris há mais de 60 anos. É atualmente a decana dos atores americanos, batendo Kirk Douglas em cinco meses e oito dias.

    Jovem ingênua no início de sua carreira nos anos 1930 em filmes de aventuras ao lado do australiano-americano Errol Flynn, Havilland conseguiu papéis de caráter forte que fizeram dela uma estrela.


    EFE/Ian Langsdon
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    A atriz Olivia de Havilland posa para foto ao lado do Ministro da Cultura e Comunicação da França

    Americana de origem britânica, Olivia de Havilland nasceu em Tóquio em 1º de julho de 1916 de pais britânicos, a ex-atriz Lillian Fontaine, conhecida como Lillian Augusta Ruse, e Walter de Havilland, advogado de patentes.

    "Irmãs-inimigas"Tinha como irmã mais nova (15 meses) e rival desde sempre, a atriz Joan Fontaine (falecida em 2013), a inesquecível Rebecca de Alfred Hitchcock, também vencedora do Oscar de Melhor Atriz por seu papel em "Suspeita" (1942).

    O relacionamento das duas foi marcado pela rivalidade emocional e profissional extrema, que lhe valeram o epíteto de "irmãs-inimigas" do cinema, algo não esmoreceu nem mesmo com a morte de Joan Fontaine, em Carmel (Califórnia).

    Após o divórcio de seus pais, quando ela tinha três anos de idade, Olivia foi com sua mãe aos Estados Unidos, para se estabelecer perto de São Francisco (Califórnia).

    Olivia foi a primeira das duas irmãs a ir para o cinema, enquanto Joan chegou a viver dois anos no Japão com seu pai.

    Aos 19 anos, apareceu em "Esfarrapando Desculpas" de Ray Enright e, logo em seguida, fez sua estreia nos palcos do Hollywood Bowl interpretando Hermia em "Sonho de uma noite de verão", de Shakespeare, antes de conseguir o papel em sua adaptação para o cinema.

    Assinou um contrato de sete anos com a Warner, que ela acusou de limitar seus papéis a de coadjuvante de Errol Flynn, em filmes de Michael Curtiz como "A carga da Brigada Ligeira" (1936), "As Aventuras de Robin Hood" (1938) e "Capitão Blood" (1935).

    Graças a Warner, que concordou em "emprestá-la", o ano de 1939 foi o ponto de partida dos grandes sucessos da atriz, que foi escolhida por Victor Fleming para "... E o Vento Levou".

    Em 1943, a Warner se recusou a liberá-la ao final do seu contrato, em razão dos períodos de "empréstimos", fazendo com que Havilland acionasse a justiça. O juiz comparou a prática do estúdio à servidão, dando ganho de causa para atriz e criando um precedente na defesa dos direitos dos atores.

    Os muitos filmes nos quais participou ela pode escolher seus parceiros, como Richard Burton (Eu Te Matarei, Querida, 1953), Bette Davis e Joseph Cotten ("Com a Maldade na Alma" 1965), Liv Ullman ("Joana, a Mulher que Foi Papa", 1973), Jack Lemmon, Joseph Cotten e Christopher Lee ("Aeroporto 77", 1977).

    Casou e divorciou duas vezes - com o escritor americano Marcus Goodrich (1946-1952) e com o jornalista francês Pierre Galante (1955-1979) - Olivia de Havilland teve um filho, Benjamin (que morreu em 1991), e uma filha, Gisèle.

    Desde 1953, ela vive na França, onde, em setembro de 2010, o presidente Nicolas Sarkozy a condecorou com a Legião de Honra.
     
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  12. tribe.br

    tribe.br Usuário

    também adicionarei a minha lista.... ( Segundo comentários )
     

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