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Crônicas do Céu de Âmbar - Introdução

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Marco Fischer, 16 Mai 2011.

  1. Marco Fischer

    Marco Fischer Usuário

    [align=center]Já se passaram 500 anos desde que a Guerra do Ouro Negro terminou.

    Expulsos de suas terras natais por uma praga que exterminou quase três quartos da população, os povos liderados pela organização religiosa chamada Templo se assentaram nas áridas montanhas ao sul de seu continente, após exterminar todos os antigos ocupantes no evento conhecido como a Cruzada de Ferro.

    Na imponente cidade-estado de Karak, capital de todas as cidades subordinadas ao Templo, foi descoberto um dos maiores espólios da Guerra: uma gigantesca reserva de Óleo Pétreo, a valiosa substância que alimenta as veias e artérias de fábricas e máquinas, o combustível essencial do progresso que tinge o céu de negro e dourado.

    O Óleo Pétreo é o Ouro Negro que desperta a cobiça dos homens, que faz com que as más línguas apontem nele o real motivo da Cruzada de Ferro. Além de Karak, somente duas cidades o possuem em abundância: a cidade infernal de Zan-He, além dos mares do leste, e a gélida Steinhard no norte distante.

    Abençoados, os filhos do Templo vivem com relativo conforto em suas metrópoles enfumaçadas, expondo durante o dia sua devoção ao Cônego de Ferro, ocultando durante a noite seus pecados nos cassinos e casas noturnas, onde se pode perder muito mais do que a fortuna.

    Não tão abençoados, os trabalhadores industriais se amontoam nas esteiras intermináveis de ferragens e peças de veículos, untados pelo óleo santo da graxa e suor. Vigiados por colossos de metal e vidro, os operários penitentes alimentam com suas próprias almas as fornalhas famintas das fábricas.

    Em meio a esse cenário, a tensão entre as cidades-estado continua, e a paranóia com a espionagem e terrorismo só tende a aumentar enquanto fantasmas encapotados caminham por entre as ruas. Sem temer a chuva ácida os as gangues de arruaceiros. Sem hesitar em matar de maneira rápida e silenciosa. Sem possuir qualquer nome ou passado.[/align]
     

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