1. Caro Visitante, por que não gastar alguns segundos e criar uma Conta no Fórum Valinor? Desta forma, além de não ver este aviso novamente, poderá participar de nossa comunidade, inserir suas opiniões e sugestões, fazendo parte deste que é um maiores Fóruns de Discussão do Brasil! Aproveite e cadastre-se já!

Dismiss Notice
Visitante, junte-se ao Grupo de Discussão da Valinor no Telegram! Basta clicar AQUI. No WhatsApp é AQUI. Estes grupos tem como objetivo principal discutir, conversar e tirar dúvidas sobre as obras de J. R. R. Tolkien (sejam os livros ou obras derivadas como os filmes)

Portugueses e a sida

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Malaman, 11 Jan 2009.

  1. Malaman

    Malaman Passion, what else?

    Portuguêses não fazem teste da Sida por Medo

    Este post surgiu através de uma notícia que li e me deixou a pensar.

    Gostava que comentassem.

    "Apesar de um em cada três portugueses conhecer uma pessoa
    seropositiva, metade da população tem receio de fazer testes para diagnóstico da
    doença por vergonha.


    Os dados fazem parte do estudo “A Opinião Pública Portuguesa e a Sida –
    Ultrapassar a Era do Medo”, que revela que 80 por cento dos inquiridos associa
    esta doença ao medo, o que os impede de irem ao médico para evitarem ser
    confrontados com possíveis maus resultados.


    De acordo com o mesmo estudo, realizado no âmbito do Dia Mundial da Luta
    Contra a Sida, que se celebra a 1 de Dezembro, 43 por cento dos inquiridos
    considera que esta é a segunda doença mais grave em Portugal, depois do cancro
    (76 por cento), e 24 por cento refere que os portadores de VIH/Sida são dos
    grupos mais discriminados pela sociedade.


    Ainda assim, há muito desconhecimento face aos comportamentos de risco e o
    medo e a injustiça são os principais sentimentos gerados pela doença. Cerca de
    93 por cento das pessoas que participaram no estudo dizem que as pessoas
    infectadas com o vírus são discriminadas, e apenas 37 por cento sentem que este
    tratamento diferencial tem reduzido.


    O estudo revela, ainda, que uma grande parte das pessoas não tem uma ideia
    muito clara do número de infectados, nem da sua faixa etária. Embora a maioria
    dos inquiridos (77 por cento) associe o risco às relações sexuais não protegidas
    (não utilização de preservativo), a multiplicidade de parceiros sexuais é
    considerada por apenas 14 por cento.


    Para os inquiridos as campanhas de publicidade mais eficazes são as que
    apelam à prevenção, ao uso de preservativo e à necessidade de um diagnóstico
    precoce. São estas que a população melhor recorda."
    Sentido das Letras / Copyright 2008
     

Compartilhar