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Mama (idem, 2013)

Tópico em 'Cinema' iniciado por Siker, 29 Dez 2012.

  1. Siker

    Siker Artista Comercial / Projetista Gráfico

    O longa adapta o curta Mamá, lançando por Andres Muschietti em 2008, sobre duas irmãs assombradas pelo "amor eterno" da mãe. No filme, também dirigido por Muschietti, duas garotinhas (Isabelle Nélisse e Megan Charpentier) são encontradas em uma cabana na floresta depois que seus pais são misteriosamente assassinados. Chastain e Nikolaj Coster-Waldau (Game of Thrones) vivem o casal que assume a guarda das meninas.

    Mama estreia em 18 de janeiro nos EUA e em 5 de abril no Brasil.

    Confira o curta e o trailer:

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    Última edição por um moderador: 5 Out 2013
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  2. Clara

    Clara Que bosta... Usuário Premium

    Levei um p*ta susto no primeiro trecho, quando o fantasma olha e depois vai atrás das meninas.

    Parece ser bom esse filme, hein? :pipoca:
     
  3. Siker

    Siker Artista Comercial / Projetista Gráfico

    Adorei o curta, e parece que o filme adaptou muito bem a ideia, tá prometendo ser bom...
     
  4. Clara

    Clara Que bosta... Usuário Premium

    É mesmo, porque o trailer é aquilo de sempre. =/

    Vi no IMDB qu deve estrear aqui no Brasil só em abril?
    Vai demorar...
     
  5. Siker

    Siker Artista Comercial / Projetista Gráfico

    To preocupado com a atuação das meninas, que é mais ou menos o que precisa sustentar o filme. Pelo IMDb elas não tem muita experiência, espero que surpreendam.

    Só digo que nem vou conseguir esperar tanto tempo :assobio:
     
    • Gostei! Gostei! x 1
    • LOL LOL x 1
  6. Siker

    Siker Artista Comercial / Projetista Gráfico

    Excelente! Show de roteiro, direção e atuação das meninas, superou minhas expectativas.
     
    • Gostei! Gostei! x 1
  7. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    foi o melhor filme de terror que vi nos últimos tempos, muitos sustos. tem umas derrapadas, mas ainda assim o saldo é positivo. to copiando e colando aqui
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    :


    Começou de uma indicação da Nina lá no twitter, aí vi o trailer e fiquei morrendo de vontade de assistir. Problema era o de sempre: não vejo filmes de terror com crianças se estiver sozinha desde que o Arthur nasceu (por motivos mais ou menos explicados no post sobre Atividade Paranormal 2). Mas acabou que ontem conseguimos dar uma escapada e fomos ao cinema conferir o filme (que já está nos cinemas nacionais desde o dia 05 deste mês). Com um selinho de qualidade Guillermo de Toro (produtor), acho que não preciso nem dizer que estava com altas expectativas, certo?

    E o filme até que respondeu bem. Na questão susto/tensão Mama é realmente muito bom, talvez até por ser uma história de fantasma onde o fantasma não é uma presença sutil, mas na realidade bem física, digamos assim. Já nos minutos que antecedem os créditos iniciais podemos ver a Mama e do que ela é capaz – o diretor (Andy Muschietti) não fica guardando o ouro, e talvez por isso mesmo em determinado momento do filme só com uma risadinha de Lilly você já sente calafrios, porque você já sabe o motivo do riso.


    Mas vamos retornar ao ponto de partida, certo? Mama conta a história de duas garotas que foram abandonadas em uma cabana no meio da floresta, e sobrevivem porque são “criadas” por um fantasma que habita o lugar. Quando são finalmente encontradas, ficam sob custódia do tio em uma casa emprestada pelo psicólogo que está cuidando do caso e logo fica evidente que elas não vieram sozinhas daquela cabana: Mama é uma presença constante e, o pior, tem ciúmes das meninas e não permite que outras pessoas se aproximem delas.

    Falando desse jeito nem parece tão horrível, eu sei. Mas pense em um fantasma que lembra muito aqueles dos filmes de terror orientais (com os cabelões e o corpo todo desconjuntado) e que pode matar uma pessoa em questão de segundos (e o matar não é “de susto”, é torcendo o pescoço mesmo). Algumas cenas assustam só pela sugestão da presença de Mama, como as em que Annabel está em um cômodo e você consegue ver o quarto das meninas, e percebe que Lilly está brincando com alguém (e você pensa que é a irmã Victoria) mas então a irmã mais velha aparece no mesmo cômodo que Annabel. E se isso assusta, a tensão cresce exponencialmente quando de fato vemos a Mama. Porque né:

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    E vai tudo muito bem, mas aí o filme começa a dar algumas derrapadas. Primeiro é com a linha narrativa do Tio Luke. Ok, ele é necessário na história porque é por causa do tio Luke que as meninas vão para a casa e blablabla. Mas aí o cara simplesmente vira a personagem mais inútil de todos os tempos, além do que, a cena em que ele vê o irmão apontando para uma ponte – para que serviu isso? Porque se for pensar bem, ela não ajuda em nada: Annabel descobre por conta própria tudo que tem para saber sobre o fantasma. Achei completamente dispensável e, para piorar, esculhambou um pouco o clímax da história. Eu construiria de um jeito em que ou ele participasse ativamente do processo (como Annabel) ou ele simplesmente não existisse dentro da história.

    Outra coisa que ainda não digeri muito bem foi o final. Eu estou meio desacostumada com o estilo Winchester de lidar com fantasmas (só ficava pensando “taca logo fogo nessa caixa aí”), mas dá para sentir que claramente alguém errou a mão ali (e oi, spoilers, então acho melhor pular para o próximo parágrafo caso não tenha visto o filme ainda) porque: 1) presença desnecessária de Luke; 2) Por que Mama resolveu naquele momento matar as meninas, se por cinco anos ela não fez isso? e 3) Por que Mama simplesmente não matou Annabel, já que ela mostrou ao longo do filme que tinha uma facilidade incrível para fazer isso?. Enfim, não é que eu esperasse um final feliz com todos se abraçando e tudo o mais, mas é mais o modo como aquilo foi feito (embora a cena em que o corpo de Mama bate num galho e vira um monte de mariposa tenha ficado visualmente muito bonita).

    É assim: não chega a estragar o filme, até porque quando chega no desfecho você já deu uns bons pulos de susto, e eu acho que a intenção de um filme de terror é justamente essa, assustar, certo? E pensando bem, foi um dos melhores filmes de terror (terror mesmo) que vi nos últimos anos. Tudo bem que tenho visto pouco, mas acho que isso de alguma forma deve pesar favoravelmente, certo? Para quem ficou curioso, tem o curta Mamá de 2008 que foi a base do longa. Acho que passa uma boa ideia do filme, até porque tudo o que tem no curta aparece no longa:

    (não vou colocar o video aqui pq siker já colocou no primeiro post do tópico)
     
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  8. Clara

    Clara Que bosta... Usuário Premium

    Ah, meu Deus.
    Tenho que assistir. :pipoca:
     
  9. Siker

    Siker Artista Comercial / Projetista Gráfico

    Não me lembro muito bem dos detalhes, mas acho que
    as ações da Mama mudaram quando ela percebeu que sua filha de verdade estava morta, até então ela acreditava que era a mãe das meninas mesmo e as protegia por isso, depois o sentimento mudou formando o desejo de apenas ter alguma criança para chamar de filha; já com a Ana me pareceu ter rolado alguma ligação, talvez por instinto materno, já que ela demonstrou uma forte vontade de proteger as meninas.
     
  10. Amon_Gwareth

    Amon_Gwareth Paragon

    Fui assistir aleatoriamente. Quando li o nome Guillermo de Toro (não sabia q ele fez parte do staff), confesso que fiquei bastante empolgado. a cena inicial é muito legal, e fica claro que eles se inspiraram bastante em filmes como
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    , pelo jeito das gurias de se arrastar pelo chão, e pelos barulhos que a mama fazia. muito top.

    mas o filme repentinamente ficou uma grande porcaria: eu particularmente odeio filme "de susto" que acha que tá fazendo terror. terror é uma construção de cenas, de tensão, não uns picos de atenção. ainda que tenha cena ou outra que se salva unicamente pelo aspecto visual, o roteiro do filme é extremamente fraco, e eles ficaram confusos se deixavam informações implícitas ou explícitas. começaram a jogar cenas aleatórias pra deixar voar a interpretação dos espectadores, como por exemplo a relação de afetividade entre o fantasma e as crianças, ou até mesmo a cena do pai das meninas apontando pra ponte, e repentinamente optaram por deixar tudo extremamente explícito, explicando cada mísero detalhe das motivações da mama.

    o filme apresenta claros sintomas de adaptação de roteiro de última hora, como por exemplo introdução complexa de personagens que no no final não apresentam a menor relevância para o desfecho em si. fora que até agora não entendi se a intenção do diretor foi fazer um final feliz ou trágico. falam no meio do filme que esse tipo de fantasma repete os "erros" cometidos até alguém causar uma ruptura. No final, a mama mata a guriazinha, e a guriazona prefere viver. A mata apresenta ciúmes o tempo inteiro, mas acaba poupando a Anabelle. Essa "dualidade" ficou muito sem pé nem cabeça. Não sei se a intenção foi realmente criar uma situação complexa, mas não ficou legal, imo.

    enfim, mais uma historinha quadrada de hollywood :joinha:
     

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