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[M - Paródia][Fingon1][Fingoeste Caboclo]

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Excluído028, 21 Dez 2005.

  1. Excluído028

    Excluído028 Excluído a pedido

    Aí galera,, essa paródia que eu fiz da música do Legião não está de pleno acordo com a obra,, foi mais uma brincadeira,,, já tá cifrada para os músicos de plantão.

    - Raphael

    .álbum
    O Silmarillion
    .música
    Fingoeste Caboclo
    .info






    (G D) (repete essas notas por quase toda a música)
    Não tinha medo o Alto Rei dos Noldor Fingon
    Era o que todos diziam quando em combate morreu
    Foi pra batalha demonstrando lealdade
    Só pra sentir no seu sangue o ódio que Melkor lhe deu
    O Fingon sempre foi um cara muito vivo
    Ainda mais quando lutando com Melkor o pai morreu
    Era um terror quando empunhava uma espada
    E na luta até o balrog com ele aprendeu
    Tomou cerveja, já foi elfo malouqueiro
    Gostava de ir pra gandaia e deu álcool ao Gil-Galad
    Sentia mesmo que era mesmo diferente
    E sentia que a Terra-Média era o seu lugar.
    Pra Terra-Média ele queria viajar
    Foi com Fëanor e entrou na maldição
    Matou Teleris para poder viajar
    E foi abandonado, ai Eru que traição.
    Pegava todas as elfinhas da cidade
    Mas passou por uma seca quando o gelo atravessou
    De Fëanor ele tinha o maior ódio
    O cara que os traiu, o cara que os abandonou.
    Ele entendia como a vida funcionava
    Ele lutava por causa da amizade e do amor.
    O Arco e Flecha é a arma que ele gosta
    Ao chegar deu uma flechada num orc e o matou.
    E cá chegando tomou um susto tadinho
    Acontecia uma batalha a qual tinha que lutar
    Ficou em jogo a sua amizade,
    Mas Fingon tinha coragem, um amigo foi salvar
    Subiu a montanha, entoou uma melodia
    E atormentado o amigo mandou lhe matar,
    Fingon então puxou a arma da bainha
    Cortou a mão do cara para lhe salvar.
    E Maedhros ficou agradecido,
    Entregou ao pai de Fingon o direito de reinar,
    Ficou bestificado com a novidade,
    Soube que o Rei Fëanor não podia mais lutar.
    "- Eru, que coisa mais linda!
    O traidor nunca mais vai me amolar!"
    Ladrão de barco, matador de marinheiro
    Incomodava todo mundo a sua catinga.
    Na sexta-feira ele fundou sua cidade
    Hithlum era o seu nome, que rapaz trabalhador!
    E conhecia muita gente interessante,
    Até um elfo bem chato, era o Thingol
    Um sindarin que vivia em Doriath
    E muita coisa ele falava lá,
    Seu nome era Thingol e ele dizia
    Que a Terra-Média ele ia comandar
    E o Noldo Fingon até a morte batalhava
    Houve até uma batalha em que ele expulsou um dragão
    E após a Bragolach ele tornou-se rei
    Recebendo a notícia: seu pai jazia no chão.
    E ele precisava de uma conversa
    E decidiu que com o irmão ele não podia contar
    Turgon, meu brother, você se escondeu em que canto?
    Eu não quero ser um chato, mas tu tem que me falar.
    Logo logo os maluco da cidade
    Souberam da novidade: "- Vai ter discurso aqui!"
    E o Alto Rei Fingon, ai que gafe, ai que mico
    Na escada um tropeço, caiu em cima de Húrin.
    Seu amigos o ergueram, mas que sorte
    De pé tinha grande porte e começou a falar
    E de repente, ele fez uma reverência
    Lembrando aos seu cidadãos que Fingolfin não vai voltar.
    C G/B
    Após o discurso o povo chorou
    Am7 G
    Lembrando o Rei Fingolfin e o que ele fez
    C G/B
    Violência a Melkor, o matador
    Am7 G
    "- Você vai ver, agora é a nossa vez!"


    (G D)
    Agora o Rei Fingon reerguido
    Destemido e temido por Melkor, sombra do mal
    Não tinha nem medo de lobisomem
    De largarto, de balrog, de qualquer força do mal.
    Foi quando conheceu uma elfinha
    Na boate itinerante dançou muito e bebeu
    Celebrían era uma elfa linda
    E o coração dele pra ela o Rei Fingon prometeu.
    Eles diziam que queriam se casar
    E malouqueiro ele voltou a ser
    "- Celebrían, pra sempre vou te amar
    E um filho com você eu quero ter"


    G G#
    O tempo passa e um dia vem a porta um elfo
    F G
    De grande porte e espada na mão,
    G#
    Trazia um bilhete dos fëanorianos
    F G
    Que dizia: a quinta batalha ta chegando irmão
    G D
    "- Eu vou agora preparar meu arsenal,
    Agora temos esperança de vencer o malvadão
    Vamos cavalgando meu amigo sob estrelas,
    Cantar sob a luz das mesmas, vamos lá então!
    E é melhor sairmos agora de casa
    Vamos com o meu exército vencer ou não!"
    Mas antes de sair, o mensageiro disse:
    "- Alto Rei dos Noldor Fingon, você é um cara fodão!"
    "- Rei Fingon você é um cara fodão!"
    "- Rei Fingon você é um cara fodão!"
    Essas palavras ficaram no coração
    Do mensageiro ele apertou a mão.


    Não é que o Rei Fingon era esperto
    Levou os soldados direto para o forte guardar
    Gwindor precipitado foi à dianteira
    Foi logo capturado e Fingon não pôde ajudar.
    Mas Turgon veio, chegou com dez mil lanceiros
    Entrou lutando no meio até o Fingon encontrar
    Húrin sorria, ele ficou feliz da vida
    Lutando junto com eles, que chacina!


    G Ab
    Mas acontece que um tal de Gothmog
    F G
    Um balrog fumegante apareceu por lá
    Ab
    Tava sabendo do plano do Alto Rei Fingon
    F G
    E logo entrou na luta, começou a batalhar.
    D#/F
    Mas Maedhros chegou logo depois
    Em
    Viu o Rei Fingon, Gothmog enfrentar
    C G/B
    Não conseguira ajudar o amigo pois
    Am7 D
    Fora traído pelos homens orientais.


    G Ab
    O Gothmog era um balrog sem vergonha
    F G
    Mas era meio pamonha tentou o Rei acertar.
    Ab
    Ele jogava a massa para frente
    F G
    Mas o Fingon era veloz e conseguia se esquivar.
    D/F#
    E o Rei Fingon viu sua gente arrasada
    Em
    E o ódio começou a lhe tomar
    C G/B
    O ódio fez ele abandonar a astúcia
    Am7 D
    E enfrentar o balrog sem se cuidar.
    C G/B
    Então Gothmog trapaceou
    Am7 G
    E outro balrog botou fogo em volta do Rei
    C G/B
    Gothmog desferiu um golpe em Fingon,
    Am7 G
    Um golpe que partiu o elmo do Rei.



    G Ab
    O corpo de Fingon foi mutilado ao relento
    F G
    E na lama do seu sangue o seu estandarte ficou
    Ab
    A batalha transformara-se em um lamento
    F G
    Turgon fugiu para casa e Húrin, Melkor pegou.
    Ab
    E no chão só tinha mortos e armas
    F G
    Melkor deu uma gargalhada, ele saíra vencedor
    Ab
    Foi usando de malícia e astúcia
    F G
    E de atitude falsa que causara tanta dor.
    D/F#
    E o Rei Fingon nada podia fazer
    Em
    Pois batalhando ele tombara no chão,
    C G/B
    Fingon é isso que disseram de você
    Am7 D
    Que tinha força, coragem e bom coração.
    G Ab
    No sábado, então as duas horas
    F
    Celebrían sem demora
    G
    Foi com Turgon a Gondolin
    Ab
    E lá ela então caiu de costas
    F
    Soube que o grande Fingon
    G
    Se encontrava a dormir
    Ab
    Seu grito morrera na garganta
    F
    Ela ficara sozinha
    G
    Muito triste a refletir
    Ab
    E olhou pros corneteiros e pras damas e
    F G
    A gente do Rei Fingon que estavam por ali
    D/F#
    E se lembrou de quando era uma criança
    Em
    E de tudo o que viveu até ali
    C G/B
    E soube que sua vida não tinha esperança
    Am7 D
    "- Vou para Mandos, vou encontrar o Fingon sim."
    C G/B
    E nisso o sol cegou seus olhos
    Am7 G
    E então o Rei Fingon ela reconheceu
    C G/B
    Ele segurava a sua mão pois
    Am7 G
    Estavam juntos e o amor não morreu.


    G D (e repete de novo)
    "- Melkor, eu sou homem, coisa que você não é
    Não apunhalo pelas costas, não.
    Olha pra cá filha da puta sem vergonha
    Eu vou te arrancar sangue, vem sentir o teu perdão"
    E foi Húrin que disse isso logo depois
    Que foi aprisionado, ele estava com dor
    E a astúcia o abandonou depois
    Ficou loucão de tanto tormento e dor.
    C G/B
    O povo declarava que o Rei dos Noldor Fingon
    Am7 G
    Para sempre ele irá viver
    C G/B Am7
    Seus feitos deram a ele dignidade, ele marcou a história
    G
    Que o povo gosta de ler.
    C G/B
    E o Fingon ficou de mal com a vida
    Am7 G
    Soube que o Gil-Galad não era filho seu
    C G/B
    O pai de Ereinion era um tal de Orodreth
    Am7 D
    Ele também tava em Mandos e o Fingon

    Sofreu...
    (C,Bb,G)
     
    Última edição por um moderador: 28 Dez 2005
  2. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    Re: [Paródia] [Fingoeste Caboclo]

    :lol:

    Adorei ^^
     
  3. Deriel

    Deriel Administrador

    Re: [Paródia] [Fingoeste Caboclo]

    Fantástico :lol:
     
  4. Idril

    Idril Usuário

    Re: [Paródia] [Fingoeste Caboclo]

    :rofl:

    Nossa...Deu vontade de pegar meu violão e tocar essa paródia!!! Muito boa mesmo!!!
     
  5. Estranho

    Estranho Dancer

    Demais.....
    :rofl:
     

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