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[L] [Rousoku][O Senhor dos Pastéis - A Soc. do Pastel Livro II]

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Vela- o Rousoku, 17 Mar 2003.

  1. Vela- o Rousoku

    Vela- o Rousoku Sirius Black

    [Rousoku][O Senhor dos Pastéis - A Soc. do Pastel Livro II]

    Demorou, mas finalmente saiu o começo do livro II
    Pra quem não leu, o Livro I está aqui:
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    ==

    Sinopse (Toque de sino para você):

    O Senhor dos Pastéis - Uma Aventura Alimentícia
    Parte um: A Sociedade do Pastel - Livro II

    "A mesa mudou. Eu sinto no prato. Eu sinto no arroz e no feijão. Eu sinto no meu suco de laranja."
    ---

    LIVRO II

    ---

    RANGOS E ENCONTROS

    Frodo abriu os olhos, e enxergou no teto uma abóbora... digo, abóbada, com entalhes de flores, e principalmente, frutos. Muitos frutos. Começou a observar, sobre sua cabeça, uma maçã, em alto relevo, tão bem talhada que parecia até exprimir suas cores. Foi movendo o olhar para a direita, e ao lado da maçã havia uma pêra, pendurada em galhos talhados com igual qualidade. Continuou seguindo seu olhar para a direita, e um espetáculo de frutas e árvores talhadas no teto mostrou-se diante de sua fronte. Quando seu olhar se virou completamente para o lado direito, pôde perceber alguém sentado. Frodo estava numa cama.

    Frodo: "Onde estou, e que horas são ?"

    "Na casa de Melrond, e são dez da manhã." - disse uma voz. - "Estamos na manhã do dia 24 de outubro, se quiser saber."

    Frodo: "Feijandalf ???"

    Feijandalf: "Sim, seu asno. Você tem muita sorte de estar aqui, depois de tantas coisas azedas que você fez."

    Frodo: "Como você sabe ?"

    Feijandalf: "Foi fácil para mim saborear seus pensamentos nessa sua cabecinha cozida. Além do mais, estive preparando Calzones."

    Frodo: "Onde estão os outros ?"

    Feijandalf: "Estão todos aqui, sãos e salvos. Sam estava aqui, até agora pouco, quando mandei ele catar coquinhos."

    Frodo: "O que aconteceu no rio ?"

    Feijandalf: "Você quase não resistiu. Mas haverá um Conselho, aqui, assim que você estiver restabelecido, e tudo será explicado. Aliás, preciso terminar a lazanha."

    Frodo: "Para quê você está cozinhando ?"

    Feijandalf: "Para o Conselho, ué ! Onde já se viu um Conselho de uma aventura alimentícia que não é um banquete ?"

    Frodo: "Me conte apenas o que aconteceu enquanto eu estava no barato, lá no rio..."

    Feijandalf: "OK. Assim que os pasteleiros negros colocaram seus pés no rio, uma enchente começou, comandada por Melrond. Acrescentei uns toques próprios. Você não deve ter reparado, mas adicionei ácido carbônico à água do rio."

    Frodo: "O que é isso ?"

    Feijandalf: "É o ácido que dá gás aos refrigerantes. Como a receitinha não tava borbulhando muito, coloquei também um pouquinho de bicarbonato de sódio, e um pouco de pó royal. Daí sim, ficou legal ! Quando eu pensei no bicarbonato de sódio, estava pensando que por ter na fórmula molecular um sódio apenas, um hidrogênio, e um núcleo CO3, teria um efeito alcalinizante, neutralizando o ácido e..."

    Frodo adormeceu profundamente, enquanto o cozinheiro se vangloriava de suas receitas recém-formuladas. Quando acordou, era quase noite e estava sozinho no quarto, e sentiu que não mais precisava descansar, mas sim da coisa mais importante dessa história: comida. Ao se levantar, percebeu que haviam deixado uma roupa à sua espera. Frodo a vestiu, e olhava-se no espelho, quando alguém bateu na porta.

    Frodo: "Quem é ?"

    Sam: "Abre a porta Mariquinha !"

    Frodo: "Eu não abro nãaaaaao... você vem da pagodeira vai curar suas coceira bem longe do meu corchãaaaao..."

    Sam abre a porta, corre até Frodo, e pôe a mão na língua dele, que fora atingida pela terrível arma dos pasteleiros negros.

    Sam: "Está quente !"

    Frodo: "E seu miolo está frio, seu mané !"

    Sam: "Não, é que ela esteve fria todos esses últimos três dias, e Feijandalf mandou lhe chamar e ver se estava pronto, e achei que ele estivesse brincando."

    Frodo: "Pois bem, estou pronto. Onde estão os javalis ?"

    Sam: "Er... isso é na Gália, estamos na Terra Média."

    Frodo: "Foi mal. Vamos procurar o resto do grupo."

    Sam conduziu Frodo por vários corredores, chegando até um jardim. Lá estavam os outros dois hobbits, e Feijandalf. Assim que se cumprimentaram, o badalar de muitos sinos os chamaram ao salão.

    O salão da casa de Melrond estava cheio de pessoas: elfos em sua maioria, mas haviam alguns convidados estranhos. Melrond sentou-se na cabeceira de uma enorme mesa, tendo ao lado Glorpringle's e Feijandalf. No meio da mesa, sentava-se uma donzela élfica de beleza incomparável. Foi assim que Frodo viu a que poucos mortais viram: Amórwen, filha de Melrond, através da qual, dizia-se, a figura de Babalúthien tinha voltado à terra denovo. E ela era chamada de Undómel, pois era a Receita Serpentina de seu povo.

    Frodo ficou surpreso e embaraçado ao ver que tinha um lugar reservado à mesa de Melrond, em meio a tantas pessoas importantes. À direita de Frodo havia um anão de aparência importante, apetitosamente vestido. Frodo parou de comer para observá-lo.

    Anão: "Bem vindo seja ! Glóiabada às suas ordens !"

    Frodo: "Frodo Brigadeiro, às suas ordens e de sua família. Estaria eu certo em supor que o senhor é aquele Glóiabada, um dos doze cozinheiros do grande Toddy Escudo de Canela ?"

    Glóiabada: "Perfeitamente certo. E eu não pergunto, pois já me disseram que você é o parente e herdeiro adocicado de nosso amigo Bilbo, o recheado. Permita-me felicitá-lo por sua recuperação."

    Frodo passou o banquete inteiro conversando com Glóiabada, apesar de que mais ouviu do que falou, pois os assuntos do Candyado, exceto o Pastel, pareciam distantes e sem tempero. Frodo soube que Grimbéra, o Velho, filho de Béra, era agora senhor de muitos homens saborosos, e em suas terras, entre as Montanhas e a Floresta das Treuvas, nem orcs nem lobos ousavam entrar.

    Glóiabada: "Na verdade, se não fosse pelos béranings, a passagem de delValle até Melfenda teria há muito tempo se tornado impossível. São homens valorosos, e mantêm aberto o Passo Malte e o Val de Canelock. Mas cobram muito caro. E, como Béra, o Velho, eles não morrem de amores pelos anões. Ainda assim, são confiáveis, o que já é muito nos sabores de hoje. Em nenhum outro lugar existem homens tão amigáveis conosco como os homens de delValle. São um povo bom, os balardings. O neto de Balard, o Açucareiro, os governa: Brahmand, filho de Balain, filho de Balard. É um rei forte, e seu reino agora alcança regiões ao extremo Sul e Leste de Escargot.

    Frodo: "Me diga sobre seu próprio povo !"

    E com isso, Glóiabada enbarcou num extenso relato dos feitos do Reinado dos Anões. Dos dez companheiros que tinham sobrevivido à Batalha dos Cinco Exércitos, sete ainda estavam com ele: Dwagnolin, Glóiabada, Doritos, Amori, Bisfur, Bafoor e Bombonr. Bombonr estava agora tão gordo que não podia sair da cama sozinho.

    Frodo: "E o que aconteceu com Balinha, Orisco e Óinc ?"

    Uma sombra cobriu o rosto de Glóiabada.

    Glóiabada: "Não sabemos. Foi principalmente por causa de Balinha que eu vim até aqui buscar o aconselhamento dos que moram em Melfenda. Mas vamos falar de coisas mais alegres esta noite."

    Finalmente o banquete chegou ao fim. Melrond e Amórwen se levantaram e se afastaram pelo salão, e o grupo os seguiu na devida ordem. Frodo se viu andando ao lado de Feijandalf.

    Feijandalf: "Este é o salão do fogo. Aqui escutará muitas canções e histórias."

    Frodo notou, do outro lado da fogueira, uma figura escura, sentada num banco, com as costas num pilar. Ao seu lado, no chão, estava um baguete pela metade, e uma garrafa de Velho Barreiro. Melrond adiantou-se e parou em frente à figura silenciosa.

    Melrond: "Acorda, seu bebum ! " - virou-se para Frodo - "Taí o mané."

    Frodo: "Mas.... BILBO ???"

    Bilbo: "Er... hic ! Bem... hic ! Eéu vvvi vcê ... híc !"

    Frodo: "Heeeeiiiinnnn ????"

    Bilbo: "Aaaaa... esquce hic !"

    Frodo e Bilbo ficaram conversando. Logo chegou Sam, e entrou também na conversa. Num momento, Bilbo tocou no assunto do Pastel.

    Bilbo: "Você está com ele ? Digo, hic, você está com o pastel ?"

    Frodo: "Sim, está comigo."

    Bilbo: "Posso vê-lo ?"

    Frodo pegou o pastel da marmita. Bilbo estendeu a mão, e Frodo rapidamente o puxou de volta. Bilbo, nesse momento, ganhou uma dentadura de tubarão, e ficou todo enrugado.

    Bilbo: "Gráááááááááááááuuuuuuuuuurrrrrrrr !!!!!!! Me dá me dá me dá !!!"

    Sam: "Me dá danoninho danoninho dá muitas vitaminas prá gente brincar..."

    Bilbo pôs as mãos sobre os olhos, e depois de uma pausa, tornou a falar.

    Bilbo: "Er... foi mal..."

    Continuaram conversando sobre o Candyado. Tudo era de interesse de Bilbo, desde a menor migalha até o maior banquete. Estavam tão entretidos que nem perceberam uma figura de verde limão entrar, e que os observava. Num dado momento, Bilbo olha para cima, e o reconhece.

    Bilbo: "Ah, então você está aí, Danônadan !"

    Frodo: "Paçocalargo ! Parece que você tem um monte de nomes !"

    Bilbo: "Bem, Paçocalargo é um que nunca ouvi. Por quê esse nome ?"

    Aragorn: "É como me chamam em Brioche, e como fui apresentado a eles. Porque lá sempre como amendoins."

    Frodo: "E por que você o chama de Danônadan ?"

    Bilbo: "O Danônadan. Sempre o chamam por esse nome aqui. Aqui o esquema dele é danoninho."

    Sam: "Eu falei !!!"

    Bilbo: "Onde esteve, meu amigo ? A Senhora Amórwen estava no banquete !"

    Aragorn: "Menino, NEM-TE-CONTO ! Eladá e Elerrí retornaram, trazendo notícias que precisava saber."

    Depois de mais algumas conversas entre Bilbo e Frodo, eles saíram do salão do fogo, para deitar-se aos sabores da noite até o dia seguinte.


    O CONSELHO DE MELROND

    Frodo acordou antes do Sol, e assistiu à sua primeira ascensão, ao lado de Sam. Chegando ao jardim, encontrou Feijandalf e Bilbo num papo mó comédia.

    Bilbo: "Olá ! Bom dia ! Sente-se preparado para o Grande Conselho ?"

    Frodo: "Qualé ? Sem rango ? Tu tá maluco ?"

    Durante suas enfatizadas palavras, um sino soou.

    Feijandalf: "Este é o sino que nos chama ao Grande Conselho. Venham ! Tanto você quanto Bilbo foram requisitados !"

    Quando entraram no salão do Conselho, ao som do canto dos pássaros, da ruidosa cachoeira, e um pouco de Blind Guardian, viram que todos que ali estavam tinham expressões sérias. Melrond e muitos outros estavam sentados em silêncio, entre eles Glorpringle's e Glóiabada, e num canto sentava-se Paçocalargo, com suas roupas sujas de Lolo. Melrond deu três tapinhas no banco que estava ao seu lado, indicando com um sorriso que Frodo deveria sentar-se ali. Apresentou-o ao grupo dizendo:

    Melrond: "Aqui, meus amigos, está o hobbit Frodo, filho de Dinovo. Poucos chegaram aqui passando por caminhos tão famintos, ou em prol de ânsia mais urgente."

    Então Melrond apresentou a Frodo aqueles que ele ainda não havia visto. Com Glóin havia vindo seu filho, Gim-li. Com Glorpringle's estavam outros conselheiros da casa de Melrond, de quem Eneston era o chefe. Estavam também Caldor, a mando de Cremírdan. Havia também um elfo estranho, vestido de verde-abacate, Legomas, mensageiro de seu pai, Trutauil, Rei dos Elfos do Norte da Floresta das Treuvas. E, sentado um pouco à parte, estava um homem bonitão de cabelos escuros e olhos cinzentos. Num cinturão, trazia um grande corno com ornatos de banana-prata, que agora repousava sobre seus joelhos. Olhou para Frodo e Bilbo com súbita surpresa.

    Quando deu-se início ao Conselho, muitas coisas amargas foram ditas, e pôde-se perceber como estava em apuros os habitantes daquelas terras. Foi o relato de Glóiabada o que mais interessou a Frodo, pois ele falava de Bilbo, e das ameaças que os Anões receberam para que entregassem-no a Mordedor. Perguntou também sobre um pastel que Salivaron procurava.

    Melrond: "Pois fez bem em se juntar ao Conselho, pois sua fome de respostas será saciada. Para que possam entender o problema, a História do Pastel será contada agora, começando por mim, embora outros possam terminá-la."

    Melrond começou a relatar os feitos de sua época, milênios atrás, e a todos falou a respeito da fritura dos Grandes Pastéis de Sabor, e de como Salivaron havia feito o Um Pastel, para dominar todos os outros. Embora ele falasse de forma breve, terminou quando o sol já estava alto. Falou de Nutrinor, de sua glória e queda, e de Elentilha e seus poderosos filhos Rapadur e Bananárion, da Guerra do Pastel, e de como Rapadur cortou o Pastel da Boca de Salivaron, e o pegou para si. Naquele momento, o bonitão de cabelos escuros o interrompeu.

    Bolomir: "Ah, então foi isso o que aconteceu com o Pastel ! Já tinhamos ouvido falar do Grande Pastel daquele que não nomeamos, mas acreditávamos que tinha sido destruído, ou embolorado ! Mas ele foi pego ! Isso para mim é novidade !"

    Melrond: "Infelizmente sim. "Levo isto como compensação pela morte de meu pai e de meu irmão", disse ele sem se importar com o que pensávamos. Mas o Pastel o traiu, e ele foi morto, e por isso o Pastel é chamado no Norte de A Ruína de Rapadur. Mesmo assim, a morte foi melhor do que os temperos que ele podia ter provado.

    Muitas outras coisas foram ditas a respeito da decadência de muitos povos, e todos sentiram como se a esperança de dias saborosos estivesse cada vez mais mal-passada. Num momento, Bolomir levantou-se.

    Bolomir: "Conceda-me a palavra, mestre Melrond. Deixe-me falar de Gomador, pois ao que me parece pouco sabem sobre tal lugar. Minas Morgula está sendo vigiada graças à força de nossos homens, que muito lutam em Minas Tiritos. Por nossos esforços os selvagens do Leste ainda não avançaram sobre os reinos atrás de nós. Mas ninguém nos ajuda, e o Inominável tem agora muito poder, e nos expulsou de Ilenthilien. Não foi por número que perdemos. O Inimigo agora conta com um novo mal. Alguns dizem que ele é visível, uma figura sombria que traz medo aos nossos corações. Um Pasteleiro Negro, é o que dizem. Fui mandando aqui não para pedir ajuda em batalha, pois é dito que a força de Melrond está em sua sabedoria e suas receitas, e não em seus mantimentos. Bem, eu tive um sonho. Sonhei que todas as crianças de Gomador podiam correr pelos gramados nuas sem se importar com Michae... er... sonhei com um poema, que me foi recitado por uma voz tãaaao máscula... ele dizia:

    Procure a Empada que foi recheada:
    Em Imladrizz ela está;
    Mais fortes que de Morgula recantos
    Conselhos lhe darão lá.
    E lá um sinal vai ser reuntado
    Do Fim que está por vir,
    E a Ruína de Rapadur já exala,
    E o Pequeno já vai surgir.

    O sonho era primeiro do meu irmão, e se ele tivesse vindo no meu lugar ninguém ia morrer no fim deste livro. Mas como papai mandou eu vir, eu vim."

    Aragoma: "E aqui mais coisas lhe serão esclarecidas."

    Aragoma, levantando-se, colocou sua espada sobre a mesinha ao lado dos biscoitos, em frente a Melrond. Ela ainda estava partida.

    Bolomir: "E quem é você, e que tem a ver com os fermentos de Minas Tiritos ?"

    Melrond: "Ele é Aragoma, filho de Arentorna, herdeiro de Rapadur."

    Frodo: "Então ele pertence a você, e não a mim !"

    Aragoma: "Ele não pertence a nenhum de nós. Mas foi ordenado que você o guardasse quente por um período."

    Feijandalf: "Traga o Pastel, Frodo ! A hora chegou. Mostre-o, e então Bolomir entenderá o restante do Enigma."

    Fez-se silêncio e todos voltaram os olhos para Frodo, que de repente foi tomado pela vergonha e pelo medo, sentindo uma grande relutância em mostrá-lo, e aversão em tocá-lo. Desejou estar bem longe. Sua mão tremulava enquanto ele o erguia.

    Melrond: "Veja a Ruína de Rapadur !"

    Bolomir: "Hum... nham nham..."

    Glóiabada: "Ela deve ser destruída !"

    Melrond: "Sim. No entanto, isso consiste num problema desconcertante."

    Glóiabada: "É nada ! Olha só !!!"

    Glóiabada, num movimento brusco, puxa seu machado golpeando com excelente precisão o Pastel. No entanto, seu machado se parte.

    Melrond: "Idiota ! Você pulou o script ! Deixe o Feijandalf falar antes !"

    E com isso, Feijandalf embarcou num relato a respeito de como descobriu o Pastel, e como descobriu que era o Pastel. Falou de como foi preso por Salmão, e não pôde assim acompanhar Frodo em sua viagem.

    Feijandalf: "Bem, aqui então está a história contada até o fim, e o Pastel. Que fazer com ele ?"

    Melrond: "Deve ir ao fogo. Deve ir à Montanha do Perdiz-são."

    Bolomir: "NÃO ! Er... digo, esperem. Por quê não usar o Pastel a favor de nossas batalhas ? Por que não o senhor Livre dos Livres não poderia usar o Pastel contra o Inimigo que não nomeamos ?"

    Melrond: "Por que não funciona."

    Bolomir: "Ah, tá... beleza então."

    Bolomir, ruminando: "Elfo burro..."

    Melrond: "O Pastel é um perigo aos sábios, e portanto, eles não poderão levá-lo. Além do mais, Salivaron perceberia alguém muito importante e sábio andando sozinho na direção dele. É um fraco com esperança de forte que levará o pastel."

    Bilbo, se levantando: "Tá, já sei. Já entendi que isso foi para mim. Bilbo, o hobbit tolo começou isso, e Bilbo deve dar cabo dele, ou de si mesmo. É um trabalho terrível. Quando devo partir ?"

    Bolomir olhou surpreso para Bilbo, mas seu riso morreu quando reparou que todos o fitavam com grande respeito. Apenas Glóiabada sorriu, mas devido a lembranças de dias anteriores.

    Feijandalf: "Sabemos que sua oferta é saborosa, mas sua parte nesta história já terminou, a não ser escrevendo seus livros e suas receitas. Você não deve tocar o pastel novamente."

    Todos voltaram seus olhares para baixo, como temendo serem escolhidos para a missão. Um grande pavor tomou conta do Conselho, como esperando a pior das sentenças que já planejada, na esperança que não fosse pronunciada.

    Finalmente, com muito esforço, Frodo sentiu-se surpreso ao ouvir sua própria voz, como se ela estivesse sendo usada por outrém.

    Frodo: "Levarei o Pastel ! Embora não conheça o caminho."

    Sam: "Nhé ! Ele vai sozinho ?"

    Melrond: "Certamente não. É impossível separar vocês dois, mesmo quando ele é convocado para um Conselho secreto, e você não."

    Sam se sentou, corado e gaguejando.

    Sam: "Que boa enrascada nos metemos, Sr. Frodo..."

    ---
    Há de ser continuado
     
  2. 8O :lol:



    minha nuss...eu naum aguentei.... tentei naum rir.. mais eh impossivel....
    adorei o nome dos personagens.. e puts....Vela.... vc tem uma criatividade e tanto.....
    parabens...preciso ler o primeiro...... eu num li ainda :oops:

    dispertei o interesse de umas dez pessoas na sala q eu to.hauauahauha..todas fikaram olhanu assim p mim 8O :tsc: e eu fui soh fikanu assim :oops:
    mas impossivel para de le......

    adorei....
    showzaum!
    :lol:
     
  3. Mírëloth

    Mírëloth Ex Eleri

    Hahahahahahahahahaha!!!!!:lol:
    É ótimo, adorei! Também não li o primeiro ainda, mas estou indo ler agora!

    Muito engraçado!!!!!!!!! :rofl:
     
  4. Mírëloth

    Mírëloth Ex Eleri

    Acaabei de ver o primeiro... Também é muito bom, a introdução ficou ótima!!!! E a história também, parabéns!!!! :lol:
     
  5. Eriadan

    Eriadan Usuário Usuário Premium

    C*, man, MUITO bom! :rofl:
     

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