1. Caro Visitante, por que não gastar alguns segundos e criar uma Conta no Fórum Valinor? Desta forma, além de não ver este aviso novamente, poderá participar de nossa comunidade, inserir suas opiniões e sugestões, fazendo parte deste que é um maiores Fóruns de Discussão do Brasil! Aproveite e cadastre-se já!

Dismiss Notice
Visitante, junte-se ao Grupo de Discussão da Valinor no Telegram! Basta clicar AQUI. No WhatsApp é AQUI. Estes grupos tem como objetivo principal discutir, conversar e tirar dúvidas sobre as obras de J. R. R. Tolkien (sejam os livros ou obras derivadas como os filmes)

Ao menos 70% dos flanelinhas do Rio de Janeiro têm passagem pela polícia

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 14 Set 2010.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Eles intimidam motoristas principalmente no Maracanã, zona sul e centro

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    Pelo menos 70% dos 1.088 flanelinhas - guardadores irregulares de carros - detidos desde janeiro do ano passado na cidade do Rio de Janeiro têm passagem pela polícia, segundo aponta levantamento da Seop (Secretaria Especial de Ordem Pública). Desses, 3% tinham mandados de prisão ou eram foragidos.

    A ação de flanelinhas é comum nas ruas da capital. Alguns se acham os donos das vagas, muitas vezes improvisadas, e cobram pelo estacionamento. Motoristas se sentem intimidados e acabam pagando valores abusivos. Para o secretário Alex Costa, o cenário vai além de exercício ilegal da profissão, formação de quadrilha ou extorsão, uma vez que a segurança dos cariocas está em risco.

    O local onde os flanelinhas mais atuam no Rio é o Maracanã, por causa da grande quantidade de jogos que atraem até 80 mil pessoas em apenas um dia. No ano passado, 328 dos 423 detidos foram flagrados nas imediações do estádio. Em seguida, vem a zona sul, com os atrativos turísticos e população de maior poder aquisitivo, e o centro, onde estão grandes empresas.

    Como o Maracanã foi fechado no último dia 5 para obras da Copa do Mundo e só será reaberto em 2013, a expectativa agora é que a presença de flanelinhas seja mais intensa na região do estádio João Havelange, o Engenhão, que vai receber os clássicos no período. A prefeitura promete maior fiscalização.

    Denúncia e ameaças

    Os guardadores ilegais chegam a usar cones para reservar vagas. Eles as "criam" sobre canteiros e estimulam o estacionamento irregular. Os valores cobrados variam entre R$ 10 e R$ 30, dependendo do local. A dentista Danielle Santos foi ameaçada na Barra da Tijuca (zona oeste).

    Segundo o secretário Alex Costa, os fiscais encontram dificuldades nas operações Choque de Ordem: o mapeamento dos lugares onde os mesmos grupos atuam e a iniciativa de motoristas denunciarem a prática, pois só assim o flanelinha poderá ser autuado por extorsão.

    Para se ter um ideia, apenas 13 dos mais de mil detidos continuaram presos. Os outros foram fichados na Polícia Civil, liberados e possivelmente voltaram a atuar ilegalmente nas ruas.
    Na zona sul, perto do clube Monte Líbano, porém, um grupo de motoristas resolveu reagir às intimidações. A polícia foi chamada e 14 flanelinhas acabaram detidos. Os conflitos não ocorrem somente entre motoristas e flanelinhas. Muitos disputam áreas de atuação com os guardadores regularizados.

    As denúncias podem ser feitas diretamente aos fiscais de controle urbano da Seop, assim como guardas municipais, policiais militares e policiais civis.

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)

    Veículo parado em local proibido após ação de flanelinhas

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
     
  2. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    A cada dia que passa a falta de estrutura no trânsito se torna mais evidente nas metrópoles do Brasil. Com uma malha de metrô sub-explorada, pequeno esforço na fiscalização e malha rodoviária defasada com planejamento de décadas e séculos atrás o povo "faz a festa". Em outra situação esses jovens entrariam em uma organização que trabalhe com trânsito para serem absorvidos como mão de obra fiscalizadora, mas no Brasil do governo Lula ficam por aí soltos.
     

Compartilhar