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Uivo e outros poemas (Allen Ginsberg)

Tópico em 'Literatura Estrangeira' iniciado por Meia Palavra, 23 Jul 2011.

  1. Meia Palavra

    Meia Palavra Usuário

    Roberto Bolaño e Jim Morrison tinham mais ligações do que apenas a o título da primeira novela do chileno. A coisa mais importante que liga os dois é a influência da geração Beat da literatura norte-americana: escritores e poetas ligados à contracultura dos anos 50 e 60, que mesclavam experimentalismo, jazz, drogas e uma aversão iconoclasta ao sonho americano, liberando tudo isso sob a forma de uma literatura espontânea, quase instintiva.

    Entre os ícones dessa geração encontram-se Jack Kerouac, autor de On the Road; William Burroughs com seu Almoço nú; John Fante com Pergunte ao pó; e, para mim o maior de todos, Allen Ginsberg, com seu O Uivo.

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  2. raqtoledo

    raqtoledo Usuário

    Cara, amo o Ginsberg! Sem dúvida, meu beat favorito!
     
  3. Lucas_Thedreamer

    Lucas_Thedreamer Usuário

    Já nas primeiras linhas fui conquistado. Desde "Eu vi as melhores cabeças" até "contemplando Jazz". Se o poema terminasse aí já seria excelente, mas como não termina, é muito melhor! :)

    O Filme, com o James Franco, é sensacional também!
     
  4. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    2013 é o ano das redenções. Whitman, Neruda... e acho que até os beats.

    Ginsberg é sensacional. Estou cogitando seriamente arrecadar uma grana daqui pro fim do ano e comprar uma edição da poesia completa dele... Cheguei a ler algo dessa tradução do Willer, e ela me pareceu muito bacana (o Willer manja muito do assunto), mas estou muito ousado com as poesias no original mesmo, então...

    Sim, tanto o Uivo como Kaddish são ótimos poemas. Vocês já ouviram o Ginsberg lendo-os? Procurem no youtube. É maravilhoso... Como li não sei onde, a poesia do Ginsberg talvez seja muito mais pra ser declamada. E se você ver fotos dele declamando seus poemas, é maravilhoso. Eu só concebia isso com Whitman: o poder da palavra ser capaz de congregar pessoas... É lindo.

    Só não sei se algum dia, nessa animação de redescobrir os beats após um tenebroso inverno, eu vou realmente conseguir gostar de Bukowski. Aí já é pedir demais.
     
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