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Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por carlo jorge, 24 Mar 2011.

  1. carlo jorge

    carlo jorge Usuário

    Não importa o seu problema, cada um tem o seu, e para cada um, o próprio problema pode parecer ser bem maior que o do outro, mas nem por isso a vida necessariamente tem que ser amarga.
    SINTETIZE SEUS PROBLEMAS


    De nome eram muito conhecidos onde moravam, um era de todo mal humorado, nada estava a seu gosto, da cerveja sempre reclamava que estava quente, no futebol só dizia que tinham mercenários, e os amigos eram chatos demais, onde ficasse ou fosse tinha uma reclamação a fazer de uma coisa ou outra.
    O outro, artista da história, era “sacana”, gostava de encarnar em tudo que pudesse, pregar peça, colocar apelidos nas pessoas, fazer sempre algo parar rir de alguém, um sujeito carismático, com perfil admirado . Entre um e outro nada tinham em comum, porem suas caminhadas, por ironia, acabaram se cruzando, sem hora nem lugar certo, o dedo de Deus escolheu ,é hoje.
    Na vida do mal humorado, era de ser compreender, em parte era hábito de ser mal mal humorado, era uma pessoa tímida, os poucos que conhecia, não se pode dizer que eram grandes amigos, em quase toda parte do tempo ficava muito só com seu gato, era um “chucro”- ele, não seu gato, mas de bom coração, medroso, também se qualificava no seu enredo, corajoso, só quando queria se esconder. Sem família, filhos, esposa, nada da vida normal a ele pertencia, seu trajar era excêntrico, e sua linguagem parecia sempre estar com farpas de um mau dicionário.
    O segundo personagem, teve tudo ao contrário, uma família, uma esposa e filhos, trabalho bem remunerado, e pessoas que gostavam dele sempre, tinha uma luz que trazia gente sempre pra perto de sua companhia. Quando jovem, sem querer, repentinamente, era o mais popular do curso, causando um pouco de inveja em qualquer colega, era inexplicável o que acontecia, mas de maneira alguma era ruim, as situações aliás eram bem confortáveis, uma boa vida levava esse cara, sem grilo algum, somente satisfação.
    O encontro afinal aconteceu, em uma esquina, onde “bengalinha”apelido de nosso primeiro personagem, virando a curva e tatiando com sua bengalinha, tropeçou e deu um grande encontrão no segundo personagem, preocupou-se a pedir desculpas imediatas, mas antes de tentar, tomou um empurrão com a mesma ou maior proporção que o encontro, encrespado e pouco ligeiro, traçou os lábios em fúria e lançou uma frase ou praga, não sei! – “Tomara que tu fique aleijado para ver se é bom”!
    Em parte nada afetou o segundo personagem, a não ser o fato de todos olharem para ele com desprezo e não perceberam que além de não ter feito o contra – empurrão com maldade e sim em apoio para suas pernas (uma menor que a outra).
     

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