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'Passei no Enem, mas o estado não me deixa estudar', diz preso no RS

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 2 Ago 2012.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    [h=2]Em seminário, detento do Presídio Central diz que lei não é cumprida.
    Juiz Sidinei Brzuska, da Vara de Execuções Penais, chora ao ouvir preso.[/h]

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    Detento (E) diz que lei não é cumprida (Foto: Roberta Salinet/RBS TV)​

    Um dos três detentos que participam do Seminário O Presídio Central e a Realidade Prisional, realizado nesta quinta-feira (2) no auditório da penitenciária de Porto Alegre, diz estar sendo impedido de estudar, o que segundo ele descumpre a Lei de Execuções Penais. O preso também falou sobre as condições que considera precárias da casa prisional, e afirmou que "nunca viu" chance de se recuperar. Condenado por homicídio, o preso é ex-policial militar da capital do Rio Grande do Sul.

    relatou o detento, que queria cursar direito e tinha nota para ingressar em duas instituições: a São Judas Tadeu e a Faculdade Porto-Alegrense, ambas em Porto Alegre. Ao G1, tenente-coronel Leandro Santiago, diretor do Presídio Central, diz que os detentos não podem sair para estudar porque não há escolta suficiente para acompanhá-los.
    disse.

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    Juiz da VEC, Sidinei Brzuska cumprimenta detentos durante seminário (Foto: Roberta Salinet/RBS TV)​

    Juiz chora durante depoimento

    O preso exaltou a realização do seminário.
    diz. As palavras levaram às lagrimas o juiz da Vara de Execuções Criminais (VEC) da Região Metropolitana de Porto Alegre, Sidinei Brzuska, que assistia na segunda fila da plateia.

    Ratos maiores que cachorros

    O preso garante que é tratado com respeito pelos funcionários do Presídio Central. No entanto, conta que as condições de higiene da casa prisional são precárias.
    afirmou.

    Seminário foi realizado para expor situação de presos

    O esgoto cloacal é o maior problema do Presídio Central de Porto Alegre, afirma o juiz da Vara de Execuções Criminais (VEC) da Região Metropolitana de Porto Alegre, Sidinei Brzuska. Em seminário, o magistrado falou sobre as falhas no local, que atualmente conta com 4.379 detentos, quando foi projeto para abrigar 2.069.

    O juiz observa que, quando o presídio foi reformado, não foi feita a impermeabilização nos banheiros, o que causa infiltrações. Segundo ele, parte do esgoto dos banheiros cai sobre celas dos andares inferiores.
    observou o magistrado.

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