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Palocci delata Lula (Escândalo de 25 bi do Pré-Sal)

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Thor, 11 Set 2018.

  1. Thor

    Thor ἀλήθεια

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    No depoimento prestado à força-tarefa da Operação Greenfield, já na condição de delator, Antônio Palocci relata a reunião em que Lula disse “explicitamente que queria” que o esquema das sondas do pré-sal “pagasse a candidatura de Dilma”, em 2010.

    A reunião ocorreu à noite na biblioteca do Palácio do Planalto, entre o fim de 2009 e o começo de 2010.

    “Foi uma reunião curta e que os demais presentes ficaram perplexos com a conduta do presidente Lula; que disse explicitamente que queria que a Sondas (sic) pagasse a candidatura de Dilma.”

    O ex-ministro se refere ao FIP Sondas, criado com aportes dos fundos de pensão para financiar a construção de navios-sonda para exploração do pré-sal, sob administração da Sete Brasil.

    Ainda segundo Palocci, “Dilma se encontrou com os presidentes dos fundos para forçar o investimento”. Ele comenta que Lula e Dilma “não eram muito cuidadosos” e que ignoraram os riscos.

    “Os contratos da Sete Brasil gerariam 25 bilhões. Que o montante representaria o financiamento de 4 ou 5 campanhas para presidente.”

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    • Ótimo Ótimo x 1
  2. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    2009, se não me engano Lula ainda comemorava com orgulho que a crise de 2008 tinha sido só uma "marola" para o Brasil, então com certeza é o tipo de dado que confirma a fase "descuidada" (para ser suave no termo).

    Na época havia o plano de colocarem um presidente para guardar a cadeira num momento de desgaste do PT que poderia piorar se este não dividisse com outros partidos o comando (que foi o que ocorreu). Então quando Dilma assume o país todos que viam o horror econômico estrangeiro estavam na tendência de fechar as torneiras e o povo ficaria mais angustiado para controlar os gastos que no governo anterior. A alegada perseguição/fiscalização nas contas de Dilma na verdade foram mais reflexo previsto no perigo do mercado, porque qualquer um que se sentasse na cadeira seria de todo modo visado em razão de o dinheiro estar sumindo dos bolsos.

    Obviamente Dilma seguia a cartilha do governo que pela resposta oficial do cacique Lula o dinheiro disponível "estava no azul" e os investimentos em elefantes brancos não fariam falta. O governo apostava que o país era inalcançável pela crise. (ênfase no inalcançável repetido mais de uma vez na propaganda)

    É um bocado irônico que tenha sido numa biblioteca, num lugar aonde as palavras só façam sentido para aqueles que dão valor a elas. Para quem não dá valor as palavras elas são vazias e entediantes. É como o cidadão que acha chato ler, afinal quem dá significado é quem lê. De todo modo existem limites nos argumentos técnicos verbais (econômicos ou não) para que se consiga chegar e tocar o receptor. Para além da dimensão mental está o "pagar para ver" em que o convencimento da razão vem por meio da mortificação das emoções e do corpo e não mais pela lógica.

    Tanto foi um governo "instintivo/selvagem" que hoje um dos desafios é justamente encontrar rastros porque quem não usa de lógica já complica na hora de deixar documentos oficiais pela própria aversão aos protocolos.
     
    Última edição: 11 Set 2018

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