1. Caro Visitante, por que não gastar alguns segundos e criar uma Conta no Fórum Valinor? Desta forma, além de não ver este aviso novamente, poderá participar de nossa comunidade, inserir suas opiniões e sugestões, fazendo parte deste que é um maiores Fóruns de Discussão do Brasil! Aproveite e cadastre-se já!

Dismiss Notice
Visitante, junte-se ao Grupo de Discussão da Valinor no Telegram! Basta clicar AQUI. No WhatsApp é AQUI. Estes grupos tem como objetivo principal discutir, conversar e tirar dúvidas sobre as obras de J. R. R. Tolkien (sejam os livros ou obras derivadas como os filmes)

Notícias Milão vence concorrência sueca e será sede da Olimpíada de Inverno

Tópico em 'Esportes' iniciado por Fúria da cidade, 25 Jun 2019.

  1. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    A Itália vai receber os Jogos Olímpicos de Inverno pela segunda vez em apenas 20 anos. Na falta de outras candidaturas viáveis, o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou nesta segunda-feira (24) a vitória da candidatura Milão/Cortina d'Ampezzo pela sede dos Jogos de 2026. A Suécia também concorreu, com Estocolmo, mas nunca chegou perto de empolgar o COI, apesar de um esforço na reta final. O placar foi de 47 a 34.

    Pesou o comprometimento do governo italiano com a Olimpíada, algo que faltou à Suécia durante todo o processo. O governo sueco só passou a apoiar a candidatura nos últimos dias do período de inscrições e mais de uma vez o COI indicou que faltavam garantias. A proposta de realizar as competições de bosbled na Letônia, do outro lado do Mar Báltico, para não precisar construir uma pista no país, até atendeu à agenda do COI. Mas não foi o suficiente.

    Enquanto isso, a Itália contou com a dedicação do seu governo, de ultradireita, que parece cada vez mais desalinhado com a agenda europeia. "Temos problemas orçamentários na Itália, mas acho que isso é algo que todos têm", disse o subsecretário de Estado italiano, Giancarlo Giorgetti, em uma coletiva de imprensa.
    A Olimpíada de Inverno, porém, vai acontecer nas províncias da Lombardia e do Vêneto, que estão entre as mais ricas do país e que devem pagar pelos Jogos. Milão receberá as competições urbanas, enquanto Cortina d'Ampezzo terá as modalidades de montanha.

    Nos últimos cinco anos, o movimento olímpico tem visto candidaturas serem rejeitadas por populações e por governos, principalmente de países desenvolvidos. Em novembro do ano passado, um referendo rejeitou que Calgary, no Canadá, concorresse para receber a Olimpíada de Inverno de 2026. Na ocasião, o placar contra o movimento olímpico, nesses referendos, chegou a 9 a 0.

    Isso vem gerando uma série de implicações para o COI, que viu, entre 2013 e 2014, candidaturas que tendiam a ser prósperas, como St. Moritz e Davos (Suíça), Munique (Alemanha) e Oslo (Noruega), serem retiradas. Sobraram duas cidades disputando o direito de sediar a Olimpíada de Inverno de 2022, Pequim (China) e Almaty (Cazaquistão), sendo que a primeira foi a escolhida a contragosto do COI.

    O problema se repetiu na escolha seguinte, para os Jogos de Verão de 2024. Hamburgo (Alemanha) e Budapeste (Hungria) desistiram depois de referendos, enquanto Roma, capital da Itália, se retirou depois que a outsider Virginia Raggi elegeu-se prefeita tendo como uma das bandeiras de campanha a retirada da candidatura.

    Sobraram só Los Angeles (indicada pelos EUA depois que a cidade de Boston votou contra a candidatura) e Paris (França), que acabaram ficando, respectivamente, com o direito de sediar os Jogos de 2028 e 2024. Ou seja: o COI já antecipou um processo de candidatura, ciente de que teria problemas para achar cidades interessadas nos Jogos de 2028.

    O problema passou a ser a Olimpíada de Inverno de 2026. Sion (Suíça) retirou-se depois de referendo, Innsbruck (Áustria) também, e Graz (Áustria) desistiu assim que uma votação foi convocada. Milão só ganhou força em abril, quando o governo italiano topou assumir os compromissos exigidos, sejam financeiros ou legais. As principais obras pagas pelo governo federal deverão ser de acessibilidade.

    Agora o COI ganha quatro anos para começar a pensar na próxima escolha olímpica, dos Jogos de Inverno de 2030. Pelo calendário, isso dó deve acontecer em 2023.

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    É até estranho ler Milão, uma cidade que não tem um inverno tão rigoroso como os países do norte europeu relacionada a Olimpíada de Inverno, mas depois que se descobre que ela terá trabalhará em parceria de Cortina d'Ampezzo com mais altitude e próxima da Áustria aí sim faz mais sentido.
     
  2. Loveless

    Loveless Usuário

    Pelo jeito, as cidades e os países desenvolvidos estão cada vez menos interessados em serem sedes de Jogos Olímpicos, sejam eles de inverno ou de verão. Provavelmente perceberam que o custo-benefício não compensa.
     
    • Gostei! Gostei! x 1
  3. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Isso é reflexo de vários anos com eleições de sedes com muita corrupção por trás e o fato que nem sempre um evento grandioso como esse trás um retorno tão vantajoso ao país-sede.
     
    • Gostei! Gostei! x 1

Compartilhar