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[L] [Aragorn II][Bio Hazard: Terror em São Bernardo]

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por KK, 23 Jan 2003.

  1. KK

    KK Banned

    [Aragorn II][Bio Hazard: Terror em São Bernardo]

    Esse conto eu fiz de zuera uma vez ai. Deve ter uns dois anos, e é bem legal pra quem conhece os personagens.

    Bom, quem é fã da série Resident Evil ou gosta de histórias do tipo vai gostar!

    Ah, só lembrando que o texto esta na sua versão original, eu nem revisei ele para postar aqui, portanto perdoem os erros.
     
  2. KK

    KK Banned

    Bio Hazard – Terror em São Bernardo


    Era uma tarde qualquer no colégio São Bernardo, eu, Caio e meus amigos, Bruno, Luiz e Thiago tínhamos ficado ate mais tarde para planejar o nosso jogo que iríamos apresentar na feira tecnológica em novembro. Já eram aproximadamente 1:30 da tarde, a escola estava vazia, pois há alguns anos já não haviam mais aulas no horário da tarde, ali só estávamos nos e alguns funcionários da limpeza e segurança, também a coordenação e secretaria. Como já estávamos com fome decidimos ir até a cantina pegar algo para comer, compramos e subimos ate o 3 andar onde ficava nossa sala para continuar o nosso jogo, era uma sala não muito grande, tinha umas 35 mesas e uma lousa que cobria toda a parede como qualquer escola, as janelas davam para a avenida e do outro lado ficava um grande terreno baldio que há muito tempo não havia nada construído. Nesse momento, Thiago estava contando uma piada foi quando ouvimos uma grande explosão seguida de um tremor que abalou o prédio, o tremor durou cerca de 1 minuto depois se acalmou, e de repente outra explosão menor se seguiu, nos erguemos e perguntei se todos estavam bem, quando Luiz se dirigiu a janela e disse:
    - Eita porra! Olha isso!
    Seguimos todos para as janelas e fomos que vimos que parte do terreno baldio em frente a escola tinha se aberto ao meio e que toda o local para que olhávamos estava em chamas, ate mesmo nas partes mais isoladas da cidade.
    - Deve ter sido alguma explosão de gás! – eu disse
    - Vamos descer e ver o que ouve – disse Bruno
    Fomos descer as escadas, mas quando nos aproximamos a porta de incêndio da escada estava trancada, então eu disse:
    - O sistema de segurança deve ter trancado as portas de incêndio, temos que ir a sala de segurança e destrancar!
    - E como vamos chegar la? A sala fica no primeiro andar e não temos como descer! – Disse Luiz
    - Já sei! E se nos irmos ate a sala de informática e tentar acessar os computadores de la? – propôs Thiago
    - Pode ser uma boa idéia! Vamos! – disse eu
    Nos dirigimos a sala de informática estranhando que ninguém ainda tivesse vindo nos procurar e ainda por sermos os únicos naquele andar, chegando na sala de informática, que era uma sala de tamanho médio com cerca de 15 computadores, a TV estava ligada então coloquei no canal de noticias e ouvimos:
    “Uma grande explosão na tubulação da Petrobrás abalou São Bernardo do Campo a minutos atrás, ao que parece toda a cidade foi atingida e não há como entrar ou sair da cidade que esta em chamas, e é muito estranho, pois até agora não houve pedidos de socorro de pessoas no interior da cidade”.
    - A tubulação da Petrobrás! Ela passa através de toda a cidade! Deve ter destruído muitas coisas, e é por isso que quando olhamos estava tudo em chamas! – eu disse
    - Vamos tentar acessar logo o computador e sair daqui! – disse Bruno
    - Certo! – eu disse
    Rapidamente entrei no mainframe da escola e acessei o setor de segurança (os computadores eram ligados em rede intranet) apareceu a seguinte mensagem:
    “Atenção! Vazamento detectado! Risco de contaminação nos setores A1, A2, A4, B1, B2, B3, B4, risco de 90%, setores C1, C2, C3, C4, D1, D2 e D3, sem riscos de contaminação, portas de acesso as escadas e subsolo trancadas por 6 horas”
    - O que e isso? – perguntei
    - Contaminação? – disse Luiz
    - Deve ser algum gás que vazou de algum lugar, ou do laboratório de ciências talvez – disse Thiago.
    - Vou tentar destravar as portas – disse eu
    Tentei destravar as portas, mas aparecia sempre a mensagem de acesso negado e que as portas ficariam trancadas por 6 horas.
    - Bom, acho que teremos que esperar 6 horas aqui, ou ate alguém nos tirar daqui – eu disse.
    - Fazer o que... – disseram todos
    E foi o que fizemos, ficamos na sala de informática durante a tarde inteira, quando nos lembramos:
    - Ei, vamos ligar pros nossos pais para ver se estão bem e dizer a eles que estamos presos!
    Foi em vão, as linhas telefônicas estavam mudas, tivemos que esperar...
    Durante essas horas Thiago disse:
    - Vocês não acham estranho?
    - Já faz 4 horas desde a explosão e não ouvimos nenhum barulho de bombeiros ou coisa assim
    - É verdade...o que será que ouve? – disse Bruno
    Nesse momento ouvimos helicópteros, talvez três ou quatro fazendo um barulho infernal e fazendo com que a televisão saísse do ar de uma vez, logo depois escutamos muitos tiros e gritos, tiros de metralhadoras e granadas, nos assustando muito, cada vez menos som de balas e mais gritos ecoavam ate que o silencio voltou...
    Todos nos ficamos quietos aguardando.
    Já eram então 7 horas da noite quando um aviso surgiu na tela do computador:
    “Risco de contaminação 0%, portas destrancadas”.
    Então ouvimos o som das portas destrancando, finalmente podíamos chegar ao térreo e sair, mas não sabíamos que o pesadelo estava apenas começando...
    Chegamos na escada e abrimos o portão descemos para o segundo andar, estava escuro e um cheiro de carne podre pairava no ar, era muito estranho, pois deveria haver alguém lá, mas estava deserto, apesar de eu estar sentindo a impressão de estar sendo vigiado.
    Descemos diretamente para o térreo e nos dirigimos para o portão da frente, mas para o nosso azar, algo estava bloqueando o portão pelo lado de fora nos então dirigimos para a saída da secretaria e para nossa surpresa toda a cantina e a sala de espera que dava acesso a secretaria estava em chamas.
    - Estamos presos aqui! – eu disse
    - O que faremos agora? – disse Luiz
    - Vamos ver se encontramos outra saída – disse Bruno
    Foi nesse momento que ouvimos tiros seguidos de gritos vindos do térreo, fomos ate lá onde havia um portão que separava dois pátios que antigamente era o pátio do primário e outro do ginásio, entramos lá e de repente uma pessoa estava caída no chão, parecia ser um soldado ou algo assim, pois tinha muitas armas e coletes, ao seu lado havia uma pessoa abaixada.
    - Quem são vocês? Estão bem? –perguntei.
    De repente o que estava abaixado se virou e pudemos ver seu rosto, estava desfigurado, como se estivesse se sua pele estivesse se decompondo, seus olhos eram brancos e ele exalava um odor horrível, o mesmo que sentimos no segundo andar, foi quando ele esticou os braços como um sonâmbulo e veio em nossa direção, me lembrando um zumbi.
    - É...é...é um zumbi! – disse Thiago
    - Um zumbi! Igual no Resident!? – eu disse
    Corremos e então eu peguei o extintor de incêndio e descarreguei nele, ele se afastou e seu braço caiu com a pressão da água, mas como se nada tivesse acontecido ele continuou se aproximando, daí eu peguei e acertei o extintor com toda minha força lhe arrancando a cabeça, a criatura caiu a poucos centímetros de mim.
    - O que é isso? – disse Bruno
    - Parece que é um zumbi! E parece que aquele cara foi morto por ele! – disse eu
    Me aproximei do cara que tinha muitas armas, não parecia ser um policial, ou do exercito então o virei de lado e pude ler em seu colete: P.B.C.S e em letras menores, Petrobrás Biohazard CouterMeasure Squad.
    - Ele é algum tipo de mercenário para missões especiais da Petrobrás! – eu disse
    Foi nesse momento que um estrondo ocorreu e dezenas de zumbis entraram no pátio, então peguei as armas do mercenário, havia:
    Um revolver Colt Phyton, duas Berettas 9mm e uma pistola 9mm Browning, fiquei com a Colt e uma caixa com 30 balas .357, dei uma Beretta e um pente com 15 para o Luiz e outra para o Bruno, a Browning dei para Thiago pois era uma arma de menor porte e por ele ser o menor da turma poderia se dar melhor com ela do que com armas mais potentes.
    - Mas eu não sei atirar – disse Luiz
    - Eu também não disse – Thiago
    - Engatilhe, fixe o alvo, segure firme e puxe o gatilho – disse Bruno começando a atirar nos monstros que vinham em nossa direção derrubou três sozinho, Luiz fez o mesmo, todos estavam preocupados com eles mesmos, mas Thiago não conseguia atirar tão rápido e foi cercado, derrubou os zumbis que vinham em sua frente mas não via o que estava atrás dele, então Luiz gritou:
    - Thiago atrás de você!
    Ele virou e para sua surpresa seu pente estava vazio, ele tirou para colocar outro, mas o zumbi o agarrou, foi então que rapidamente saquei a Colt e acertei um tiro de .357 na cabeça do cretino que se fez um mil pedaços.
    Finalmente estavam todos mortos no chão, todos estavam orgulhosos do bom trabalho que fizeram, Thiago me agradeceu e então eu disse:
    - Como estamos de munição?
    - Tenho 13 tiros – disse Bruno
    - 15 no pente e uma na agulha -disse Luiz engatilhando sua Beretta
    - Tenho 15 – disse Thiago
    - Bom eu gastei um tambor com 6 tiros, portanto ainda me restam 24 balas nessa caixa e mais 6 na arma.
    - Não é justo! Você ficou com a arma com mais balas! – disse Bruno
    - Não, todos tinham 30 balas, eu tinha 34, acontece que esta arma é mais poderosa e pode matar com um só tiro, por isso tenho mais que vocês!
    - É ta certo Bruno, e é melhor mesmo o Caio ficar com a Colt porque ela da muito tranco, sou mais 9mm mesmo – disse Luiz rindo
    Nisso Thiago estava pensativo, então perguntei:
    - Que foi?
    - Você disse que aquele cara, aquele soldado trabalhava para a Petrobrás...será que a Petrobrás tem algo a ver com esses zumbis? Tipo como no Resident Evil? – disse Thiago preocupado
    - Não sei...Pode ser, mas não acho que tenha ,pois a Petrobrás é uma empresa de petróleo... - respondi
    - Hei se lembra que no computador apareceu um alerta de vazamento? – disse Bruno
    - Sim e daí? – respondeu Luiz
    - Vocês não acham que algum vírus pode ter vazado na explosão e contaminado essas pessoas e as transformado em zumbis? – disse Bruno novamente
    - E como o computador da escola estava preparado para isso? – perguntei
    - Não sei... – disse Bruno
    - Ouçam! Vamos ir agora ate a sala de segurança e descobrir! –eu disse
    Então fomos todos em direção ao segundo andar quando vários zumbis apareceram no outro pátio, todos apontaram armas, mas eu disse para fugirmos pois poderia haver mais e deveríamos economizar munição. Subimos ao primeiro andar e havia um zumbi no corredor, um tiro da minha Phyton resolveu o problema, passando pela coordenação, ouvimos um barulho, entramos lá dentro e lá estava a coordenadora Martinha transformada em zumbi! E vinha em nossa direção!
    - Sempre quis fazer isso! – disse Luiz descendo bala na zumbi
    Foram mais de 5 tiros e a “muié” não caia! Então peguei minha Colt e acertei não um, mas 3 tiros e ela finalmente caiu, olhando ao redor vimos mais 3 corpos daqueles mercenários, recolhemos munição: 6 pentes de Berretta e 15 balas .357, perto de um dos mercenários havia um documento com o logo da Petrobrás :
    “P.B.C.S Ordens para missão de resgate:
    Ao chegar em São Bernardo procurar pela base de pesquisas e resgatar todos os cientistas sobreviventes e civis, lembrem-se que se algum civil desconfiar de algo, o elimine e faça parecer um acidente.
    Ao completar a missão, um helicóptero será enviado para o campo de pouso localizado perto da base em um terreno baldio, use o sinalizador.
    Caso não encontre saída, lembre-se dos túneis subterrâneos abaixo do laboratório.
    H.W”
    - Então eles estão numa missão de resgate para resgatar cientistas! –disse eu surpreso
    - Mas o que estes caras estão fazendo aqui? – disse Thiago
    - Hei! Venham ver isso aqui! – disse Luiz empolgado
    No computador tinha chegado um e-mail para Martinha que dizia:
    “Martinha
    Após a explosão todas as saídas do colégio ficaram bloqueadas, então se dirija a ala leste do colégio e ative o computador da antiga sala de informática para abrir a porta para o sub-solo, e me encontre lá.
    Manon”
    - Espera ai, se não há linha esse e-mail não pode ter vindo de fora! A Manon esta viva e esta dentro do colégio! – eu disse
    - Tudo que temos que fazer é ir ate a ala leste e ativar esse computador para achar a saída - disse Thiago
    - A ala leste é aquela onde houve o incêndio há alguns anos e esta fechada...só o Zé da manutenção tem a chave - disse Luiz
    - Então vamos procura-lo para pegar a chave! – eu disse
    Novamente tivemos que descer para o térreo e descer mais uma vez para a cantina, quando chegamos na escada, ouvimos um grito na biblioteca, entramos e vimos Dona Malia a bibliotecária no canto da parede com a bíblia na mão e na sua frente um monstro parecido com os Hunters de Resident Evil, mas esse lembrava mais um rato, ele pulou e arrancou a cabeça da “véia” com um só golpe, depois emitiu um grito estridente e correu em nossa direção numa velocidade incrível, saquei a Colt e lhe acertei 3 tiros, o primeiro no braço e ele foi para traz o outro tiro no peito que o levou ao chão depois quando pensávamos que estava morto ele se levantou de novo e eu acertei mais um naquela cabeça sem pescoço!
    Saímos da biblioteca deixando o corpo da velha Malia para trás e entramos na sala ao lado onde ficava a manutenção, estava deserto e não se ouvia nada alem de barulhos de maquinas, na verdade era o gerador da escola que estava funcionando depois que a energia caiu na hora da explosão, lá dentro estava escuro e não podia se ver nada foi quando algo tocou o ombro de Luiz que virou com a arma engatilhada, era o Zé com a maior cara de quem acabou de acordar, ele disse:
    - Tava “durmindo” aqui, ai “uvi” mo “baruiera” “di” tiro, que ta acontecendo aqui?
    - Você ainda não sabe? – quando Bruno acabou de dizer isso, um Hunter apareceu e cortou a cabeça do Zé.
    Disparamos varias vezes na criatura até ela cair, depois revistamos o corpo do Zé e encontramos as chaves, dando uma olhada melhor no quarto encontrei 2 rifles calibre 12 e algumas caixas de munição, e ainda pentes de Beretta e balas .357 de sobra, ao que parece Zé tinha um arsenal completo escondido ali, com algumas granadas também, dividimos as armas e fiquei com uma 12 e dei outra pro Luiz,e disse:
    -Toma! Pega uma copias das chaves (haviam 2 copias de cada chave no molho) e vá você e o Thiago procurar de um lado por esse computador e veja se acha algo útil, eu e o Bruno vamos procurar em outro setor se encontrar algo, toque o sinal ( o sinal de troca de aulas) do andar que estiver, nos o encontraremos.
    - Certo! – disse Luiz saindo dali em direção aos andares superiores
    - Ow Caio, agora deixa eu ficar com a 12, você já tem a Colt – disse o Bruno com a maior vontade de usar aquela arma
    - He, ta bem, pode ficar com ela – respondi – agora vamos!
    Fomos em direção ao pátio que era dividido em dois, aquele do primeiro zumbi, lá havia um portão com uma escada que dava acesso a ala leste, no caminho encontramos diversos zumbis os quais eliminamos com únicos tiros de Colt e Rifle, chegando no pátio vimos alguém atirar num zumbi e subir correndo para uma área onde ficava um outro prédio que ia ser construído do lado do prédio do colégio e seria uma piscina e outras coisas assim, a construção tinha sido interrompida há alguns anos por falta de verba, sabíamos que quem atirou e fugiu não era Luiz ou Thiago, pois o tiro foi forte como o de Colt, ou talvez .45, será que eles já encontraram uma arma parecida?
    Bom, achamos melhor deixar pra lá, afinal poderia ser mesmo eles e tínhamos que achar a saída dali, abrimos o portão com a chave e subimos as escadas em direção ao primeiro andar, estava muito escuro e alguns morcegos habitavam aquele lugar que não era limpo a anos, e como pensei os morcegos também sofreram mutações! Um morcego gigante vôo em cima de mim, mas foi morto por Bruno com um tiro de 12, tínhamos de tomar cuidado, pois uma criatura desse porte voadora pode ser perigosa, neste andar encontramos também muito Hunters, facilmente abatidos por minha poderosa arma, não demorou muito e encontramos uma sala com muitas armas, dentre elas inclusive metralhadoras e havia ainda uma caixa grande escrito: “AT-4” eu entendia um pouco de materiais bélicos e sabia que isso se tratava de um lança mísseis!
    - Isso não é normal! O que todas essas armas fazem aqui? – disse Bruno
    - Não sei mas temos que descobrir – respondi
    Peguei uma mochila e coloquei as armas e a caixa do pesado lança mísseis.
    Nesse momento o sinal tocou, provavelmente Luiz e Thiago encontraram algo, fomos em direção ao segundo andar onde eles estavam, Luiz disse que haviam encontrado na sala de informática algo estranho, nos dirigimos até lá então chegando lá Luiz disse q a sala estava trancada, mas a chave estava perto no corpo de um mercenário morto, quando Luiz abriu a sala tive uma grande surpresa:
    Um grande logo da Petrobrás estava na parede e em baixo estava escrito:
    “Pesquisas de armas biológicas”
    Revirando a sala encontramos documentos que falavam que no sub-solo do colégio havia um laboratório de pesquisas biológicas que havia sido construído a mais de 18 anos desde que o colégio começou e que as verbas para construção, reformas, enfim, toda a verba vinha da Petrobrás que em troca pedia sigilo e proteção das informações, depois desse choque de saber que nossa própria escola estava por traz de tudo aquilo, acessei o computador e destravei a entrada do sub-solo, com um código que encontramos nos arquivos, o mapa indicava que a entrada ficava no anfiteatro, embaixo do palco.
    Saímos todos da sala então, mas antes distribuímos as novas armas, mais pentes e munição para todos, alguns sprays de primeiros socorros para ferimentos e 3 Metralhadoras, agora estávamos prontos!
    Fomos em direção do anfiteatro chegando lá ouvimos aplausos, alguém no fundo do palco estava aplaudindo, de repente uma voz conhecida disse:
    - Muito bem garotos! Conseguiram sobreviver até aqui aos zumbis e ate mesmo os novos T-141 e T-47, muito bom mesmo!
    A pessoa foi saindo da escuridão até que podíamos ver o seu rosto, era Manon, a diretora!
    - Manon! – disse eu!
    - Então era você lá no pátio! Você deixou a escola ser dominada pela Petrobrás e suas pesquisas! – disse Bruno
    - Foi um preço justo pela ajuda que eles vem nos dando, há anos eles vem nos ajudando e nós retribuímos, os cientistas da Petrobrás criaram este vírus em 1997 baseado em pesquisas antigas de Hittler encontradas na Alemanha, mas agora chegou a hora de testar o poder do vírus! –disse Manon
    - Porque agora? Se tinham ele a tanto tempo? – perguntei
    - Simples, em 1997 você deixou a escola e o seu grupo não seria completo e não valeria a pena testar as armas naquele momento, todos os outros eram muito crianças para combate-las, então a Petrobrás resolveu esperar ate que ficassem maiores, e agora que você retornou ao colégio seria a hora perfeita já que seu time esta completo! – respondeu
    - Você...você o tempo todo só nos manteve aqui para testar o vírus? E quanto ao acidente? E a explosão? – perguntei
    - A Petrobrás forjou tudo para que o vírus pudesse vazar desta base e contaminar a todos! – respondeu
    - E como nós não fomos contaminados? E nem você? –perguntou Thiago
    - Hahaha! Eu assim como vocês estava no terceiro andar, a contaminação do vírus começou pelos andares de baixo e assim que o sistema detectou vazamento e travou as portas o vírus não se espalhou! O tempo de vida do vírus no ar é de 6 horas, portanto quando saíram de lá não havia mais risco para vocês! –respondeu
    - Você! –disse Bruno pronto para apontar a arma, mas nisso Manon sacou primeiro e disse:
    - Não, hahaha, agora preciso de vocês para testar a mais nova arma biológica da Petrobrás! – disse Manon apertando um controle que estava em sua mão.
    Quando ela apertou uma criatura parecida com a mutação de William Birkin de Resident Evil 2 surgiu, Manon disse:
    - Acabe com eles!
    Mas o monstro não obedeceu e com um só golpe acabou com a Manon, podia se ver o terror em seus olhos quando a criatura decepou sua cabeça , depois ele nos viu e veio em nossa direção, ele era bem lento, então podíamos correr e atirar nele de longe já que tínhamos espaço, porem o monstro tinha tentáculos e podia nos chicotear então tínhamos de nos proteger atrás da cadeiras e atirar de longe, eu mandei que todos se separassem e atirassem nele com a arma mais poderosa que tiverem, todos pegaram metralhadoras e atiramos no monstro de todas as direções o deixando sem saber para onde correr, depois de muitas rajadas o monstro cai e derrete num liquido roxo.
    - Vamos agora com a Manon fora de nosso caminho e o monstro da Petrobrás morto já podemos ir ao laboratório e achar a saída! – eu disse
    Descemos para o sub-solo num elevador tipo industrial la embaixo encontramos um laboratório enorme que devia estar debaixo do prédio ao lado do colégio, la não havia zumbis ou monstros, só um monte de corredores, encontrei um mapa do laboratório e vimos aonde deveria estar a saída para o heliporto , chegado na saída a porta estava trancada e ao lado havia uma placa de metal com 4 depressões onde podiam ser colocada alguma coisa, embaixo estava escrito que deveriam ser colocadas ali as 4 peças para a porta abrir, na porta havia um símbolo de “Danger!! Bio Hazard!!”, isso não era nada bom...
    - Merda! – dissemos todos como um coro
    - Agora que estamos fudidos mesmo! – disse Bruno
    - Esperem, vamos ver se encontramos as peças aqui mesmo no laboratório – eu disse
    - Esta bem...Não temos nada a perder mesmo – disse Thiago
    Andamos por salas com vidros e maquinas, algumas com criaturas ou parte delas dentro, foi quando entramos numa sala com vidros quebrados e corpos no chão, foi quando um bando de Nosferatus nos atacou, matamos a eles, e em um dos corpos no chão havia um papel:
    “Atenção a todos:
    As peças de abertura para a sala de comando e heliporto foram removidos do laboratório, cada peça se encontra escondida em um andar do colégio”
    - Vamos ter que voltar lá e procurar - eu disse
    Todos fizeram que sim com a cabeça e fomos em direção ao elevador que descemos, no caminho matamos vários cientistas zumbis, subimos o elevador e no anfi–teatro fizemos um plano:
    - Vamos nos separar, cada um pega um andar do colégio: Thiago o primeiro, Bruno o segundo, Luiz o terceiro e eu pego o quarto.
    Todos concordaram e partiram cada um para seu rumo, fiquei um instante no teatro olhando o corpo decepado da Manon e pensando:
    - Isso ainda não acabou...
    Sai do teatro e do pátio me dirigi ao lado esquerdo aonde havia uma escada que dava diretamente para o quarto andar, haviam muitos morcegos que matei com minha fiel Colt, que nesse ponto já estava com poucas balas, comecei a revistar as salas do quarto andar que era onde ficava a quadra, ao revistar a sala de bolas encontrei Mauricio de nossa classe caído no chão, ele estava acordando, parece que estava desmaiado, ele disse que estava guardando umas bolas quando aconteceu a explosão e algo caiu nele e ele desmaiou, contei a ele toda a historia e ele disse:
    - Caio você ta jogando Resident demais, para com isso!
    Ele se levantou e foi em direção a porta da quadra quando um hunter arrancou a porta fora, Mauricio gritou e saiu correndo, dei dois tiros de Colt no monstro e ele caiu. Mauricio agora acreditando em mim perguntou quantos monstros daqueles haviam por aqui, eu disse que centenas, e talvez milhares contando com o laboratório, eu contei a ele nosso plano de fuga e ele disse que tinha achado essa peça que eu estava procurando na sala de bolas, ele me entregou a peça e disse que iria buscar sinalizadores que ele havia visto perto dali, eu disse que para não perder tempo iria ir para a saída e esperaríamos ele lá, dei a mochila com os equipamentos pra ele e o mapa e voltei para o teatro e passei a esperar os outros.
    Thiago chegou primeiro, depois Luiz e por ultimo Bruno, todos encontraram as peças, eu disse:
    - Ok! Podemos ir então!
    Atravessamos o laboratório infestado de zumbis e colocamos as peças na porta que se abriu, dentro da sala, haviam tubos com um liquido dentro, uma mesa no escuro com uma cadeira de costas pra nós e dentro de um dos vidros algo aterrorizante:
    Um monstro muito parecido com Tyrant, mas parecia muito mais forte e melhorado, em baixo havia a descrição: “T-003”, todos olhamos horrorizados, pois pensávamos que o super soldado da Petrobrás fosse o que matamos a pouco, estávamos investigando a sala quando a cadeira se virou e viu-se uma pessoa muito conhecida por nós apontando uma arma:
    - Hélio! – todos gritaram
    - Nunca pensei que passariam por Manon com o T-003 experimental, mas vocês me impressionaram...
    - Você! Você é a verdadeira mente por traz de tudo! – eu disse
    - Muito esperto Caio! Eu iniciei as experiências aqui há muito tempo e finalmente vou “entrar no mercado” com as armas biológicas da Petrobrás e o T-vírus!
    - Então você é o dono de tudo isso? – disse Thiago
    - Não exatamente! Fui mandado aqui pelo H.Q para recolher amostras do vírus e seus mutantes antes de mandar tudo pelos ares, minha função era também recolher informações sobre vocês e como podiam se defender das criaturas, mas tive uma brilhante idéia!
    - Que idéia? – perguntou Bruno
    - Após testar o T-003 em vocês vou leva-lo junto com o T-vírus para mim e fazer dinheiro com ele, em vez de leva-lo de volta para a Petrobrás, brilhante não?
    - Seu filho da puta! – gritou Luiz
    - Hahaha, não adianta ficarem nervosos e gastar energia a toa, vão precisar de muita para enfrentar Tyrant!
    Hélio nosso professor de biologia havia traído nossa confiança e a da Petrobrás, ao terminar de falar ele apertou o botão para soltar o monstro, ele o fez e saiu da sala nos deixando com o monstro.
    Esse não era como o outro, era rápido e muito mais forte, devia ter 3 metros de altura, ele foi em direção de Bruno que atirou com a metralhadora no monstro que parecia não sentir nada, e com a mesma frieza que não sentia dor ele cravou suas garras no dorso de Bruno o rasgando ao meio.
    - Não!!!!!!!! – disseram todos descarregando suas armas inutilmente
    Só sobraram minha Colt e eu com munição eu passei a chamar a atenção do monstro para que ele não matasse os outros comecei a atirar, era meu ultimo tambor, ele estava perto quando disparei o ultimo tiro, estava sem balas e o monstro continuava vivo, fechei os olhos e pensei: Estou morto! - foi quando escutei a voz de Mauricio:
    - Caio!!! Corre!! – Mauricio estava com o lança mísseis na mão e me mandou sair da frente, quando ele estava pronto para atirar toda a atenção se volta pra ele, então Mauricio diz:
    - Pega essa!! – o míssil faz o monstro em pedaços, estávamos salvos, porém Helio fugiu e ativou o sistema de auto destruição, tínhamos de correr, chegamos ao heliporto que era no meio no terreno baldio que podíamos ver do colégio, usamos o sinalizador, e fugimos a tempo de ver, la de cima o colégio explodir junto com o laboratório da Petrobrás, suas criaturas e nosso amigo, que lutou bravamente.
    Fim
    Será...?
     
  3. Mycow

    Mycow Andúril

    Hahahah mto foda!!!!
    Estou esperando ansiosamente que voce ja tenha feito a continuacao nesses 3 anos que passaram :D

    Ah eh já tem uns 2 anos, entao sao 5! Hahaha :lol:
     
    Última edição: 3 Mar 2006

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