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Fim da Eternidade - Isaac Asimov

Tópico em 'Literatura Estrangeira' iniciado por Mohanah, 10 Jul 2013.

  1. Mohanah

    Mohanah Usuário

    Acabei de ler esse livro sensacional e gostaria de discutir com alguém sobre uma questão que não entendi direito.

    No final, quando Noys revela para Harlan a sua verdadeira história. Ela diz que todas as alternativas de realidade existem ao mesmo tempo e que o seu povo podia entrar em qualquer uma delas. Diferente dos Eternos, que sabiam da existência das múltiplas realidades, mas não que todas ocorriam ao mesmo tempo e nem que se poderia entrar nelas. Sendo assim, não vejo o porquê de tanto esforço para destruir a Eternidade. Eles destruiram a Eternidade em uma determinada realidade, o que permitiria que a humanidade se expandisse pela galáxia ou invés acabar confinada à Terra e consequentemente sendo extinta. Mas essa era apenas uma das muitas realidades possíveis. A realidade em que a Eternidade nunca tivesse sido inventada e que os seres humanos se dedicariam as viagens interplanetárias já existia. As alternativas de realidade são infinitas, ela é bem enfática nesse ponto.

    Ela fala que a realidade de onde ela vinha era uma realidade de baixa probabilidade por conta das ações da Eternidade, por isso eles bloquearam a entrada dos Eternos a partir do século 70 000. Isso não faz muito sentido, dentro do pensamento de múltiplas realidades, porque as mudanças efetuadas pelos Eternos não poderiam acabar com uma realidade (Ou poderiam?), só criar outra possibilidade de realidade, que na verdade já existia (acho que é o paradoxo ovo-galinha).

     
  2. kika_FIL

    kika_FIL Usuário

    Acho que
    foi uma questão de princípio. Não é porque outras realidades existam que uma entidade que tem por fim modificar toda uma linha de realidades para que a viagem espacial se torne impossível seja legal. A tentativa de neutralizar a realidade é, imagino, para o povo de Noys, um absurdo a ser combatido... sei lá, foi como eu interpretei
     

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