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Campanha da ONU mostra o que as pessoas ainda pensam sobre as mulheres

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Mellime, 27 Out 2013.

  1. Mellime

    Mellime A little less lost

    Fonte:
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    Tudo sobre essa campanha é incrível! Desde tapar a boca das mulheres até a utilização do preenchimento automático do google.

    O pessoal do site testou e comprovou que essas sugestões do google acontecem mesmo.
     
    Última edição: 27 Out 2013
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  2. Grimnir

    Grimnir Usuário

    Muito inteligente a propaganda. O assunto me lembrou esses gráficos que vi na The Economist, comparando as desigualdades de gênero no mundo:

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  3. Bel

    Bel Moderador Usuário Premium

    Última edição: 27 Out 2013
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  4. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Na África do Sul as mulheres são mais politicamente iguais do que nos EUA, Japão e Austrália? Ou entendi errado? A Arábia Saudita é talvez o pior país para uma mulher viver assim como muitos do Oriente Médio.
     
  5. Grimnir

    Grimnir Usuário

    @Morfindel Werwulf Rúnarmo: Entendo que a medida é de participação política. Pelo menos é o que imagino ser mensurável para essa categoria "Politics". Mas a sua leitura do gráfico está certa.
     
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  6. Paganus

    Paganus Visitante

    zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
     
    Paganus
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  7. Grimnir

    Grimnir Usuário

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  8. Éomer

    Éomer Well-Known Member

    Pagz, saia do armário e seja feliz.
     
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  9. Grimnir

    Grimnir Usuário

    Desenvolva.
     
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  10. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Mas virtualmente dá pra fazer isso com a maioria dos grupos.
    Se colocar "fat people" vai ter coisas como "are disgusting", se colocar "jews" vai dar "need to be exterminated", "brazillians" - "are monkeys", "babies" - "need to learn how to survive" (o_O), "old people" - "should be euthanized", "old people" - "need to be isolated and studied", "flamenguistas" - "são como pombos", etc.

    A minha conclusão na verdade é que a internet é um lugar de ódio por natureza. Contra tudo e qualquer coisa.



    PS: Descobri que se escrever "flamenguistas" ou qualquer outro time (santistas, corinthianos), um dos mais buscados é sempre "se beijando".
    Que lindo o amor.
     
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  11. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Eu também tinha notado a questão da interpretação do impacto das imagens... A intenção da campanha de lutar pela justiça no tratamento entre as pessoas é correta e boa mas eu duvido que a maior parte do público analise corretamente todos os elementos e enxergue o significado do trabalho feito por um motor de pesquisa.

    Os algoritmos e cálculos do Google (e de outros buscadores) tendem a fazer uma soma de citações independentemente do contexto. Quer dizer, se há uma discussão sobre preconceito com ambos textos a favor ou contra eles serão colocados juntos no mesmo resultado sem haver diferenciação. De forma que o "auto completar" possui ressalvas. Se não evitamos isso, a longo prazo, a pesquisa tende a representar apenas a polêmica ao invés do estado de coisas (tipo um "efeito bolha" baseado no que é popular e visível igual o problema que tem ocorrido na visibilidade da importância dos trabalhos científicos).

    Como sabemos, objetivo da justiça é pela clareza então temos o conflito entre o que a propaganda mostra e aquilo que as pessoas defendidas precisam.

    Se o leitor não fizer avaliação crítica a impressão que se passa é que se fomenta apenas um lado na rede, acumulando todos os conflitos de todos os anos de internet em todas as páginas como tendo nível de conscientização igual. Para um motor de busca tanto defensores de um assunto quanto atacantes aparecem com a mesma identidade e com pesos iguais de argumentos.

    O leitor consciente é forçado a perceber essa distorção na hora de interpretar.
     
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  12. Calib

    Calib Visitante

    :'(
     

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  13. Lindoriel

    Lindoriel Saurita Catita

    Sobre discriminação, ocorre com qualquer grupo "diferente". Mas mulheres são nada menos que metade da população. Ou seja, se metade da população não for vista como ser humano inteligível, isto é sinal de uma endemia.

    Aliás, uma sociedade que discrimina "diferentes" só por eles serem "diferentes" é altamente endêmica. Gordos p ex podem emagrecer, mas mulheres não podem deixar de ser mulheres, negros não podem deixar de ser negros, e francamente, creio que deve ser trabalhada a aceitação do "diferente" e não fazer força para que os "diferentes" se enquadrem em algum padrão, como é feito com gordos ou "feios" ou etc que pode ser mudado, amoldado e adequado.

    O que não pode ser mudado, moldado e adequado, em vez de ter seus direitos reconhecidos, tem todo um conjunto de regras pra "saber o seu lugar"...
     
  14. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

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