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Parábola pouco provável

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por JLM, 10 Ago 2011.

  1. JLM

    JLM mata o branquelo detta walker

    [size=x-large]PARÁBOLA POUCO PROVÁVEL[/size]
    Por Jefferson Luiz Maleski



    Plínio Pedrosa Pompeu, pequeno príncipe primogênito, proclamado previamente Pretor português, perdeu-se pequenino para pirataria, possivelmente procurando por proteção para peste pulmonar precipitava profligar Portugal. Pobre pequeno, privações profundas prevejo para Plínio, pensava Pompeu pai, porém padeceria piores pesares permanecendo português. Precipitou-se, porém, papai Pompeu, pois pequeno príncipe passaria para posteridade por perdido.

    Partiu Plínio, passaram-se primaveras.

    Posteriormente, perdido passado principesco, pouco pareceu-se pequeno Plínio por príncipe, progrediu para proclamar-se potente Pompeu Pancadão, poderoso pirata pagão. Promovia pancadarias, projetava pandemônios, praticava pérfida pirataria pelas praias. Percorreu perigosamente pelo Pacífico, passando por Panamá, Peru, Paraguai. Pilhou portos, prefeituras, palácios, povoados, pegando pertences, pedras preciosas, pinturas, papéis públicos, patrimônio palpável para permitir provisões para pirata permanecer. Pompeu Pancadão periclitava-se por prazeres perigosos, perdeu perna para peixe-serra, permanecendo perna-de-pau perneta por período penoso. Pelo pirata Pompeu Pancadão pendurava-se pequena papagaia parda, Paulette Parrot, pintada para parecer pássaro-preto, projetando palavrões para provocar pessoas propensas para problemas psicológicos: palhaços, panacas, punheteiros, piranhas, porcos, putos, prostitutas, peidorentos, pulhas. Pois Paulette Parrot prestava pouco, perseguia perversamente patos, pintos, pelicanos, pombos, pintassilgos, podando penas, patas para produzir penachos procurados por peruas parisienses. Paulette prejudicava Pompeu para praticar piedades.

    Porém, padre Pelágio, pároco protegido pelo patrono Papa Ponciano, pego pelos pais-nossos pedidos pelo peregrino penitente português Pompeu pai, prometeu procurar príncipe perdido para pátria portuguesa. Prazer particular para padre Pelágio poderia produzir, pois possuía propensão piedosa para pescar pobres pessoas perdidas. Pensava: prevalecerá preferência popular pela promessa paradisíaca, pelo perdoar pecados passados, pela paixão pelo Pai. Portanto, pegou papéis papais, panfletos para passar para penitentes, precipitou-se para procurar Pompeu Pancadão.

    Podemos predizer perfeitamente passos-a-passos previstos para pessoas pelos planos projetados pela Providência? Padre Pelágio partiu para procurar Pompeu, perguntando, pedindo pistas percorreu pastos, picadas, passou por pontes, palácios, pântanos, porém precisou pernoitar pois parecia perdido. Procurou pouso pacífico pelas propriedades, parou perante pousada pouco produtiva, pobre, parca. Pediu por pão, peixe, porco pururuca, passas, pudim. Parecia pálido, permaneceu paralisado, pudico, perturbado perante presença piromaníaca. Paula Prost, prostituta performática, provocava pornograficamente prazer prostrando pés, pernas, peitos, piercings, perucas. Pelada, projetava peçonha perante pobres presentes. Padre Pelágio previu paixão, propôs precipitadamente parceria, por Paula perderia posto, perderia paróquia, perderia provavelmente Paraíso. Porém, Paula Prost pertencia publicamente Pompeu Pancadão. Porém, Pompeu pagava pouco. Pensativa, Paula preferiu perder-se pela paixão primeva. Pois poderia posteriormente promover-se pessoalmente para Papa Ponciano. Partiram pelas paragens para perderem-se por povoados, praticando perversões pouco perdoáveis.

    Pompeu Pancadão pilhava pessoas por produtos. Porém, por permanecer pão-duro privou-se permanentemente perder-se por Paula Prost, pelas pernas parrudas, perfeitas, pelos peitos provocantes, protuberantes. Pegou Paulette Parrot pelo pescoço, projetou-a pela praça para permanecer prostrado pensativo pelo pátio, perguntando-se porque perturbava-o pequenas palavras pares piscando pelo pensamento: perdeu playboy.


     
  2. imported_Wilson

    imported_Wilson Please understand...

  3. Rodovalho

    Rodovalho Usuário

    Por que parou? Parou por quê? Póstumo pesar. Perigava permanecer pertinente.

    Peste puelo pe pescritores pé puito pácil. Penho perteza pe pe paria puito pem pele. Pas pacho pe pase pinguém pentenderia po pe peu pescreveria.
     
  4. Umav Ozatroz

    Umav Ozatroz Usuário

    phoda x2!

    Parabéns pequeno parabolista!
     
  5. imported_Alberto

    imported_Alberto Usuário

    http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=7482
     
  6. Calib

    Calib Visitante

    Só para humilhar (hehehe):

    http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11114
     
  7. Rodovalho

    Rodovalho Usuário

    Fácil fácil escreve um conto só com P. Só é necessário um extenso vocabulário. E quem não tem isso? O Hemingway?

    Essa Parábola Pouco Provável só tem 445 palavras. Provavelmente poderia ter mais umas quarenta vezes disso. O problema é ter paciência pra escrever isso.

    E como diz o velho ditado: Tamanho não é documento. O que importa é o tamanho dos documentos.
     
  8. JLM

    JLM mata o branquelo detta walker

    é fácil comparar 1 texto d + d 20 mil palavras produzido em 4 anos com outro d 450 palavras feito em uma manhã.

    proporcionalmente ainda tô em vantagem, heheheh.
     
  9. Umav Ozatroz

    Umav Ozatroz Usuário

    Por put4 parido! Pressionante parlar peculiar...
     

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