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Estudo explica por que ocidentais veem orientais todos "iguais"

Tópico em 'Ciência & Tecnologia' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 4 Nov 2010.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Não, os japoneses não são todos iguais. O que acontece, mostraram agora os cientistas, é que o "software" de reconhecimento facial do cérebro tem as suas limitações, e uma delas é patinar sempre que se depara com um rosto de uma etnia diferente.

    Os pesquisadores selecionaram mais de 20 voluntários, metade de Europa e metade da Ásia. Mostraram a eles faces genéricas de orientais e ocidentais. Enquanto isso, observavam a sua atividade cerebral.

    Perceberam que os voluntários decoravam com facilidade rostos de gente da mesma etnia que eles. Mas quando um europeu começava a observar faces orientais, logo se perdia e já não sabia dizer se um novo rosto era inédito ou não --e vice-versa.

    Ao observar o que estava acontecendo no cérebro do coitado do europeu, perdido tentando lembrar se aquele chinês não era o mesmo que já tinha aparecido lá no começo, os cientistas notaram um significativo aumento na sua atividade neural.

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    É como se o cérebro do voluntário estivesse exigindo mais do "processador", sendo forçado a trabalhar mais para tentar encontrar alguma forma de conseguir reconhecer aquele sujeito na tela. Fosse um computador, o cérebro estaria esquentando. Com frequência, o esfoço extra acaba sendo em vão.

    Esse fenômeno é perceptível especialmente em algumas áreas do cérebro ligadas ao reconhecimento facial, como o córtex extra-estriado.

    Assim, um japonês que nunca saiu do seu país, ao desembarcar, digamos, na Alemanha, vai achar todos aqueles loiros muito parecidos e se questionar como é que eles conseguem saber quem é quem no dia-a-dia.

    A explicação evolutiva mais simples para esse bug cerebral passa pelo fato de que passear pelo mundo fazendo amigos é coisa recente. Por dezenas de milhares de anos, encontros com etnias diferentes eram muito raros. Só era necessário identificar gente parecida, e o cérebro se moldou para isso.

    CHINATOWN


    Roberto Caldara, neurocientista italiano-da Universidade de Glasgow (Escócia) e autor do trabalho publicado na revista científica "PNAS", diz que é interessante notar como esse cérebro limitado se adapta às grandes cidades cosmopolitas do presente, com gente de todo tipo nas ruas.

    Isso vale, então, diz, para São Paulo: para parar de confundir orientais (e irritá-los chamando, por exemplo, coreano de japonês), é necessário se entrosar socialmente --só passear no bairro da Liberdade não adianta.
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  2. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Que bom que pra mim as japonesas parecem todas iguais.
    E todas lindas.
     
  3. CaiÒ.ó

    CaiÒ.ó Usuário

    Eu sempre gostei de cultura oriental, e sempre vi muitos filmes, chineses e japoneses, então eu consigo diferencia-los muito bem e sem dificuldades ( sim as japonesas são lindas *¬*)


    Tenken :lily:
     
  4. Náring

    Náring Mad Hatter

    Nunca tive muitos problemas para diferenciar orientais não.
    Suponho que seja o mesmo caso do Caio_O, eu gosto da cultura e tenho contato razoavel.

    E, assino embaixo, as orientais são lindas.
     
  5. Pim

    Pim God, I love how sexy I am!

    Gente, mas a conclusão desse estudo não é óbvia? Achei meio perda de tempo e dinheiro.
     
  6. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Para mim não era não e concordo com todo mundo as orientais são lindas, algumas né, nenhum país é feito de pessoas perfeitas.
     
  7. Kainof

    Kainof Sr. Raposo

    A Suécia é.

    Nisso o Jô Soares tinha um "quadro" muito bom no programa dele: os cientistas desocupados da Austrália.
    Quando sobra dinheiro e sobra "elite intelectual", não é... esses incríveis países desenvolvidos e suas maravilhas!
     
    • Gostei! Gostei! x 1
  8. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Já vi umas nórdicas não muito bonitas.
     
  9. Pim

    Pim God, I love how sexy I am!

    Lembro de ter visto algo do gênero, fantástico! Tinham algumas coisas tão absurdas que achava que eram extensão das piadas dos leitores.

    Essas pesquisas me fazem sentir a pessoa mais produtiva de Niterói, com meu ócio nada criativo do Telecurso Ginecologia, e meu conhecimento inútil que cresce em progressão geométrica.
     

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