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[DC Comics] 52 (fifty-two/cinqüenta e dois)

Tópico em 'Quadrinhos' iniciado por Eärendil Wingilot, 29 Mai 2007.

  1. A partir de Junho/2007 o Universo DC (publicado pela Panini Comics) dará um pulo de Um Ano após o fim da Crise Infinita (com todos os títulos passando a ostentar a insígnia Um Ano Depois). Mas e esse ano pulado, onde foi parar?

    A resposta é 52, a maxissérie que encantou e surpreendeu os decenautas, e preencheu, em tempo real (são 52 semanas em um ano), o espaço deixado no ano sem Superman, Mulher-Maravilha e Batman (que tiraram 'férias' de suas carreiras por um ano). As estrelas que abrilhantam esse grandioso espetáculo, são nada mais, nada menos, que personagens de 2° escalão da editora, que seguram firme a rojão.

    Começamos o ano com uma Renee Montoya alcoólatra e amargurada, Questão em busca de respostas, Ralph Dibny a beira do suicídio após a morte da esposa, Aço ajudando na reconstrução do mundo pós-Crise (e tendo conflitos paternais com sua sobrinha Natasha), Adão Negro reerguendo a glória e o poder de Khandaq sobre o Oriente Médio e o Gladiador Dourado... bem, sendo o Gladiador Dourado :-)


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    "Are you ready?"
     
    Última edição: 2 Jun 2007
  2. TT1

    TT1 Dilbert

    Achei bem ruim essa série. Tipo, os roteiristas se perderam legal... :|
     
  3. V

    V Saloon Keeper

    É até legal, mas o final foi ruim.
     
  4. _Kain

    _Kain Preacher

    Eu aparentemente vou comprar Superman OYL e talvez LJA, a mini de 52 (acredito eu que sejam 12 edições com 4 histórias cada) vale à pena? Eu achei interessante, mas não li nada dessa até agora. Vale à pena comprar pra conhecer? Ou nem isso? Etc.
     
  5. Eu adorei a série, mas a melhor parte é a redefinição que é feito no final de muitos heróis do segundo escalão.

    É esse tipo de visibilidade que você consegue quando se tira os "grandões" de cena por um ano...
     
  6. V

    V Saloon Keeper

    Na verdade isso poderia ter sido feito mesmo com Superman, Batman e Diana na parada.

    Bastava, saca só, colocar alguém com talento pra escrever histórias envolvendo essa galera do "segundo escalão". Não tem segredo. Você não precisa botar o Destino do Universo nas mãos de um personagem pra tornar ele interessante. Aliás, isso é escrita preguiçosa.

    O lance que tornava 52 interessante (pelo menos pra mim) eram as várias linhas narrativas dispersas aparentemente convergindo pra um grande evento no final, mas a verdade é que os editores da DC têm merda na cabeça.

    A maioria das coisas ali não tem muito a ver uma com a outra, e esse lance do "tempo real" acabou soando como pura frescura. 52 poderia ter sido tranqüilamente várias minisséries paralelas, que nem as minis pré-Crise -- que por sua vez não foram muito interessantes, o que explica a necessidade de inventar algo que fosse interessante pelo menos na superfície (qualquer coisa pra tirar um pouco de atenção da Marvel, certo?)

    Mas vamos extrapolar aqui e imaginar uma realidade paralela onde 52 tivesse sido publicada nesse formato:

    Mini 1: "Oh não! Mais um plano absurdamente mirabolante de Lex Luthor!" Sinceramente eu nem lembro mais qual era o ângulo do Luthor. E quais foram as conseqüências reais para a vida do Aço? Eu também não lembro. Ele fez as pazes com a filha? Ou o que.

    Mini 2: "Deu a louca no Skeets". Isso começou interessante (com o Gladiador Dourado usando o seu conhecimento "histórico" pra se tornar um grande herói) mas terminou completamente retardado. Uau, tem tipo um monstrão saca, e ele quer engolir o universo. Fantástico. Como se isso já não tivesse sido feito um bilhão de vezes.

    Mini 3: "Black Adam is a bad motherfucker". A manipulação emocional nessa aqui foi tão arbitrária e previsível que foi quase imoral. Eu saquei tudo que ia acontecer a partir do momento que aquela mina apareceu no palácio do Adam, e fiquei enojado.

    Mini 4: "A Questão de Renee Montoya (wink wink)". Na verdade eu até gostei dessa, ela só me pareceu esticada demais.

    Mini 5: "Ralph Dibny vai pro Inferno". Ele devia é ir até a casa do Brad Meltzer e exigir satisfações pelo retconning irresponsável que matou a esposa dele, sinceramente. (Na verdade eu não acho Identity Crisis ruim).

    Mini 6: "Perdidos no Espaço". Eu também gostei dessa. Tem o Lobo. E o Homem-Animal. O Morrison obviamente contribuiu bastante aqui.

    Edit -- esqueci da Mini 7: "Convenção dos Cientistas Loucos", que começou bem mas começou a desandar a partir do momento que o ovo gigante lá fez a primeira aparição. No final acabou sendo tão irrelevante que eu até esqueci, como se pode notar.
     
    Última edição: 28 Jun 2007
  7. Creio que o grande intuito de 52 foi mostrar que o DCU não é só Superman, Batman e Mulher-Maravilha. Claro que tudo poderia ter sido feito com todos eles na ativa e com 'escritores de talento', mas a solução encontrada pela DC tem seu valor, se não pelo primor dos textos, pela iniciativa.

    Luthor queria primariamente ser super-poderoso. Todo o processo de modificação genética partiu de modificações em seu próprio DNA. (Sem contar que desde a Crise, a primeira, ele fica bambeando entre o empresário maligno e o gênio do mal).

    Pro Aço? Bom, ele provou seu caráter (não que precisasse, mas... :roll:), se tornou um líder e vai liderar a nova Infinity Inc.
    E seu relacionamento com Natasha, que sempre foi uma sobrinha dedicada ao tio, mas sempre querendo extrapolar a função de assistente para a de heroína, e se rebelando ocasionalmente, foi intensificado, pois ela finalmente enxergou o que o tio sempre disse: "Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades" (opa, acho que foi outro tio que disse isso :lol:)

    Sim clichezão, mas a grande parada de todo o subplot do GD/Hunter e Skeets foi mostrar a nova conformação do Multiverso DC, e colocando logo de cara uma ameaça ao recém formado multiverso e de quebra dando uma explicação ´plausível´para as diferenças entre universos criados a partir da mesma energia.

    Hahahaha, concordo que foi bem óbvia, mas nem por isso invalida a trajetória feita por Adam, que no final se revela um dos mais poderosos vilões do DCU (pelo menos até Countdown ;-)).

    Realmente, mas como estava interligada a toda a subtrama da Biblia do Crime e tal, eles tiveram que esticar, tanto que é uma trama que desaparece por algumas edições perto do final.

    Certo, zonearam a vida do Ralph, mas isso no final abriu um novo escopo a sua sempre evidente 'curiosidade detetivesca'. Não deixou de ser um 'final feliz'...

    Um dos melhores segmentos de 52, tanto que vai virar Countdown to Adventure

    Bom, era uma trama ligada a Montoya e Black Adam, então creio que serviu mais para:
    - Mostrar os antigos cientistas loucos do DCU ainda na ativa;
    - Trazer de volta Will Magnus, dar veracidade ao fim da estória do Verídio e reavivar os Homens Metálicos;
    - Ah, é muito engraçado num contesto geral. As diversas referências aos filmes B de ficção científica permeiam esses segmentos, e os vilões/cientistas loucos mais antigos do DCU são muito divertidos (sem contar que podemos perceber que eles podem ser MUITO perigosos quando querem).

    Continuo achando que 52 é um grande marco pra DC Comics. Assim como tenho esperanças que Countdown leve a um evento realmente relevante (por que a série está me deixando cada dia mais curioso!)
     
  8. E começa a divulgação em massa da saga aqui no Brasil!
    Assim como o teaser site da Guerra Civil, 52 ganha seu
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    bacana.

    Em breve um resenha da edição #1 com as quatro primeiras semanas ;-)
     

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