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Você sabia? Curiosidades sobre o mundo de Tolkien

Falando em jogos tolkienianos pouco divulgados tinha um RPG do Super Nintendo de A Sociedade do Anel chamado J. R. R. Tolkien's The Lord of the Rings: Volume 1, mas as continuações nunca foram feitas pois o jogo na época não vendeu bem. Não cheguei a jogar, e até recentemente eu nem sabia da existência desse jogo.

Pra mim, uma das coisas mais curiosas em jogos ligados as obras Tolkien foi saber que até teve jogo lançado nos anos 80 pro Commodore 64. Uma verdadeira relíquia!

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... que o arco-íris é feito de cabelo?
Nas primeiras versões, quando os Valar fecharam o caminho até Aman, Manwë desejou que uma passagem fosse mantida para as Grandes Terras (= Terra-média). Oromë conseguiu tranças do cabelo de Vána e, com eles, criou um laço dourado que, nos raios do Sol misturados às gotas de chuva, apresenta "tons de púrpura, verde e vermelho". Os Eldar o chamaram Ilweran e os Homens, Arco-íris.
Fonte: HMe I (The Book of Lost Tales) - The Hiding of Valinor

Que interessante, essa seria uma versão tolkieniana de Bifrost, a ponte nórdica do arco-íris!
 
Aragorn foi um hobbit:

Quando o Senhor dos Anéis ainda estava em sua fase inicial, Frodo (que na época ainda era Bingo) e companhia encontraram em Bree um hobbit descrito como "um hobbit de aspecto esquisito e rosto moreno" chamado Trotter. Na época Tolkien sabia tanto quanto os hobbits quem era ele, e acabou transformando-o mais tarde em um certo herdeiro de Isildur.


Tolkien apelidou o seu primeiro carro de Jo:

As primeiras letras do registro do Morris Cowley comprado em 1932 foram a origem do do apelido do carro.
E tem maia sobre esse carro. A esposa de Tokien, Edith, se recusou durante meses a ideia de andar de carro, uma vez que o Professor não era lá um exemplo de motorista responsável. Quando acelerava numa movimentada rua de Oxford para entrar numa lateral, ignorava todos os demais veículos e gritava “Ataque-os e eles debandam!”
Jo mais tarde foi substituído por um segundo Morris Cowley e este foi usado até a Segunda Guerra Mundial, quando o racionamento de combustível imposto pela guerra tornou o carro uma despesa cara demais ele foi aposentado. Tolkien também estava incomodado com os danos que os motores a combustão e as rodovias causavam ao meio ambiente e após a guerra não adquiriu um terceiro veículo.


Gandalf nem sempre foi Gandalf e já foi um anão:
Nos primeiros rascunhos de O Hobbit, o nome Gandalf pertencia ao anão que mais tarde vira ser Thorin Escudo de Carvalho; nessa altura da história o mago que viria a herdar o nome "Gandalf" se chamava Bladorthin.
Ah, e "Pryftan" era o nome do dragão Smaug.


Tolkien era uma pessoa muito extrovertida:

Podia rir de qualquer um, porém, não mais do que de si mesmo, e sua completa falta de senso de dignidade podia fazer, e frequentemente fazia, com que se comportasse como um estudante bagunceiro. Ele era capaz, por exemplo, numa festa de Ano Novo na década de 1930, de vestir um tapete islandês de pele de carneiro e pintar o rosto de branco para imitar um urso polar; ou então de se fantasiar de guerreiro anglo-saxão, com machado e tudo, e perseguir um estupefato vizinho rua abaixo.
Mais velho, ele se deliciava em oferecer a lojistas desatentos a sua dentadura no meio de um punhado de troco. “Tenho”, escreveu certa vez, “um senso de humor muito simples, que cansa até mesmo os críticos que me são favoráveis.”


Quando ainda estudava em Oxford, Tolkien participou do roubo de um ônibus:

Eis o relato do próprio escritor:
Às dez para as nove ouvimos um rugido distante de vozes e percebemos que algo estava acontecendo; então, saímos correndo do Colégio e passamos duas horas no grosso da farra. Durante cerca de uma hora atazanamos a cidade, a polícia e os supervisores, todos juntos. Geoffrey e eu “capturamos” um ônibus e o conduzimos até Cornmarket, fazendo uma barulheira absurda e seguidos por uma multidão doida de universitários e “cidadãos”. O ônibus estava apinhado de estudantes antes de chegar ao Carfax. Lá dirigi algumas palavras comoventes a uma enorme turba, antes de desembarcar e dirigir-me ao “maggers memugger” ou Martyr’s Memorial, onde voltei a discursar para a multidão. Tudo isso não teve consequências disciplinares!


A primeira edição de O Hobbit nos Estados Unidos possuía uma capa com uma ilustração que não representa em absolutamente nada a historia se Bilbo:

A capa dessa edição tinha como ilustração uma colina, duas emas e uma curiosa árvore que dava frutos bulbosos. Quando Tolkien viu a capa do livro, ele comentou: "O que isso tem a ver com a história? Onde é esse lugar? Por que emas? E o que é a coisa em primeiro plano com bulbos cor-de-rosa?".
E para piorar a situação, a editora americana respondeu que o artista não tivera tempo de ler o livro, e que o objeto com bulbos cor-de-rosa “devia sugerir uma árvore de Natal". A história ainda melhor quando vemos a resposta de Tolkien: "Começo a me sentir como se estivesse trancado num hospício.”



Fonte: J.R.R. Tolkien - Uma biografia.
 

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