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Vida política de Gaddafi inclui luta contra Apartheid e por União Africana

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 21 Out 2011.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Um neto de Nelson Mandela se chama Gaddafi, sinal da grande popularidade do ex-ditador líbio na África do Sul e em muitos outros países africanos.

    Com sua imagem de revolucionário, Gaddafi inspirou sul-africanos a lutarem por sua libertação ao financiar e armar um movimento contra o apartheid que combatia a minoria branca.

    Mas ele também apoiou violentos grupos rebeldes na Libéria e em Serra Leoa. Sua queda serve de aviso aos demais "grandes líderes" que ainda resistem no continente.

    Depois de se tornar o primeiro presidente negro da África do Sul em 1994, Mandela rejeitou a pressão de líderes ocidentais, incluindo a do presidente americano Bill Clinton, para cortar laços com Gaddafi, que financiou sua campanha eleitoral.

    disse ele.

    Mandela também contribuiu para acabar com o status de pária de Gaddafi ao mediar um acordo com a Grã-Bretanha sobre o atentado de Lockerbie, de 1988.

    A negociação levou Gaddafi a extraditar Abdelbaset Ali Mohmed al Megrahi, autor do atentado para ser julgado na Escócia. Ele foi condenado em 2001, mas foi libertado anos depois por razões humanitárias ao ser considerado doente terminal, decisão elogiada por Mandela.

    Mandela considerou o acordo de Lockerbie uma de suas maiores vitórias no campo da política internacional.

    disse ele em 1999, já no final de seu mandato presidencial.

    disse ele.

    PARADOXO


    A posição de Gaddafi na África era paradoxal. Apoiou causas pró-democracia, mas também revoltas em países como Libéria e Serra Leoa, além do ditador de Uganda Idi Amin.

    No entanto, líderes africanos tendem a relevar isso.

    disse o presidente de Uganda Yoweri Museveni em fevereiro.

    disse ele.

    disse Museveni.

    O ex-ditador líbio tambem teve papel importante na formação da União Africana (UA), organismo sobre o qual ele tinha enorme influência, por ser um dos seus maiores financiadores.

    Em um encontro da entidade em 2008, ele convenceu muitos líderes africanos a o declararem "rei dos reis" do continente.

    Ele também pressionou pela criação dos Estados Unidos da África para rivalizar com os EUA e a União Europeia.

    disse ele.

    Outros líderes africanos disseram apoiar esta visão, mas pouco fizeram para colocá-la em prática.

    VIOLENTO


    Em entrevista à BBC após a morte de Gaddafi, o ministro das Relações Exteriores do Quênia, Moses Wetangula, disse que o ex-líder por vezes se mostrava violento durante encontros da entidade.

    disse Wetangula.

    A especialista em UA do Instituto de Relações Internacionais da África do Sul, Kathryn Sturman, diz que a morte de Gaddafi terá um efeito profundo na instituição.

    disse ela.

    Sturman disse que, apesar de as finanças da UA poderem piorar, a entidade tem a chance de se tornar mais eficiente na era pós-Gaddafi.

    Na semana passada, o presidente sul-africano, Jacob Zuma, cujo governo inicialmente apoiou a intervenção da Otan, mas a criticou posteriormente, manifestou visão parecida em discurso na semana passada.

    disse Zuma.

    É um segredo conhecido em círculos políticos que alguns líderes africanos também são intimidados pelo presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, que seguiu como firme aliado de Gaddafi até sua morte.

    Tendo liderado a luta do país por independência, Mugabe, no poder desde 1980, chama a oposição de marionetes do ocidente enquanto tenta se manter no cargo.

    Mas, como o fim de Gaddafi mostrou, a retórica não tem mais tanto efeito com os africanos, posição defendida pelo vencedor do Nobel da paz, o arcebispo sul-africano Desmond Tutu.

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