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Valinor Entrevista Mystique

Tópico em 'Comunicados, Tutoriais e Demais Valinorices' iniciado por Artigos Valinor, 25 Jun 2005.

  1. Artigos Valinor

    Artigos Valinor Usuário

    Quando comparecemos a um dos eventos realizados pela Valinor, nem paramos para pensar que, por trás de toda aquela organização, existem pessoas que gastaram seu precioso tempo cuidando para que nada dê errado. Uma delas é Niége Caldas, conhecida carinhosamente como a “Tia Mystique”.

    Dona de um bom humor e uma simpatia exemplares, ela nos conta como entrou de cabeça na Equipe Valinor. Entre uma pergunta e outra, fala também de sua vida pessoal e a paixão pela obra de Tolkien, além de revelar ser fã de carteirinha daquele, que segundo ela, é “o maior guitarrista da face da Terra”.



    Colaboradores Fórum Valinor (CV) - Primeiro, fale um pouco sobre você. Seu nome completo, sua idade, sua profissão etc.

    Niége Caldas (NC) - Mas vai começar a entrevista pela parte mais chata? Assim o povo pára de ler por aqui mesmo.

    Bem, meu nome é Niége Caldas da Silva, tenho 38 anos, sou casada e mãe de uma moça de 16 anos. Trabalho em uma empresa que presta serviços para o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, onde sou analista administrativa.



    CV - Niége não é um nome muito, digamos, normal. Qual é a origem dele?

    NC - Conta a lenda que Dona Zezé, depois de batizar 4 filhas com nomes iniciados com a letra ‘N’ (Noemia, Nilza, Nancy e Natércia), resolveu inventar: pegou o nome de uma cidade belga chamada Liège e trocou a primeira letra. Essa é a história contada na família, mas já vi uma meia dúzia de Niéges por aí.



    CV - Como você conheceu a Valinor?

    NC - Pela (extinta) revista Universo Fantástico de Tolkien. Eu estava em uma gibiteria com minha filha comprando toneladas de mangás para ela quando vi um exemplar do número dois em um balcão. Eu tinha acabado de ler “O Senhor dos Anéis” (SdA) há pouco tempo, tinha ficado fascinada com a história e já estava no primeiro estágio da adoração pelo mundo de Tolkien.

    Pois bem, comprei a citada revista e nela havia algumas matérias com material da Valinor, além de outra que falava sobre os sites nacionais e internacionais dedicados a Tolkien. Foi quando comecei a visitar o site e, por conseguinte, o fórum, e aí não saí mais.



    CV - Quando e como você entrou na Equipe?

    NC - Será que eu ainda me lembro? Vinha visitando a página diariamente e, depois de uns dois meses, tomei coragem e me cadastrei no fórum. Isso foi em junho de 2002 e, logo depois, colocaram um anúncio solicitando tradutores para o site. Já nutria uma simpatia enorme pelo site.

    Então, como uma pseudo-funcionária pública que tem algum tempo livre, e com o inglês razoavelmente bom (só não me peçam para conversar que eu travo!), resolvi mandar um e-mail pedindo para fazer o teste. Uma semana depois, o Deriel mandou uma mensagem perguntando se eu queria fazer parte da equipe. Isso foi em julho, e aqui estou.



    CV - E como foi? Você ficou surpresa, nervosa?

    NC - Surpresa? Não, fiquei apoplética! O texto que o Deriel havia mandado para traduzir era uma carta de Tolkien, com várias referências à obra, e eu só tinha lido o SdA. Fiquei perdidinha em vários trechos. Quando enviei o texto traduzido, mencionei essa dificuldade, e não tinha a menor esperança de que fosse ser convidada.

    Quando eu respondi ao anúncio minha intenção era colaborar com a página, e não fazia idéia do que era a equipe e que fazer parte dela levaria a muito mais do que simplesmente fazer traduções. Acabei descobrindo que posso fazer uma coisinha ou outra também.
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    CV - Qual é a sua função na Valinor?

    NC - Pois é, eu entrei para ser tradutora, mas a necessidade e a vontade divina me obrigaram a seguir por outros caminhos. Até relações públicas eu já fui! Hoje eu estou na coordenação de eventos, represento a Valinor na FTB (Federação Tolkiendili Brasileira) junto com o Imrahil e o Duque Décio, e cuido da Lothlórien junto com o The Transcendent One. Eventualmente ajudo na moderação de notícias enviadas pelos usuários.



    CV - Como a Valinor é organizada? Quem faz o que lá dentro?

    NC - Ai... Cadê o organograma quando se precisa dele? Minha memória é igual a do Carrapicho, mas vamos ver o que consigo: Deriel administra, coordena, tem as idéias e executa (isso quando o Garfield dentro dele não fala mais alto, aí ele passa para outro); Gildor dá suporte a todos, tanto técnico quanto emocional, e está concorrendo com Santo Expedito ao título de santo com maior número de pedidos; Imrahil, nosso cisne amado por todos, sem exceção, além de escrever textos, resenhas e entrevistas, ainda toma caipirinha com o Viggo Mortensen; Ana Lovejoy é a nossa Irmã Maria (alguém lembra do filme ‘A Noviça Rebelde’?), ou seja, aquela que atende com amor e paciência a todos os usuários do Fórum; Tilion é o expert em línguas tolkienianas, e administra o ArdalambionBR; Kanawati cuida da parte de notícias, fuçando todos os sites do mundo atrás de novidades; bombadil (não está errado não, é com “b” minúsculo mesmo) e Duque Décio são responsáveis pelo atendimento aos usuários, sendo que o primeiro também cuida da manutenção de imagens e arquivos para download da Valinor e o segundo da coordenação das listas de discussão; e o caçula da equipe é o The Transcendent One, que é responsável por todo o material enviado pelos fãs para a Lothlórien e pela moderação de notícias enviadas pelos usuários, além de sofrer nas mãos do Deriel, que sempre inventa alguma coisa cabeluda para ele fazer, e nas minhas, especialmente quando chega época de eventos. O membro mais novo sempre paga o pato. E todo mundo opina nas discussões e decisões sobre o destino da Valinor.


    CV - Quem te dá mais trabalho : sua filha Layla, Gildor, Deriel, bombadil, Kanawati ou Imrahil?

    NC - Trabalho, dor de cabeça e cabelos brancos: Layla, sem dúvida! E o que o Gildor está fazendo aí? Eu é que dou trabalho para ele! Todos estes meninos só me dão alegria!



    CV - Vocês já receberam algum dinheiro para fazer isso?

    NC - Nem um tostão furado. Muito pelo contrário, passamos por uma crise em que tivemos que pagar para o site continuar no ar.

    CV - Alguma vez você já deixou seu trabalho de lado pra cuidar de algo da Valinor?

    NC - Não, consigo conciliar as duas coisas harmoniosamente. Se tenho que faltar para fazer alguma viagem, eu compenso aumentando a minha carga horária, ou chego mais cedo para usar o computador de lá para acessar a página quando tenho que fazer algo mais demorado. Aliás, sou extremamente dependente do computador do meu trabalho, pois em casa só tenho uma máquina de escrever com mania de grandeza.



    CV – Fale um pouco sobre sua função na Lothlórien. Como é fazer a Foto Novela?

    NC - Nossa, esse foi o maior angu de caroço que me meti! A história é a seguinte: eu ainda não estava efetivamente na Lothlórien quando descobri um fórum de fãs do Elijah Wood onde costumavam fazer historinhas com as imagens do filme, e uma delas era sobre a tal coleção de CDs. Na época ela já tinha umas cinco partes, e achei que seria um material legal para a Lothlórien.

    Sendo assim, pedi autorização para traduzir e comecei a publicar no site. Acontece que eles enjoaram da idéia e pararam na nona parte, ficando a dita cuja sem um final. Eu não podia deixar aquilo daquele jeito, então pensei “seja o que Eru quiser” e resolvi continuá-la. Já tomei a liberdade até de fazer citações sobre membros e de grupos do fórum.
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    CV - E como você arruma as paródias das Foto Charges?


    NC - Essa é a parte mais fácil! A internet está cheia de sites que tratam exclusivamente ou que têm uma área para isso, inclusive com concursos para a melhor piada/paródia sobre uma foto escolhida pelo site. Elfenomeno, Worth1000, LotR Caption Page são alguns deles, e este último é onde eu mais pego material, que é mantido pela mesma pessoa que administra o fórum de onde surgiu fotonovela.



    CV - Vamos falar dos encontros. Organizá-los dá muita dor de cabeça?

    NC - Dá um trabalhão que quem está de fora nem imagina! E ainda temos que lutar contra a Lei de Murphy. Por mais que você planeje, sempre acontece alguma coisa para atrapalhar e obriga você a replanejar tudinho!

    Logo que entrei para a equipe, a responsável pelos eventos era a Éowyn, e ela já estava fazendo os preparativos para o segundo encontro nacional, que seria em setembro. Mesmo antes de responder ao anúncio para tradutora eu já havia me oferecido para ajudá-la. Então, naturalmente, quando entrei para a equipe já fui trabalhar com ela na organização do evento.

    Como dizia aquela propaganda de sutiã, “o primeiro a gente nunca esquece”. Nossa falta de experiência compensava nossa vontade de querer que tudo desse certo, tanto que sobrou muita coisa que ainda usamos para o encontro seguinte!



    CV - Como é organizar um grande encontro?

    NC - Bem, antes de mais nada deve-se fazer um roteiro do que se pretende fazer e do que é necessário para fazê-lo: o local ideal, que consiga atender a todas as nossas espectativas, é sempre o item mais problemático. Já tivemos que conseguir um local para duzentas pessoas faltando apenas uma semana para a data marcada.



    CV - Qual foi o encontro mais complicado?

    NC - Certamente foi o segundo encontro, um pouco pela falta de experiência e também pelo fato de termos que transferir o piquenique que seria realizado na Floresta da Tijuca para o Sesc, mas mesmo assim correu tudo bem. O terceiro deu um pouquinho de trabalho por ter sido em São Paulo, mas graças ao pessoal do fórum que nos ajudou, especialmente as irmãs Ladeira [Donamira e Elanor], correu tudo maravilhosamente bem.



    CV - Teve algum encontro que foi o seu preferido?

    NC - Eu fico dividida... O segundo foi o primeiro encontro que ajudei como membro da equipe e foi nele que conheci a maior parte das pessoas que mantêm e freqüentam a Valinor. Eu tenho o maior carinho por ele.

    Já o quarto, realizado em setembro do ano passado, em minha opinião foi o mais próximo que conseguimos chegar daquilo que tínhamos em mente, tanto na parte social quanto na parte cultural. Vamos ter que suar muito para conseguir fazer um melhor ou tão bom quanto aquele.



    CV - Como você pretende continuar organizando os encontros agora que a Éowyn saiu? Dá pra levar sozinha ou pretende pedir reforço pro Deriel?

    NC - Seguindo a mesma fórmula que tem dado certo até hoje: contar com a colaboração de todos que se dispõem a nos ajudar nos eventos. Sem contar que o TT1 foi “promovido” a membro da equipe. O menino tá lascado na minha mão!
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    CV - E agora nos dê uma dica. O que é preciso para um encontro dar certo ?

    NC - Acho que, até agora, o que levou nossos encontros a darem certo foi o fato de todos participarem da realização deles, não só a equipe organizadora. É incrível a capacidade que todos os membros da comunidade têm de se mobilizarem, ou para acolher os visitantes em suas casas, ou para formar caravanas ou ainda, para ajudar nos preparativos do evento sem esperar nada em troca. Qualquer encontro dá certo com um pessoal como esse!


    CV – E Tolkien, como o conheceu?

    NC - Graças a um gordinho maluco chamado Peter Jackson (PJ). Até então, nunca tinha ouvido falar em Tolkien! Lembro que li uma reportagem na revista da MTV sobre o filme que seria lançado e fiquei curiosa. Fui ao cinema no dia 03/01/02 e adorei o filme, e saí de lá com a intenção de ler o livro, porque certamente deveria ser muito melhor. Então, peguei o SdA que minha sobrinha havia ganho no Natal e li inteirinho em menos de três semanas.



    CV - O que já leu de Tolkien?

    NC - Depois de devolver o SdA da minha sobrinha e comprar um para mim, um colega de trabalho, vendo meu interesse por Tolkien, ofereceu uma edição de bolso em inglês d’O Hobbit, que por pouco não devolvi.
    Depois vieram O Silmarillion, Contos Inacabados, O Hobbit (em português), Roverandom e Mestre Gil de Ham. Há pouco tempo comprei alguns números do History of Middle-earth (6, 7, 8 e 10), além de The End of Third Age e Tales From the Perilous Realm, mas ainda não comecei a ler, pois estou esperando minhas férias começarem.



    CV - Qual dos livros é o seu preferido?

    NC - Até agora o SdA encabeça a lista, seguido de perto por O Hobbit.



    CV - A leitura dos livros do Professor mudou algo na sua vida?

    NC - As obras de Tolkien são extremamente prazerosas, conforme intencionava o professor, mas a leitura em si não mudou nada em minha vida. Contudo, todas as pessoas que conheci aqui graças a ele, essas sim mudaram minha vida.



    CV - Existe algo que você não gosta na obra de Tolkien?

    NC - Sempre existe algo que não gostamos, que não concordamos. Conheço uma pessoa que até hoje maldiz Tolkien por ter matado Boromir, mas deixa isso para lá... Minha reclamação talvez seja a mais banal: o destino de Frodo ao final do SdA.



    CV - O destino de Frodo? Por que? Você não acha justa a partida dele?

    NC - Não achei justa a partida, nem os fatos que culminaram nela. Como se não bastasse o sacrifício de atravessar a Terra-média e comer o pão que Morgoth amassou para levar o Anel para ser destruído, ele ainda teve que abandonar tudo que ele amava, Condado, Bolsão e amigos, por não suportar mais a dor dos ferimentos.

    Acho que foi o único herói que se deu mal no final da história. Agora, imagina como ficou a vida dele depois da morte de Bilbo? Um hobbit sozinho entre um bando de elfos chatos? Ninguém merece...

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    CV - Você mudaria essa parte ou não? Se mudaria, como?

    NC - Uma obra literária é a história pelo ponto de vista de uma pessoa, ou você gosta ou não, mas não há nada que possa ser feito além disso. Se eu tivesse o poder de mudar alguma coisa, iria desagradar a uma outra pessoa, não é? Como costuma-se dizer por aí, “deixa quieto”...



    CV - E do que você mais gosta nos livros de Tolkien?

    NC - Essa é a pergunta mais fácil: tirando o que não gostei, todo o resto! Não há como citar uma parte em especial.


    CV - Vamos falar um pouco sobre os filmes. Você acha que PJ fez um bom trabalho?

    Particularmente acho que ele fez um excelente trabalho. Ele fez uma versão cinematográfica baseada no livro, com situações e necessidades próprias dessa mídia, além de incluir seu próprio ponto de vista como fã da obra, e o resultado foi muito bom, com uma ou duas ressalvas. Mesmo com as mudanças feitas, ele sempre seguiu a linha de raciocínio da história original. Eu vejo o cinema e a literatura como formas de expressão distintas, e talvez seja essa separação que muitas pessoas tenham dificuldade em fazer.



    CV - Qual dos três filmes você acha o melhor?

    NC - Não dá para fazer esta pergunta daqui a uns dez anos? Ainda estou muito afetada emocionalmente pelo RdR (O Retorno do Rei). Não seria uma resposta imparcial.



    CV - Todo mundo tem pelo menos um pedacinho dos filmes que não gostou. Qual é o seu?

    NC - Ah! Esta é uma das ressalvas e a parte que metade da torcida do Flamengo também não gostou. Que Faramir era aquele do ADT (As Duas Torres), meu Eru?



    CV - Se você fosse chamada para participar do filme, qual personagem gostaria de ser?

    NC - Eu? Só se fosse um dos olifantes. Bom, já que é para sonhar, não vou fazer por menos então: Éowyn.



    CV - Tia Mystique, a sua filha Layla volta e meia te acompanha nos encontros. Alguem já deu em cima dela ?

    NC - Er... já... coitadinho...



    CV - Você é casada. Seu marido não te acha maluca ao ficar se metendo nessas coisas não?

    NC - Achar ele acha, mas o médico disse para não me contrariar. Além do mais, ele diz que eu fico bonitinha vestida de hobbit.



    CV - Explique um pouco do seu nick. Por que Mystique?

    NC - Esse nick deve fazer parte da história da internet brasileira como uma das primeiras contas de e-mail do IG, he he he! Bom, eu gostava muito das histórias dos X-Men há uns dez anos atrás e o meu personagem favorito sempre foi Nightcrawler, tanto que o meu dogue alemão se chama Kurt Wagner.

    Pois bem, logo que lançaram os e-mails gratuitos do IG me cadastrei com o nome da mãe dele, e passei a usá-lo sempre que era necessário um nick para qualquer cadastro. Quando entrei no fórum, nem pensei em adotar um nick Tolkieniano, automaticamente meti o Mystique.

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    CV - Pelo que sabemos, você também é fã de um tal Brian May. Conte-nos um pouco mais sobre isso.

    NC - Como um tal de Brian May? Muito respeito quando se referir ao maior guitarrista da face da Terra! Sou fã de carteirinha, e no sentido literal da palavra. Está lá: Queen International Fan Club, membership nº 260003002.

    Nosso relacionamento vai fazer Bodas de Prata ano que vem, vinte e cinco aninhos de amor e dedicação (pelo menos de minha parte). Quando minha filha nasceu ficou todo mundo apavorado pensando que eu iria batizá-la como Briana, mas soava muito mal, entdescartei a idéia. Mas é claro não iria deixar passar em branco, então parti para um paliativo: Brian May é fã de Eric Clapton, e até fez um blues em sua homenagem, então peguei emprestada a ‘Layla’ dele.

    Sou uma fã frustada, pois conheço pelo menos umas três pessoas que encontraram com ele casualmente e até pegaram autógrafos, mas eu mesma nunca consegui encontrá-lo. Cheguei a ficar na turma do gargarejo no último show que ele fez no Brasil, em 92, mas tinha um segurança no meio do caminho, no meio do caminho tinha um segurança. Decididamente Deus quer evitar uma tragédia. Bem, hoje em dia estou mais light, mas ainda olho para as capas de revistas para guitarristas procurando alguma reportagem sobre ele, e é claro, já gravei a propaganda da Pepsi.



    CV - Bom, para encerrar em grande estilo, mande uma mensagem para o pessoal que lê a Valinor.

    NC - Vocês adoram me deixar sem graça. Antes de mais nada quero agradecer a todos que acompanham o nosso trabalho na Lothlórien, pois não há nada mais gratificante do que as mensagens de incentivo que recebemos de vocês. Continuem a participar com desenhos, textos, paródias, charges, sugestões e reclamações, pois o espaço não é só feito para vocês, mas especialmente por vocês. Beijos da Tia.
     

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