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Valinor entrevista Mithrandir

Tópico em 'Comunicados, Tutoriais e Demais Valinorices' iniciado por Artigos Valinor, 25 Jun 2005.

  1. Artigos Valinor

    Artigos Valinor Usuário

    O Brasil tem alguns dos melhores sites sobre Tolkien que se podem encontrar na internet. O
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    é, sem sombra de dúvidas, um destes. Com informações que atendem tanto aos leitores que terminaram a leitura de "O Senhor dos Anéis" há pouco quanto àqueles que procuram textos mais profundos e raros de Tolkien, a página já completa alguns anos de existência. Por trás de todo esse trabalho está o idealizador Daniel Mithrandir de Boni, que nos deu uma entrevista e mostrou como começou a Dúvendor, além de dar detalhes sobre como mantém o site.


    Colaboradores Valinor - Sempre surge a pergunta sobre "Quem está por trás disso tudo?" quando vemos alguma grande obra. Nesse caso não é diferente. Quem é Daniel de Boni, que vemos como Mithrandir na Dúvendor? Quanto ano tem? Onde mora? O que faz da vida?

    Daniel “Mithrandir” de Boni - Sou um cara meio velho para os padrões da galera Tolkieniana, tenho 27 anos e vivo no Rio Grande do Sul, capital, a cidade de Porto Alegre. Atualmente estou tentando terminar a faculdade enquanto garanto meus rendimentos trabalhando como webdesigner e instrutor de informática. Nos momentos de folga (isso ainda existe?) leio tudo que me caí nas mãos. Acha que é exagero? Normalmente as pessoas têm revistas no banheiro, no meu tem uma estante com livros.

    CV - Como conheceu a obra de Tolkien?

    DM - Foi tudo culpa do meu pai, ele é um maluco por livros capaz de devorar calhamaços de 700 páginas numa única sentada. Uma tarde, quando eu estava com uns 11 ou 12 anos (mais ou menos) meu pai apareceu com uma cópia do Hobbit da extinta editora Artenova dizendo que eu ia gostar daquela história. Fui ler com uma tremenda má vontade, típica de crianças que detestam livros, mas acabei gostando apesar de alguns problemas de entendimento. Por exemplo: simplesmente não me entrava pela cabeça o que era um hobbit. Eu pensava que era algum tipo de anão ou duende, sei lá...

    CV - Conte um pouco da sua experiência com os livros dele. Qual foi a sua ordem de leitura dos mesmos?

    DM - A ordem de leitura? Será que ainda me lembro disso? Vejamos; o primeiro foi o Hobbit; o segundo foi a trilogia do Senhor dos Anéis; o terceiro foi o Silmarillion e por último os Contos Inacabados de Númenor e da Terra-média. Mas os livros não são tudo, já li montes de traduções, estudos e colunas dedicadas às obras de Tolkien. Além disso, revisei cada um dos textos da Dúvendor e li muitos dos que foram postados na Valinor. É muita coisa, acho que sou um dos ‘estudiosos’ de Tolkien que surgiram nesta geração.

    CV - E a que atribui esse sentimento que torna a obra singular para tantos leitores? Onde é que você vê o diferencial desses livros?

    DM - Isso não é obvio? O maior diferencial dos livros de Tolkien é a solidez. Suas narrativas têm um forte embasamento histórico que nos passa a impressão de não estar lendo uma fantasia, mas sim um romance real, uma crônica de um momento perdido nas brumas do tempo. A propósito, você sabia que o próprio Tolkien estimulou essa idéia? Ele tentou escrever a história do marinheiro Anglo-Saxão Ælfwine, filho de Eadwine, filho de Oswine, cujo pseudônimo era Eriol. Ælfwine foi um dos primeiros elementos dos mitos de Tolkien: enquanto procurando por ilhas distantes no Atlântico Ælfwine encontrou o caminho para Tol Eressëa e foi permitido que ficasse lá por um tempo. Em Tol Eressëa Ælfwine aprendeu muito da velha história da Terra-média e a trouxe de volta para a Inglaterra, fazendo esses contos finalmente chagarem as mãos de Tolkien. Para ler mais sobre Ælfwine procure o volume IX dos HoME, Sauron Defeated.

    CV - O que acha da polêmica sobre a tradução da Martins Fontes?

    DM - As traduções da Martins Fontes são boas, até um pouco melhores do que a média. Tolkien é um escritor notadamente difícil de traduzir, além disso nenhum livro fica tão bom de ler na tradução quanto em seu idioma original. Portanto, aos que estão insatisfeitos com a tradução da Martins Fontes eu digo: criem vergonha na cara e aprendam a ler direto no inglês ao invés de ficar só reclamando.

    CV - E quanto às omissões de frases e parágrafos recentemente descobertas nas traduções? Não vêm a comprometer a qualidade das versões brasileiras, principalmente se levarmos em conta o cuidado que Tolkien teve em escrever e revisar o livro?

    DM - Isso foi uma coisa chata. Os leitores menos exigentes nem se incomodaram com essas faltas, mas nós, os verdadeiros fãs, ficamos ofendidos com a exclusão destes parágrafos. Só espero que exista uma razão muito boa para estes cortes, caso contrário minha fé na Martins Fontes (e nos tradutores) terá sofrido um duro golpe.
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    CV - Como surgiu a idéia de criar a Dúvendor?

    DM - Eu estava passando pela estante de livros do meu pai quando um volume em capa dura dos Contos Inacabados caiu na minha cabeça... se fosse cara-de-pau diria isso, mas a verdade é bem menos romântica: eu sentia falta de páginas boas sobre Tolkien em português (além de sentir um pouco de inveja dos belos sites estrangeiros) e quando precisei aprender HTML por motivos profissionais resolvi unir o útil ao agradável e comecei a trabalhar na Dúvendor. Outro motivo inicial foi criar um local para anunciar o primeiro Grupo Tolkieniano do Sul do Brasil, aliás a idéia do nome Dúvendor apareceu num dos encontros deste grupo. Infelizmente este núcleo original há muito se dispersou, mas mantenho contatos ocasionais com a Patrícia/Galadriel e o Henrique/Radagast, ainda hoje marquei de encontrar a Galadriel num Café pertinho de casa pra jogar um pouco de conversa fora e seqüestrar alguns livros dela... nada melhor do que a boa vontade de amigos para conseguir uns livros que você ainda não leu.


    CV - Como você vê a Dúvendor quando ainda estava em seu começo? Houve muitas dificuldades?

    DM - O começo foi divertido, muito divertido, mesmo levando em conta todos os problemas que tive. O maior GS (golpe de sorte) foi conseguir hospedagem grátis no hpG, o segundo maior GS foi iniciar o trabalho quando não havia praticamente ninguém fazendo algo relacionado a Tolkien na internet brasileira. Entre os GP (grande problema) que tive, um dos piores foi a Dúvendor quase ser expulsa do hpG quando o modelo passou de servidor grátis para pago; mas no último instante eles mudaram de idéia e acabei entrando num seleto grupo de sites que continua tendo hospedagem gratuita. Outro GP que posso destacar foram as quase lendárias encrencas que a BTS (brazilian tolkien society) criou com os sites e sociedades de Tolkien brasileiras. Esses caras eram terríveis...

    CV - E hoje, depois de alguns anos, muita coisa mudou?

    DM - Bem, o mudou foi que a ascensão das grandes potências Tolkienianas na internet matou os pequenos sites. Existiam dúzias de pequenas páginas sobre Tolkien em português, mas com o crescimento da Dúvendor e Valinor as pequenas iniciativas foram (salvo uma ou duas exceções) varridas do mapa. Outra coisa que mudou (nos casos Dúvendor e Valinor) foi que passamos de sites do tipo médio-porte para nos tornarmos verdadeiros Portais Tolkienianos, com custos de manutenção elevados e uma exigência de trabalho em horas/homem maior do que seria confortável. Em resumo: manter os sites se tornou muito mais caro e trabalhoso do que é possível administrar com facilidade.

    CV - Qual a grande motivação na hora de manter um site como a Dúvendor?

    DM - Bem pessoal, espero que ninguém fique ofendido com o que vou dizer, mas a maior motivação é minha própria satisfação pessoal. Minha primeira intenção quando trabalho na Dúvendor é fazer algo prazeroso, e como geralmente os visitantes também gostam do que é colocado lá todo mundo fica feliz. E verdade seja dita, a grande maioria dos sites mantido não por prazer pessoal, mas apenas para agradar os visitantes, já fechou as portas há muito tempo.

    CV - Você acessa a Valinor? Com que freqüência?

    DM - Eu passo umas 10 horas por dia na frente de um computador, portando navego muito e por palpite acho que dou uma olhada na Valinor quase todo dia. Meu principal interesse aí são as notícias da página inicial, não participo muito de listas ou de fóruns. Também gosto quando aparece uma tradução ou coluna nova, é uma pena ter surgido poucas ultimamente, as colunas do Michael Martinez eram muito boas...

    CV - Como você vê a "concorrência" com a Valinor?

    DM - Não sei se ainda existe concorrência. Uns dois ou três anos atrás, quando a Dúvendor e a Valinor eram páginas dedicadas exclusivamente a traduções e estudos, existia uma concorrência saudável entre nós. Quem vai traduzir o texto mais interessante? Quem vai criar o melhor layout? Quem vai escrever o melhor estudo? Eram coisas assim que criavam uma atmosfera de competição, mas uma competição positiva. Contudo, as coisas foram mudando pouco a pouco e a Valinor foi se transformando em uma comunidade on-line. Ela criou várias listas de discussão, um movimentado fórum e uma seção de notícias com várias atualizações diárias. A Dúvendor nunca saiu do foco original e ainda trabalha com tradução de textos, colunas e estudos. Acho que agora estamos em nichos razoavelmente separados: a Valinor com seu foco na comunidade e a Dúvendor em seus textos e estudos.
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    CV - Dúvendor, Valinor e Pônei Saltitante; três das maiores representações Tolkiendili Brasileiras foram idealizadas por pessoas que moram na região sul. Você acha que pode ser traçado algum padrão para este fato ou é apenas coincidência?

    DM - Não é coincidência. A região sul é conhecida por ter os melhores indicadores sociais e o melhor nível de escolaridade do Brasil, além, obviamente, de um sermos grandes compradores de livros. Não quero comprar briga com ninguém e nem parecer convencido, mas acredito que esses são os motivos elementares que respondem sua pergunta.

    CV - Você, em algum momento se arrependeu da criação da Dúvendor?

    DM - Eu não tenho arrependimentos quanto a Dúvendor, mas em 2001 uma namorada virou ex-namorada devido à falta de atenção a ela a ao excesso de atenção a Dúvendor. Ela deve ter sentido algum arrependimento em gastar seu tempo comigo. O pessoal aqui de casa também já manifestou, diversas vezes, a opinião de que eu deveria gastar mais tempo em coisas saudáveis - em especial longas caminhadas e exercícios abdominais - saindo assim da frente desse “maldito computador”.

    CV - A Dúvendor tem uma grande quantidade de traduções, como fica a questão dos direitos autorais nesse caso? Você já teve algum problema com relação a isso?

    DM - Você tocou num ponto delicado. A Dúvendor tem muitas traduções no seu acervo e não tenho certeza absoluta de que isso não vá criar problemas futuros. Tomamos o cuidado de nunca postar um texto que tenha seus direitos comprados por alguma editora brasileira. Nossas traduções sempre são de livros em inglês, que por uma baixa perspectiva de lucro não interessam ao mercado nacional. Outro ponto em que temos cuidado é que, quando traduzimos alguma coisa, sempre citamos o nome do livro, a editora (estrangeira) e o capítulo, além do nome do tradutor nacional. Até agora isso tem funcionado, mas se um dia você encontrar a Dúvendor fora ao ar por determinação judicial já pode adivinhar o motivo...

    CV - Como funciona o esquema de traduções? Quem traduz os textos? Qual o critério de escolha?

    DM - Os textos são traduzidos por mim ou por colaboradores. Nos últimos tempos tenho trabalhado a quatro mãos com uma querida amiga da Paraíba chamada Ana Cristina, Annerë, que vem me ajudando muito sem pedir nada em troca. A Annerë é meu braço direito na Dúvendor. Quanto ao critério de escolha, como mencionei acima, é para textos que não tenham os direitos comprados por alguma editora nacional e nem sido traduzidos previamente por outro site. Nos últimos tempos temos traduzido várias partes muito interessantes da série HoME (history of middle earth) que só existe em inglês e espanhol. A tradução do conto da Queda de Gondolin e o Diálogo de Sam e seus filhos em Bolsão são dois textos maravilhosos. Material existe aos montes, só precisamos mesmo é de boa vontade.

    CV - Quem é seu braço direito? Ou em outras palavras, se houvesse a necessidade de passar a Dúvendor para uma outra pessoa, hoje, quem seria ela e por quê?

    DM - Bem, a Annerë é o meu braço direito, mas não acredito que ela assumiria a Dúvendor. Se por algum motivo tivesse que parar, digamos, se eu morresse engasgado com um osso de galinha, não sei quem iria continuar e nem se alguém realmente teria interesse em assumir a Dúvendor. Muito provavelmente o hpG iria manter o site no ar, mas as previsões que posso fazer param por aí.
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    CV - A Dúvendor sempre foi um site propriamente dito, sem intenções de criar uma comunidade com lista e fórum, no entanto nos últimos meses vocês resolveram fechar uma parceria com a Ordem de Eä, o que te levou a tomar esta decisão?

    DM - A Dúvendor chegou a ter um fórum próprio por alguns meses, mas isso serviu apenas para confirmar algo que eu já suspeitava: eu não fui feito para gerenciar um fórum, não tenho tempo e nem paciência pra isso. Quando veio a proposta de fazer uma parceria com o pessoal da Ordem de Eä, aceitei por dois motivos:
    1) eles pareciam sérios e motivados
    2) eu não teria nenhuma responsabilidade sobre o fórum em si
    Com isso, a Dúvendor continua sendo como sempre foi, um site dedicado a traduções e estudos. A vantagem que tivemos foi ganhar um bom espaço promocional e um canal de discussões. Eram coisas que faziam falta, mas que eu não podia gerenciar integralmente por motivo de tempo.

    CV - Como você começou a participar da comunidade tolkieniana no Brasil?

    DM - Fui um dos fundadores do primeiro grupo Tolkieniano de Porto Alegre, isso mais de um ano antes de surgir o Conselho Branco. Mas confesso que nunca fui muito social, vou a poucos encontros e eventos, e de fato tenho ido tão pouco aos encontros que já dei origem a algumas estranhas lendas urbanas. A mais bizarra de todas dizia que eu e o Deriel éramos a mesma pessoa com um plano de manter a Valinor e a Dúvendor no ar ao mesmo tempo para evitar uma acusação de monopólio. Além disso, levei um susto uns meses atrás quando fui reconhecido na rua por um fã da Dúvendor que me parou pedindo um autógrafo.

    CV - Como foi para você a fundação do Conselho Branco?

    DM - Eu participei como membro fundador, mesmo sem ter feito muita coisa. Como falei anteriormente não sou muito sociável, devido a isso e ao fato de morar bem longe do eixo SP/RJ não pude fazer mesmo muita coisa. Acho até que o pessoal que está na diretoria mal se lembra de mim e a Dúvendor nem chega a aparecer na lista de links do site do Conselho Branco.


    CV - O que acha que vai acontecer com as comunidades tolkienianas agora que os filmes acabaram?

    DM - As comunidades vão diminuir, aliás já estão diminuindo muito. Mas isso não me deixa triste, os que estão saindo são fãs de filme, não são leitores ou estudiosos de Tolkien. Estou até gostando dessa purificação da comunidade Tolkieniana. Mais alguns meses e iremos voltar ao que chamo de bons e velhos tempos pré-filme, quando a vida era mais calma e mais amadurecida.

    CV - Qual sua opinião a respeito dos filmes?

    DM - Eu gostei dos filmes. É sério, gostei mesmo. Não gosto das pessoas que falam mal dos filmes, que batem o pé citando um por um os erros e as cenas que foram cortadas, que reclamam de tudo o que está fora de um padrão de perfeição totalmente fora da realidade... são doidos. A filmagem da trilogia dos Anéis foi um projeto enorme, de custos e cuidados nunca antes dispensados a um filme, e com isso tudo ainda tem gente reclamando? Se não gostaram não assistam e fechem a matraca.

    CV - O que mais gostou neles?

    DM - Essa é uma boa pergunta. Gostei de muitas coisas, mas em especial gostei da representação da Guerra da Última Aliança no inicio do primeiro filme; gostei muito do ataque dos Ents a Isengard no segundo filme, e gostei da recriação de Minas Tirith no terceiro filme. Esses três pontos: a Última Aliança, Isengard e Minas Tirith foram maravilhosamente trabalhadas, chegam a ser os pontos altos de cada um dos filmes.

    CV - E o que mudaria neles?

    DM - Eu só mudaria uma coisa: faria cada filme com seis horas de duração.
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    CV - Quais as suas expectativas quanto à adaptação de O Hobbit para o cinema?

    DM - Ainda não pensei muito sobre isso. Os direitos do Hobbit continuam nas mãos do filho caçula de Tolkien, Cristopher Tolkien, que é um osso duro de roer. Vejo dois cenários possíveis:
    1) Na pior das hipóteses, o Cristopher vai impedir as filmagens do Hobbit e só depois que ele bater as botas seus herdeiros irão negociar a venda dos direitos, que por volta desta época irão valer duas ou três vezes o que valeriam hoje.
    2) Na melhor das hipóteses, o Cristopher irá vender os direitos a New Line e Peter Jackson será novamente nosso diretor. Com um pouco de sorte as filmagens iriam começar daqui a dois anos, e teríamos o lançamento do hobbit dentro de mais dois. Ou seja: no mínimo quatro anos de espera.

    CV - Bom, chegamos ao final da entrevista, mas para encerrar faça suas considerações finais.

    DM - Leia Tolkien, mas não leia apenas Tolkien. Eu ADORO os livros do professor, mas leio muito mais do que isso. Procurem sempre por bons livros, o hábito de ler não pode ficar parado por melhor que seja o autor. Querem dicas? Leiam Musashi, Ardil 22, As Crônicas de Arthur, As Brumas de Avalon e A Arte da Guerra. Procurem os escritos de Edgar Allan Poe, Philip Pullman, Lewis, Issac Asimov e outros grandes autores dos temos em nosso idioma.

    É como diz o ditado: O pior analfabeto é aquele que sabe ler, mas não lê...
     

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