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Eleições 2014 Urna eletrônica tem falhas, afirmam especialistas em debate sobre voto impresso

Você acha que deveria sair impresso seu voto?


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Clara

Perplecta
Usuário Premium
as urnas são fechadas. o sistema do TSE não. a alteração ocorreria no sistema do tse ou antes mesmo das urnas serem remetidas.

E talvez a história toda também tenha a ver com essa notícia aqui, de ontem:

"Toffoli confirma tentativa de ataque ao sistema do TSE, mas diz que não houve invasão"
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral destacou que tentativas desse tipo acontecem cotidianamente; hackers tentaram entrar no sistema de comunicação

Brasília - O presidente Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli, confirmou na manhã deste sábado (4) que houve uma tentativa de ataque ao sistema tecnológico da Corte. Contudo, o ministro disse que os hackers não
chegaram a invadir o sistema. "Acontece cotidianamente (a tentativa de invasão), mas não chegaram a a entrar no sistema do TSE porque exatamente o nosso sistema de defesa fez a proteção", disse ele, em entrevista coletiva após a cerimônia para verificação do sistema que gerencia a totalização dos resultados das urnas eletrônicas.
Dias Toffoli destacou que a tentativa de invasão não ocorreu no sistema de totalização dos votos. A assessoria de imprensa do TSE esclareceu que a ação ocorreu no sistema de comunicação entre o TSE e os tribunais regionais eleitorais (TREs). O ministro disse ainda que há uma rede "enorme" de defesa contra esse tipo de invasão. "Quando começa a atacar o sistema, ele tem uma proteção", disse.

A notícia da tentativa de invasão foi publicada hoje na coluna Panorama Político do jornal O Globo. Seguindo a publicação, a tentativa ocorreu há duas semanas e foram feiras 200 mil tentativas de acesso por segundo.

Com a presença de Toffoli, do vice-procurador-geral Eleitoral, Eugênio Aragão, e de representantes de partidos políticos, como o PT, o PSB e o PRB, o TSE realizou uma cerimônia nesta manhã para garantir a segurança do sistema de votação eletrônico. A solenidade teve por objetivo avaliar se os sistemas que recebem os arquivos das urnas eletrônicas são idênticos aos de uma etapa anterior, realizada no dia 4 de setembro, quando houve a assinatura digital e a lacração dos sistemas.
O presidente do TSE afirmou que a eleição é segura. "A eleição é segura e aqui nós fizemos a verificação junto a todos os Tribunais Regionais Eleitorais do sistema de totalização dos votos e de gerenciamento dos votos", disse.
Fonte

Note que na notícia, em negrito, não consta o PSDB.

Na notícia que saiu no Correio do Estado, sobre a Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas só se menciona a presença de "partidos políticos".

Será que não teve nenhum representante tucano nessa cerimônia? :think:
 

Fúria da cidade

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Usuário Premium
Só queria deixar registrado que o sistema biométrico implantado na região onde moro (Jundiaí) foi uma verdadeira bosta. Muito atraso na votação.
 

Bel

Moderador
Usuário Premium
E Niterói tbm deu problema. Teve até gente votando no lugar de outra pessoa, por culpa do mesário...
 

Bel

Moderador
Usuário Premium
Uai, ontem o Fantástio quase que só mostrou os casos de Niterói...
 

Grimnir

Well-Known Member
Usuário Premium
Uai, só disse que estive em quatro seções diferentes perto de casa e em nenhuma delas tinha isso. Acho que não fui claro. : )
 
  • Haha
Reactions: Bel
F

fcm

Visitante
Confesso que nunca vi um sistema biométrico que funcione bem.
 

Ana Lovejoy

Administrador
sistema biométrico deu treta direto aqui em curitiba. qdo fui votar ouvi de um fiscal que em uma das seções já tinham até largado mão de fazer a biometria e estavam só usando assinatura: detalhe, fui votar às 9. aliás, cheguei na minha seção, mó fila (sim, às 9 da manhã), fico lá esperando, esperando e ela nem se mexe. algo estranho né? morreu alguém lá dentro? etc. aí sai a pessoa que estava votando:

Mun+ra.jpg

seriously, era uma senhora MUITO idosa. tipo, se tivesse 100 anos seria pouco. ela precisava de ajuda do filho (também idoso hehe) para votar. e sabe, na hora me senti mal por ter ficado xingando mentalmente quem estava demorando lá dentro. acho bacana quando os idosos vão lá votar, mesmo estando dispensados disso.

mas aí continua minha saga. fabio manda msg "quer que eu leve o augusto aí?". dou uma olhada na fila, só idoso. não adiantaria nada. continuo esperando. chega minha vez, entro lá e converso com os fiscais: confirmaram que a biometria estava dando problema para todo mundo, especialmente para idosos (combo, né). a minha foi de primeira e aí eles zoaram que quem conseguia de primeira deveria ganhar um prêmio. eu fiquei com vontade de contar para eles que prêmio merecia o idiota que resolveu botar um pote de lenço umedecido ao lado da biometria, porque o dedo tem que estar seco para dar certo.

mas né, votei. e esse perrengue todo só para só conseguir que um candidato meu desse em algo nessas eleições, tá loco. :disgusti:
 
C

Calib

Visitante
Aqui na Prefeitura a gente bate o ponto com a digital há dois anos e quase nunca tive problemas. A maquininha reconhece que é uma beleza. :think:
 

Fúria da cidade

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Usuário Premium
Uma notícia recente sobre a possibilidade de voto impresso
STF suspende adoção de voto impresso nas eleições

Por 8 votos a 2, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta-feira (6) suspender a adoção do voto impresso nas eleições.
A volta do voto impresso foi definida pelo Congresso Nacional na minirreforma eleitoral de 2015 e deveria começar a ser implementada nas eleições desse ano, em 5% das urnas, ao custo de R$ 57 milhões.

A exigência da impressão do voto foi contestada no STF pela PGR (Procuradoria-Geral da República), que afirma que a medida representa um "retrocesso para o processo eleitoral", amplia a possibilidade de fraudes e ameaça o sigilo do voto.
O STF concedeu o pedido de liminar (decisão provisória) feito pela PGR para suspender a validade da exigência da adoção do voto impresso feito pela lei de 2015. O caso deverá voltar a ser julgado em definitivo pelo STF, mas não há prazo para que isso aconteça.

Após o resultado do julgamento, o ministro Luiz Fux, atual presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), informou que iria cancelar a licitação para a aquisição das urnas com impressora. Fux não votou nesse julgamento por se declarar suspeito, já que como presidente do TSE foi o responsável pela implantação das urnas nas eleições.

Votaram a favor da suspensão do voto impresso
os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Cármen Lúcia.

Os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli foram os únicos favoráveis à manutenção da medida. Eles entenderam que a lei da minirreforma eleitoral não poderia ser considerada inconstitucional, pois a escolha do modelo de votação estaria dentro das atribuições do Congresso Nacional.
Luiz Fux declarou-se suspeito e não votou.

A maioria dos ministros, no entanto, entendeu que a impressão ameaça o sigilo do voto e que as urnas eletrônicas atuais são seguras, sem registro de fraudes.

Para o ministro Alexandre de Moraes, a impressão representa um risco ao sigilo do voto e, com isso, pode trazer a ameaça de pressão sobre os eleitores para escolher determinado candidato.

"A possibilidade de identificação do eleitor afeta o sigilo do voto e ao afetar sigilo do voto permite aumento de pressões em relaçao ao eleitor para que ele vote no sentido A ou no sentido B", disse Moraes.
Luís Roberto Barroso afirmou não haver registro de fraudes à urna eletrônica e disse que a impressão do voto traz mais riscos às eleições que benefícios.

"A impressão do voto possivelmente trará mais riscos e insegurança do que será capaz de prevenir fraudes. Os controles atualmente existentes são suficientes, não envolvem custos elevados e nada documenta que tenha havido quebra da segurança ou tenha havido fraude", disse Barroso.
O relator da ação, Gilmar Mendes foi a favor da legalidade da lei que criou o voto impresso, mas defendeu que o dispositivo seja implantado de acordo com a capacidade técnica e financeira da Justiça Eleitoral.

"Eu não entendo como ilegítima a proposta de o Congresso adotar o voto eletrônico com voto impresso, mas considero que esse processo há de se fazer de maneira segura", afirmou o ministro.

Em seu voto, Gilmar criticou especulações a respeito de fraude à urna eletrônica nas eleições de 2014, quando o PSDB pediu uma auditoria nas urnas após Aécio Neves (PSDB) ser derrotado por Dilma Rousseff (PT).

"Depois de proclamado o resultado surgiu essa imensa lenda urbana de que teria ocorrido manipulação dos resultados. O próprio candidato perdedor pediu auditoria no TSE [Tribunal Superior Eleitoral], e foi feito com os peritos que ele indicou e, de fato, certamente nem os mais entusiasmados dos seus defensores seriam capazes de não reconhecer que ele perdeu a eleição não por problema da urna eletrônica mas porque lhe faltou voto em Minas [Gerais, estado de Aécio]", disse Gilmar Mendes.

Os ministros também reafirmaram a segurança da urna eletrônica e afirmaram que a impressão do voto pode aumentar o número de ações na Justiça Eleitoral.

"Não há nenhum indício de fraude generalizada", disse Moraes. "Não vai faltar candidato derrotado para alegar que houve fraude ou que há discrepância [entre voto eletrônico e voto impresso]", afirmou Barroso.

O modelo de urna eletrônica com voto impresso funciona da seguinte forma. Após o eleitor confirmar seu voto na urna eletrônica, será impresso em um papel a opção escolhida. Esse papel poderá ser conferido por meio de um visor e o eleitor não terá contato com a impressão.

Depois de conferir a impressão, o eleitor dará uma nova confirmação, e a urna eletrônica depositará o papel num espaço lacrado, de forma automática, onde ficarão armazenados os votos impressos.
 

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