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Turma da Mônica e afins

Tópico em 'Quadrinhos' iniciado por Satyr, 20 Dez 2007.

  1. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Não força, recebe prova quem merece e só depois de demonstrar que sabe dialogar. Não vi sacrifício e seu histórico não é bom. Isso depois de as partes terem concordado nos termos da conversa. Não é só você que decide se você merece ou não.
     
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  2. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Pqp! "Recebe prova quem merece", "só depois que sabe dialogar", "não vi sacrifício", "não é só você que decide..."

    Parabéns!
     
  3. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque


    Há diferença entre quem busca informação e quem busca conflito. Quando tiver problemas com arbitragem experimente apresentar provas para o carteiro ou para um cozinheiro ao invés de quem merece para notar a diferença de que prova não é para ser prostituída. O simples decoreba "do quero a prova" não exime de outros pontos enquanto manda o mundo ao inferno não é digno mesmo. Merecimento é mistura de comportamento, confiança, conhecimento e mais um monte de coisas.
     
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  4. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

  5. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Imagem: Arquivo Pessoal/Gabriel Jardim

    A Turma da Mônica já ganhou diversas versões e tem até seus gibis em que são contadas as histórias de seus personagens como adolescentes. Mas, já imaginou essa galera se eles fossem da favela e curtissem funk? Um artista paraibano fez uma releitura de Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali que ganhou repercussão na internet.

    Gabriel Jardim, de 24 anos, é o quadrinista de João Pessoa que criou a “Turma do Morro”. Ele se inspirou em trabalhos de outros artistas renomados, como Gabriel Picolo, que já fez releituras dos Jovens Titãs, da DC, como adolescentes normais, e a série em que
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    , feita por Wagner Loud e Gil Santos.

    Nas mãos de Gabriel, Cascão virou o MC Cascão, com tatuagens, corrente no pescoço e cabelos descoloridos. Magali é Maga Li, também MC, com boné e roupa provocante. Cebolinha é o DJ Cebola, com um boné que imita seus cinco fios de cabelo, como uma logomarca. E Mônica é a dançarina Monicat – com shortinho ousado.

    “Essas influências me trouxeram essa ideia de fazer [o projeto]. Por que não juntar dois ícones do Brasil? Um dos quadrinhos, o Maurício [de Souza], e o funk e a cultura de morro, que representam o Brasil inteiro. Foi a partir daí que veio a ideia”, explicou ao UOL Gabriel Jardim.
    “Eu quis reinterpretar os personagens nessa releitura do funk e da favela. O Cascão seria o MC, tem mais a cara dele. O Cebolinha seria o DJ, até porque tem o problema da fala. A Magali como outra MC e a Mônica como dançarina. Quis subverter um pouco, com o Cascão sendo protagonista.

    Apesar que os quatro são. Só não queria que ficasse em cima da Mônica”, disse o quadrinista.

    Uma das soluções interessantes é a do cabelo do Cebolinha, que virou um logo no boné do personagem – se alguém acha que se parece com um pé de maconha, o artista diz que não foi a intenção. Já o Sansão aparece como a mochila de Mônica.

    Com desenhos ousados, o paraibano diz que não temeu receber críticas. “Eu fiz pra brincar, fiz como um ato de representatividade, também. O que me assusta é a repercussão, que é maior do que imaginei, mas é um susto bom”, admite ele, que começou a desenhar ainda criança, influenciado por ver a mãe fazer pinturas e o pai esculturas, ambos por hobby. Mais tarde, conheceu Mike Deodato que é da Paraíba e desenha para a Marvel, e resolveu seguir carreira como quadrinista.

    Gabriel até gostaria de seguir com os desenhos e criar um gibi para a “Turma do Morro”, mas acha complicado. “Faço sem pretensão, pela diversão, pela investigação criativa. Se fosse pra fazer um gibi, teria que ser com apoio e parceria da MSP (Maurício de Souza Produções). Gostaria muito, mas acho difícil passar na linha editorial, e é compreensível. Meu objetivo é só me divertir e postar de graça pro pessoal curtir.”
     
  6. Reverendo

    Reverendo Usuário

    Claro que é difícil. Acho até mesmo impossível. O Maurício de Souza jamais entraria nessa.
     
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