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Tristessa (Jack Kerouac)

Tópico em 'Literatura Estrangeira' iniciado por Anica, 4 Out 2008.

  1. Anica

    Anica Usuário

    [align=justify]Jack é um poeta norte-americano (e também o narrador da história) que está na Cidade do México vivendo à custa de uísque barato e é apaixonado por uma prostituta viciada em morfina, chamada Tristessa. A pequena história é dividida em duas partes: “Trêmulo e Casto” e “Um ano mais tarde…”.

    Na primeira parte vemos o relacionamento ambíguo entre Jack e Tristessa. Nas primeiras linhas Jack descreve uma viagem de taxi e dá os pequenos detalhes da cidade imunda, de seus becos, seus viciados, mendigos e prostitutas, até chegarem a seu destino: o quarto sujo e deteriorado de Tristessa. Um recanto cheio de animais (gato, cachorro, galinha, galo, pomba), comida pelo chão e com o fiel fornecedor de drogas El Índio. Há também Cruz, irmã de Tristessa, que permanece deitada numa espécie de cama vivendo sua doença, acordando aos berros, bebendo e vomitando.[/align]

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  2. kika_FIL

    kika_FIL Usuário

    RE: Tristessa

    (Esta resenha está mais pautada em divagações mais abstratas e impressões pessoais do que no enredo do livro e detalhes da história. Recomendo, para não ficarem perdidos pela omissão dessas informações, que leiam antes a resenha do Pips, bem mais completa em relação a isso)

    Estava lendo minha edição de Tristessa usando um marca-página que ganhei de brinde já faz algum tempo, por uma compra na Livraria Cultura. Nesse marca-página figurava a silhueta de Fernando Pessoa com trechos de uma poesia sua:

    “O essencial da arte é exprimir; o que se exprime não interessa”

    Não posso dizer que concordo inteiramente com ele, mas essas breves linhas me ajudaram a compreender a “prosa espontânea” de Kerouac sob nova perspectiva. Às vezes as obras de Kerouac me incomodam por serem “muito espontâneas”, beirando o non sense; mas o exercício de ler suas obras força a mente a libertar-se por um lado, e tornar-se mais arguta por outro.

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  3. Li recentemente esse livro do Jack Kerouac, das três obras que li este foi o que menos gostei (tenho tambem on the road e big sur), achei a situação descrita muito auto depreciativa diferente de On the road onde tudo é festa e alegria. Pretendo ler ainda Vagabundos Iluminados e Visões de cody.
     

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